Como definir o plano de curso de suas aulas online – Passo a Passo Completo

Com o crescimento do mercado de educação a distância e do público interessado em aprender sobre os mais diversos assuntos virtualmente, quem tem um conhecimento específico e relevante pode aproveitar essa vantagem para começar a trabalhar com aulas online.

Entretanto, para que o conteúdo seja bem recebido pelo público e se destaque no mercado, é  preciso definir o objetivo de seu curso e estruturá-lo adequadamente.

No post de hoje, vamos mostrar como montar um plano de curso completo que facilitará o processo de criação de suas aulas!

Para ficar ainda mais fácil, separamos os passos para criar seu plano de curso em 3 grandes áreas.

Como definir o conteúdo de seu curso

O primeiro passo que deve ser dado por quem deseja criar um curso online é o planejamento de conteúdo.

Para definir os assuntos que você abordará, é importante ficar atento a alguns detalhes.

1. Defina suas habilidades

Antes de começar, é importante saber suas principais habilidades e como você pode utilizá-las para criar seu curso.

Se você já é professor de alguma matéria escolar, como português, história ou matemática, por exemplo, pode usar sua experiência e conhecimento para dar aulas na internet.

No entanto, não é necessário ter formação ou já ter atuado como professor para entrar no mercado digital. Você também pode usar suas habilidades artísticas, criativas ou seu conhecimento detalhado em qualquer assunto para montar seu curso, desde que seu conteúdo seja útil para outras pessoas.

Pense naquela atividade que você gosta de fazer nas horas extras, por hobby, e que sabe que faz bem.

Analise se você seria capaz de ensinar outras pessoas a fazer o que você faz. Se a resposta for positiva, você já tem a ideia para seu curso online em mãos.

Reflita também sobre outras habilidades que podem te ajudar a ter um bom desempenho ou se diferenciar de seus concorrentes em suas aulas online, como:

  • desenvoltura para se expressar,
  • facilidade com a criação e edição de vídeos,
  • personalidade carismática e bem humorada, entre outros.

2. Estude o mercado

Se você deseja alcançar bons resultados com suas aulas online, é imprescindível conhecer tudo sobre o mercado no qual você pretende atuar.

Fique atento às tendências para saber exatamente o que as pessoas querem aprender e quais são os assuntos mais pesquisados. O Google Trends é uma ferramenta ótima para identificar quais são os temas mais buscados no momento e ainda saber o volume de pesquisas por aquele termo nos últimos 12 meses.

Estudar o mercado te ajudará a conhecer bem seus concorrentes e o que você precisa oferecer para os usuários para se diferenciar e atrair mais alunos.

(Entenda o passo o passo sobre pesquisa de mercado em nosso post completo sobre este assunto.)

3. Busque curiosidades

Após definir o assunto que você ensinará, busque as principais curiosidades relacionadas a ele e que são pouco abordadas em outros cursos sobre o mesmo tema.

Quanto mais informação você tiver, mais facilidade terá para montar um plano de curso rico, interessante e atrativo para seus alunos.

Saber algumas curiosidades é uma forma de dinamizar suas aulas, chamar a atenção dos alunos e mostrar que você realmente entende tudo sobre o que está ensinando.

Como estruturar seu plano de curso

Se você já sabe o conteúdo que vai ensinar, é hora de montar seu plano de curso e organizar todos os passos que precisam ser dados para colocar seu curso no mercado online.

1. Defina a proposta de valor do curso

Uma das maiores dificuldades enfrentada pela maioria dos empreendedores é a precificação de seu produto ou serviço.

Para que as pessoas se interessem e se disponham a pagar pelo que você está oferecendo, é essencial que elas identifiquem em seu negócio a solução ideal para suas necessidades.

Para cobrar um valor justa por seu curso, tanto para você quanto para seu aluno, você deve deixar claro o que o comprador aprenderá com aquele conteúdo. Ou seja, quais são as soluções que você oferece para ele ao compartilhar o que você sabe.

Essa é a importância de conhecer bem seu mercado. Após identificar exatamente quais são os problemas e dores de seu público, você consegue elaborar um conteúdo valioso e atrativo com um preço justo.

Quer mais dicas sobre precificação? Confira este Hotmart Tips:

 

2. Estabeleça uma sequência lógica de aprendizado

O planejamento de conteúdo de suas aulas online deve considerar uma sequência lógica de aprendizado, para que os alunos se orientem e percebam uma certa evolução ao longo do curso.

Se você está criando um curso de culinária para iniciantes, por exemplo, é interessante que suas primeiras aulas sejam introdutórias, com dicas sobre corte de alimentos, utensílios básicos para cozinha, temperos ou conhecimentos gerais que todo cozinheiro deve ter.

Se você começar o curso ensinando receitas, pode correr o risco de ter alunos que não consigam te acompanhar por não terem adquirido uma base anterior.

3. Divida as aulas em módulos

Criar módulos dentro de seu plano de curso e dividir suas aulas a partir de assuntos em comum, transmite uma ideia clara de progressão, o que é útil para manter seus alunos engajados com o conteúdo das próximas aulas.

Com os módulos bem definidos, os alunos também conseguem identificar a etapa do curso em que estão e o que será ensinado naquelas aulas.

Ao encerrar um módulo e iniciar o seguinte, os usuários conseguem assimilar melhor o conteúdo transmitido e saber exatamente onde encontrá-lo, caso seja necessário acessá-lo futuramente, o que conta pontos para a usabilidade.

4. Grave as aulas cronologicamente

Gravando as aulas cronologicamente, você consegue manter uma linha de pensamento, não esquece nenhuma informação importante e garante que os alunos compreendam a sequência evolutiva de suas aulas.

E isso não interfere, necessariamente, na forma como os alunos irão assistir às aulas.

Os usuários ainda terão a liberdade para acessar os módulos na ordem que acharem melhor, você apenas vai direcioná-los sobre quais aulas se complementam.

5. Escolha uma plataforma para hospedar seu conteúdo

Chegou a hora de escolher a plataforma ideal para você colocar suas aulas na internet.

Existem vários ambientes virtuais e cada um deles apresenta vantagens e desvantagens para o professor-empreendedor. Por isso, o ideal é avaliar cuidadosamente as opções disponíveis e escolher aquela que melhor se adequa às suas necessidades.

Você encontrará opções pagas, gratuitas e com diversas funcionalidades para personalização. Fique atento apenas à experiência de seu usuário, para garantir que a navegação dele seja intuitiva e que ele consiga assistir suas aulas de qualquer dispositivo.

Como melhorar a experiência do aluno com seu conteúdo

Todas essas dicas te ajudarão a elaborar o conteúdo programático de seu curso online, mas há alguns detalhes que podem melhorar, ainda mais, suas aulas e enriquecer a experiência de seus alunos.

Vamos citar alguns desses itens para você decidir quais se adaptam bem às especificidades de seu curso.

1. Faça conexões entre as aulas

Essa é uma das estratégias que você pode adotar para deixar seu curso mais instigante.

Tente dar continuidade a assuntos abordados em aulas anteriores, usar exemplos que se conectem, fazer menções a conteúdos que já foram trabalhados, etc.

Ao fazer essas conexões, você reforça informações importantes e facilita para que as pessoas absorvam aquele conhecimento.

Além disso, você demonstra para seus alunos que suas aula se complementam, o que justifica o engajamento em todos os módulos do curso.

2. Forneça materiais complementares

Sabemos que nem sempre é possível, ou até mesmo recomendado, falar detalhadamente sobre todos os assuntos abordados durante o curso.

Voltando ao exemplo do curso de culinária, pode ser que você mencione em algumas de suas aulas a alimentação low carb. Para não ter que explicá-lo esmiuçadamente e perder o foco de sua aula, você apenas cita o termo e o define rapidamente.

Ao fornecer materiais complementares, você possibilita que os alunos interessados tenham acesso a mais detalhes sobre o assunto e contribui para uma experiência mais ampla de aprendizado.

3. Recomende leituras

Em suas aulas online, você pode recomendar textos, artigos e livros que abordem as informações apresentadas e ajudem a ampliar o conhecimento de seus alunos.

Ao indicar referências bibliográficas, você instiga as pessoas a continuarem buscando conhecimentos sobre o assunto e se engajarem ainda mais com o conteúdo que você compartilha.

Além de poder indicar os materiais que você usou como base para aquela aula específica, você pode sugerir que os alunos leiam determinado conteúdo antes de assistir a próxima aula, para que eles consigam compreendê-la melhor e propor discussões.

4. Forneça o conteúdo da aula em outros formatos

O vídeo tem sido o formato cada vez mais preferido pelas pessoas que buscam conhecimento, por ser acessível, prático, dinâmico e facilmente consumido.

Porém, se o que as pessoas têm buscado é praticidade, fornecer o conteúdo de sua aula em outros formatos também pode ser uma boa estratégia.

Ao elaborar ebooks ou podcasts, você oferece mais uma possibilidade de aprendizagem para seus alunos e amplia o alcance de seu conteúdo. Assim, os usuários podem optar pelo formato que acharem melhor.

5. Envie lembretes das aulas por e-mail

Parece ultrapassado, mas o e-mail ainda é um dos canais de comunicação virtual mais utilizados.

Sabendo que as pessoas têm tido dificuldade de se organizar em meio a tantos compromissos e afazeres, encaminhar lembretes de suas aulas é uma forma de demonstrar que você valoriza aquele aluno e se importa com ele.

Com esses lembretes, você consegue garantir o engajamento dos alunos em suas aulas.

Apenas tome cuidado para que essas mensagens não sejam inconvenientes para o destinatário. Seja objetivo em seu conteúdo e siga as melhores práticas de e-mail marketing.

6. Entregue certificados

Independentemente do tema que você escolheu para abordar em seu curso, pode ter certeza que terão pessoas interessadas em comprovar sua realização.

Seja para colocar no currículo ou para guardar como lembrança, os certificados são muito valorizados e podem ser o diferencial para atrair a atenção de seu público.

Ao distribuir certificados para os concluintes do curso, você reforça que o conteúdo que você compartilha agrega valor para os alunos e pode abrir portas no mercado de trabalho.

É importante que esses certificados possam ser exibidos em redes sociais como o LinkedIn. Por isso, certifique-se que a plataforma EAD escolhida por você possui essa opção de integração.

7. Promova aulas ao vivo

Uma boa forma de engajar a audiência é promover aulas ao vivo. Esse formato permite maior interação dos alunos com o professor e torna a transmissão de conteúdo mais dinâmica e leve.

Durante a aula ao vivo, você consegue responder dúvidas e perguntas dos alunos, mostrar seu conhecimento e passar confiança e credibilidade para as pessoas.

Mãos à obra

Assim como qualquer modelo de negócio, dar aulas online requer planejamento para que você consiga oferecer uma experiência completa para seus clientes. Por isso, antes de pensar na etapa de divulgação e de vendas, é importante dedicar-se para criar um produto que atenda todas as necessidades do público delimitado por você.

Mas não se preocupe, pois o modelo perfeito só será descoberto por meio da tentativa e erro, usando os feedbacks recebidos por você para aprimorar constantemente.

Pronto para montar seu plano de curso e começar a ganhar dinheiro trabalhando na internet?

Como desenvolver o planejamento estratégico digital na sua empresa

No mundo atual, com mais de 3,7 bilhões de pessoas com acesso à internet, não nos resta dúvidas de que as estratégias digitais são imprescindíveis para as empresas conectarem-se com o seu público. No Brasil, mais de 60% da população utiliza ativamente a rede e, cada vez mais informada, quer soluções customizadas, e espera que as organizações apresentem ofertas que atendam às suas demandas específicas.

Para prosperar neste ambiente cada vez mais digital, as empresas precisam desenvolver um bom planejamento estratégico. Confira 5 passos para quem deseja planejar e atingir melhores resultados:

 1) Faça um diagnóstico estratégico

Um bom diagnóstico estratégico é peça fundamental da sua estratégia. Através da análise, é possível entender o mercado, a movimentação de concorrentes atuais e potenciais, o comportamento do público, entre ameaças e oportunidades verificadas. Aqui, o “achismo” perde a vez para fatos e dados.

 A coleta de dados deve ser iniciada com a análise do mercado e da concorrência.

É importante pesquisar seus concorrentes diretos e indiretos, e quais os resultados orgânicos e pagos nas pesquisas de suas palavras-chave.

Durante a fase da análise da concorrência e do comportamento do público, o benchmarking é bem-vindo para definir se as movimentações de mercado, praticadas pela concorrência são interessantes ou não para a sua marca, além de identificar com o quê o público está interagindo e as similaridades com à sua oferta. Esta etapa é fundamental para avaliar vantagens competitivas do seu negócio.

Também é importante observar quem são os influenciadores na sua área, e se é interessante trabalhar com eles.

E, é claro, com todas essas informações, chega-se à análise de ameaças e oportunidades que, alinhadas à análise das suas forças e fraquezas, compõem a matriz SWOT.

Para esta etapa, minha ferramenta favorita é a SEMrush. Como exemplo, pesquisei a palavra-chave “roupa infantil” utilizando a SEMrush, e tive acesso aos seguintes dados:

  • Comportamento do consumidor online: agora sei que a palavra-chave “guarda roupa infantil” tem quase o dobro de pesquisas em relação ao termo “roupa infantil”. Interessante!

ede0c046063a5df9a4304093399e9605.png

  • Resultados da pesquisa orgânica: aqui posso avaliar quais são meus concorrentes diretos no termo pesquisado, de acordo com os resultados orgânicos de motores de busca. A partir dessas informações, posso avaliar cada um dos meus concorrentes, para saber o tráfego de seus sites; se investem em links patrocinados, quais são as palavras-chave de maior relevância em suas páginas, entre outras avaliações.

0ef11a83448036a059f3822804a00ce2.png

  • Com os textos de anúncios posso avaliar como minha concorrência se comporta na criação de links patrocinados.

021d8e6c00f13e60f8d8aa5a97f30f3d.png

Esta etapa é longa e envolve muita observação e avaliação de informações. Mas, com a ferramenta certa e muita atenção, você pode chegar a conclusões valiosas, e até modificar suas propostas iniciais.

2) Defina suas personas

A partir das suas ofertas, sua proposta de valor e do diagnóstico realizado na etapa anterior, você está pronto para desenvolver suas personas. Personas são personagens ou avatares criados para ajudar sua empresa a compreender melhor o cliente. Elas detalham o seu comprador ideal, aquela pessoa perfeita para comprar seu produto ou serviço.

Crie um nome, idade, profissão e descreva o dia a dia da persona. Crie uma história, se necessário, com hábitos diários, profissionais e pessoais. Pesquise sobre seus comportamentos e tendências, e descubra suas dores e soluções para seus problemas. Ao entender suas necessidades, você entende o que pode oferecer de valor.

Segue um checklist para o que definir sobre suas personas:

  • Nome
  • Idade
  • Profissão
  • Área de atuação
  • Informações pessoais
  • Hábitos diários e de compra
  • Comportamento online
  • Comportamento offline
  • Objetivos
  • Desafios
  • Problemas
  • Necessidades

Existem diversos criadores de personas no mercado, e vários gratuitos. Mas, antes de criar seu avatar, o estudo do comportamento do seu público é imprescindível, em todos os pontos de contato entre ele e a sua empresa.

Neste momento, não há número mínimo ou máximo de personas. O que deve ser considerado é:

Minhas personas abrangem todo o meu público? Tenho condição de administrar o número de personas criadas?

Um gerador de personas bem legal é o Fantástico Gerador de Personas, criado pela Resultados Digitais com a Rock Content. Utilizando esse ou outro gerador, lembre-se: as personas devem conter informações relevantes para a sua empresa. Os geradores não devem ser seu “guia” de quais informações devem ser incluídas. Muitas vezes, os geradores não fornecerem todos os campos necessários para descrever as personas do seu negócio.

3) Defina objetivos

Agora você sabe aonde está pisando. Conhece o seu público, está atento ao mercado, e acompanhando as tendências. Chegou o momento de definir os objetivos que as suas iniciativas digitais deverão atingir.

Gosto muito da metodologia de objetivos S.M.A.R.T., que pode funcionar como um checklist para os objetivos definidos:

Você pode criar objetivos diferentes para cada plataforma, mas é importante definir o principal objetivo da campanha. O mesmo, na maioria das vezes, ajudará a empresa a atingir suas metas.

Existem objetivos quantitativos e qualitativos. Os quantitativos focam em números, e são mais fáceis de serem mensurados. Por exemplo, aumento de vendas ou de lucratividade. Os objetivos qualitativos não são menos importantes, mas é mais difíceis monitorá-los, e acompanhar o ROI. Neste caso, objetivos envolvendo fortalecimento da marca, ou criação de autoridade. Este segundo tipo de objetivo também traz excelentes e importantes resultados para empresa. Entretanto, devemos criar formas de mensurá-los, e saber que muitas vezes o resultando é intangível, trazendo retornos somente a médio e longo prazos.

#FicaADica: você pode – e deve – criar objetivos para desenvolver relacionamentos, trabalhar a visibilidade e fortalecimento da sua marca e oferta, divulgar produtos e promoções, sempre com foco na conversão.

4) Defina estratégias e planos de ação

Definidos os objetivos, chega o momento de montarmos os planos para atingí-los. Para cada objetivo, crie uma ou mais estratégias; também é comum a definição de um grupo de estratégias para mais de um objetivo. Por exemplo, sua estratégia de SEO pode atender tanto aos objetivos de aumento de vendas como os de expansão da marca, ou reposicionamento.

Segue um checklist de iniciativas digitais a serem consideradas nas estratégias:

  1. Revisão do site ou loja virtual: responsividade, versão mobile, experiência do usuário
  2. SEO
  3. Links patrocinados e demais anúncios
  4. Marketing de conteúdo
  5. Automação de marketing
  6. Mídias sociais e influenciadores

Na maioria das vezes, são desenvolvidas estratégias específicas para atração, conversão, fidelização, evangelização, relacionamento.

Para cada estratégia, desenvolva um plano de ação geral e detalhado, contendo todas as iniciativas, prazos e responsáveis.

5) Defina o monitoramento

Você chegou até aqui. Está satisfeito? Saiba que avançamos cerca de 30% do trabalho a ser realizado. Ainda há muito a fazer! Antes da execução, é importante definir como o monitoramento do seu planejamento será realizado, para que você possa acompanhar os resultados de cada uma de suas iniciativas. Para o plano de monitoramento, é importante definir:

  • Métricas
  • Metas de sucesso para as métricas
  • Ferramentas, prazos, formas, responsáveis

Existem diversas ferramentas disponíveis para o monitoramento no mercado. Mais uma vez, volto para a SEMrush. Ela oferece opções de monitoramento da marca, redes sociais, seu domínio, e é claro, da concorrência. É possível criar projetos, dos quais recebemos relatórios diários. Gosto particularmente de análise position tracking, pois é bem completa.

9c023700b0b751a5a1b43fc691caae92.png

E vamos combinar: não vale planejar o monitoramento e deixar as informações naquela pasta que você promete revisar, um dia, quando tiver tempo. O monitoramento traz informações valiosíssimas, que devem ser verificadas diariamente, para que o seu planejamento seja revisado.

Infelizmente para os negócios, e talvez felizmente para os bons profissionais de marketing e vendas, muitas empresas falham no monitoramento. Com o marketing digital, temos nas mãos as melhores ferramentas, e a possibilidade de testar rapidamente a eficácia das nossas ações, para providenciar ajustes sempre que necessário em tempo real.

Conclusão

A jornada de compra do brasileiro está cada vez mais digital. Segundo a pesquisa Total Retail 2016, da consultoria PwC, a frequência de compra mensal online dos brasileiros subiu de 38% em 2014 para 40% em 2016, além de alta de 4% para 8% na frequência de compra diária; já as pesquisas sobre produtos aumentaram 27% entre os dois anos.

Logo, o planejamento estratégico digital torna-se indispensável para empresas que querem despontar no universo online. Seguindo os passos acima, não há espaço para “achismos”, nem opiniões. E sim trabalho estratégico, assertivo, e o alcance dos objetivos definidos.

Parabéns, você já tem seu planejamento estratégico digital nas mãos. Agora, mão na massa!

A Importância de um blog para Lojas Virtuais

O mercado de e-commerce está a cada dia mais concorrido. Conquistar uma grande visibilidade e se destacar é cada vez mais complicado.

É aí que uma estratégia de conteúdo pode se tornar um grande diferencial para uma loja virtual.

O blog para e-commerce é uma poderosa ferramenta para divulgar os produtos e aumentar as vendas.

Para você ter uma ideia, as lojas virtuais que mantém blogs atualizados possuem 3 vezes mais visitas e 2,5 vezes mais clientes, de acordo com dados do E-commerce Trends de 2017.

Mas, se esse motivo indiscutível ainda é pouco para te convencer da importância de um blog, prepare-se para mudar de ideia hoje mesmo!

Preparamos uma série de razões pelas quais você deve começar a pensar no blog para e-commerce com urgência, confira:

O blog para e-commerce é barato

A decisão sempre acaba pesando mais no bolso, certo? Muitas vezes, por mais eficaz que uma estratégia seja, a falta de investimento acaba nos impedindo de apostar com tudo nela.

Se esse é um dos seus grandes obstáculos, então você vai gostar de saber que manter um blog para a sua loja virtual é uma ação muito mais barata do que as divulgações tradicionais.

Manter um blog consiste em, basicamente, entender a fundo quem são as personas do seu negócio e, a partir daí, produzir conteúdo exclusivo que as ajudem a resolver problemas e sanar dúvidas.

Se você conhece bem o seu mercado de atuação e sabe quais são as grandes dores da sua persona, essa tarefa se torna bastante simples e, o melhor de tudo, de baixo custo!

Ao contrário de realizar publicidade em grandes portais ou, até mesmo, precisar reduzir a sua margem de lucro para atrair clientes com descontos imperdíveis, é possível produzir conteúdo de qualidade para o seu blog e observar as vendas aumentarem com investimentos que cabem no bolso.

O conteúdo atrai potenciais clientes qualificados

Como você já deve ter notado no dado que demos no início do texto, o blog para e-commerce é uma importante porta de entrada para que potenciais clientes descubram a sua loja.

Pense que as pessoas estão conectadas na internet todos os dias buscando conteúdos que as entretenham, resolvam os seus problemas e tirem as suas dúvidas. Afinal, quem nunca recorreu ao YouTube ou ao Facebook para descobrir como se faz alguma tarefa?

Se o seu blog apresenta essas dicas e informações, as chances de pessoas que precisam dos produtos que você vende o encontrarem são muito maiores.

O resultado é um tráfego maior de pessoas com alto potencial de efetivarem uma compra e se tornarem clientes recorrentes!

É possível se tornar referência no mercado

Imagine que excelente seria ser reconhecido como autoridade no mercado em que você atua?

Quando isso acontece, as pessoas recorrem ao seu blog para se informar sobre assuntos específicos, como os mais novos lançamentos de tecnologia ou as últimas tendências de moda.

Essa não é uma posição fácil de ser conquistada, no entanto, ela é possível com o marketing de conteúdo e com o blog para e-commerce.

Ao ser reconhecido como referência nos assuntos que o seu blog aborda, não apenas a taxa de conversão é maior, como também os níveis de retenção de clientes. Combinados, esses resultados de grande importância trazem uma ótima rentabilidade para o seu negócio!

Você vai ganhar pontos na otimização do e-commerce

Aparecer nos primeiros resultados do Google quando um potencial cliente realiza uma busca aumentam as suas chances de ganhar visitas e, claro, vender mais.

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso trabalhar a otimização do seu site, também conhecida como SEO, que nada mais é do que um conjunto de técnicas que tem como objetivo aumentar a visibilidade do seu e-commerce e o posicionamento orgânico para certas buscas.

Por isso é fundamental entender o conceito e as estratégias de SEO para o seu negócio.

E adivinha o que conta muitos pontos para aumentar a efetividade do SEO da sua loja? Isso mesmo, um blog!

No blog é possível trabalhar termos de pesquisa relacionados aos produtos vendidos da sua loja, aumentando as chances de ele aparecer nas buscas.

Além disso, se o conteúdo realmente for interessante, as pessoas começarão a compartilhá-lo em suas redes sociais. E esse tipo de atividade vai contar muitos pontos para que o Google entenda que a sua loja é relevante e, assim, a mostre nos primeiros lugares da busca.

As pessoas leem e preferem conteúdo a anúncios

Mas será que as pessoas realmente vão ler o blog de uma empresa? Sim! De acordo com uma pesquisa da Demand Metric, 60% dos consumidores gostam de ler o conteúdo produzido por uma marca.

Além disso, 70% deles preferem descobrir mais informações sobre uma empresa por meio de conteúdo do que por anúncios. E esse é um forte reflexo da mudança de comportamento do consumidor, que não quer mais ser interrompido por publicidades que têm pouco a acrescentar.

E, para te convencer de vez que você realmente terá leitores que farão a diferença nos resultados da loja, a pesquisa ainda descobriu que 82% dos consumidores ficam com uma impressão mais positiva da marca após consumirem os conteúdos produzidos por ela.

Estou convencido! Por onde começar?

Agora que não há mais argumentos para você não começar um blog para e-commerce o mais breve possível, chegou o momento de preparar a sua estratégia de conteúdo com essas dicas:

1. Crie uma estratégia com objetivos claros

O seu blog terá como objetivo atrair mais visitas e incrementar as vendas da loja, certo? Por isso, todos os posts precisam ter uma estratégia e um propósito claro para estarem ali.

Todas as publicações criadas devem responder a essas 3 perguntas:

  • Para quem esse conteúdo se destina?
  • Em quais plataformas eu vou divulgar esse post?
  • Por que eu vou produzir esse conteúdo? Quais problemas da minha persona ele vai resolver?

Esse planejamento vai ajudá-lo a manter o foco nos objetivos e a produzir apenas nos conteúdos que realmente fazem sentido e tem o potencial de gerar resultados para a sua loja.

2. Crie diferentes formatos de conteúdo

Manter um blog não significa apenas escrever artigos de texto. Existem diversos outros formatos de conteúdo que devem ser explorados para manter o interesse dos leitores e potencializar os resultados.

Infográficos, eBooks, vídeos, reviews de produtos e tutoriais são apenas alguns dos exemplos de tipos de conteúdo que você pode explorar.

Ao fazer o seu planejamento, não deixe de avaliar qual tema pode se encaixar melhor em cada um desses formatos para manter o blog sempre interessante.

3. Pense fora da caixa

Para se destacar ainda mais, o ideal é que o seu blog apresente conteúdos inéditos ou, ao menos, um ponto de vista diferente sobre temas que causam dúvidas na persona.

E essa é uma tarefa que só será possível de ser cumprida se você também prestar atenção no que os seus concorrentes e os influenciadores do mercado já estão fazendo.

Realize pesquisas constantes para ver quais os assuntos que já foram abordados e tentar identificar brechas para criar novos conteúdos ou propor diferentes formatos para facilitar o entendimento.

Uma boa dica também é realizar parcerias com influenciadores do segmento. Além de conseguir opiniões e pontos de vista mais técnicos sobre o assunto, esse tipo de iniciativa também permite com que a sua marca aproveite da relevância do influenciador.

4. Mantenha a consistência

De nada vai adiantar você produzir um conteúdo incrível na semana que vem e, depois, sumir por meses. O blog para e-commerce precisa de frequência para se tornar relevante e fazer com que as pessoas voltem.

Criar um calendário editorial com a data de publicação dos posts e os temas vai te ajudar a visualizar melhor a sua estratégia de conteúdo.

Além disso, fazer posts sempre nos mesmos dias cria o hábito de que as pessoas acessem o blog constantemente para ler as novidades.

5. Defina quem vai produzir o conteúdo

Criar conteúdo com frequência e que seja exclusivo não é uma tarefa fácil. Essa atividade demanda pesquisas, conhecimentos de técnicas de escrita e, claro, tempo!

Por isso, pode ser que o ideal não seja com que você fique responsável por mais essa atividade. Afinal, como falamos acima, o blog vai precisar manter o ritmo e a consistência nos posts.

Uma ótima alternativa é procurar por redatores que escrevam esses conteúdos para você.

Atualmente, existem diversos cursos de marketing digitalpara se especializar em produção de conteúdo para marcas e ferramentas que o auxiliam a pensar na estratégia e a encontrar as pessoas certas para escrever sobre cada um dos temas.

6. Analise os resultados e reveja as estratégias

Como estamos falando de um blog que tem objetivos claros e definidos, os posts precisam ser analisados para que você entenda se está no caminho certo ou não.

Monitore dados como a quantidade de compartilhamento nos posts, teor dos comentários, visitas geradas ao site da sua loja e, até mesmo, novos assinantes de newsletter.

Todas essas informações vão apontar se você está obtendo os resultados esperados ou se precisa adaptar os conteúdos ou rever a sua persona.

Além disso, acompanhar os resultados permite com que você foque nas ações certas, otimizando ainda mais os investimentos em divulgação!

Como Fazer Email Marketing: O Guia Completo

Toda a gente fala que o email marketing está morto mas a verdade é que o email marketing continua sendo um tema incontornável quando falamos de marketing digital porque a verdade é que a cada dólar investido, teremos, em média, 38 dólares de retorno.

Se tem um ecommerce com certeza sabe o quanto isso pode impactar nas suas vendas e no relacionamento com os seus clientes.

Então vale a pena investir em email marketing? Claro que sim!

É fácil fazer email marketing? Nem por isso.

E a verdade é que há muitos negócios que já entenderam que o email marketing funciona, mas não sabem como começar e por isso, estão deixando dinheiro na mesa.

1. Defina o seu objetivo

Pensava que ia começar já a enviar a sua newsletter?

Existe uma parte muito importante de qualquer estratégia que muitas vezes é deixada de lado: qual é o problema que quer resolver? Existe uma oportunidade de negócio que quer explorar? E qual é o seu objetivo?

Alguns dos seus objetivos para uma ação de email marketing poderão ser: aumentar as visitas ao seu blog ou site, aumentar as suas vendas, obter feedback através de um inquérito, aumentar a sua base de dados ou simplesmente se relacionar com o seu público. Existem dezenas de tipos de email marketing.

Tenha isso claro antes de iniciar a sua campanha de email marketing. E principalmente estabeleça metas e tenha números em mente. Exemplo: Quero realizar 50 vendas ou quero obter mais 200 leads para a minha base de dados.

2. Defina a sua estratégia

Agora que já definiu o seu objetivo, vamos alinhar a estratégia para a sua campanha. Imagine que quer recuperar clientes inativos.

Qual será a melhor estratégia? Oferecer um desconto? Comunicar aquela funcionalidade nova que o cliente reclamou que não o seu serviço não tinha e fez ele desistir? Colocar os portes grátis?

Mas e se quiser vender mais a clientes atuais? Vai enviar uma seleção de produtos complementares ao que comprou?

E se quiser ter mais clientes? Vai realizar um webinar gratuito sobre os benefícios daquele produto? Fazer um sorteio?

Acho que já deu para entender a ideia. Defina claramente aquilo que vai impactar os resultados que você definiu como objetivo.

3. Escolha o serviço de email marketing

Escolha cuidadosamente o serviço de email marketing que vai usar.

Tenha atenção a serviços self-hosted em que é disponibilizado o serviço de envio, mas onde você vai precisar fazer a configuração dos servidores de envio e optimizá-los para email marketing, o que vai gerar mais custos e consumir mais recursos.

4. Já tem uma base de dados?

Já escolheu o seu serviço de email marketing? Ótimo! Mas antes de começar precisa de uma base de dados. E pode começar por comprar uma, certo? Errado! Deixe-se disso. Só lhe vai dar chatices. É como entrar na casa de alguém e só depois de já lá estar perguntar se pode entrar.

Não está cansado de receber na sua caixa de correio emails de quem nunca sequer ouviu falar? Então não faça o mesmo! Confira estas 21 dicas para aumentar a sua base de dados.

aumentar-base-de-dados.jpg

5. Como fazer email marketing: Boas práticas

5.1. Comece pelo remetente

Qual é uma das primeiras coisas em que repara quando recebe um email? O remetente da mensagem, certo?

Quanto maior for a notoriedade da marca e o engajamento do seu público, maior tende a ser a taxa de abertura. Mas se tem uma startup, ou uma empresa pequena é natural que o orçamento em comunicação e branding seja curto ou inexistente e se priorize a publicidade ou somente a força de vendas.

Mas não desespere. Não é impossível ter excelentes resultados.

Uma das coisas que aprendemos com os vários testes que realizamos é que a pessoalização da comunicaçãotende a gerar melhores resultados. Se usar o email omeunome@aminhaempresa.com é normal que obtenha melhores resultados  do que se usar geral@aminhaempresa.com.
email-pessoal.jpgExemplo de email com remetente pessoal

5.2. Crie assuntos apelativos

O importante é ter noção do que pode fazer para chamar a atenção do leitor. Qual destas opções considera ser o assunto mais apelativo?

– Novo artigo do blog e-goi
– 8 Dicas Incríveis para iniciar a sua jornada no email marketing

É lógico que o segundo é mais apelativo.

Nos últimos meses venho fazendo experiências e percebi que umas das técnicas que vai lhe garantir maior taxa de abertura é a utilização de emojis.

Personalizar os emails com o nome da pessoa é outra estratégia que chamada à atenção do leitor aumentando as hipóteses de abertura.

Repare que são centenas os emails que recebemos todos os dias, por isso, deve incluir sempre um elemento diferenciador dos demais emails.

Não se esqueça também que dispomos cada vez de menos tempo, por isso quanto mais curto for o assunto, maior será também a probabilidade de o leitor absorver a informação.

newsletter-e-goi.jpgExemplo de email com personalização e utilização de emojis

5.3. Imagens

Quando entrega a realização de uma campanha de email a um webdesigner a probabilidade de ter uma newsletter bonita com várias imagens bem trabalhadas do ponto de vista gráfico é grande, mas isso não significa que vai ter bons resultados.

Imagens demasiado grandes serão bloqueadas pelos ISPs. Além do mais é importante ter um equilíbrio entre imagens e texto, caso contrário, os ISPs interpretarão como tentativa de esconder a mensagem e irão entregar os seus emails diretamente no SPAM.

5.4. Call to action

O call to action ou chamada à ação é justamente o elemento que vai fazer com que o leitor siga ou não o caminho até ao objetivo que você traçou.

Pelas experiências que venho realizando, a taxa de clique é sempre maior quando o botão é colocado nos primeiros 300px de altura do email.

É possível que em resoluções mais baixas, quando o email é visualizado no desktop o botão deixe de ser visível. Esse pormenor pode fazer a diferença no impacto que a sua campanha pode ter, então se possível, sempre teste a sua campanha em várias resoluções, particularmente em mobile para que o receptor da mensagem possa ter a melhor experiência leitura.

Lembrando que o ideal é que defina somente um objetivo, seja uma página de captura, uma landing page de vendas ou simplesmente um artigo como este que está lendo.

call-to-action.jpgExemplo de campanha com call to action nos primeiros 300px do email

5.5. Remoção

Leve os pedidos de remoção muito a sério. Se tiver muitas remoções, repense de imediato a sua estratégia. A sua base de dados está a reagir negativamente ao seu conteúdo e é provável que comece a receber várias queixas de spam.

A recomendação que vou passar pode parecer estranha para você mas acredite que é altamente eficaz. Coloque o botão de remoção no início da sua newsletter e deixe bem claro que só quer continuar enviando emails a quem realmente tiver interesse. E aí você me pergunta: mas as remoções não vão aumentar bastante?

Vão sim, mas as queixas de SPAM deixarão de existir, as suas taxas de abertura vão aumentar e os ISPs vão passar a confiar em você e a entregar seus emails no inbox.

6. Planejamento

Tão importante como conhecer as boas práticas de email marketing é saber enviar na medida certa. Quantas vezes não ficou com uma sensação negativa em relação a determinada empresa e desabafou: “Esta empresa me envia tantos emails! Que saco!”.

6.1. Horário de Envio

Por mais interessantes que sejam as mensagens, precisa rapidamente apurar qual é a frequência e o horário ideal para enviar. Pela experiência que tenho, geralmente em B2B os dias preferenciais de envio são de 3ª a 6ª entre a 8h e as 9h da manhã. Isto acontece porque na 2ª feira, as caixas de correio têm emails acumulados do fim-de-semana e a primeira coisa que você faz quando chega no escritório é ler os seus emails, não é mesmo?

Já em B2C, os horários de almoço, 6ª feira depois de jantar ou o fim-de-semana tendem a ser os horários preferenciais de abertura dos emails, porque as pessoas têm mais tempo livre. Lembrando que isso não é uma ciência exata e cada caso é um caso.

6.2. Frequência

Relativamente à frequência recomendo que comece por fazer um envio por semana e depois vá aumentando o números de envios, diversificando os dias e horas de envio. Compare e comece a obter padrões para chegar aos dias e horas ótimos para o disparo. Mais uma vez, cada caso é um caso.

6.3. Organização

Utilize uma ferramenta que o ajude a organizar os seus envios e faça o seu próprio calendário editorial. Pode ser o seu CRM ou até uma ferramenta de trabalho colaborativo como o Trello ou o Slack.

Se está faltando criatividade pode sempre usar calendário de marketing e redes sociais para 2017 da E-goi com dezenas de datas comemorativas que pode consultar para se inspirar.

calendario-marketing-e-redes-sociais-2017.pngCalendário de Marketing e Redes Sociais 2017 da E-goi no MAC

7. Segmentação

Menos é mais! No momento de enviar, provavelmente o pensamento mais tentador é sempre este: para quanto mais pessoas eu enviar, maiores serão os meus resultados, verdade? Mentira!

A tentação é grande, eu entendo, (até porque lá idos no meu percurso no marketing digital eu também já pensei assim) mas procure sempre segmentar a sua base dados e enviar para menos pessoas. Acredite, vale o trabalho! Além do mais estará evitando remoções ou queixas de SPAM desnecessárias que prejudicam a sua entregabilidade.

Isso pode parecer óbvio, mas aqui na E-goi já realizamos vários testes que comprovam isso mesmo.

8. Análises e Testes

Depois de passar por estas etapas chegou a hora de analisar os resultados. Há vários critérios de análise: números e taxas de aberturas e de cliques, bounce rate, queixas de SPAM e conversões.

Depois de analisar os dados deve fazer algumas perguntas como:

– Houve algum problema de entregabilidade num ISP específico?
– A oferta foi a mais adequada?
– Qual foi o comportamento do email em mobile?
– Segmentei corretamente a minha lista?

No fundo, precisa entender se configurou corretamente a sua campanha do ponto de vista técnico (a maioria dos softwares de email marketing já lhe dizem tudo o que precisa fazer) e se segmentou devidamente a campanha. Se está tudo ok, então realmente se trata de uma questão estratégica que você tem que mudar rapidamente para não persistir no erro.

Os testes A/B, por exemplo, são uma ferramenta poderosa que está perfeitamente ao seu alcance e que lhe permite fazer várias versões da mesma newsletter, testando com uma amostra da sua base de dados para apurar qual a que lhe pode trazer os melhores resultados.

Tudo pode ser testado: desde o assunto, a posição do call do action, o copy ou simplesmente o horário de envio.

Teste A/B

Neste teste que realizamos enviámos 3 newsletters diferentes aleatoriamente para uma amostra de 15% da base de dados. A newsletter vencedora seria a que tivesse a maior taxa de abertura e seria enviada para os restantes 85% do segmento de envio que definimos. Tivemos um claro vencedor, o que nos levou inclusive a alterar a forma como estávamos comunicando, por isso é uma técnica mais do que recomendada.

Conclusão

Se você tinha dúvidas quanto à eficácia do canal email marketing, acredito que mudei a sua opinião e ficou com uma ideia mais clara de tudo o que pode fazer para melhorar os seus resultados. Aplique as estratégias que apresento neste artigo e com certeza terá resultados a curto prazo.

O alcance do email marketing vai muito além e pode até impactar os seus resultados do seu SEO.

Quer saber como a Samadhi Digital podemos ajudar o seu negócio a vender mais? Entre em contato conosco pelo formulário do site.

Até breve!