O que é Produtor Digital? Guia COMPLETO com tudo o que precisa saber para empreender no mercado digital

O Produtor digital é qualquer pessoa que é especialista em um determinado assunto que interessa outras pessoas, tem vontade de distribuir esse conhecimento e faz isso através de conteúdos online que agreguem valor para quem compra esse conhecimento.

O Produtor pode ser apenas um indivíduo ou até mesmo corporações que desejam publicar algum tipo de conteúdo digital para ser vendido na internet.

Há vários perfis que se encaixam nessa nova profissão que tem sido uma das queridinhas pelas pessoas que desejam trabalhar na internet. Um produtor de conteúdo digital pode ser desde um autor independente, um profissional especialista em alguma modalidade interessante para ensinar, um professor ou até mesmo um blogueiro que fala sobre assuntos específicos em seu blog.

Já como corporações, temos a empresa, tal como uma editora que deseja aumentar suas vendas disponibilizando os livros digitais de seus autores para serem vendidos por Afiliados ou até mesmo grupos de amigos que têm um gosto em comum e querem divulgar seus conhecimentos.

Independentemente disso, o mais importante é saber que o Produtor digital é uma profissão do futuro. Por isso, vamos te falar tudo sobre esse assunto e mostraremos que, no final, você mesmo pode ser um Produtor.

Vamos lá?

Quem pode ser Produtor digital?

Como dissemos no início deste post, qualquer pessoa que tenha um conhecimento apurado em algum assunto que possa ser ensinado para outras pessoas pode ser um Produtor digital.

Isso quer dizer que, se você é um professor, por exemplo, pode aumentar o alcance de suas aulas criando cursos online.

Um digital influencer pode usar suas habilidades para conquistar seguidores ou sua expertise a respeito de parcerias com marcas para fazer um ebook sobre isso.

O youtuber, que já tem facilidades para gravar vídeos, pode criar cursos que ensinem desde a perder a timidez para gravar até ensinar sobre edições de vídeo.

A costureira, que sabe tudo sobre roupas, pode criar materiais que ensinem as pessoas a fazerem pequenos consertos.

Como você pode ver, as possibilidades são inúmeras. Tudo que você precisa fazer é pensar naquilo que você faz e que as pessoas a seu redor sempre pedem para que você ensine.

Que tipo de conteúdo pode ser criado?

É possível comercializar dois tipos de conteúdo digital, e vamos falar um pouco de cada um deles:

Arquivos para download:

Esse tipo de conteúdo digital é qualquer tipo de arquivo de computador que possa ser baixado via internet para ser usado posteriormente. Entre os mais comuns e produzidos por Produtores digitais estão:

  • Ebooks em PDF ou EPUB;
  • Documentos diversos (.doc, .rtf);
  • Audiobooks e músicas (mp3, wma);
  • Videoaulas;
  • Palestras e screencasts (MPEG, FLV, MOV, WMV);
  • Software (.exe, .msi);
  • Imagens e infográficos;
  • Scripts.

Adesão para sites de membros:

Sites de membros, também conhecidos como clube de assinaturas, são modelos de negócio nos quais o Produtor pode comercializar seus produtos de maneira recorrente. Para isso, basta cobrar uma taxa de adesão para que a pessoa que comprar o produto tenha acesso a todo conteúdo que você disponibilizar.

(Leia nosso post que explica tudo sobre clube de assinaturas.)

Para esse modelo de negócio, é possível fazer:

  • Clubes privados;
  • Sites de conteúdo restrito a membros;
  • Coaching Clubs.

Ao criar esse tipo de produto, é interessante para o Produtor integrar o sistema de cadastros do site dele com uma plataforma EAD, para que ele possa dedicar mais tempo à criação dos conteúdos.

A plataforma poderá fazer os demais processos, como liberar ou bloquear os cadastros automaticamente, receber os pagamentos, hospedar o curso, entre outras funções.

Quais nichos são aceitos?

Você pode publicar produtos de qualquer nicho. Mas, o ideal é que você alinhe temas com os quais você tenha domínio e tenham boa oportunidade na internet.

Para isso, pense naquilo que você sabe de melhor e que as pessoas costumam te procurar quando precisam de ajuda.

Por exemplo:

Você entende tudo sobre cozinha, apesar de não ser um chef renomado e muito menos trabalhar com isso. Mas sempre que um amigo ou familiar precisa de dicas de receitas práticas e rápidas, eles te ligam.

Culinária é um ótimo nicho, mas não se engane: assim como você, existem outras pessoas que também sabem tudo sobre alimentação.

Por isso, após definir seu nicho, faça uma pesquisa de concorrência e veja o que eles estão fazendo. Depois dessa análise, pense em áreas menores dentro do nicho que você escolheu e tente fazer aquilo que as outras pessoas ainda não estão fazendo.

Vamos continuar com o exemplo da culinária para ficar mais claro.

Você percebeu que há muita procura por receitas, mas que há, também, muitos cursos online sobre isso. Que tal, então, criar um curso sobre preparação de alimentos rápidos para quem mora sozinho?

Ao especificar ainda mais seu nicho, você consegue atingir um público mais assertivo e ainda faz algo diferente do que já existe no mercado.

(Se você ainda não definiu seu nicho, acesse nosso post e aprenda como escolher sua área de atuação.)

Publicação/hospedagem de um produto

Agora que você já entendeu que pode ser um Produtor digital, vamos te mostrar como você pode iniciar nessa jornada.

Depois de ter escolhido seu nicho e ter preparado o material para seu produto digital, seu próximo passo como Produtor é escolher uma plataforma digital para publicar seu conteúdo.

A Hotmart é uma plataforma para Produtores digitais, por isso, vamos ensinar como você pode hospedar seu produto com a gente.

É muito fácil e intuitivo, já que nossa interface é amigável. Depois do produto pronto, você precisará apenas de 3 passos para publicar seu produto:

  1. Descrever e adicionar fotos de seu produto.
  2. Definir o modelo de negócios de seu produto. Nesse passo, você irá decidir, por exemplo, se o produto poderá ser vendido por Afiliados e qual será a comissão paga por venda do Afiliado.
  3. Publicar o conteúdo do produto. Aqui, você irá adicionar os arquivos que compõem seu produto (caso o conteúdo esteja na forma de Arquivo para Download), ou definir as configurações para integração com o Site de Membros (caso o conteúdo seja o Acesso do Comprador ao Site de Membros). No caso dos arquivos para downloads, eles podem ser de qualquer tipo, cada arquivo pode ter até 200MB e você pode adicionar até 20 arquivos.

Revisão do produto

Assim que você terminar de publicar um produto, ele irá para a Equipe de Revisão. A Hotmart irá verificar vários aspectos no cadastro do produto, bem como o conteúdo do mesmo, a afim de constatar se todo o conteúdo está adequados às políticas da plataforma.

Ao final dessa revisão, o produto poderá ser aprovado e terá seu índice de Blueprint calculado, ou então pode ser reprovado e não poderá ser vendido pela Hotmart.

Criação da página de vendas

Você poderá criar de forma muito simples, em poucos minutos, uma página de vendas para seu produto. Basta preencher os campos do formulário e, rapidamente, sua página estará pronta.

Essa página poderá ser usada por você e por seus Afiliados para vender seu produto. Quanto mais você facilitar o trabalho dos Afiliados, mais Afiliados você conseguirá atrair e, consequentemente, seu volume de vendas poderá aumentar ainda mais!

É importante também garantir que todas as informações relevantes para o comprador estejam na página de vendas. Esse é um dos itens verificados na revisão. Tenha certeza que as características principais do produto estejam explicadas nessa página.

Páginas de vendas avançadas

Existem 2 tipos de páginas de vendas na Hotmart, e o Produtor irá definir qual utilizar, sendo que existe um tipo padrão.

1. Modelo padrão:

Esse é o modelo padronizado da Hotmart. Caso o Produtor não altere as configurações, esse será o modelo utilizado.

O modelo padrão oferece opções para exibir um cabeçalho do produto contendo as informações principais, e ainda botões para divulgação nas redes sociais como Twitter e Facebook.

O Produtor também pode alterar o plano de fundo.

No final dessa página, existem recomendações de outros produtos que o Afiliado promove. Os links dessas recomendações apontam para o Hotlink de Afiliado, portanto, se alguma venda acontecer a partir dessas recomendações, o Afiliado receberá sua comissão.

2. Página de vendas externa:

O Produtor pode optar por vender no próprio site dele.

Nessa modalidade, os Hotlinks do Afiliado irão redirecionar o comprador para o site do Produtor e o botão de Comprar naquele site deve estar apontando para a finalização da compra na Hotmart. Dessa forma, os Afiliados também recebem as comissões.

(Aproveite para aprender como criar um página de vendas sozinho.)

Benefícios para o Produtor

Usar uma plataforma digital para hospedar seus produtos traz várias vantagens para o Produtor, entre elas estão:

  • Você não precisará se preocupar com o armazenamento do produto na internet. A Hotmart proverá a infraestrutura necessária para que seu produto seja armazenado com toda a segurança possível.
  • Nós iremos processar todas suas vendas, ou seja, você não precisará se preocupar em processar pagamentos ou verificar se o pagamento efetuado pelo comprador foi confirmado ou não. Nós cuidaremos disso para você.
  • A Hotmart entregará o produto para seu cliente automaticamente, assim que nosso sistema identificar que o pagamento foi confirmado. Você não precisa se preocupar com a entrega e seu cliente ficará satisfeito em receber o produto rapidamente.
  • Nós garantimos a você e ao cliente a confiabilidade da transação. Não há risco do produto não ser entregue após uma compra realizada com sucesso, e não há risco do cliente receber seu produto caso o pagamento dele não seja confirmado.
  • Você poderá começar a vender seu produto imediatamente, através de seu link de venda direta ou da página de vendas.
  • Você poderá customizar toda a página de vendas de seu produto de forma simples e rápida, como se estivesse digitando um e-mail. Essa página é disponibilizada imediatamente pela Hotmart para cada produto que você publicar.
  • E não se preocupe, você não precisará gerenciar seus Afiliados! A Hotmart processará a divisão das comissões imediatamente. A cada venda efetuada, a comissão do Produtor e a comissão do Afiliado são depositadas na conta da Hotmart de cada um deles!
  • A sua conta na Hotmart é GRÁTIS. Não existe investimento nenhum para começar, nem mensalidades e não há limites ou restrições de uso. Assim como você e seus Afiliados, a Hotmart receberá uma pequena comissão em cada venda, mas a Hotmart só recebe se você receber!

Quais as boas práticas que um Produtor precisa seguir?

Na hora de publicar e vender o seu conteúdo por meio da Hotmart, é importante prestar atenção para não infringir os Termos de Uso da plataforma.

Além de estar em acordo com os termos, um bom Produtor deve evitar promover SPAM, afirmar que o seu produto alcança resultados irreais ou condicionar a aprovação de um Afiliado à compra do produto.

Além de não serem atitudes transparentes e que entram em conflito com as regras da Hotmart, podem prejudicar o seu negócio, fazendo com o público tenha uma visão negativa de você e dos seus produtos.

Para saber mais sobre o que você pode e não pode fazer, não deixe de conferir as melhores práticas do mercado de produtos digitais para não cometer nenhum erro ao divulgar ou vender com a Hotmart.

Como Vender pela internet começando do zero: Guia Prático Completo

Vender pela Internet é uma excelente oportunidade para quem quer iniciar seu próprio negócio sem ter que sair da casa.

No entanto, muitas pessoas pensam erroneamente que começar um empreendimento online é fácil e que é possível ter sucesso de um dia para o outro.

A primeira coisa que você precisa saber é que, para obter bons resultados com vendas na Internet, você precisa planejar, trabalhar e lutar muito.

Não existem milagres que vão te deixar rico rapidamente ou sem qualquer esforço.

Mas se você fizer um trabalho sério e estruturado, é provável que você alcance seus principais objetivos, como ter mais tempo para estar com sua família, trabalhar enquanto viaja, ser seu próprio chefe, ganhar mais dinheiro, entre outros.

Para te ajudar, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber para começar a vender on-line a partir do zero!

1. Entenda quais produtos e serviços podem ser comercializados pela Internet

A primeira coisa que você deve pensar quando decide vender pela internet é “o que meus clientes vão comprar?”.

A gente sabe que isso parece muito óbvio! Mas é comum encontrar pessoas que reclamam de não vender nada porque querem ganhar dinheiro com publicidade em seu site.

Embora essa seja uma opção, não é a mais aconselhável, uma vez que existem poucos casos em que as pessoas conseguem alcançar o sucesso apenas com isso.

Mas, então, o que podemos vender pela internet?

Selecionamos as melhores opções:

Consultoria

A consultoria é uma excelente opção para aqueles que conhecem bem um tema em particular e se especializaram nesse segmento.

Vamos dar um exemplo!

Imagine que você é um especialista em finanças pessoais e investimentos. Pode ser que você tenha estudado para isso ou que tenha adquirido conhecimento trabalhando em uma empresa do setor.

O importante é que você conheça muito sobre economia e gerenciamento de patrimônio e saiba as melhores estratégias para investimentos pessoais para ter alta lucratividade.

Agora imagine que você criou um blog e um canal do YouTube com dicas e pequenas lições sobre o assunto.

Ao longo do tempo, usando estratégias para espalhar seu conteúdo, você alcançou uma audiência leal, que sempre lê seus posts e deixa comentários, além de participar de lives em suas redes sociais.

Essas pessoas estão interessadas em seu conteúdo e podem precisar de uma atenção personalizada ou uma assessoria. Ou seja, o que você pode vender online é uma consultoria para pessoas que precisam de sua ajuda para melhorar suas finanças pessoais.

Para atrair seus clientes, um formulário no seu site pode ser suficiente. E esta consultoria pode ser feita pessoalmente ou por videoconferência.

O consultor faz uma análise da situação de seu cliente e o ajuda a alcançar seus objetivos, com o planejamento e execução de ações estratégicas.

E aqui mostramos só um exemplo, porque você pode oferecer consultoria em vários nichos, como moda, administração, marketing e muitos outros.

Serviços

Outra opção para vender através da Internet são os serviços.

Suponha que você tenha muitos conhecimentos de inglês e, como no caso anterior, você oferece conteúdo para pessoas que precisam aprender o idioma.

Se o seu público confia no seu conhecimento e na sua capacidade didática, provavelmente vai querer ter aulas com você, certo?

E é exatamente isso que você pode vender: suas aulas particulares, pessoalmente ou por videoconferência.

O mesmo pode ser feito em diferentes segmentos: se você tem conteúdo on-line em desenvolvimento de softwares, você pode vender esse serviço (como criar um aplicativo móvel, por exemplo).

Ou se você é um arquiteto, você também pode oferecer projetos na Internet.

Essa modalidade de trabalho é conhecido como freelance. E existem muitas possibilidades e os lucros podem ser significativos! Conheça mais sobre este mercado no vídeo a seguir:

No entanto, a desvantagem da venda de serviços (e também da consultoria) é que você só poderá atender a um número limitado de clientes: depois de tudo você é apenas uma pessoa e terá que dedicar muito tempo a cada uma delas.

Ou seja, nesses casos, você não poderá escalar seu negócio.

Produtos físicos

Os produtos físicos também podem ser vendidos online e são muito populares. Cada vez mais pessoas compram em lojas virtuais, porque é muito mais prático do que ir a uma loja física.

Esta é uma boa opção para aqueles que já têm uma loja offline e querem levar seus negócios ainda mais longe, ou para aqueles que querem começar e vender produtos sem ter despesas com as instalações (aluguel, despesas com eletricidade e água, etc.).

Para ter um e-commerce, você precisa de uma boa web, com fotos, descrições e preços de seus produtos.

Além disso, é necessário ter uma plataforma de pagamento e uma equipe que cuide de toda a parte técnica exigida pelo site.

Mas também existem algumas plataformas que já oferecem toda a estrutura básica para uma loja online, como Loja Integrada, Loja VirtualMinestoreShopfy e Nuvemshop.

Outro ítem importante é que você terá que lidar com a gestão de suas ações e com a logística dos envios.

Uma dica interessante é o uso de drop shipment (em português, triangulação de envios). Nesse caso, você não precisa ter o produto em seu estoque. Quando o cliente faz o pedido, você o encaminha para o atacadista, que enviará a compra diretamente ao cliente.

Produtos digitais

Os produtos digitais são comercializados online em formato digital, e podem ser consumidos pelo computador ou qualquer dispositivo móvel como e-readers, tablets e smartphones.

Os mais populares são os cursos online (e-learning) e livros eletrônicos (e-books), mas também existem outros, como aplicativos móveis, conferências online e templates para download.

O público que consome produtos digitais está crescendo cada vez mais, por muitas razões. Veja algumas delas:

  • As pessoas não precisam sair de suas casas para fazer a compra.
  • Se é um produto como um livro, por exemplo, não é necessário esperar ele chegar: basta fazer o download em alguns minutos ou segundos.
  • Se é um produto como um curso, por exemplo, não é necessário enfrentar o tráfego para ver as aulas e o aluno pode fazer tudo no seu ritmo, onde e quando quiser.
  • Os preços são atraentes.

Para aqueles que decidem vender esse tipo de produto on-line, existem várias vantagens, como ser capaz de começar com muito pouco ou nenhum investimento, ter um negócio escalável, poder trabalhar em qualquer lugar e muito mais.

Para ser um produtor digital, é necessário desenvolver diferentes atividades.

No caso do professor on-line, por exemplo, é necessário definir o nicho de ação, planejar o curso, fazer roteiros, gravar video-aulas e promover o conteúdo na Internet.

A nossa recomendação é ter uma plataforma que realize a gestão dos pagamentos, envie o produto automaticamente ao comprador e ofereça duas opções: que o cliente faça o download do produto ou tenha acesso a uma área de membros.

Cursos online

Os cursos online são materiais ricos, geralmente educativos, que abrange temas diversos, desde disciplinas convencionais até um curso de gastronomia, por exemplo.

Assim como o próprio nome já diz, esse tipo de curso é consumido exclusivamente pela internet, sendo o formato mais comum as videoaulas.

Diferentemente do que muita gente pensa, não é necessário ser um professor formado para atuar no ramo de cursos online, desde que você tenha um conhecimento sobre determinado assunto e queira compartilhá-lo com outras pessoas.

É claro, que isso se aplica apenas aos cursos livres, que não são atrelados à nenhuma instituição educativa, nesses casos, a própria escola ou faculdade é responsável pela criação e distribuição do conteúdo.

O fato de ser um mercado democrático, não significa, porém, que você não deve ter alguns cuidados na criação de seu material.

Assim como qualquer conteúdo gravado e disponibilizado online, é necessário ter uma rotina de pré e pós produção, para garantir que  aquele material atende às necessidades de seu público.

Você pode descobrir todos os detalhes da criação de um curso online em nosso post completo  sobre o assunto.

Mas já te adiantamos que você deverá traçar um comprador ideal para seu produto (também conhecido como persona) e buscar um tema que seja do interesse desse público.

Além disso, terá que selecionar boas palavras-chave, para atrair compradores e também de produzir um conteúdo de qualidade, tanto do ponto de vista do assunto abordado, quanto da captação de imagem, áudio e demais detalhes técnicos.

Apesar de ser trabalhoso, ter seu próprio curso online pode trazer excelentes resultados financeiros para o empreendedor, uma vez  que cerca de 1,5 milhões de estudantes optaram por esta modalidade de ensino no Brasil.

Ebooks

O ebook é um livro em formato digital, que pode ser lido em qualquer equipamento eletrônico, como computador, smartphone, e-reader (leitor de livro digital, como o Kindle) ou tablet. Existe também a opção de imprimi-lo para o consumo convencional.

Esse é um produto bastante popular entre os empreendedores online pois é mais simples e barato de ser produzido, inclusive,  você pode fazer esse material mesmo sem conhecimentos de design, usando apenas programas instalados em seu computador.

Para o público, esse formato também é interessante já que ele pode ser consumido com um pacote de dados simples, diferentemente de vídeos e outros formatos, que exigem internet de boa qualidade.

Aprenda tudo o que você precisa para criar seu próprio ebook.

Além dos cursos on-line (e-learning) e os ebooks, mas também existem outros, como aplicativos móveis, congressos online e templates para download.

Produtos de terceiros

Uma boa ideia para quem quer vender online sem se preocupar com a criação e gerenciamento de produtos é participar de um Programa de Afiliados.

Os Afiliados promovem produtos de outras pessoas em troca de comissões.

Vamos a mais um exemplo?

Imagine que você tenha um blog sobre vida saudável e exercícios físicos. A maioria da sua audiência está interessada em perder peso, comendo de forma saudável e praticando atividades que ajudam a queimar calorias.

Agora imagine que você descobriu um programa fitness online, com vídeo-aulas que o aluno pode acompanhar de casa, realizando os exercícios em seu próprio lar.

Com certeza, seu público adoraria esse produto, certo? Então o que você faz é recomendá-lo em sua página, com um link específico, também conhecido como link de Afiliado (ou, no caso da Hotmart, os Hotlinks).

Toda vez que alguém faça uma compra e tenha chegado ao produto graças ao link que você publicou, você receberá uma comissão pela venda.

Esse tipo de estratégia é muito interessante para quem quer vender pela internet porque você não precisará investir em compras de produtos físicos e pode usar diversas maneiras para divulgar seus links, como blogs, redes sociais e um canal no YouTube.

Você acha que tem o perfil para ser um Afiliado? Confira as dicas que o Alexandre deixou nesse Hotmart Tips explicando tudo sobre como fazer sua primeira venda como Afiliado:

Marketplaces

Marketplaces são sites para um segmento específico que reúne produtos de vários sites e marcas em um só lugar.

Nesse tipo de site, o comprador pode escolher o produto que achar melhor, considerando suas características e preços.

Alguns exemplos deste tipo de vendas on-line são B2WBooking Decolar.

Os marketplaces são muito interessante para os compradores, porque eles não precisam passar horas pesquisando o melhor preço e podem fazer o pagamento diretamente na página.

Para aqueles que querem vender na Internet também pode ser uma boa opção, já que (como no caso anterior) não é necessário desenvolver um produto específico.

No entanto, ter habilidades de desenvolvimento web é essencial, a menos que você contrate alguém para fazer esse trabalho (o que não é nada barato).

2. Aprenda a ter um negócio virtual sem investir dinheiro

Se a sua ideia é vender online sem enfrentar muitos riscos, você pode optar por ter um negócio virtual que não requer muitos investimentos iniciais.

A venda de produtos físicos, por exemplo, não é altamente recomendada nesse caso. No entanto, vender serviços, produtos digitais ou produtos de terceiros pode ser uma excelente escolha para você.

Pensando nisso, selecionamos algumas dicas que podem ajudá-lo:

Não se preocupe com a perfeição

Você provavelmente quer ter o produto perfeito antes de começar a vender, certo?

É normal querer oferecer algo com excelente qualidade (e isso é o ideal, é claro).

No entanto, antes de saber se seu negócio realmente funciona, você pode começar com uma versão mais básica do produto, também conhecida como MVP (Minimum Viable Product). Essa espécie de protótipo pode ser construída com menos investimento e te permite testar a recepção do público ao seu produto ou serviço.

Se você for criar um ebook, não precisa contratar um designer para lidar com a parte visual. Você pode começar com um modelo mais simples e criar o ebook você mesmo, usando um dos templates que sugerimos anteriormente no tópico Ebook, por exemplo.

Outro exemplo são os cursos online. Se você está gravando um vídeo, obviamente quer que a qualidade seja a melhor possível. Mas, para iniciar, você não precisa de um estúdio ou de uma câmera super profissional.

Se você tem um quarto na sua casa que está bem iluminado e tem uma parede neutra, sem muitos objetos e cores, você pode começar.

Mas lembre-se de escolher um lugar confortável com pouco barulho. Outra opção é fazer as gravações em um lugar da cidade que seja bonito e mais tranquilo.

Você pode saber mais sobre iluminação de vídeos lendo este post aqui.

Além disso, é possível usar a câmera do seu smartphone, desde que tenha uma qualidade aceitável de imagem e áudio. Se você quiser saber mais sobre o assunto, recomendamos nosso post sobre como criar cursos online, que tem muitos conselhos sobre o assunto e um passo a passo completo para você começar!

Escolha ferramentas gratuitas para o seu trabalho

Existem muitas ferramentas excelentes para vender pela Internet e várias delas são gratuitas, ou possuem versões básicas que você pode usar a um preço baixo.

Para divulgar seu produto e atrair clientes, uma boa opção seria usar o AdWords, a ferramenta de publicidade do Google. Mas, se você não tem dinheiro para investir, pode usar as estratégias de SEO (Search Engine Optimization) para deixar seu site na primeira página de forma orgânica, ou seja, sem gastar dinheiro para isso.

Outro exemplo:

Se o seu produto for um curso online, você terá que usar uma plataforma de membros para que seus clientes possam entrar e acessar módulos, vídeos, fóruns, atividades, etc.

Existem excelentes opções que você pode usar, que apenas cobram uma porcentagem do valor do produto quando você faz uma venda.

O mais importante é pesquisar ferramentas que sejam boas, que atendam às suas necessidades e que não sejam caras. Se você fizer isso, verá que é possível começar a vender na Internet, mesmo que você não tenha o dinheiro para investir.

3. Escolha o produto ideal para vender online

Se você decidiu vender pela Internet, o ponto mais importante de tudo é definir o que você vai vender! Para isso, recomendamos que você escreva em uma folha 3 ideias de produtos que poderia criar ou divulgar, considerando os seguintes ítens:

O que te apaixona?

O ideal é você escolher trabalhar com algo sobre o qual você é apaixonado.

Como Confúcio disse: “Escolha um trabalho que você gosta e você não terá que trabalhar um único dia em sua vida”.

Pense sobre seus gostos e imagine os produtos que você poderia criar e vender online a partir daí.

Se você tem a jardinagem como um passatempo, pode criar um curso online que ensine as técnicas de cultivo em casa.

O ideal é escolher um assunto ainda mais específico, como o cultivo em ambientes fechados, cultivo de hortaliças em casas pequenas que não possuem jardim ou o cultivo de orquídeas, pois esses termos atraem um público menos genérico, já que atende uma necessidade clara.

Se você gosta de tirar fotos, pode criar um ebook com técnicas de fotografia. Pensando em assuntos mais específicos, você pode se concentrar em fotografia noturna, retratos, paisagens, técnicas de Photoshop e muitos outros.

Pense em seus gostos e habilidades e, certamente, você descobrirá algo perfeito para você!

O que as pessoas precisam?

Embora você tenha que amar o que você faz, apenas seu amor não é suficiente. Outras pessoas também devem amar o que faz também!

As pessoas devem precisar de seu produto. Não adianta desenvolver algo que você acha que é maravilhoso, mas que não será útil para ninguém.

Para isso, você precisa identificar um mercado e estudá-lo.

É necessário realizar uma pesquisa de um nicho específico e entender quais são os problemas que os consumidores têm e que precisam ser resolvidos.

Mas não se preocupe: é sobre isso que falaremos no próximo tópico.

Como você pode escalar seu negócio?

Outro dúvida importante a considerar é: Para vender mais, você precisará investir mais tempo e/ou dinheiro? Ou com um único esforço você pode conseguir vendas “infinitas”?

Se você vende um serviço, como a consultoria financeira, toda vez que fizer uma venda, você precisará investir mais horas de trabalho, porque terá que se encontrar com seu cliente, estudar sua situação e elaborar estratégias para alcançar seus objetivos.

No entanto, se seu produto for um ebook ou um curso online, depois de estar pronto, você não terá que se preocupar com mais nada: apenas com a venda.

Ou seja, você criará o produto digital uma única vez e poderá vendê-lo para milhares de pessoas ao redor do mundo. É por isso que, idealmente, você deve pensar em algo que pode gerar mais lucro com menos esforço e por mais tempo.

4. Identifique e estude um mercado

Depois de listar os 3 produtos que você pode vender pela internet, escolha a melhor opção fazendo uma pesquisa de mercado.

  • Estude seu nicho. Descubra quais problemas de sua persona você pode resolver. Pesquise com profundidade quais são suas dores e necessidades. Se você fará um curso de jardinagem, veja o que os usuários estão perguntando sobre o tópico no Google, Yahoo Respostas, etc.;
  • Procure produtos que já existem sobre o assunto e analise o que eles não têm. Como você pode oferecer algo diferente, que se destaque dos outros? Mas cuidado: se seu produto é muito novo e não há nada semelhante, pode ser que não haja audiência ou uma demanda real por ele;
  • Analise sua concorrência e inspire-se. Mas, claro, não copie o que eles estão fazendo. E esteja ciente de um fator: é muito difícil vencer a concorrência grande. Se você quer competir com empresas e marcas muito conhecidas, talvez seja necessário escolher outra opção ou um micro nicho para atuar;
  • Faça pesquisas com pessoas que você conhece e se encaixam em seu público-alvo. Você também pode fazer isso online, por meio de formulários, e em locais onde possa encontrar esse tipo de consumidores. Se você venderá um curso online de gastronomia para mães com crianças pequenas, por exemplo, você pode ir a um jardim de infância ou escola e pedir a mulheres com esse perfil que respondam algumas perguntas rápidas.

Entender seus futuros clientes é a coisa mais importante para você ter sucesso!

5. Crie seu produto começando do zero

Depois de ter definido o produto que você venderá online, você terá que criá-lo (a menos que você esteja vendendo um produto físico que já está pronto).

Se você quiser vender pela internet videoaulas, confira nosso guia completo com o passo a passo para criar seu curso online. E se você quiser criar um e-book, não esqueça de ler todas as nossas dicas para criar seu livro digital começando do zero.

6. Escolha uma plataforma para vender seu produto

Quando seu produto estiver pronto para vender, você terá que escolher uma plataforma que lhe permita disponibilizá-lo.

No caso dos produtos digitais, recomendamos que você escolha uma com as seguintes características:

  • Possibilitar que você tenha uma página de vendas personalizada gerada na própria plataforma ou em uma página de vendas externa e integrada;
  • Armazenar produtos em um servidor confiável;
  • Gerenciar ordens de compra;
  • Executar toda a parte do pagamento de forma automatizada;
  • Permitir que seus clientes comprem em moedas diferentes;
  • Contar com uma Área de Membros, se o seu produto for um curso online;
  • Deixar os seus Afiliados divulgarem o seu produto e aumentar suas vendas;
  • Possuir uma equipe de suporte para seus clientes;
  • Ter design responsivo (ou seja, que funciona bem em tablets e smartphones);
  • Ter um funil de vendas;
  • Apresentar relatórios para que você possa acompanhar suas vendas.

Todos esses benefícios permitirão que você não tenha que se preocupar com a parte técnica do negócio, apenas com a criação do produto e com a divulgação.

E, obviamente, o ideal é escolher uma plataforma gratuita, sem taxa de adesão ou pagamentos mensais. Com a Hotmart, você só paga uma porcentagem do valor de seu produto quando faz uma venda pela internet.

7. Divulgue seu produto e demonstre autoridade

O aspecto mais importante para vender pela internet é, sem dúvida, conquistar seus futuros clientes.

Para isso, você precisa, principalmente, gerar confiança. As pessoas têm que te ver como alguém com quem podem contar, como alguém que pode e quer ajudá-las de forma transparente. E, para isso, você precisa oferecer conteúdo de qualidade.

Aqui estão algumas ferramentas online que você pode usar para promover seu produto e divulgar seu conteúdo.

Blog

O blog é o canal indispensável número 1 para quem quer construir sua audiência, estar em contato constante com o público e demonstrar autoridade.

Algumas vantagens dessa ferramenta são:

  • Não há limite de espaço para seu conteúdo: você pode digitar o quanto desejar;
  • O blog ajuda a melhorar sua posição no Google de forma orgânica;
  • Você pode interagir com seu público na seção de comentários;
  • Você pode colocar diferentes tipos de conteúdo: textos, vídeos, infográficos, pesquisas e muito mais.

Aqui, em nosso blog, já publicamos um texto com dicas valiosas para escrever em seu blog. Se você quer saber melhor sobre a importância de investir e como é possível ganhar dinheiro com blog, veja este vídeo:

Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo hoje, com 2 bilhões de usuários. Isso significa que seus clientes potenciais provavelmente estão nessa rede.

Algumas vantagens dessa ferramenta são:

  • É uma rede social dinâmica, muito conectada ao presente e muito atraente para os usuários;
  • Você pode criar campanhas pagas direcionadas especificamente para seu público (e medir seus resultados!);
  • Você pode interagir em tempo real, fazendo lives;
  • É um canal muito importante para divulgar o conteúdo de seu blog.

Antes de criar sua página, fique atento e evite cometer os erros mais comuns no Facebook.

Instagram

O Instagram é outra rede social popular, que já conta com mais de 700 milhões de usuários. A grande diferença em relação às outras redes é que sua abordagem é mais visual, com destaque para fotos e vídeos.

As histórias (ou stories), que são fotos ou vídeos que desaparecem em 24 horas, são boas maneiras de chamar a atenção do público.

Se você trabalha com o nicho da gastronomia, pode publicar pequenos vídeos com receitas, fotos dos pratos que você preparou, histórias com dicas interessantes, enfim, o céu é o limite!

Se você é iniciante, aprenda as melhores dicas de como vender no Instagram.

Página de vendas

A página de vendas é sua janela para compradores e afiliados (se você desejar que outras pessoas divulguem seus produtos e ajudem você a vender mais).

Sem dúvidas, a qualidade desse site terá um grande impacto em sua credibilidade e nível de autoridade. Portanto, é necessário considerar o seguinte:

  • Sua página de vendas deve ter uma descrição do produto e suas vantagens, dados sobre você e um vídeo chamativo. Além disso, você deve incluir outras informações, como aviso legal, contato e métodos de pagamento. (Confira nosso post sobre página de vendas para saber mais.);
  • O layout é muito importante, pois é a primeira coisa que o cliente vê ao entrar na sua página. Preocupe-se com a parte visual da sua página, como cores, tamanho da fonte e organização do conteúdo;
  • Revise os textos e certifique-se de que a gramática e a ortografia estão em ordem. Mas o mais importante é cuidar do seu copywriting: é necessário que seus textos sejam atraentes e impactem os leitores para que eles comprem seu produto;
  • Não se esqueça do Call To Action, para que os visitantes realizem a ação que você espera deles.

Dica: ter um domínio próprio é uma boa ideia para tornar sua página mais confiável para sua audiência.

E-mail marketing

O email marketing é extremamente importante para que você crie um público engajado e identificado com sua marca. Essa é provavelmente a ferramenta de marketing com melhor custo-benefício.

O bom do email é que ele vai diretamente para a caixa de entrada de seu lead ou cliente, o que aumenta as chances de que a mensagem seja lida.

Além disso, se você enviar campanhas de email segmentadas, poderá alcançar seu público de forma customizada, de acordo com as necessidades de cada pessoa.

Se você ainda não usa essa estratégia, entenda como usar o email marketing para vender pela internet.

Dica: Use depoimentos de pessoas que já são seus clientes como prova social para que sua audiência confie mais em seu trabalho.

Vídeo de vendas

O vídeo de vendas também é uma excelente opção para demonstrar sua autoridade, apresentar seu produto e chamar as pessoas para realizarem a compra.

8. Outras opções de atuação

Caso você não tenha afinidade com nenhum dos formato que apresentamos anteriormente, não se desespere, pois existem outras opções para quem deseja trabalhar na internet.

Vamos falar, brevemente, sobre algumas delas.

Influenciador digital

O Influenciador Digital utiliza sua base de seguidores e influência online para endossar produtos e serviços.  Esse profissional também pode gerar renda por meio de parcerias com marcas, acordos publicitários, participação em eventos, entre outros.

Para atuar nessa área é imprescindível ter uma boa presença online, principalmente nas redes sociais mais populares como Facebook, Instagram ou YouTube.

Como o Brasil é um dos países que passa mais tempo online, esse pode ser um excelente mercado para quem deseja monetizar sua popularidade.

Alguns dos nomes mais conhecidos desse mercado são Whindersson Nunes, que tem um canal no YouTube com quase 30 milhões de inscritos, e no Instagram nomes como Maju Trindade, Boca Rosa e Thaynara OG.

Blogueiro

A profissão de blogueiro é uma ótima opção para quem deseja transformar o hobby de criar conteúdo em uma profissão.

Trabalhando como blogueiro é possível gerar renda de várias formas, seja com posts patrocinados, vinculação de anúncios, por meio do Google AdSense, e marketing de conteúdo, que é uma estratégia a longo prazo que consiste na criação de conteúdo de qualidade e otimizado para motores de busca, como forma de aumentar o engajamento de sua página online.

Apesar de muita gente achar que esse mercado foi ofuscado pelas redes sociais, o momento nunca foi tão propício para quem deseja ter um blog.

Conheça as melhores maneiras de ganhar dinheiro com blog.

9. Dicas finais

Ao longo deste post, nosso objetivo era dar uma visão geral de como vender pela internet. Mas não vá embora ainda! Antes de fechar esta janela e começar a planejar seu negócio, temos algumas dicas importantes:

  • Certifique-se de que seu negócio seja o mais automático possível. Use uma plataforma que faça toda a parte técnica para que você não tenha que perder tempo com atividades burocráticas e assim possa se concentrar no que mais importa: seu produto;
  • Meça seus resultados consistentemente e analise o que está indo bem e o que pode ser melhorado;
  • Procure entender seus clientes e ouvir o que eles têm a dizer. Eles são a parte mais importante de seu negócio;
  • Faça seu trabalho com muito foco e dedicação: se você fizer o que gostar, temos certeza de que será mais feliz em seu dia a dia.

Se você chegou até aqui, provavelmente já percebeu que vender pela internet é uma excelente alternativa para gerar renda e ser seu próprio chefe. Por isso, recomendamos que você leia nosso guia completo para criar uma aula virtual.

Um grande abraço e até logo!

5 ações indispensáveis para engajar o público no pós LIVES

Você se preocupa com o pós webinar, tanto quanto se preocupa com a divulgação e realização do webinário em si?

Se a sua resposta não foi um grande SIM, é hora de repensar algumas coisas.

As primeiras 48 horas depois do fim de um webinar são cruciais para o sucesso da estratégia de marketing digital que inclua a realização de um seminário online.

Isto porque esse é o melhor momento para continuar o diálogo com os participantes, incluindo os que não compareceram no evento ao vivo. Afinal, nem todo mundo que se inscreveu participou da transmissão ao vivo. Mas todos os contatos que souberam do evento ainda estarão quentes!

De acordo com uma pesquisa da ClickZ, uma das principais agências especializadas em marketing digital no mundo, apenas 16% dos entrevistados preferem assistir a um webinar ao vivo. Os outros 84%, acabam optando por replays destas transmissões.

E para quem aposta na realização desta estratégia, este é apenas mais um motivo que exemplifica a importância de ações pós webinar, junto aos clientes.

Por isso, listamos as 5 ações indispensáveis para você continuar com o engajamento do público nas alturas, mesmo durante o pós webinar.

O que fazer para manter os resultados e o relacionamento no pós webinar

O acompanhamento dos espectadores e possíveis futuros clientes no pós webinar é tão importante quanto a própria promoção e divulgação do evento.

Mas como fazer essa etapa ser tão estratégica quanto as fases anteriores? Dê só uma olhada:

1. As dúvidas durante o webinar são como potes de ouro para outros conteúdo

Quais foram às informações que você conseguiu recolher após fazer o webinar?

Anote e registre todas as dúvidas e discussões que a sua audiência levantou na transmissão ao vivo.

Pois, ainda que elas tenham sido discutidas e aparentemente finalizadas ali, podem virar ideias para outros conteúdos, como blogposts, infográficos ou podcasts. E que podem, inclusive, ser distribuídos no pós webinar.

Esses conteúdos não servem apenas para quem estava no evento, mas também para quem não conseguiu participar.

Nós já sabemos que conteúdo rico é aquele que realmente ajuda o público, não é mesmo? Então, nada melhor que utilizar as dúvidas deles para gerar novos materiais ainda mais valiosos.

2. Envie mais que um e-mail de agradecimento pós webinar

É cordial e até mesmo usual, que os promotores de webinars enviem emails no pós webinar agradecendo ao público que acompanhou a transmissão.

O ideal, nesta situação, é enviar emails para os participantes no prazo de até 24 horas após a transmissão ao vivo.

Neste email, inclua tudo o que você eventualmente prometeu aos participantes ou inscritos, como uma cópia da apresentação de slides, um link para a gravação do evento, outra garantia ou mesmo uma promoção exclusiva.

Ou mesmo qualquer outra coisa que dê àquele público a sensação de exclusividade e importância.

Mas vá além de um mero email de agradecimento pela audiência. Mantenha o seu público conectado ao conteúdo que você transmitiu e já o prepare para saber que o seu negócio continuará oferecendo conhecimento e informações a ele.

Vale disponibilizar alguns materiais ricos e exclusivos em forma de agradecimento especial à quem compareceu.

3. Dê atenção a quem não compareceu ao webinar

É normal que nem todos os inscritos comparecem ao webinar. Imprevistos acontecem, as pessoas se esquecem ou mesmo não conseguem se programar corretamente para ver a transmissão ao vivo.

Mas só o fato da pessoa ter feito inscrição no webinar, já demonstra o interesse que ela teve no seu conteúdo. E isso não pode ser deixado de lado.

Sempre vale mandar um e-mail mostrando que sentiu falta daquela pessoa, dando a ela um link para a gravação do seminário, bem como qualquer discussão relevante que ocorreu e informações sobre o próximo webinar que você irá organizar.

Mantenha, no pós webinar, o interesse dessa pessoa ativo. Pois se ela perceber que perdeu muito ao não acompanhar o evento ao vivo, irá se programar para não perder o próximo.

4. Segmente os participantes da sua base – eles são especiais

Os participantes de um webinar que você promoveu, certamente estão à frente no que diz respeito ao contato com o seu negócio, em relação aos que não participaram.

Por isso, estes merecem ter uma comunicação diferenciada. Até porque, estão mais próximos de comprar algo do seu negócio, se é que já não compraram.

No entanto, você pode dividir seus participantes em três categorias dentro de um funil de vendas: “pronto para vendas”“precisa ser nutrido” e “não é adequado”.

  • Pronto para vendas

Essas são as pessoas que, no pós webinar, solicitaram diretamente uma reunião de vendas, uma avaliação gratuita, uma demonstração, ou mesmo mais informações sobre o seu produto ou serviço.

Esta é a parte do funil de vendas no qual as pessoas estão prontas para receberem uma proposta ou oferta. Dê prioridade a estes contatos.

  • Precisa ser nutrido

Essas são as pessoas que classificaram o seu webinar muito bem, têm interesse em mais informações sobre os produtos do seu negócio e fizeram perguntas, tendo alta participação durante a transmissão on-line.

Elas podem não estar prontas para comprar agora, mas querem se manter informadas. E é o seu papel mantê-los alimentados com conteúdos relacionados à sua marca.

  • Não é adequado

Essa é categoria das pessoas que não se encaixam no perfil de cliente do seu negócio e que não são compatíveis com a sua persona.

Essa pessoa pode ser um estudante ou alguém que não tem poder de decisão na empresa em trabalha, por exemplo. Ou seja, não é um bom lead para o seu produto ou serviço.

Podem ser ainda aqueles que tenham classificado mal o seu webinar e não tenham encontrado valor no conteúdo dele.

Não se pode agradar todo mundo. E o melhor a se fazer, neste caso, é focar naqueles que gostaram de seu webinar e estão prontos para darem o próximo passo com o seu negócio.

5. Crie canais de comunicação exclusivos para essa audiência

Esta é uma dica muito valiosa. Crie uma campanha de incentivo durante o pós webinar.

O objetivo dessa campanha será manter envolvidos aqueles que mais participaram do seu webinar e movê-los pelo seu funil de vendas para que eles se tornem seus clientes.

Uma dica também muito boa para manter esta conexão é criar grupos no Whatsapp ou no Facebook. Assim, você consegue manter as discussões que nasceram durante o webinar ativas e até mesmo tornar possível ter mais proximidade dessas pessoas.

Bônus! Não descuide da pessoalidade pós webinar

Acompanhar os seus clientes no pós webinar ajuda a identificar o que você está fazendo bem e também a compreender o que é possível de melhorar no futuro.

É importante manter-se próximo do público depois do fim do webinar da mesma forma que se manteve durante ele.

O seu público irá se sentir mais íntimo da sua marca depois do evento ao vivo. E isso é um ponto forte ao seu favor na hora de mantê-los engajados.

O que você faz no pós webinar é tão importante quanto o próprio seminário ao vivo em si. E tomar ações nesta etapa é algo fundamental para que você não perca oportunidades importantes de alcance, conversões e relacionamento com os seus clientes.

Agora que você já sabe como manter o engajamento pós LIVES que tal transformar sua transmissão ao vivo em uma videoaula e aproveitar ainda mais seus conteúdos?

Como monitorar sua concorrência e criar estratégias para sair na frente

Você tem o costume de monitorar a concorrência? Sabe o que as outras marcas ou empreendedores que atuam no seu nicho de mercado estão fazendo?

Se você respondeu não para alguma dessas perguntas, sentimos muito, mas está está perdendo grandes oportunidades de negócios.

Monitorar os concorrentes é uma atividade muito importante para manter a competitividade de uma marca. A ideia aqui não é espionar os outros negócios, mas ficar por dentro das tendências de mercado, observar como o público reage e gerar insights que vão ajudar a otimizar suas estratégias.

Quer aprender a analisar a sua concorrência e descobrir maneiras de se destacar no seu segmento? Então confira as dicas que separamos para você neste texto!

Por que monitorar a concorrência

Hoje em dia, todo empreendedor estar um passo à frente das mudanças do mercado em que atua. Dessa maneira, você consegue acompanhar e se adaptar às transformações e o desenvolvimento do seu nicho.

E quando lembramos que, por causa da transformação digital, essas mudanças acontecem com muita velocidade, acompanhar as tendências de mercado é ainda mais fundamental.

Uma maneira de fazer isso é acompanhar o que os negócios concorrentes estão fazendo. Desse jeito, você identifica quais os produtos e serviços eles oferecem, se antecipa aos seus lançamentos e fica de olho em suas estratégias de marketing e vendas.

Ao reunir informações dos seus concorrentes, fica mais fácil descobrir brechas para atuar e oferecer produtos e serviços diferenciados, fazendo com que seu negócio fique mais competitivo.

Mas como acompanhar o que os outros negócios estão fazendo da maneira certa? É o que veremos a seguir.

Dicas para monitorar concorrentes do jeito certo

Você já entendeu que monitorar a concorrência é uma estratégia essencial para o crescimento do seu negócio. Mas como fazer isso na prática?

Bem, graças à internet, reunir informações sobre os negócios concorrentes ficou muito mais fácil.

Basta uma rápida pesquisa no Google para encontrar o site de qualquer marca, suas redes sociais e até blogs que falam bem ou mal dos produtos e serviços que ela oferece.

Só que tanta informação disponível, fica difícil separar o que é útil ou não para a sua estratégia. Quando você sabe quais dados são realmente relevantes, consegue otimizar o seu tempo.

Pensando nisso, separamos algumas dicas que vão ajudar você a acompanhar a concorrência com mais eficiência.

Confira:

Faça as perguntas certas

Antes de buscar pelo nome do seu concorrente na internet, você precisa elaborar as perguntas certas.

Como já explicamos, nem toda informação é verdadeiramente relevante para o seu negócio. Assim, é preciso coletar e analisar apenas os dados que ajudarem a melhorar os seus produtos e serviços.

Imagine que o seu concorrente tem um canal de sucesso no YouTube, porém um site desatualizado. Nesse caso, seu foco deve ser descobrir quais as estratégias que ele aplica no YouTube.

2. Analise os canais de comunicação dos concorrentes

Analisar o website do concorrente é uma ótima maneira de entender como eles se relacionam com o público.

Que tipo de conteúdo eles postam? Com que frequência? O site é responsivo?

Essas são perguntas que podem te ajudar a ter insights para melhorar o seu site e oferecer uma experiência mais completa para o seu usuário.

Outra opção é identificar os pontos positivos e negativos do site do seu concorrente para entender se voCê consegue adaptá-los para o seu negócio.

Vale lembrar que adaptar não é o mesmo que copiar ou plagiar. Todas as suas ações devem ser pautadas pelos interesses da sua persona e pelo porte do seu negócio.

Monitore redes sociais

Outro lugar para ficar de olho na concorrência são as redes sociais. Lá, você consegue conferir em primeira mão o tipo de discurso que o seu concorrente usa para vender e se comunicar com o público. Além disso, esse canal revela a percepção dos usuários sobre a marca, entre outros fatores.

A dica para otimizar essa análise é criar uma tabela (pode ser no Excel ou em arquivos na nuvem) para listar o nome de todos os concorrentes e o endereço do perfil ativo em cada uma delas.

Você pode começar pelo Facebook, que é a rede social com mais usuários no mundo. Em seguida, acompanhe perfis em outras plataformas, como YouTube, Twitter e Instagram, dando prioridade para aquelas com maior número de clientes em potencial.

Para identificar o nível de influência do seu concorrente, você pode usar o Klout. Trata-se de uma ferramenta que cruza as informações de diversas redes sociais e dá um valor de 0 a 100 ao perfil com base no engajamento dos usuários.

Ou seja, não adianta uma página ter milhões de seguidores se apenas uma pequena fatia dessas pessoas interage com a marca.

Foque nos concorrentes que você quer superar

Pode parecer óbvio, mas o processo de monitorar a concorrência consiste em encontrar meios de superar empreendedores e negócios que vendem

Se você se preocupar em acompanhar todas as empresas que vendem produtos parecidos com o seu, não vai sobrar tempo para administrar o seu próprio negócio.

Portanto, tenha foco e determine quais são os concorrentes que oferecem um produto com alto padrão de qualidade, que te inspiram ou que você quer superar.

Faça uma pesquisa de palavras-chave e descubra quem são os 10 primeiros colocados para os termos que você quer ranquear,

São esses os sites que você precisa acompanhar de perto para descobrir as estratégias mais funcionam para o seu negócio.

Dica: Quanto mais específica for a sua palavra-chave, menor a concorrência e, portanto, mais fácil será liderar as buscas. Assim, evite termos muito vagos na hora de fazer sua pesquisa.

“Fotografia”, por exemplo, é uma palavra-chave bastante ampla e muito concorrida. Isso significa que os sites que aparecem nos primeiros lugares das buscas são domínios consolidados e com muita autoridade.

Por sua vez, o termo “fotografia subaquática” é mais específico. Assim, a concorrência é menor e é mais fácil liderar as buscas.

Inscreva-se para receber conteúdo do seu concorrente

Para saber como os seus principais concorrentes se relacionam com o público, uma super dica é acompanhar os conteúdos que eles oferecem para a base de leads.

Você pode, por exemplo, se inscrever na newsletter dessas marcas e até entrar em contato com a equipe de suporte e interagir nas redes sociais.

Essas interações vão ajudar você a entender como os concorrentes nutrem o relacionamento com os consumidores, além dos tópicos e tom de voz que agradam o público-alvo.

Registre os dados

Monitorar a concorrência não pode ser algo pontual. Esse é um trabalho que deve ser realizado periodicamente, principalmente no mercado de produtos digitais, onde as coisas mudam em um piscar de olhos.

Mas não basta só conferir esses dados periodicamente. É preciso usar com inteligência todas as informações coletadas para elaborar um plano de ação e otimizar o seu negócio.

Por isso, registre os dados (pode ser em uma planilha ou documento de texto) e use as informações para gerar insights relevantes.

Melhores ferramentas para monitorar a concorrência

Se você chegou até aqui, já entendeu porque precisa monitorar os concorrentes e como fazer isso do jeito certo.

E provavelmente, deve estar se preocupando com a quantidade de trabalho que terá pela frente, certo?

Mas pode ficar tranquilo, você não vai precisar coletar todos esses dados manualmente. Existem diversas ferramentas que farão o trabalho duro por você,

Vale lembrar que a maioria delas oferece versões gratuitas, porém limitadas. Para ter acesso a todas as funcionalidades e coletar mais dados, é preciso adquirir uma licença.

Sem mais delongas, confira abaixo 7 ferramentas para monitorar a concorrência:

1. Google Alerts

O Google Alerts é uma ferramenta que permite receber relatórios diretamente em seu e-mail sempre que um determinado termo for citado na internet.

Ou seja, você pode criar um alerta com o nome de um corrente. Assim, sempre que essa marca for citada na internet, seja em texto ou link, você receberá um alerta em sua caixa de entrada.

Além disso, o Google Alerts também permite:

  • descobrir em quais canais os seus concorrentes estão sendo citados na internet;
  • monitorar palavras-chave estratégicas para o seu nicho de mercado;
  • acompanhar as menções feitas à sua marca, inclusive reclamações

monitorar a concorrência - google alerts

2. SEMrush

Nossa segunda sugestão de ferramenta para monitorar a concorrência é o SEMrush. Ela é uma das favoritas dos profissionais de marketing digital, já que oferece uma série de relatórios e insights muito úteis.

Você pode, por exemplo, digitar uma palavra-chave e obter um relatório completo sobre o volume de busca, tráfego e principais sites que ranqueiam para esse termo.

Além disso, é possível digitar a URL de um concorrente para acessar uma série de informações sobre ele, como as palavras-chave para as quais ele ranqueia, quantidade de backlinks que ele possui, entre outros dados relevantes.

Outra função interessante que o SEMrush oferece é a descoberta de concorrentes com base nas palavras-chave que o seu site utiliza.

3. Moz

A Moz é uma plataforma de marketing digital focada em soluções e melhorias para o site do usuário. Mas apesar disso, ela também possui algumas funcionalidades que podem ser utilizadas para monitorar negócios concorrentes.

Com o Open Site Explorer, por exemplo, você pode comparar a qualidade dos backlinks que levam para o seu site com os backlinks que levam para o site dos concorrentes.

Fresh Web Explorer, por sua vez, pode ser utilizado para rastrear menções ao seu negócio e ao do concorrente, similar ao Google Alerts.

monitorar a concorrência - moz

4. SimilarWeb

O SimilarWeb permite analisar o tráfego de qualquer site, identificando seu posicionamento no ranking mundial, por país e até o número de visitantes semanais que aquela página recebeu nos últimos seis meses.

Também é possível descobrir de onde vieram os visitantes daquela página: redes sociais, buscadores ou anúncios.

Essas informações ajudam a descobrir quem são seus principais concorrentes do seu negócio e indicar os melhores meios para divulgar o seu produto.

5. Buzzsumo

Para monitorar a concorrência, também é importante ficar de olho no que ela publica nas redes sociais. E o Buzzsumo é uma ótima opção nesse sentido.

Essa ferramenta permite, por exemplo, descobrir quais as publicações com maior engajamento de uma determinada página.

Dá ainda para gerar relatórios automáticos comparando a performance dos conteúdos da sua página com os concorrentes.

Além disso, ainda dá para configurar o programa para enviar alertas sobre que o concorrente publicar algum conteúdo com uma determinada palavra-chave.

6. Mention

O Mention é uma ferramenta focada em blogs, vídeos e redes sociais e pode ajudar na análise da concorrência.

Basta cadastrar um termo ou palavra-chave para ver tudo o que está sendo dito sobre o assunto na internet. Vale até mesmo inserir o nome do concorrente ou da sua marca.

O funcionamento do Mention é bastante parecido com o do Google Alerts, já que é possível receber reports via e-mail.

7. Socialblade

Por fim, o Socialblade é uma ferramenta essencial para quem trabalha com influenciadores digitais. Ela analise o engajamento de alguns perfis de criadores de conteúdo no Twitter, Instagram e YouTube.

Dessa maneira, fica mais fácil identificar os perfis mais influentes nas redes sociais e ficar de olho nas últimas tendências de mercado.

Com o Socialbase, você consegue ver dados sobre o crescimento de seguidores e o volume de interações que uma conta gerou.

monitorar a concorrência - socialblade

Fique de olho na concorrência, mas não esqueça o seu negócio

Monitorar a concorrência e analisar a sua estratégia é algo que deve fazer parte da rotina de qualquer empreendedor.

Reunir esses dados permite acompanhar as últimas tendências de mercado, além de identificar os pontos fortes e fracos dos seus concorrentes.

E se depois de monitorar seus concorrentes você quiser usar os dados de maneira ainda mais estratégica, precisa ir além. Aprenda a fazer um benchmarking e aprimore os processos internos do seu negócio.

Este post foi publicado originalmente em Abril de 2018 e atualizado para apresentar informações mais atualizadas e relevantes.

Vídeo infantil: como criar conteúdos de qualidade para crianças

Uma geração que já nasce conectada, as crianças de hoje fazem parte das decisões de consumo e compra. O que comer, vestir e, é claro, assistir. O mercado de vídeo infantil está crescendo. Para quem deseja atender esse nicho promissor, é necessário caprichar — e muito — nos conteúdos para esse público exigente.

Talvez você esteja pensando em mega produções ou efeitos especiais, mas a qualidade muitas vezes pode estar em soluções criativas. Existem canais como o da Galinha Pintadinha, que conta com 10 milhões de inscritos. Somente o vídeo de estreia do Pintinho Amarelinho já teve 553 milhões de visualizações.

Se esse é o segmento que você atua ou pretende atuar, confira nossas dicas para desenvolver um vídeo infantil de qualidade. Aproveite e se inspire com 4 canais que fazem sucesso com as crianças. Boa leitura!

Como criar um vídeo infantil que engaje a audiência?

Quando uma estratégia de vídeo infantil como a da Galinha Pintadinha alcança muitas visualizações e a mente das crianças, pode parecer fácil.

Realmente é simples. Mas você precisa de planejamento, alinhar o projeto e entender o que cativa esse público. Veja a seguir alguns fatores que colaboram para um vídeo infantil de qualidade:

1. Pense na sua persona

A criação de uma persona é fundamental para o desenvolvimento de qualquer ação de marketing digital.

Os vídeos podem ser muito mais assertivos com essa técnica de segmentação, que vai além dos dados demográficos do público-alvo. Uma persona engloba essas informações e enriquece o perfil com dores, desejos e objeções.

Imagine que ao invés de fazer vídeos para meninos de 5 anos de idade, você desenvolva a seguinte persona:

“Pedrinho, 5 anos, gosta de aventuras, animais e dinossauros. Ele está na pré-escola e suas brincadeiras são influenciadas pelos desenhos que ele e seus amigos assistem. Uma preocupação do Pedrinho é não parecer um bebê, então ele evita filmes e animações para crianças menores.”

Percebeu como fica mais fácil entender o que o Pedrinho quer assistir do que meninos de 5 anos de idade?

No vídeo infantil, além do gênero e da faixa etária serem importantes, existem outros detalhes. Por exemplo, qual é o repertório da criança, preferências e crenças da família.

2. Faça conteúdos divertidos

O universo infantil é rico em fantasia e imaginação. Logo, para cativar esse perfil de espectador os vídeos precisam ser divertidos. As crianças gostam de roteiros engraçados. Claro que é preciso ter atenção à faixa etária e o senso de humor da persona.

Você pode aproveitar o meio para oferecer conteúdos educativos, desde que o enredo não perca a graça nem o dinamismo.

3. Crie vídeos curtos

Na era digital o tempo de concentração tem diminuído drasticamente. E para as crianças, que já são mais dinâmicas por natureza, ela é ainda menor.

Quer um exemplo? Selecione um desenho de 30 anos atrás, outro de 15 e alguma produção atual e assista. Consegue perceber a diferença das cenas, falas e cortes?

Nesse sentido, o vídeo infantil deve acompanhar o dinamismo da criança, que é mais ativa e tende ao movimento. Procure produzir vídeos mais curtos e que transmitam a mensagem rapidamente. Se você tem um assunto muito grande, quebre-o em vários tópicos, fazendo um vídeo infantil para cada tema.

4. Use e abuse do storytelling

O storytelling é a arte de contar histórias que envolvem, emocionam e encantam! Para o público infantil esse é um recurso fundamental. Afinal, as crianças já são mais dispostas a prestar atenção nas histórias como mecanismo de aprendizagem.

Se você acha que a técnica de storytelling só serve para roteiros de longas-metragens, precisa conhecer outros exemplos. Um deles é o de youtubers que usam games como Minecraft, para criar suas próprias histórias.

5. Invista em músicas

Desde cedo o ser humano é atraído pela música. Ela é capaz de despertar a criatividade, estimular a coordenação motora e proporcionar ritmo para a criança. No vídeo infantil, a música serve para atrair, ambientar e prender a atenção do espectador.

A música em vídeos deixa o conteúdo único, facilitando a identificação. Se você implementar essa técnica na produção para o público infantil, aumenta as chances de ter o vídeo lembrado. Dessa maneira, é possível que a criança peça para assistir o vídeo mais vezes.

4 inspirações de canais que produz vídeo infantil

Agora que você já conferiu as dicas para criar seu vídeo infantil, estimule sua imaginação com esses canais. Alguns pontos interessantes para observar:

  • duração dos vídeos;
  • tente descobrir para qual idade é a produção;
  • cheque o humor e como os diálogos e o enredo é construído;
  • frequência de publicação;
  • comentários dos vídeos;
  • tipos de CTA (chamada para ação).

a) Irmãos Neto

Os irmãos Felipe e Luccas Neto criaram o canal Irmãos Neto. Sucesso que contou com o recorde mundial na estreia. O canal reuniu 314 mil pessoas assistindo simultaneamente uma live e conquistou a marca de 1 milhão de fãs no primeiro dia.

Tanto brilho não era para menos, afinal essa foi a junção do trabalho que os dois youtubers já faziam. Enquanto o irmão mais velho, Felipe, fala para o público adolescente, Luccas trabalha com vídeo infantil.

Em um dos seus vídeos mais visualizados, o youtuber entra em uma banheira cheia de Nutella. Para desenvolver seu trabalho ele normalmente se inspira em filmes e programas, além de fazer unboxings de brinquedos.

b) Ryan ToysReview

Falando em unboxing, esse é o caso do Ryan, um menino de apenas 7 anos de idade. O canal do Ryan conta com mais de 13 milhões de inscritos e 21 bilhões de visualizações. Ele recebe e abre, na frente da câmera, um pacote com algum brinquedo.

A reação de surpresa é o ingrediente secreto do canal. Entretanto, as avaliações do garoto sobre o brinquedo, cada vez mais elaboradas, também enriquecem a experiência.

c) Galinha Pintadinha

O canal da Galinha Pintadinha na verdade só foi feito pois seus criadores não tinham condições de criar um DVD. Hoje os empreendedores do canal já descobriram que é possível ganhar muito mais dinheiro no YouTube.

Como nós já contamos na introdução, eles têm mais de 10 milhões de inscritos e quase 8 bilhões de visualizações.

A aposta em resgatar as músicas infantis da cultura popular brasileira deu muito certo. Além de conquistar as crianças, esse conteúdo alcançou os adultos que rememoram junto dos filhos as cantigas da infância.

d) Totoy Kids

Quando falamos sobre o uso do storytelling como recurso para envolver o público infantil, o Totoy Kids poderia ser a referência. O canal usa essa técnica para o desenvolvimento do seu conteúdo e é um grande sucesso!

O canal brasileiro usa brinquedos de personagens famosos. São contadas histórias bem parecidas com o jeito de uma criança brincando. Com muita originalidade e um áudio muito bem produzido, o canal é um dos mais famosos do Brasil. O Totoy Kids tem mais de 8 milhões de inscritos e 4 bilhões de views.

Viu como o vídeo infantil é uma excelente oportunidade? Entendendo bem quem é a sua persona e produzindo conteúdos engraçados e de curta duração, você realiza vídeos de qualidade. Gere conexão e engajamento do público com storytelling e invista em músicas, além de uma trilha sonora bem produzida.

Pelos canais que apresentamos aqui, você deve ter percebido que a originalidade é o que conta. O ar de vídeo caseiro é comum tanto para os iniciantes como após o crescimento dos canais. Para aproveitar o potencial desse público, teste diversas abordagens e mensure para descobrir qual tem a melhor performance.

Como criar um curso online de graça ou gastando quase nada: 9 dicas para aplicar agora!

De acordo com dados do Ministério da Educação, o ensino a distância é a modalidade de ensino que mais cresce no Brasil, na contramão de outros segmentos que foram afetados pela crise econômica. Nesse cenário, criar um curso online pode ser um negócio promissor e lucrativo, desde que o Produtor tenha um bom conteúdo em mãos e uma estratégia de vendas eficiente.

Apesar desse cenário, muitas pessoas ainda têm dúvidas na hora de começar a produzir seus próprios cursos por acharem que esta tarefa demanda um alto investimento inicial, principalmente para fazer um material bom o suficiente para competir no mercado digital.

Engana-se quem pensa que para criar um bom conteúdo é necessário uma grande produção com edição avançada e cenários maravilhosos.

O que define se sua videoaula é relevante para seu público-alvo é o seu nível de conhecimento sobre aquele assunto e a quantidade de problemas que seu conteúdo soluciona.

Para romper de vez com o mito de que o produto bom custa caro para fazer, compartilhamos 9 dicas para você criar um curso online de graça ou gastando quase nada.

O mercado EAD em números

Antes de partir para as dicas propriamente ditas, vamos dar um breve resumo de como está o mercado de ensino a distância.

Se você tem um conhecimento e ainda não pensava em compartilhá-lo em forma de cursos online para vender na internet, depois de ver esses números, vai entender porque essa é uma boa opção.

O Censo EAD, referente ao ano de 2018, mostrou que, neste período, foram oferecidos 31.545 cursos online, entre as instituições analisadas.

Os cursos livres, estão em ascensão, revelando-se um crescimento de 25,4% dentre os corporativos (treinamentos empresariais) e de 36,8% dentre os que são sobre temas diversos.

Ao todo, mais de 9 milhões de alunos optam por esse modelo de ensino, o que representa um aumento de mais de 20% em relação ao dado de 2017 e mais de 150% em relação ao dado de 2016. Desse total, 3.627.327 participam de cursos livres, independentemente da temática.

Apenas com esses dados, já deu para perceber o potencial desse mercado, não é mesmo?

Poder estudar sobre o que quiser, de onde quiser, com a facilidade de acesso e a liberdade de escolha é uma grande oportunidade para pessoas que desejam aprender algo novo ou se profissionalizar.

Mas também é uma oportunidade incrível de gerar renda, principalmente para pessoas que desejam abandonar o mercado de trabalho convencional e trabalhar em casa!

Se você ficou interessado e não sabe como começar, acompanhe esse passo a passo rápido para criar seu primeiro curso online:

1. Tenha algo para ensinar

Se você está pensando em criar um curso online, a primeira coisa que você precisa definir é o tema do seu material.

Pense em algo que você faz e que as pessoas sempre te elogiam ou um assunto que você domina bem e sabe que poderia passar seu conhecimento adiante.

Você não precisa ser um professor para dar aulas online.

Pode ser que você domine alguma arte, como tocar um instrumento musical, pintura em aquarela ou até mesmo fala francês com fluência.

O importante é você escolher aquilo que gosta de fazer para que, durante o processo de criar seu curso online de graça, você tenha domínio no tema que ensinará e, além de tudo, consiga trabalhar com algo que você realmente gosta.

2. Defina seu público

De nada adianta criar um curso online se você não tiver um público que tenha interesse em comprar o que você vende.

Por isso, depois de entender o assunto sobre o qual você quer falar, tente entender se você terá uma audiência para quem vender seu curso.

Uma dica aqui é, antes de começar a gravar suas aulas, você criar um canal no YouTube para colocar alguns vídeos sobre o tema que você quer abordar.

Com o tempo, você conseguirá perceber se as pessoas estão procurando e assistindo aquilo que você compartilha.

3. Pesquise por tipos de câmera para gravar

Uma das maiores dúvidas de pessoas que estão começando a criar conteúdo para internet é o tipo de câmera mais adequada para gravar, afinal, você quer que sua audiência veja valor naquele produto, e isso inclui um vídeo com a aparência mais profissional possível.

Apesar de existirem equipamentos superiores em qualidade de imagem, a câmera certa nem sempre é a mais cara, mas sim aquela que se adequa melhor a suas necessidades.

Um produtor do nicho de esportes radicais pode utilizar uma GoPro em vídeos externos, mas isso não significa que este é o equipamento mais adequado para todos os vídeos que ele for gravar.

Existem pessoas que conseguirão gravar conteúdos de qualidade com um smartphone ou até mesmo uma câmera amadora, apenas usando os recursos que estes equipamentos oferecem.

O contrário também acontece, pessoas que investiram milhares de reais em um equipamento, mas o utilizam de forma amadora.

Se você está disposto a investir mais, pode comprar uma câmera DSLR, que possui mais funcionalidades, como lentes intercambiáveis, visor móvel, entre outras.

É claro que ter um equipamento mais avançado agregará mais valor a seu material, mas só recomendamos comprar este tipo de equipamento quando você já estiver dominando técnicas de gravação.

O preço de uma DSLR pode variar de R$1500 a R$13 mil reais, o que é bem acima do orçamento de muitas pessoas, e acaba não sendo a melhor opção para quem deseja economizar.

Nosso conselho é deixar para investir na compra de equipamentos melhores quando seu negócio estiver dando algum retorno financeiro.

Se você ainda tem dúvidas sobre isso, veja as dicas que o Daniel, um de nossos videomakers, deixou sobre o custo-benefício de cada tipo de câmera.

4. Tenha cuidado com o áudio

Se a captação de vídeo de um celular pode ser excelente, o mesmo não acontece com o áudio.

E por que você deve se preocupar com isso?

A resposta é simples:

Pessoas até assistem vídeos com qualidade de imagem ruins (vídeos caseiros e videocassetadas são um exemplo), mas o áudio de má qualidade atrapalha o entendimento do espectador, o que influencia no desempenho do vídeo e em taxas como quantidade de visualizações, curtidas, compartilhamentos, tempo de retenção, etc.

Mas não se preocupe, pois existe uma forma simples (e barata!) de resolver esse problema.

Basta você adquirir um microfone de lapela, que pode ser colocado na gola de quem está apresentando o vídeo, e conectá-lo ao celular utilizando um adaptador.

A boa notícia é que o custo do microfone de lapela varia de R$10 a R$500, enquanto o adaptador não custará mais do que R$20.

Viu? A gente avisou que era barato!

(Para saber mais sobre captação de áudio, confira nosso post com os tipos de microfone para vídeos.)

5. Cuide da iluminação do vídeo

Para obter imagens nítidas e de qualidade, ter uma boa iluminação é fundamental. E no caso de gravações, quanto mais luz, melhor.

Assim como no exemplo das câmeras e dos microfones, existem diversas formas de alcançar um bom resultado na iluminação de seu vídeo.

Você pode comprar um iluminador de LED, próprio para gravações feitas em estúdio, ou ainda criar uma versão caseira de softbox, seguindo alguns tutoriais disponíveis no YouTube.

Mas a opção que te poupará tempo e dinheiro é gravar próximo à janela, em uma parede de cor sólida (de preferência clara) e aproveitar o máximo que a luz do dia pode te oferecer.

Além de ser menos trabalhoso, o vídeo gravado com a luz do sol fica mais natural, o que pode te ajudar a se aproximar de sua audiência

6. Escolha o cenário ideal

Conforme falamos no início do texto, um conteúdo de qualidade nem sempre é aquele gravado em estúdio ou com locações caras.

Por isso, tenha em mente que o assunto abordado no vídeo deve chamar mais atenção do que os elementos visuais (exceto nos casos em que você utiliza objetos para fazer demonstrações e tutoriais).

Isso não significa que você deve gravar sempre no mesmo lugar ou restringir suas opções de cenário. Mas se quiser evitar imprevistos, opte por lugares calmos e evite cômodos com ruído perceptível de trânsito ou barulho de construção.

Esse lugar pode ser até um cômodo de sua casa!

Se esse for o caso, avise  as pessoas que vivem com você que você está gravando naquele momento e que elas não podem transitar no cômodo nem te interromperem, ok?

Ambientes barulhentos resultam em mais trabalho na edição e, em casos mais extremos, te obrigarão a regravar todo o conteúdo.

7. Dedique-se ao roteiro

Como falamos na primeira dica, antes mesmo de criar um canal online, você precisa decidir o tema sobre o qual pretende falar.

Feito isso, tente identificar nesse nicho as demandas do público que estão sendo negligenciadas pelos seus concorrentes e concentre-se em descobrir como o seu produto pode atendê-las.

Um exemplo:

O mercado de stylist aborda superficialmente a moda plus size. Que tal criar um produto sobre isso?

Se você se dedicar a conhecer seu mercado, verá que existem diversos exemplos como esse que citamos.

Uma vez que você decide sobre o que  falará, as etapas seguintes ficam mais fáceis, principalmente a elaboração do roteiro.

Mas será que você realmente precisa de um roteiro?

Muitas pessoas ainda têm dúvida nessa etapa, pois acreditam que o roteiro pode deixar o conteúdo artificial e afetar a espontaneidade do interlocutor.

No entanto, você há de concordar com a gente que, quando você cria um curso online, os vídeos podem ficar mais extensos, e fica praticamente impossível memorizar todo o conteúdo.

Por isso, é importante estabelecer uma hierarquia da informação para não esquecer de abordar nenhum tópico e prejudicar o aprendizado de seus alunos.

Nós temos um post específico sobre como criar um roteiro para uma vídeoaula atraente. Lá, compartilhamos algumas dicas para quem deseja criar um conteúdo valioso, mesmo sem ter conhecimento prévio sobre vídeos, nem precisar contratar um profissional apenas para isso.

Temos certeza que, depois que você ler nosso conteúdo, verá que escrever um roteiro pode ser bem mais simples do que você imagina!

Lembre-se: o mais importante você já tem, que é conhecimento sobre aquele assunto.

8. Edite seu conteúdo

Existe sempre a opção de contratar um profissional para editar seus vídeos, mas isso vai na contramão deste post, que é criar um curso online de graça ou gastando pouco, certo?

Por isso, nossa sugestão é que você edite seus próprios vídeos utilizando as ferramentas disponíveis online.

Hoje, existem vários programas (gratuitos e pagos) para quem quer editar vídeos por conta própria e obter um resultado mais profissional.

O Windows Movie Maker, por exemplo, já vem instalado no Windows, versões 7 ao 9, e é um dos programas favoritos para quem edita no desktop.

Além dele já vir instalado e ser gratuito, o Movie Maker possui mais de 130 efeitos para você utilizar em suas edições. Nada mal para quem está começando!

Outra boa opção para edição é o Adobe Premier, que é um programa compatível com diferentes sistemas operacionais como IOS e Windows e aplicativos gráficos como o After Effects.

Por ser um programa mais profissional, o Premiere possui uma quantidade bem grande de efeitos para acrescentar em seus vídeos.

Se você está começando a editar seus vídeos agora e precisa de ajuda nesta parte, confira este tutorial de edição de vídeo para iniciantes, em que o Manaus mostra o passo a passo de como editar vídeos usando o aplicativo “Fotos” do Windows 10:

9. Escolha a plataforma para hospedar seu produto

Não adianta nada ter um conteúdo impecável se o aluno for obrigado a assistir seus vídeos em um ambiente de aprendizagem ruim e com poucas opções de interatividade.

É por isso que a escolha da plataforma para hospedar seu vídeo é fundamental para o sucesso de seu curso online!

O ideal é encontrar uma plataforma que reúna todas as funcionalidades que você precisará para disponibilizar os vídeos para seus alunos, que tenha layout amigável e seja de fácil navegação.

Dessa forma, você garante que os alunos terão uma boa experiência com o produto e reduz as objeções de futuros compradores.

Pronto para criar seu curso online?

Viu como é possível criar um curso online de graça ou gastando pouco?

Se você já pensou em empreender digitalmente, tem algo para ensinar, mas não sabia o que fazer, esperamos que agora você consiga tirar suas ideias do papel.

Descubra como vender produtos digitais com a Hotmart [Guia completo 2020]

Um dos mercados que mais cresceu nos últimos anos foi a da venda de infoprodutos, como cursos online ebooks. E se você chegou até aqui, é porque talvez tenha o interesse de vender produtos digitais.

Não importa se é ganhar uma renda extra, mudar de carreira ou ter mais tempo para a vida pessoal. Muitas pessoas estão começando a enxergar todas as possibilidades que existem no mercado digital e têm se dedicado a criar os seus próprios produtos digitais.

O problema é que, depois de criar um produto, o empreendedor digital se depara com muitos desafios, como:

  • Onde hospedar o curso online com segurança?
  • Como distribuir os produtos digitais com mais facilidade?
  • Como processar os pedidos e garantir que o consumidor receba somente depois da confirmação de pagamento?
  • Como entregar o produto? Manualmente? E se alguém comprar durante a madrugada, em feriados ou fins de semana?
  • Como divulgar o produto digital e aumentar a sua distribuição?

De fato, são muitos os obstáculos que precisam ser enfrentados por quem quer um espaço nesse mercado. A boa notícia é que, agora, ficou muito mais fácil solucionar esses problemas e começar a vender produtos digitais!

Quer saber como? Então continue lendo este post e descubra!

O que é a Hotmart e como ela funciona

A Hotmart é uma plataforma de venda e distribuição de produtos digitais que soluciona todas as dúvidas mencionadas acima.

Armazenamento, processamento de pedidos, controle de acesso de compradores e entrega dos produtos digitais são apenas algumas vantagens oferecidas pela Hotmart.

Além do mais, o Produtor pode contar com um sistema para que as vendas de seus produtos sejam alavancadas por meio de um Programa de Afiliados próprio.

Com o Programa de Afiliados, o Produtor permite que outras pessoas vendam o produto digital para ele em troca de comissões. Isso significa a possibilidade de gerar centenas de novos canais de distribuição para o produto.

E as possibilidades não param por aí!

Com o Hotmart Club, a área de membros da Hotmart, o Produtor pode aumentar suas vendas gerando leads com módulos gratuitos, disponibilizando uma amostra do seu curso, criando cupons de ofertas e vendendo conteúdos extras em apenas um clique. Tudo rápido e descomplicado tanto para quem vende quanto para quem compra!

Para mais segurança para os compradores na hora de efetuar suas compras e autonomia e alcance dos nossos Produtores e Afiliados, desenvolvemos o Hotpay, que se consagra como uma das maiores inovações da nossa plataforma. Com ele, todas as transações são administradas dentro da Hotmart.

Tudo isso está à disposição dos Produtores sem necessidade de nenhum investimento. A conta na Hotmart é gratuita!

Ao invés de pagar adesão ou mensalidades, a Hotmart recebe uma pequena comissão quando cada venda é realizada.

(Para conhecer mais sobre a Hotmart, leia nosso post que explica como funciona a Hotmart.)

 

Como vender produtos digitais com a Hotmart?

Agora que você já entendeu o que são produtos digitais e conheceu um pouco mais sobre a Hotmart, está na hora de aprender o passo a passo para vender produtos digitais utilizando nossa plataforma.

Confira a seguir:

1. Acesse o site hotmart.com e clique em Cadastre-se.

vender produtos digitais - site da hotmart

2. Preencha as informações de cadastro completando os campos com seu nome, e-mail e uma senha de acesso para a plataforma.

3. Ao entrar na plataforma, você perceberá que há duas opções:

  • Crie seu produto
  • Afilie-se a um produto

É nessa etapa que você decidirá se será um Produtor ou um Afiliado.

Vamos explicar, a partir de agora, as duas opções separadamente.

Afiliado

O Alexandre Abramo, Coordenador de Novos Negócios da Hotmart, fez um tutorial em vídeo completo ensinando como você pode fazer suas vendas, que você pode acompanhar a seguir:

Além do vídeo, preparamos também um tutorial com imagens para que você possa voltar a este post sempre que tiver alguma dúvida sobre como vender produtos digitais usando nossa plataforma.

1. Selecione a opção Visitar mercado ou Mercado (no canto esquerdo da tela) para ver todos os cursos disponíveis na plataforma da Hotmart.

como vender produtos digitais - imagem da tela do "Mercado"

Entre os cursos que aceitam afiliação, existem 2 tipos:

  • Afiliação com 1 clique: qualquer pessoa pode se afiliar e começar a vender;
  • Afiliação por aprovação: você precisa solicitar sua afiliação para o Produtor, que pode ou não aceitar seu pedido.

Além de levar em consideração os tipos de afiliação, você precisa escolher o nicho de mercado com o qual você quer trabalhar.

2. Escolha produtos para vender com assuntos que você domine. Assim, você conseguirá criar conteúdos e materiais de divulgação completos sobre os assuntos e materiais de interesse dos compradores daquele produto digital.

3. Depois disso, escolha um produto que valha a pena se afiliar. Para isso, será necessário analisar 5 fatores:

  • Temperatura: indica como um produto está sendo recebido no mercado;
  • Blueprint: representa a qualidade das informações cadastradas pelo criador do produto, como materiais de divulgação para você utilizar e a página de vendas daquele produto;
  • Satisfação: avaliação do produto de acordo com quem já comprou;
  • Valor da comissão por venda: pense no tempo e no dinheiro que você pretende investir para divulgar esse produto, para saber se a comissão pode te garantir um bom retorno financeiro;
  • Forma do comissionamento: indica se quem receberá a comissão será o Afiliado que indicou o cliente mais recentemente ou o Afiliado que levou o cliente ao site do vendedor pela primeira vez.  Lembre-se de sempre promover seu produto digital utilizando seu Hotlink, um link único que a Hotmart gera para poder rastrear as vendas.

Decidir com qual tipo de comissionamento você quer trabalhar depende muito de seu estilo de divulgação. Uma dica é se afiliar a produtos com os dois tipos e analisar com qual forma de comissionamento você trabalha melhor.

 Depois de fazer todas essas análises, é hora de escolher um produto digital para você vender.

Pra começar, sugerimos que você escolha pelo menos 3 cursos relacionados ao nicho com o qual você quer trabalhar.

5. Depois disso, clique no curso e, a seguir, Promover curso se o curso for de Afiliação com 1 clique ou Solicitar afiliação, caso ela seja moderada. Nesse caso, você terá que aguardar a resposta do Produtor.

como vender produtos digitais - imagem de um produto disponível para afiliação

6. Depois de escolher o produto digital para vender, você precisará divulgá-lo.

Para isso, você pode usar vários canais de comunicação, como:

  • Anúncios pagos;
  • Redes sociais;
  • Blogs;
  • E-mail marketing.

Escolher quais desses canais você utilizará depende muito da estratégia que você quer adotar como Afiliado.

>> É importante lembrar que existem algumas práticas proibidas no mercado de Afiliados, que podem levar ao bloqueio da conta.

Produtor

Se você tem um habilidade e quer compartilhá-la com mais pessoas, pode cadastrar um produto digital, como um curso online ou e-book, para ser vendido na Hotmart.

Para isso:

1. Acesse sua conta na Hotmart, pelo link: https://app-vlc.hotmart.com/login.

No menu lateral, escolha Produtos e, em seguida, clique em Cadastrar Produto.

Na nova tela, determine o que deseja vender escolhendo um dos formatos disponíveis:

  • Cursos online, Área de Membros, Serviços de Assinatura
  • E-books, Documentos
  • Ingressos para eventos
  • Screencasts, Filmes, Clipes
  • Áudios, Músicas, Ringtones
  • Software, Programas para baixar
  • Imagens, Ícones, Fotos
  • Números de Série, Cupons de Desconto
  • Aplicativos para Celular
  • Templates, Códigos Fonte

 

2. Na próxima tela preencha as informações do seu produto conforme detalhes abaixo:

  1. Escreva o nome do seu produto, uma descrição para seus compradores com no mínimo 200 caracteres e selecione uma foto de capa no formato JPG, PNG ou GIF e ter tamanho máximo de 5 MB;
  2. Escolha o idiomamercado de atuação e categoria do seu produto. Feito isso, clique em Continuar

3. Escolha a moeda em que seu produto será vendido

4. Depois, defina o tipo de pagamento (à vista sem parcelamento, parcelado com tarifas para seu cliente, parcelado sem tarifas para seu cliente ou planos de assinatura).

Caso tenha optado pelo parcelamento padrão no tipo de pagamento, será necessário escolher também em até quantas vezes o valor poderá ser parcelado pelo comprador

5. Escolha o prazo de reembolso, que pode ser em 7, 15, 21 ou 30 dias e defina o preço do produto.

6. Caso queira participar do projeto UmPorCento, uma iniciativa da Hotmart para que parte das suas vendas seja doada para uma instituição beneficente, marque a caixa Quero colaborar com o Projeto UmPorCento e doar parte do valor das vendas deste produto para uma instituição beneficente, escolha a instituição e percentual a ser doado (de um a dez)

6. Na próxima tela, clique na caixa Declaro estar ciente dos Termos de Uso e da Política de Privacidade da Hotmart e depois em Salvar.

 

Após preencher as informações restantes, clique em Enviar para avaliação e aguarde até seu produto ser aprovado.

Caso o produto seja reprovado, você receberá um email informando os ajustes que devem ser feitos e, então, poderá solicitar novamente a avaliação.

  1. Crie uma página de vendas para divulgar seu produto e inclua nela seu Hotlink para vender seu produto digital.
  2. Divulgue seu produto nos canais de comunicação que seu cliente em potencial utiliza.

Conheça a nova página de vendas da Hotmart

Uma página de vendas atraente e com as informações do produto bem distribuídas pode ser crucial na decisão de compra.

Com isso em mente, nossos especialistas desenvolveram uma nova página de produto, mais moderna e focada em conversão. Confira mais sobre essa novidade:

  • Informações como nome, imagem, bio e link para as redes sociais;
  • Checkout integrado para melhorar a experiência de compra;
  • Otimizada para os mecanismos de busca;
  • E muito mais.

Comece a vender produtos digitais na Hotmart

Pela Hotmart, você tem duas formas de vender produtos digitais: ou como Produtor ou como Afiliado.

Afiliados são aquelas pessoas que trabalham divulgando produtos digitais de outras pessoas e recebendo uma comissão por cada venda realizada.

Produtores são especialistas em um determinado assunto, que têm vontade de distribuir esse conhecimento e fazem isso com conteúdos online que agreguem valor para quem compra esse conhecimento.

Independentemente do que você escolher, saiba que para ter sucesso criando e vendendo produtos digitais, é preciso seguir alguns passos básicos, prestar atenção em vários detalhes e se dedicar para conseguir alcançar seus objetivos.

É importante lembrar que existem algumas práticas proibidas no mercado de Afiliados, como a divulgação de SPAM, a venda de promessas inalcançáveis e o uso equivocado de ferramentas. Essas práticas podem, inclusive, levar ao bloqueio da conta na Hotmart. Se você quer saber mais sobre o assunto, confira nosso manual de boas práticas para Produtores e Afiliados.

Caso você acredite que um usuário esteja infringindo nossos Termos de Uso, poderá denunciá-lo. A Hotmart possui um canal de denúncia criado exclusivamente para isso. Ele permite que você reporte casos de abuso de forma simples e rápida e até mesmo anônima, se desejar. Basta preencher este formulário que uma equipe especializada fará a análise da denúncia.

Conheça o Manual de boas práticas para Produtores e Afiliados na Hotmart

O mercado de produtos digitais não para de crescer, atraindo cada vez mais pessoas interessadas em repensar a carreira e/ou começar a trabalhar pela internet.

Porém, muitos Produtores e Afiliados iniciantes, ainda sem muita experiência, acabam cometendo alguns deslizes que podem prejudicar as suas estratégias de vendas, outros profissionais e parceiros, além de infringir os termos e condições da Hotmart e resultar em suspensão temporária ou definitiva da plataforma.

Se você está começando agora e quer contar com o apoio da Hotmart, precisa prestar atenção para não acabar cometendo alguns erros comuns, como:

  • Divulgar SPAM;
  • Publicidades enganosas, com promessas que o produto não é capaz de entregar;
  • Usar de maneira equivocada algumas ferramentas.

Pensando nisso preparamos este guia. Aqui, você vai encontrar todas as informações necessárias para trabalhar com produtos digitais de forma adequada, além de conhecer um pouco mais sobre a Hotmart e nossas políticas de melhores práticas.

O que é a Hotmart e como ela funciona

A Hotmart é uma empresa que promove empreendedorismo e educação através da criação e divulgação de produtos digitais. Criamos uma plataforma completa para quem quer vender, promover ou comprar cursos online, vídeos, assinaturas, e-books, ingressos para eventos e outras mídias digitais.

Se você quer sair do zero, migrar um negócio do offline para o online, levantar um negócio que está parado, dar um novo passo na sua carreira aprendendo uma nova habilidade ou promover produtos para qualquer audiência, a Hotmart é sua parceira ideal porque oferece tudo que você precisa e todo mundo pode começar com poucos cliques.

Condutas adequadas para ser um Produtor ou Afiliado Hotmart

Para começarmos, é importante lembrar que, para se cadastrar, você precisa ser maior de 18 anos ou legalmente emancipado e estar em total acordo com os nossos Termos de Uso.

Agora, conheça os comportamento positivos que são fundamentais para seu sucesso.

Encarar a profissão de Produtor ou Afiliado com muita seriedade e responsabilidade

O mercado digital não é diferente do offline quando o assunto é desenvolvimento de carreira. Os empreendedores que desejam se tornar Produtores ou Afiliados devem levar a escolha dessas profissões tão a sério como quaisquer outras.

É preciso estar atento à forma como você se apresenta ao público e divulga produtos. Acreditar que, por se tratar de um ambiente online, não é necessário se preocupar com a veracidade das informações que você vincula, o tom de voz e do discurso que utiliza para se comunicar além do tratamento com respeito de clientes, colegas e parceiros de profissão, é prejudicial para seu negócio, causando desconfiança e uma reputação negativa para você e sua marca.

Também é preciso considerar que, para crescer, é fundamental estabelecer uma rotina de trabalho constante, dedicando horas de qualidade. Disciplina, foco e ética fazem parte do conjunto de qualidades dos Produtos e Afiliados bem sucedidos.

Escolher um nicho de atuação de acordo com as suas afinidades e conhecimentos

Às vezes, alguns Produtores e Afiliados resolvem investir em um determinado nicho de mercado ou produto guiados apenas por promessas de ganhar dinheiro rápido e fácil. Porém, entrar no mercado de produtos digitais com esse pensamento é um grande erro.

É claro que você pode avaliar a possibilidade de ganhos que um determinado nicho pode trazer, mas esse não deve ser o principal critério da sua escolha.

O ideal é escolher um nicho que seja mais compatível com as suas afinidades e conhecimentos. Afinal, quanto mais você souber sobre um determinado assunto, mais fácil será estudar e falar sobre ele, criar conteúdos úteis para o público e conquistá-lo.

Não promover SPAM

Outro erro comum de Produtores e Afiliados iniciantes, na tentativa de divulgar os seus produtos para o maior número de pessoas possível, é a promoção de SPAM.

São práticas que configuram SPAM:

  • Compartilhar links de vendas diversas vezes em comentários de redes sociais, blogs ou sites;
  • Enviar mensagens diretas para pessoas sem a prévia autorização delas;
  • Envio de e-mails não autorizados pelos remetentes;
  • Publicidade enganosa, que garante ao público resultados e/ou benefícios que o produto não é capaz de gerar.

Além de ser uma atitude condenável, que pode, inclusive, gerar penalizações em redes sociais, o envio de SPAM também prejudica a imagem do seu negócio e do mercado de marketing digital como um todo.

Na hora de promover os seus produtos ou links de Afiliado, procure sempre fazer isso de maneira menos invasiva possível. Produza conteúdos relevantes, como blogposts, fotos e vídeos, com informações realmente pertinentes e só envie mensagens diretas e e-mails para quem demonstrar interesse e consentimento para receber a sua oferta, em atendimento às regras de privacidade.

Ter atenção às formas de promover os produtos digitais

Além de não fazer SPAM, é preciso cuidado redobrado na hora de criar ofertas e campanhas de divulgação para sua marca e produtos.

Apesar da vontade de realizar rapidamente as primeiras vendas, não crie conteúdos e campanhas que:

  • Contenham promessas falsas;
  • Associem a compra do produto à promessa imediata de resultados e/ou benefícios que tanto o produto quanto o Produtor não são capazes de garantir;
  • Utilizem imagens que façam alusão à benefícios, financeiros ou não, que o produto não é capaz de entregar;
  • Associe nomes de terceiros, sejam marcas, pessoas físicas ou jurídicas, sem autorização prévia, para reforçar ou comprovar os benefícios do produto.

Estudar muito sobre o mercado e se dedicar ao trabalho

Justamente por se tratar de um mercado jovem e em crescimento acelerado, é preciso ter muita dedicação para estudar e aprender todo o necessário para desempenhar bem as profissões.

Todos os dias surgem novas ferramentas e estratégias de marketing e vendas que podem impulsionar seus resultados. Mas para acompanhar tantas mudanças positivas, é preciso levar o dia a dia de trabalho com responsabilidade.

Acreditar em ditos populares como ‘’trabalhar na Internet não exige esforço’’, é um pensamento equivocado e perigoso para o crescimento do seu negócio.

Os mitos e verdades sobre trabalhar na internet usando a plataforma da Hotmart

Mitos

  • Ser empreendedor digital é fácil, rápido e não dá trabalho.
  • Dá para acreditar em tudo o que se lê na internet sobre as possibilidades de trabalhar no mercado digital.
  • Não é preciso estudar para alcançar o sucesso no mercado de produtos digitais.

Verdades

  • A Hotmart oferece cursos online, aulas e conteúdos 100% gratuitos que ensinam o passo a passo para ser um Produtor ou Afiliado e usar a plataforma.
  • A Hotmart conta com um time de professores e especialistas experientes que ajudam o público e seus clientes a aprenderem mais sobre o mercado digital.
  • Não é preciso comprar um produto digital para se tornar um Afiliado na Hotmart.

Conclusão

Por ser algo novo, o mercado de produtos digitais gera muitas dúvidas em quem está começando. Nesse sentido, se você pensa em começar a trabalhar como Produtor ou Afiliado, é importante seguir as orientações que apresentamos neste post.

Além de evitar que você entre em conflito com os Termos de Uso da nossa plataforma, você ainda garante serviço de melhor qualidade para o seu público e crescer como profissional.

E se você acredita que um usuário está infringindo nossos Termos de Uso, poderá denunciá-lo. A Hotmart possui um canal de denúncia criado exclusivamente para isso. Ele permite que você reporte casos de abuso de forma simples e rápida e até mesmo anônima, se desejar. Basta preencher este formulário que uma equipe especializada fará a análise da denúncia.

Quer saber mais sobre a nossa plataforma e conhecer as suas funcionalidades? Então clique na imagem abaixo e faça o tour gratuito pela Hotmart.

Aprenda o que é workshop e como organizar um evento de sucesso

Uma das melhores opções para quem quer empreender é compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas. Existem diversas maneiras de fazer isso, como cursos, treinamentos, palestras, oficinas e workshops.

Com um foco mais prático e de curta duração, os workshops estão conquistando o mercado profissional e são uma excelente alternativa para quem quer ganhar uma renda extra e ainda engajar o seu público.

Se esse é seu caso, mas você ainda tem dúvidas sobre como organizar e promover esse evento, continue lendo este artigo. Vamos explicar o que é workshop, suas características e o que é preciso para fazer um.

Vamos lá?

O que é um workshop?

Um workshop é um tipo de evento que reúne pessoas interessadas em aprender mais sobre um determinado assunto. Trata-se de uma espécie de treinamento para o desenvolvimento de habilidades específicas por meio de atividades práticas.

Os workshops geralmente são apresentados por um ou mais mediadores/instrutores, que ficam responsáveis por orientar os participantes e nortear as discussões, e a sua duração não costuma ser longa, já que o foco é na produtividade dos participantes.

Nesse sentido, o público participa ativamente do evento, seja em discussões sobre casos práticos ou em outras atividades.

Por fim, cada sessão de um workshop costuma apresentar uma breve exposição do tema, seguido da discussão em grupos e das atividades práticas.

Por que fazer um workshop é um bom negócio?

Agora que você já entendeu o que é um workshop, deve estar se perguntando se realmente vale a pena organizar um. Afinal, deve dar trabalho, certo?

A verdade é que produzir um evento desse tipo não é tão difícil quanto parece e, mesmo assim, as vantagens compensam qualquer desafio.

As pessoas querem se aprimorar e aprender coisas novas. Não é à toa que o mercado de cursos e especializações cresce tanto no país. Ou seja, isso representa um enorme contingente de potenciais clientes para os seus produtos e serviços.

E não é só isso. Ao fazer um workshop, você se posiciona como autoridade em um assunto. Afinal, se você conseguiu organizar um evento desses, sabe do que está falando e o público pode confiar em você.

E claro, não podemos esquecer do espaço de divulgação e prospecção de clientes em potencial que os workshops oferecem.

Imagine ensinar ao público como resolver um problema e apresentar as soluções que seu negócio oferece? Com certeza, os participantes estarão mais dispostos a fechar negócio com você agora que sabem do seu produto é capaz.

Qual a diferença entre um workshop e um curso?

Depois de ler a definição que demos acima, talvez você tenha ficado em dúvida sobre a diferença entre um curso e um  workshop. Será que são a mesma coisa?

Não exatamente…

Um curso e um workshop são duas formas diferentes de transmitir conhecimento para outras pessoas. E a diferença mais aparente está na duração de ambos os formatos.

Enquanto o workshop acontece, na maioria das vezes, em apenas um ou dois dias, um curso pode levar várias semanas ou meses para ser concluído.

Por serem mais curtos, a estrutura de um workshop é mais objetiva e focada no aprendizado prático. Em um curso, por outro lado, o tempo maior também permite abordar questões teóricas.

A estrutura de ambos também é diferente. Em um curso, os temas são divididos em diversas disciplinas, cada uma ministrada por um profissional diferente e abordando aspectos diferentes do tema do curso.

Um workshop, por outro lado, é pensado para ser mais objetivo e prático. Na maioria das vezes, um único especialista ministra o evento e os participantes são estimulados a realizarem atividades práticas.

Por exemplo, um workshop de marketing digital pode começar com uma explicação mais técnica sobre o assunto, seguido de uma discussão entre os participantes. Depois, todos são divididos em grupos e realizam alguma tarefa, na qual colocam em prática tudo o que aprenderam, e é finalizado com uma análise dos resultados alcançados.

De qualquer maneira, cursos e workshops são excelentes para transmitir conhecimento e capacitar pessoas.

Como fazer um workshop?

Depois de ler todas essas informações, você decidiu que quer produzir um workshop para compartilhar seu conhecimento com as pessoas. Mas agora vem a grande pergunta: por onde começar?

Muitos empreendedores têm vontade de criar eventos desse tipo, mas não sabem como organizá-los ou o que é preciso para ter sucesso.

Pensando nisso, fizemos um tutorial com todos os passos necessários para tirar o seu workshop do papel. Confira:

1. Escolha o tema

O primeiro passo que você deve dar ao planejar seu workshop é escolher o tema do evento. Somente depois de definir o assunto que será abordado que você será capaz de acertar os próximos detalhes.

A primeira dica é escolher um assunto que você domine. Falar sobre um tema que você não conhece tanto pode te deixar mais propenso a erros, o que prejudica sua imagem junto ao cliente. Além de poder deixar você com mais ansiedade e nervosismo em falar em público.

E mesmo que você já seja expert no tema, procure aprender mais sobre ele. Pesquise cases de sucesso na internet, converse com profissionais da área e invista em materiais de apoio, como livros, gráficos, vídeos e imagens. Assim você enriquece seu conteúdo e entrega mais valor para os participantes.

Por fim, o tema também precisa ser relevante para o seu público-alvo, despertar o interesse das pessoas e ser inovador. Tente oferecer algo de valor para as pessoas que se inscreverem no evento. Nessas horas, pensar fora da caixa ajuda.

2. Conheça o público-alvo

Se o tema do seu workshop precisa ser relevante para o público, é lógico imaginar que conhecer essa audiência é essencial durante o planejamento.

Por isso, não deixe de construir sua persona para entender quais são os problemas que o público enfrenta e como seu evento pode ajudá-los.

Além disso, conhecer o público-alvo ajuda a definir detalhes importantes como o tom de voz, estrutura do evento, tipo de material didático, atividades práticas, entre outros.

3. Defina local, data e horário

Depois de definir o tema e pesquisar sobre ele, chegou a vez de definir quando e onde o seu workshop vai acontecer.

Na hora de escolher o local, leve em consideração alguns detalhes, como o tamanho estimado de público e o tipo de estrutura física que será necessária durante o evento.

Busque um ambiente agradável e que favoreça o aprendizado e a interação com os participantes.

4.  Defina a estrutura do evento

Outro detalhe que você precisa considerar é a estrutura do seu evento e o tempo de duração que ele terá. Não existe uma regra exata nesse sentido, já que depende do segmento e da proposta do workshop.

Mas tenha em mente que, em média, o tempo de duração de um workshop é entre 6 e 8 horas, com intervalos para lanche e almoço, além de períodos de interação e networking entre os participantes.

De maneira geral, um workshop pode ser dividido em alguns momentos, como:

  • Abertura inicial, com uma breve apresentação dos mediadores;
  • Explicação do conteúdo proposto;
  • Intervalo para almoço ou coffee break;
  • Atividades práticas e espaço para interação entre os participantes;
  • Intervalo para coffee break;
  • Análise dos resultados conquistados pelos participantes e finalização do evento.

5. Reúna os materiais e equipamentos necessários

Depois de definir a estrutura do workshop, corra atrás dos equipamentos e materiais que serão necessários.

Isso inclui equipamentos eletrônicos, como caixas de som, microfones, projetores, telões e computadores, até materiais didáticos e de anotação.

Tenha tudo preparado com bastante antecedência para que você você não seja pego de surpresa. E, claro, teste todos os equipamentos para que dê tempo de substituir o que não estiver funcionando.

6. Divulgue seu workshop

Com tudo organizado, é hora de divulgar o evento. Para que tudo dê certo, comece a divulgação com, pelo menos, um mês de antecedência.

Pesquise em quais canais seu público-alvo costuma interagir mais e concentre suas ações neles. Você pode criar publicações nas redes sociais, como Facebook, Instagram ou LinkedIn, por exemplo. Ou planejar campanhas de e-mail marketing.

Na hora de criar os conteúdos de divulgação, procure passar todas as informações essenciais para os participantes, como tema, data, hora, local, quem serão os mediadores e/ou convidados, além da duração estimada.

7. Receba bem os participantes no dia do evento

O grande dia chegou! Tudo está pronto para o seu workshop e os participantes estão quase chegando.

Procure receber bem o público no evento, orientando as pessoas sobre a agenda de atividades e para onde devem se dirigir. Oriente também a equipe que ficará responsável pelo check-in dos participantes.

E não se esqueça de ficar de olho no relógio! Respeite os horários marcados para o início e fim de cada atividade. Dessa maneira, você evita erros e problemas que podem prejudicar o evento.

8. Não se esqueça do pós-evento

Não pense que o trabalho termina depois que o último participante for embora. Na verdade, ele está apenas começando.

O pós-evento é tão importante quanto o evento em si, já que é nesse momento que você precisa trabalhar para continuar engajando os participantes.

Logo após o fim do workshop, dispare um e-mail de agradecimento pela presença de todos que compareceram. Informe também em quanto tempo o certificado de participação será disponibilizado.

Caso você tenha gravado o conteúdo do workshop, também é uma ideia interessante oferecer o conteúdo para os participantes. Ou até mesmo para aquelas pessoas que não puderam comparecer.

Só não se esqueça de condicionar o acesso ao vídeo a um cadastro em uma landing page. Desse jeito, você gera alguns leads a mais para o seu negócio.

Que tal produzir um workshop online?

Viu só como organizar um workshop de qualidade não é um bicho de sete cabeças? Com bastante planejamento e seguindo à risca os passos que listamos neste artigo, você pode ter a certeza de que o seu evento dará certo.

Mas você sabia que existe outro modelo de workshop tão ou mais eficiente que um evento presencial?

Os workshops online são a nova tendência entre empreendedores digitais. E existem muitas vantagens em produzir um evento desse tipo. Além de ser muito mais fácil e barato de organizar, ainda é mais cômodo para o público, que não precisa se deslocar.

 

Marketing para mulheres: como aplicar essa estratégia em seu negócio

Em um mundo onde as mulheres foram vistas por muito tempo como pessoas inferiores aos homens, a diversidade e igualdade estão ganhando cada vez mais espaço na sociedade. E o marketing para mulheres tem um papel fundamental nessa mudança de comportamento atual.

O marketing digital vem sendo um dos fortes aliados a mudar a percepção do mercado. Com o maior foco na experiência e na identificação dos consumidores, as empresas estão voltando seus esforços para criar ações e campanhas que respeitem a diversidade.

E isso é ainda mais visível nos dias de hoje, onde as mulheres conquistam cada vez mais espaço na sociedade. São muitos os exemplos que podemos ver de mulheres empreendedoras, que começam negócios do zero e transformam o rumo de suas vidas.

Nesse sentido, o marketing para mulheres está deixando de lado muitos clichês e estratégias que outrora faziam sentido. Agora, o objetivo de muitas marcas é diminuir a distinção de gênero e contribuir para a superação do machismo.

Se você tem um negócio e deseja saber como aproveitar o Dia Internacional da Mulher para impactar suas consumidoras da maneira correta, continue lendo este artigo até o fim.

Entenda o Dia Internacional da Mulher

Diferentemente do que muitas pessoas acreditam, o Dia Internacional da Mulher não surgiu como uma data mercadológica ou como uma simples homenagem às mulheres.

A data surgiu entre o final do século XIX e início do século XX, nos Estados Unidos e na Europa. A finalidade do movimento feminista na época, era pautado na luta por melhores condições de vida e de trabalho para as mulheres. Uma situação tão importante e atual, mesmo no ano de 2020.

Porém, foi em 08 de março de 1917 que aconteceu uma das maiores manifestações de trabalhadoras até então. Na ocasião, mulheres russas começaram a reivindicar melhores condições de vida, de trabalho e também pela entrada da Rússia na Primeira Guerra Mundial.

Essa data se tornou emblemática e, em 1970, a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou o dia 08 de março como Dia Internacional da Mulher.

A ONU decretou a data como uma maneira de lembrar e alertar a população sobre as conquistas políticas, sociais, econômicas das mulheres em todo o mundo.

Por que fazer marketing para mulheres?

Criar estratégias de marketing para mulheres tem sido comum na agenda de diversas empresas. Mas esse tipo de estratégia não é um mero capricho, mas sim uma necessidade atual.

De acordo com uma pesquisa feita pela agência J. Walter Thompsonem 61% dos lares brasileiros, a mulher é a grande responsável pela decisão de compra, desde artigos pessoais a compras domésticas.

Segundo pesquisa divulgada pelo site Nielsen, somente nos últimos cinco anos, o percentual de riqueza produzido por mulheres cresceu em 25% ao redor do mundo. Além disso, existe a estimativa de que aproximadamente 1 bilhão de mulheres entrem no mercado de trabalho nos próximos cinco anos.

Somente no Brasil, 30 milhões de mulheres são responsáveis por cuidarem de seus lares, principalmente de seus filhos, sozinhas. Nesse sentido, é cada vez mais comum encontrar casos de mães empreendedoras e principalmente, o de mulheres no empreendedorismo.

Atualmente, mulheres desejam ser representadas. Afinal, elas possuem o interesse de consumir produtos que estejam de acordo com seus valores pessoais e que tragam benefícios para suas famílias.

Por isso, quando decidir desenvolver qualquer estratégia de marketing para mulheres, as ações precisarão ser extremamente bem elaboradas.

4 dicas para acertar no marketing para mulheres

Criar uma campanha de marketing para mulheres não é tão fácil quanto parece. Qualquer deslize e sua ação pode soar machista e preconceituosa, ecoando velhos estereótipos de gênero.

Para que você consiga ter sucesso em suas campanhas voltadas para o público feminino, separamos algumas dicas essenciais.

Confira!

1. Conhecer as dores do público feminino

O público feminino possui necessidades e dores bastante específicos. Por isso, para que sua produção de conteúdo converse com as mulheres, você precisa entender o que as clientes esperam da sua marca.

Ponha na balança quais as soluções que seu produto ou serviço oferecem e como eles podem ajudar essas mulheres.

Por isso, é muito importante que você crie personas para o seu negócio. Essa representação da sua cliente ideal pode ajudar o seu negócio a desenvolver soluções pensadas para os problemas que as mulheres enfrentam no dia a dia.

2. Entender que as mulheres não são todas iguais

Apesar das mulheres representarem metade da população e uma das grandes responsáveis pela decisão de compra, é fundamental entender que elas não são todas iguais.

Cada uma possui uma particularidade e necessidades distintas. Por isso, a dica anterior anda lado a lado com esta.

Para ter sucesso ao criar ações de marketing para mulheres, você precisa conhecer a fundo as mulheres que você busca impactar com seus produtos e serviços.

Descubra quais são os gostos, interesses e vontades dessas mulheres. Dessa maneira, você terá mais chances de produzir conteúdos e campanhas menos generalistas e estereotipadas.

O que nos leva para a próxima dica…

3. Fuja de estereótipos

Por muito tempo, foram criados uma série de estereótipos sobre as mulheres: o tipo ideal de comportamento, as roupas certas, os gostos corretos etc.

Quem nunca escutou que meninos usam azul e meninas, rosa? Ou que mulheres são frágeis e interesseiras?

Felizmente, com as recentes conquistas do movimento feminista, esses estereótipos vão, aos poucos, sendo desconstruídos.

Portanto, se você quer ter sucesso com a sua estratégia de marketing para mulheres, precisa fugir dos estereótipos sobre o público feminino.

Mais do que nunca, as mulheres querem se sentir valorizadas, importantes e sem qualquer tipo de rótulos relacionados às suas escolhas ou modo de vida.

Nesse sentido, suas campanhas de marketing precisam valorizar as qualidades e conquistas das mulheres.

E nunca rotule ou faça julgamentos sobre o seu público. Afinal de contas, as pessoas estão cada vez mais conectadas e se o seu negócio publicar qualquer mensagem machista e preconceituosa, pode ser visto com maus olhos pelo mercado.

4. Nunca é tarde para mudar

Se você desenvolveu estratégias equivocadas ou precisa mudar o conceito do seu negócio em relação ao público feminino, repense suas estratégias de marketing para mulheres e não tenha medo de se adequar ao novo posicionamento.

Sempre é tempo para mudar e adotar medidas mais brandas, inclusivas e sem estereótipos.

Um grande exemplo disso são os posicionamentos das principais marcas de cerveja no Brasil. Se em outra época as mulheres eram vistas como “objetos”, hoje elas são respeitadas e valorizadas como consumidoras.

E 2 coisas para evitar

Depois de anotar todas as dicas acima, é hora de conferir o que você não pode fazer na hora de criar sua campanha de marketing para mulheres.

Existem alguns erros que você precisa evitar, como:

1. Apostar no Pink Tax

Um erro que muitos empreendedores e até grandes marcas cometem é criar produtos mais caros apenas por eles serem voltados para o público feminino.

Um exemplo disso foi o lançamento, em 2012, da “Bic for her”, uma caneta supostamente planejada para se adaptar às mãos femininas. A repercussão negativa do caso foi tamanha que a empresa retirou o produto das lojas.

Lembre-se sempre que as mulheres estão atentas e percebem quando algum produto ou serviço está mais caro justamente por ser direcionado ao público feminino.

Não arrisque a reputação do seu negócio por alguns reais a mais no fim do mês e busque engajar o público com conteúdos realmente relevantes e que valorizam a diversidade.

2. Não trabalhe rótulos

Apesar do assunto já ter sido abordado, é sempre importante reiterar a importância de não rotular as mulheres, em hipótese alguma.

Estamos em um universo onde as mulheres possuem poder de decisão igual ou até maior do que os homens. Julgar ou não levar isso em consideração ao traçar estratégais de marketing para mulheres poderá levar sua campanha à ruína.

A importância do marketing para mulheres

Se você quer inovar e se manter competitivo no mercado atual, adotar um posicionamento favorável à diversidade de gênero e às conquistas femininas é praticamente obrigatório hoje em dia.

Lembre-se que, com o poder das redes sociais, o engajamento das pessoas com as marcas está diretamente relacionado às mensagens que elas divulgam. Por isso, qualquer deslize pode colocar em risco a credibilidade do negócio.

Ao traçar ações de marketing para mulheres, desenvolva campanhas onde o respeito, a igualdade e a empatia estejam em primeiro lugar.