Como Marketing de Conteúdo para Redes Sociais pode mudar seu SEO!

O que é SEO

Antes de qualquer estratégia de Marketing de Conteúdo para Redes Sociais, é essencial entender bem o que é SEO para usar a aplicação certa para cada determinado tipo de objetivo.

Como você bem sabe, é essa mentalidade que “divide os homens dos meninos” dentro do ramo dos negócios nos dias atuais.

Essa é uma estratégia essencial se você quer destacar empresas no ambiente virtual, aumentar a visibilidade delas e, consequentemente, conquistar novos leads (possíveis clientes) e clientes efetivos, resultando no aumento de faturamento do negócio.

Afinal, antes de comprar, a maioria dos consumidores vão até a Internet pesquisar sobre o que querem e, dependendo da relação construída nesse contato, até fecham a venda por lá mesmo.

Na missão de possuir um melhor posicionamento orgânico com SEO, pode-se utilizar técnicas de Marketing de Conteúdo para envolver os consumidores.

Mas talvez você se pergunte: o que é Marketing de Conteúdo? Simples: é o processo de criar, publicar e promover conteúdos personalizados para seu cliente para engajar seu público-alvo e crescer sua rede de clientes e potenciais clientes por meio da criação de material de conhecimento relevante.

De forma que envolva e gere valor para os consumidores criando percepção positiva e convertendo isso em mais negócios.

MAS!!! Não cabe apenas escrever e “jogar” na internet.  Existem alguns pré-requisitos a serem cumpridos. Por isso, você precisa saber como atingir seu público de maneira abrangente e assertiva.

Para isso, nada melhor que usar as redes sociais mais usadas para ser conhecido e visto mais rápido.

Entenda como criar conteúdo de qualidade para as Redes Sociais

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O primeiro passo a ser dado na criação de um conteúdo de qualidade para as suas redes sociais é conhecer totalmente seu público-alvo. É preciso saber:

  • O que ele gosta;
  • Quais redes sociais ele frequenta;
  • Quais assuntos ele mais comenta em suas redes sociais favoritas.

O segundo passo é criar conteúdo para fidelizar o leitor e fazê-lo entender que você não precisa falar apenas de si mesmo. Então busque compartilhar nas mídias sociais conteúdo de outras fontes, mas que sejam relevantes ao seu público.

O terceiro passo é produzir e trabalhar em cima de planejamentos e cronogramas, pois segundo dados de 2017 da Social Media Trends, as empresas que investem em um calendário editorial definido para redes sociais apresentam uma média de visitas 2,8 vezes maior em comparação às que não se planejam.

Agora, veja abaixo tudo sobre rede social e conheça as características presentes em cada uma delas para disponibilizar seu conteúdo.

Conheça as características de cada uma das redes sociais e crie conteúdos específicos para elas

Antes de produzir e divulgar qualquer conteúdo é fundamental se questionar: este conteúdo é realmente relevante para meu público?

Essa relevância deve ser baseada tanto na solução de uma dúvida ou na satisfação de uma necessidade momentânea do usuário.

Por exemplo:

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Como pode ver, a Cacau Show trabalhou sua estratégia de Marketing de Conteúdo e oferecer a possibilidade de compartilhamento do conteúdo nas Redes Sociais.

A questão é: notou o que e como ela conversou com o público?

Ela ofereceu um conteúdo leve, bonito, com informações relevantes sobre o produto, inclusive colocou uma tabela nutricional para ser checada, e tudo isso com uma linguagem engajadora.

A partir do texto, o consumidor pôde entender e decidir se é aquele o produto que ele está buscando, principalmente quando ele ainda pôde conferir a tabela, a qual agregou ainda mais informação ao cliente.

É disso que estamos falando!

Entregar conteúdo relevante com a linguagem ideal para o seu público-alvo faz toda a diferença.

Ou seja: estratégia é tudo! Pare e planeje com cuidado sua estratégia de Marketing em mídias sociais, afinal ela será responsável por grande parte do seu sucesso.

Outro ponto essencial a ser levado em consideração é que os conteúdos precisam ser personalizados para cada uma das redes sociais, tanto para não correr o risco de obter conteúdos copiados, quanto pelo fato de cada rede social oferecer uma forma distinta de se comunicar.

Nesse caso, estamos falando de quando o conteúdo é criado para uma rede social específica. Diferente da Cacau Show, nesse caso, pois ela criou o conteúdo do site e permitiu que os usuários o compartilhe nas redes sociais.

Mas para explicar melhor selecionamos algumas das redes sociais mais usadas no Brasil e apresentamos algumas dicas de como criar conteúdos adaptados às suas especificidades, de acordo com os princípios do Marketing de Conteúdo.

Facebook

O Facebook é a Rede Social mais usada no Brasil e no mundo!

Até o fim de junho de 2017 ele contava com 2 bilhões de usuários, sendo por volta de 110 milhões de usuários brasileiros registrados e aproximadamente 50 milhões de páginas de marcas, empresas e personalidades.

Investir em Marketing de Conteúdo para Redes Sociais como o Facebook não é tarefa tão complicada, pois a rede trabalha com diversos formatos de conteúdo.

O difícil é saber articular tudo de maneira estratégica, adequando-se ao seu público-alvo e ao posicionamento da própria empresa, sem fugir do objetivo estipulado na hora de montar sua estratégia de Marketing Digital nas redes sociais.

A Coca-Cola é uma das empresas que trabalha bem esse conceito nas Redes Sociais. Confira:

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De maneira engraçada e simples, a Coca trouxe o espírito Natalino para essa publicação.

Ela brincou com um ditado popular e trabalhou a divulgação da Coca-Cola Zero Açúcar em uma divulgação rica em texto, gif e hashtags.

Mas calma aí, o que é essa hashtag #PraCegoVer?!

Pois é, a Coca foi ainda mais além!

A #PraCegoVer é um projeto da baiana Patrícia Braille que visa disseminar a cultura da acessibilidade nas redes sociais e tem por princípio a audiodescrição (tradução e transformação de imagens em palavras) de imagens para apreciação das pessoas com deficiência visual.

Mas enfim, o projeto é incrível e você pode entendê-lo melhor em sua página do Facebook.

O legal aqui é entender que além do conteúdo da Coca que trabalhou linguagem ideal do público-alvo e divulgou o produto em pauta, a marca ainda utilizou a postagem para fazer um incentivo a um projeto social, disseminando ainda mais o conceito nas Redes Sociais

Bacana, não é?

Então faça como a Coca e não deixe de inovar! Hoje é possível investir em vários formatos de conteúdo no Facebook e alguns pontos são fundamentais para adquirir resultados benéficos, tais como:

  • Uso de lives (transmissões ao vivo);
  • Respostas aos comentários feitos em sua página ou perfil;
  • Postagens que influenciam no engajamento do público;
  • Não “floodar”, ou seja, não postar conteúdos repetidos em um intervalo curto de tempo;
  • Criação de grupos, concursos e eventos.

LinkedIn

O LinkedIn tem cerca de 300 milhões de usuários cadastrados em mais de 200 territórios. Dentre eles, o Brasil é o terceiro país com maior público do mundo presente na rede social.

Olha aí a chance de trabalhar o Marketing de Conteúdo nessa rede social!

O LinkedIn é uma rede social corporativa e para quem sabe dosar os conteúdos com tons formais e informais, achando um meio termo adequado para o seu negócio, encontra a receita de um conteúdo atrativo e interessante.

Essa rede social não é tão versátil quanto a citada no tópico anterior, um dos conteúdos mais buscados pelos usuários no LinkedIn é a respeito de dados e insights sobre as empresas, tais como o tráfego do seu negócio, o quadro de funcionários, as metas conquistadas e assim por diante, pois isso demonstra como estão as empresas em números exatos.

Mas olha só um exemplo de postagem do Bradesco:

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Mesmo sendo uma rede corporativa que necessita de conteúdos mais sóbrios, o Bradesco é um exemplo de empresa que sabe dosar bastante o tom das palavras para tornar as postagens atrativas e interessantes, mesmo sem sair da linha adequada do negócio.

Aqui o Bradesco apresentou a nova vertente de negócio do banco de maneira informativa, criativa e interativa.

O banco usou, além do conteúdo textual, um vídeo para tornar o conteúdo mais palpável e olha quem apareceu novamente! Sim, a #PraCegoVer!

Ou seja, o LinkedIn também permite inovações, tal como o apoio a projetos, uso de hashtags, vídeos e assim por diante.

Bastante didático, não?

Não é à toa que a empresa conta com mais de 200.000 seguidores no LinkedIn!

Além disso, é válido investir em postagens de anúncios sobre vagas, mudanças na empresa que possam interessar ao público, novidades na administração e informações que demonstrem vantagens sobre a concorrência.

Lembre-se: Não é necessário usar o ultra formalismo. Sua empresa pode ser leve, engraçada e tudo o que ela deseja sem perder o “feeling” do LinkedIn.

Formas interessantes de trabalhar o Marketing de Conteúdo nessa rede social também podem ser feitas através de:

  • Espaços disponibilizados para discussões;
  • Realizar posts com integração do SlideShare;
  • Guest posting como a chave do sucesso.

Instagram

O Instagram tem 800 milhões de usuários ativos por mês e 500 milhões por dia.

Com essa rede social as empresas têm um canal para transmitir o espírito do negócio de uma maneira mais humanizada e próxima ao público.

Além disso, por ser constituída de fotos e vídeos, a rede social é perfeita para exibir os seus produtos, ser criativo e entreter a sua audiência.

Uma empresa que vem sendo ótima referência em Marketing de Conteúdo para Redes Sociais é a Marisa. Dê uma olhada na postagem:

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Além de uma imagem de incrível qualidade, a empresa falou do produto de maneira simples, porém atrativa.

Imagine se a empresa fosse fria, desinteressante e se expressasse com uma linguagem completamente rebuscada. Nada bacana, não é? Ainda mais para o caso de falar sobre preços. Por isso existe toda a estratégia planejada por trás de cada postagem.

O Instagram está em aprimoramento constante. Essa é uma das Redes Sociais que mais passou por atualizações, uma delas é a adição dos “stories”, por exemplo, no qual as imagens e vídeos ficam expostas por 24h, oferecendo uma ação mais dinâmica e uma nova forma de produção de conteúdo para redes sociais.

Uma boa estratégia de divulgação no Instagram conta com:

  • O uso de #hashtags;
  • A produção de stories;
  • As reportagens de conteúdos divulgados;
  • Integração com outras mídias sociais.

O Instagram, assim como o Facebook, comporta conteúdos bastante diversificados, tornando-se uma rede social bastante dinâmica e interativa. Sendo assim, saber usar essa rede social a favor de um bom plano de Marketing de Conteúdo é assertivo e gera grandes resultados para o negócio, desde visibilidade até o aumento de vendas.

YouTube

O YouTube é uma das Redes Sociais mais usadas no mundo, inclusive, é a segunda delas.

Ele conta com cerca de 82 milhões de usuários ativos no Brasil, tornando-o a segunda rede social mais usada no país também.

A cada minuto a plataforma de vídeos ganha 100 horas de novos vídeos e 6 bilhões de horas de vídeo são vistas todo mês no Youtube.

A rede passa por constantes atualizações, principalmente a respeito de suas políticas internas, por isso é importante estar atento a qualquer mudança na hora de assegurar a permanência de seus vídeos em sua plataforma.

Para trabalhar o Marketing de Conteúdo para Redes Sociais como o YouTube é necessário seguir algumas dicas:

  • Descubra o formato ideal de vídeos (Tutoriais, bastidores, música, palestras, jogos ou vlogs) a partir do estudo do seu público-alvo;
  • Conte histórias, não se prenda apenas a conteúdos institucionais, torne-os mais dinâmicos e interessantes;
  • Utilize com qualidade e criatividade as anotações e legendas do vídeo.

O YouTube oferece um mundo de opções para produção de conteúdo, mas o primeiro passo é saber o que realmente agrada seu público. Depois é começar a investir em material de qualidade.

Exemplo:

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O Nubank tem investido muito em produção de vídeos como estratégia de marketing digital para redes sociais, nos quais eles explicam sobre o produto, como ele funciona, oferece passo a passo das ações, como lidar com o aplicativo deles e assim por diante.

Essa prática traz o usuário mais para perto da Instituição, afinal eles usam exatamente a linguagem do público-alvo da empresa dentro e fora das Redes Sociais. Com isso eles estão ganhando cada vez mais força e solidificando a marca no mercado.

Google Plus

Embora não pareça, essa é uma das mídias sociais mais usadas pelos brasileiros, fazendo o maior sucesso entre pessoas de 45 a 60 anos.

A maior vantagem do Google+ é a sua capacidade de integração com os outros produtos Google (buscas, Youtube, Hangout, e-mail etc.).

Para ter um conteúdo para redes sociais de destaque no G+:

  • Crie círculos de interesse;
  • Nutra comunidades;
  • Faça contatos através do Hangouts.

Sabe quem é muito famoso por lá?

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Ele mesmo! Snoop Dogg.

O cara tem mais de 9 milhões de seguidores!

E não é apenas ele que vemos por lá. Britney Spears também faz sucesso, Marck Zuckerberg e até mesmo o Terra, site de notícias.

A rede social permite sincronizar os serviços do Youtube ao Vivo, chamando os usuários a participar de suas transmissões e acompanhar em tempo real tudo o que é exibido em seus vídeos.

Para isso, planeje conteúdos dinâmicos, como palestras, eventos de demonstração e até mesmo um perguntas e respostas ao vivo com o seu público, sempre focando no tipo de atração que faz mais sucesso no seu mercado de atuação.

Outra forma de investir em marketing nas redes sociais é o Twitter.

Twitter

O Twitter tem mais de 1 bilhão de usuários e 46% deles tuitam pelo menos 1 vez por dia. Com isso, todos os dias são postados cerca de 500 milhões tuítes.

Dentre as Redes Sociais de sucesso, essa tem uma particularidade muito importante: o limite de caracteres, 140 especificamente. Embora atualmente ela tenha expandido esse limite quando o conteúdo é postado junto à links, imagens, gifs e vídeos. Isso faz com ela se torne mais despojada e muito mais voltada para cotidianos, por exemplo.

Para a produção de um bom conteúdo e uma prática assertiva de Marketing nas redes sociais:

  • Esteja atento aos Trending Topics (assuntos mais comentados do momento);
  • Não se preocupe apenas com os 140 caracteres, afinal o Twitter já permite o uso de uma quantidade maior de caracteres, desde que junto ao texto seja trabalho um vídeo, imagem, gif ou afim;
  • Compartilhe e divulgue vídeos, gifs e tudo mais que você quiser.

Lembre-se sempre de variar nas suas postagens, mas mantendo sempre a linguagem e a identidade visual definidas para sua empresa.

Dica: Bom humor é sempre um ponto positivo! Principalmente na criação de conteúdo para mídias sociais tão dinâmicas como o Twitter.

Confira exemplos de marcas que souberam encarar a situação e as interações com bom humor, por mais atípicas que elas fossem:

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Com certeza, essas marcas dominaram a situação, fizeram a alegria de seus usuários nas Redes Sociais e geraram uma imagem positiva neles.

Como, então, melhorar o SEO com tudo isso?

É um processo lógico e bastante simples:

Se você está nas redes sociais, está onde seus consumidores está.

Estando diante deles, cabe agora atingi-los da melhor maneira possível com algo que seja, ao mesmo tempo, interessante e relevante.

Posicionamento de marca:

Se o usuário sempre te vê por ali, relacionado a um produto ou serviço, ele passa a entender que você é referência no assunto.

Então, busque formas de se relacionar com seus seguidores com conteúdo de qualidade, interações e o que for preciso para manter esse importante canal de comunicação sempre ativo.

Aproveite a visibilidade:

As redes sociais podem te levar a um patamar que você nunca antes imaginou. Faça um bom trabalho, aposte em estratégias criativas e veja como você ganhará visibilidade rapidamente.

Como os botões de compartilhamento e comentários são muito fáceis de serem usados, os usuários não pensam duas vezes em clicar se gostarem do que estão vendo;

Integre site com redes sociais:

Lembre-se!!!

Você precisa fazer com que suas redes sociais sejam uma extensão de seu site e vice versa. Isso faz com que todos fiquem conectados em ambos os locais e com isso, gere tráfego qualificado.

Essa dica é muito importante, principalmente, se você trabalha com vendas e precisa levar o usuário da rede social para uma página de compra.

4 tendências que estão dominando o marketing de conteúdo

Independentemente de estarmos ou não na era de ouro do marketing de conteúdo, uma coisa é certa: a batalha para que os profissionais de marketing adquirissem conteúdo para a estratégia de conteúdo, criação e implantação se estabilizou.

As pessoas não querem apenas conteúdo, elas sabem que querem e estão dispostas a recompensar as marcas que dão a elas um conteúdo ultra perfeito. Essa percepção está chegando em um momento empolgante, já que as plataformas, tecnologias e oportunidades para consumir conteúdo estão mais robustas do que nunca.

Então, quais são as grandes tendências que direcionam o marketing de conteúdo hoje? Vou explorar como as marcas podem reduzir o ruído e fornecer aos seus públicos-alvo conteúdo orientado a valor com o qual eles se envolverão e compartilharão.

1. Conteúdo construído para pesquisa por voz

De acordo com o TechCrunch, os alto-falantes inteligentes habilitados por voz ficarão em 55% das residências até 2022. Claramente, estamos no meio de uma revolução na busca por voz.

Por causa dessa penetração iminente, os criadores estão se esforçando para descobrir como fornecer valor real com essa interface crescente. Empresas de genômica pessoal, como a Veritas, exibiram demonstrações impressionantes mostrando a possível integração entre a área de atendimento de última geração e a área de saúde.

Para o Alexa, é o uso da funcionalidade de habilidades permitirá que empresas de terceiros desvendem o verdadeiro poder da interface. Com esse tipo de acesso, é apenas uma questão de tempo até que alguém libere um aplicativo realmente matador que passe pela mera funcionalidade de voz e realmente entre no marketing de conteúdo.

2. Entrega Automatizada de Conteúdo

A ideia de um megafone dourado ou mono-mensagem para uma marca está se tornando cada vez mais antiquada. Esse novo mundo de vários públicos e casos de uso, recursos de segmentação e redirecionamento e serviços de automação de empresas como a HubSpot e a Sharpspring oferecem aos profissionais de marketing a oportunidade de criar programas de conteúdo individuais para segmentos de público muito menores.

Ele também permite que os profissionais de marketing forneçam peças importantes de conteúdo em partes críticas da jornada do usuário. Conheça o consumidor onde ele está, em vez de abrir um monte de conteúdo generalizado em uma única lista de boletins informativos.

3. Live-Streaming

Embora a transmissão ao vivo tenha sido bastante nova desde quando o Facebook Live foi aberto ao público em 2016, você precisa fazer mais do que simplesmente apontar e transmitir para se destacar nos dias de hoje.

Os últimos pedaços de monocultura que nos restam – esportes, premiações e eventos televisivos como Game of Thrones e The Walking Dead – criaram indústrias caseiras de recontagens instantâneas, blogs e, sim, imagens instantâneas transmitidas ao vivo do episódio anterior ou jogo. Não há mais a espera até segunda-feira de manhã para descobrir o que seus críticos favoritos pensaram do final da temporada passada.

Então, como as marcas estão capitalizando essas tendências de audiência? Como as contrapartes da cultura pop, as marcas que estão aproveitando com sucesso o streaming ao vivo e estão aproveitando os sentimentos de exclusividade e acesso.

4. Realidade Aumentada

Se você já esteve na Internet, ouviu falar sobre realidade aumentada ou AR. Talvez o maior sucesso de AR alcançado até o momento tenha sido quando a Nintendo e a Niantic obtiveram grande sucesso com o Pokémon Go em 2016. Mas não aceitemos nossa palavra; basta olhar para esse cara:

O Universal Studios e o Ludia de Montreal fizeram outro grande sucesso recentemente com o aplicativo Jurassic Park Alive. Sempre quis ter seu próprio dinossauro, mas não conseguiu passar da cláusula de “sem animais de estimação” no contrato de locação? AR está batendo em sua porta agora com um bebê einiosaurus em uma cesta. Melhorando a Efetividade da Campanha de Marketing Paga B2B Através da Medição de Pipeline no aplicativo Jurassic Park Alive, os jogadores podem capturar, coletar e combater dinossauros.

Parece pouca coisa, mas não é, se bem feitos, farão a sua marca explodir com sucesso, mas se for apenas introduzida e sem continuação, fará com que sua marca seja alvo de perda de força perante o seu público.

A importância do conteúdo educacional em estratégias de Marketing de Conteúdo

A filosofia de Inbound Marketing já não é novidade para muita gente. Criada em 2005, surge como uma alternativa às chamadas estratégias Outbound – os comerciais, malas diretas e outras formas consideradas marketing de interrupção, ou intrusivas. A ideia de um marketing menos intrusivo também apareceu em 1999, com Seth Godin e o termo “Marketing de Permissão”, que presume que empresas devam buscar criar relacionamentos com seus clientes através de opt-in. Conceitos não exatamente novos, mas que ganharam força com as mudanças de comportamento do próprio consumidor – que tem acesso a cada vez mais informações e quer ter mais controle sobre seu processo de compra.

Já pensou em investir em Inbound Marketing para a sua empresa?

Para começar, é importante entender que essa é uma metodologia e, portanto, não é possível aplicar nem observar resultados imediatamente.

Muitas pessoas acabam desistindo do Inbound justamente pela falta de paciência e comprometimento para investir na metodologia os 110% necessários. Além de conhecer os passos necessários para aplicar Inbound, é importante entender como uma das principais forças dessa metodologia pode te ajudar: o conteúdo. Sem dúvidas, um dos pilares do Inbound Marketing é a produção de conteúdo: através dela é possível atrair potenciais clientes, nutrí-los, convertê-los e torná-los advogados de marca. O marketing de conteúdo – content marketing – tornou-se, junto com o Inbound, uma das técnicas com mais aposta e mais potencial para empresas. De acordo com a pesquisa 2017 B2B Content Marketing Trends, 70% dos profissionais pretendem produzir mais conteúdo este ano, e 39% responderam que o orçamento para conteúdo deve aumentar. É um grande potencial para muitas empresas, mas por onde começar? Pelo funil!

Usando Marketing de Conteúdo nas etapas do Funil

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Se você já fez o Setup de Inbound Marketing para a sua empresa, já definiu as personas ideais para o seu negócio e mapeou a jornada de compra delas, descrevendo cada etapa do funil. Você poderá aproveitar um dos principais benefícios de Inbound e Content Marketing, que é a possibilidade de associar a produção de conteúdos aos estágios do funil de vendas.

No topo do funil, quando você busca atrair visitantes, vale fazer uso de posts em blog e redes sociais, adwords e Facebook Ads – nessa etapa vale você falar sobre o problema que esse seu potencial cliente pode estar enfrentando, mais do que a solução em si, pois muitas vezes as pessoas não têm ainda certeza sobre aquilo que estão buscando. A pessoa pode estar buscando por “Como conseguir mais clientes” e cair em um post sobre sua agência falando sobre como um site com boa UX pode ajudar uma empresa a conseguir mais clientes.

Já no meio do funil, quando as pessoas já têm consciência sobre o problema que enfrentam e estão interessadas no que a sua empresa pode oferecer, o ideal é reforçar o valor que a sua empresa poderá gerar para essa pessoa. Nessa etapa, vale fazer uso de cursos por e-mail, templates, ferramentas, whitepapers, checklists e estudos de caso que mostram como outras empresas solucionaram seus problemas com a ajuda da sua empresa.

Já no fundo do funil, quando os leads já estão preparados para fazer a compra, a ideia é ajudá-los a tomar a decisão a favor do seu produto. Para isso, vale usar recursos como demos, testes gratuitos e comparativos com outras soluções.

E não para por aí: mesmo depois de ter conquistado os clientes, o conteúdo pode ajudá-lo a ter mais sucesso com o seu produto ou serviço: podem ser vídeos, dicas de como aproveitar recursos, hacks. Nessa etapa pós funil, assim em como em todas as outras, aproveite ferramentas como e-mail e automação de marketing para manter o contato e a nutrição com seus clientes.

Em comum entre todas as situações, o conteúdo utilizado em estratégias de Inbound tem um caráter educacional, que foge da ideia de falar sobre o produto/serviço e que ensina, de fato, as pessoas a fazerem algo, conquistarem algo, melhorarem um processo, entre outras coisas. Além de ser uma estratégia importante dentro da metodologia de Inbound Marketing, produzir conteúdo educacional também pode se tornar uma vantagem competitiva.

Como produzir conteúdo que se diferencia

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Com a popularização tanto do Inbound marketing como dos benefícios do marketing de conteúdo, é comum vermos muitas ofertas de soluções para conteúdo que prometem resultados infalíveis, aquela boa e velha solução maravilhosa e incrível. É inegável também que a produção de conteúdo está aumentando muito, mas, em diversos casos sem o aprofundamento ou mesmo a preocupação em ensinar que era pretendida. O blog da Contently apresenta essa questão como um dos principais desafios para 2017, chamando de conteúdo “zumbi” essa massa de novos posts, e-books, vídeos e materiais que são lançados mas que não agregam valor de fato. Para a Contently, são duas principais fontes dessa crise: a saturação da indústria de marketing de conteúdo e as ofertas de conteúdo que não levam em consideração as particularidades dessa técnica e seu propósito final.

Mark Schaefer, autor do Livro The Content Code, fala sobre o conceito de Content Shock: choque de conteúdo. Mostrando dados da produção e consumo de conteúdo, Mark prova que estamos caminhando em direção a um choque: produzimos muito mais conteúdo do que somos capazes de consumir. De acordo com Schaefer, a produção de conteúdo deve crescer 500% até 2020, porém, em 2015, 70% dos conteúdos já não eram vistos.

Os dados e afirmações acima podem parecer pessimistas, mas, na verdade, mostram como existe espaço para diferenciação. Entender as oportunidades de produzir conteúdo relevante, que resolva dúvidas e questões do público e que ofereça vantagens reais para quem os leia é o grande desafio.
Para ilustrar o tamanho dessa responsabilidade, de acordo com Mark Masters – autor do livro Content Shock as pessoas tendem a confiar mais nas empresas do que na própria mídia ou no governo.

Investir em conteúdo educacional pode ser um dos fatores de diferenciação. De acordo com pesquisa da VCU Marketing Research, uma marca que tenha foco em ensinar pode se diferenciar muito de outras na visão do consumidor. E os efeitos podem ser duradouros, impactando por muitos e muitos anos.

Criando um Hub de Conteúdos Educacionais

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Dentro dessa ideia de fortalecer o valor educacional, uma estratégia que tem se destacado é a criação de repositórios ou hub, que algumas marcas têm criado para agregar diversos formatos de conteúdos educacionais. Esses centros de conteúdo reúnem formatos como vídeo, áudio, E-books e Whitepapers em um lugar, permitindo que os usuários possam acessar as informações no formato que mais lhes interessa, com contexto da marca, evitando que ofertas importantes de e-books e pesquisas fiquem “perdidas” após o esforço inicial de promoção. Alguns exemplos de repositórios de conteúdo:

The Design School, Canva
Para a empresa de design Canva, obviamente o design não poderia deixar de ser foco. O legal desse repositório de conteúdo é que ele conta com desde anúncios sobre o próprio produto, a estudos de caso e tutoriais interativos sobre como aproveitar os recursos do Canva ao máximo.

Uberflip Hub, Uberflip
A Uberflip é uma plataforma para criação de Hubs de conteúdo, então…nada mais justo do que destacar a sua própria coleção de materiais. Apresentações, vídeos e artigos estão presentes nesse repositório.

Universidade Conta Azul, Conta Azul
Conta Azul, startup de gestão financeira, além de ter muitos materiais educativos disponíveis, faz uma segmentação por persona: Empreendedor ou Contador.

Umbler Academy
Aqui na Umbler lançamos recentemente o Academy, com conteúdos voltados para desenvolvedores e agências digitais que vão desde a gestão de tempo até podcasts sobre Marketing e tecnologia.

A criação deste tipo de repositório serve também como uma forma oferecer experiências segmentadas para as verticais/personas mais interessantes para as marcas. Para Mark Schaefer, uma das formas de se vencer o Content Shock é através do incentivo ao compartilhamento de informações e, como o próprio afirma, é possível fazer com que as pessoas cliquem no seu post usando técnicas como clickbait, mas elas não compartilharão isso.

Talvez, como em outras áreas, seja o momento de o marketing de conteúdo se voltar mais para a qualidade do que a quantidade de publicações. Como disse Ann Hadley, uma das maiores referências em marketing de conteúdo: está na hora de desafiarmos nossas certezas. Como vocês encaram a produção de conteúdo educativo? Contem nos comentários!

Como desenvolver o planejamento estratégico digital na sua empresa

No mundo atual, com mais de 3,7 bilhões de pessoas com acesso à internet, não nos resta dúvidas de que as estratégias digitais são imprescindíveis para as empresas conectarem-se com o seu público. No Brasil, mais de 60% da população utiliza ativamente a rede e, cada vez mais informada, quer soluções customizadas, e espera que as organizações apresentem ofertas que atendam às suas demandas específicas.

Para prosperar neste ambiente cada vez mais digital, as empresas precisam desenvolver um bom planejamento estratégico. Confira 5 passos para quem deseja planejar e atingir melhores resultados:

 1) Faça um diagnóstico estratégico

Um bom diagnóstico estratégico é peça fundamental da sua estratégia. Através da análise, é possível entender o mercado, a movimentação de concorrentes atuais e potenciais, o comportamento do público, entre ameaças e oportunidades verificadas. Aqui, o “achismo” perde a vez para fatos e dados.

 A coleta de dados deve ser iniciada com a análise do mercado e da concorrência.

É importante pesquisar seus concorrentes diretos e indiretos, e quais os resultados orgânicos e pagos nas pesquisas de suas palavras-chave.

Durante a fase da análise da concorrência e do comportamento do público, o benchmarking é bem-vindo para definir se as movimentações de mercado, praticadas pela concorrência são interessantes ou não para a sua marca, além de identificar com o quê o público está interagindo e as similaridades com à sua oferta. Esta etapa é fundamental para avaliar vantagens competitivas do seu negócio.

Também é importante observar quem são os influenciadores na sua área, e se é interessante trabalhar com eles.

E, é claro, com todas essas informações, chega-se à análise de ameaças e oportunidades que, alinhadas à análise das suas forças e fraquezas, compõem a matriz SWOT.

Para esta etapa, minha ferramenta favorita é a SEMrush. Como exemplo, pesquisei a palavra-chave “roupa infantil” utilizando a SEMrush, e tive acesso aos seguintes dados:

  • Comportamento do consumidor online: agora sei que a palavra-chave “guarda roupa infantil” tem quase o dobro de pesquisas em relação ao termo “roupa infantil”. Interessante!

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  • Resultados da pesquisa orgânica: aqui posso avaliar quais são meus concorrentes diretos no termo pesquisado, de acordo com os resultados orgânicos de motores de busca. A partir dessas informações, posso avaliar cada um dos meus concorrentes, para saber o tráfego de seus sites; se investem em links patrocinados, quais são as palavras-chave de maior relevância em suas páginas, entre outras avaliações.

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  • Com os textos de anúncios posso avaliar como minha concorrência se comporta na criação de links patrocinados.

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Esta etapa é longa e envolve muita observação e avaliação de informações. Mas, com a ferramenta certa e muita atenção, você pode chegar a conclusões valiosas, e até modificar suas propostas iniciais.

2) Defina suas personas

A partir das suas ofertas, sua proposta de valor e do diagnóstico realizado na etapa anterior, você está pronto para desenvolver suas personas. Personas são personagens ou avatares criados para ajudar sua empresa a compreender melhor o cliente. Elas detalham o seu comprador ideal, aquela pessoa perfeita para comprar seu produto ou serviço.

Crie um nome, idade, profissão e descreva o dia a dia da persona. Crie uma história, se necessário, com hábitos diários, profissionais e pessoais. Pesquise sobre seus comportamentos e tendências, e descubra suas dores e soluções para seus problemas. Ao entender suas necessidades, você entende o que pode oferecer de valor.

Segue um checklist para o que definir sobre suas personas:

  • Nome
  • Idade
  • Profissão
  • Área de atuação
  • Informações pessoais
  • Hábitos diários e de compra
  • Comportamento online
  • Comportamento offline
  • Objetivos
  • Desafios
  • Problemas
  • Necessidades

Existem diversos criadores de personas no mercado, e vários gratuitos. Mas, antes de criar seu avatar, o estudo do comportamento do seu público é imprescindível, em todos os pontos de contato entre ele e a sua empresa.

Neste momento, não há número mínimo ou máximo de personas. O que deve ser considerado é:

Minhas personas abrangem todo o meu público? Tenho condição de administrar o número de personas criadas?

Um gerador de personas bem legal é o Fantástico Gerador de Personas, criado pela Resultados Digitais com a Rock Content. Utilizando esse ou outro gerador, lembre-se: as personas devem conter informações relevantes para a sua empresa. Os geradores não devem ser seu “guia” de quais informações devem ser incluídas. Muitas vezes, os geradores não fornecerem todos os campos necessários para descrever as personas do seu negócio.

3) Defina objetivos

Agora você sabe aonde está pisando. Conhece o seu público, está atento ao mercado, e acompanhando as tendências. Chegou o momento de definir os objetivos que as suas iniciativas digitais deverão atingir.

Gosto muito da metodologia de objetivos S.M.A.R.T., que pode funcionar como um checklist para os objetivos definidos:

Você pode criar objetivos diferentes para cada plataforma, mas é importante definir o principal objetivo da campanha. O mesmo, na maioria das vezes, ajudará a empresa a atingir suas metas.

Existem objetivos quantitativos e qualitativos. Os quantitativos focam em números, e são mais fáceis de serem mensurados. Por exemplo, aumento de vendas ou de lucratividade. Os objetivos qualitativos não são menos importantes, mas é mais difíceis monitorá-los, e acompanhar o ROI. Neste caso, objetivos envolvendo fortalecimento da marca, ou criação de autoridade. Este segundo tipo de objetivo também traz excelentes e importantes resultados para empresa. Entretanto, devemos criar formas de mensurá-los, e saber que muitas vezes o resultando é intangível, trazendo retornos somente a médio e longo prazos.

#FicaADica: você pode – e deve – criar objetivos para desenvolver relacionamentos, trabalhar a visibilidade e fortalecimento da sua marca e oferta, divulgar produtos e promoções, sempre com foco na conversão.

4) Defina estratégias e planos de ação

Definidos os objetivos, chega o momento de montarmos os planos para atingí-los. Para cada objetivo, crie uma ou mais estratégias; também é comum a definição de um grupo de estratégias para mais de um objetivo. Por exemplo, sua estratégia de SEO pode atender tanto aos objetivos de aumento de vendas como os de expansão da marca, ou reposicionamento.

Segue um checklist de iniciativas digitais a serem consideradas nas estratégias:

  1. Revisão do site ou loja virtual: responsividade, versão mobile, experiência do usuário
  2. SEO
  3. Links patrocinados e demais anúncios
  4. Marketing de conteúdo
  5. Automação de marketing
  6. Mídias sociais e influenciadores

Na maioria das vezes, são desenvolvidas estratégias específicas para atração, conversão, fidelização, evangelização, relacionamento.

Para cada estratégia, desenvolva um plano de ação geral e detalhado, contendo todas as iniciativas, prazos e responsáveis.

5) Defina o monitoramento

Você chegou até aqui. Está satisfeito? Saiba que avançamos cerca de 30% do trabalho a ser realizado. Ainda há muito a fazer! Antes da execução, é importante definir como o monitoramento do seu planejamento será realizado, para que você possa acompanhar os resultados de cada uma de suas iniciativas. Para o plano de monitoramento, é importante definir:

  • Métricas
  • Metas de sucesso para as métricas
  • Ferramentas, prazos, formas, responsáveis

Existem diversas ferramentas disponíveis para o monitoramento no mercado. Mais uma vez, volto para a SEMrush. Ela oferece opções de monitoramento da marca, redes sociais, seu domínio, e é claro, da concorrência. É possível criar projetos, dos quais recebemos relatórios diários. Gosto particularmente de análise position tracking, pois é bem completa.

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E vamos combinar: não vale planejar o monitoramento e deixar as informações naquela pasta que você promete revisar, um dia, quando tiver tempo. O monitoramento traz informações valiosíssimas, que devem ser verificadas diariamente, para que o seu planejamento seja revisado.

Infelizmente para os negócios, e talvez felizmente para os bons profissionais de marketing e vendas, muitas empresas falham no monitoramento. Com o marketing digital, temos nas mãos as melhores ferramentas, e a possibilidade de testar rapidamente a eficácia das nossas ações, para providenciar ajustes sempre que necessário em tempo real.

Conclusão

A jornada de compra do brasileiro está cada vez mais digital. Segundo a pesquisa Total Retail 2016, da consultoria PwC, a frequência de compra mensal online dos brasileiros subiu de 38% em 2014 para 40% em 2016, além de alta de 4% para 8% na frequência de compra diária; já as pesquisas sobre produtos aumentaram 27% entre os dois anos.

Logo, o planejamento estratégico digital torna-se indispensável para empresas que querem despontar no universo online. Seguindo os passos acima, não há espaço para “achismos”, nem opiniões. E sim trabalho estratégico, assertivo, e o alcance dos objetivos definidos.

Parabéns, você já tem seu planejamento estratégico digital nas mãos. Agora, mão na massa!

Como planejar sua Persona e Jornada de Compra na prática

Nada funciona sem planejamento.

Isso é uma sabedoria básica da humanidade.

Alguns casos isolados de empresas podem até dar a sorte de crescer sem um plano. Isso é, até se estagnarem ou até mesmo decrescerem devido a falta que um planejamento faz.

Para atingir nossos objetivos devemos saber onde queremos chegar, como vamos chegar e quando. Assim é possível estabelecer metas concretas que nos guiarão.

Quando falamos de Inbound Marketing ou funil de vendas, não podemos esquecer das personas. São nelas que o funil se baseia.

Ele basicamente reflete o comportamento da persona.

O objetivo deste artigo é guiar a sua estratégia de Inbound Marketing da forma mais clara possível. Entender a jornada de compra da sua persona evitará futuros problemas em seu funil.

O que é Persona e para que serve?

Você dificilmente convidaria um amigo roqueiro para um evento de música sertaneja. Por mais que ele também goste de música.

Agora, imagine se esse exato evento reunisse diversos músicos de diversos estilos. Já pensou como seria divulgar as atrações se você só tivesse dados de público-alvo? Explico.

Imagina o briefing.

“O público-alvo do evento são jovens de 18 a 25 anos, classe B, da região de São Paulo e que frequentam festivais.”

Com essas informações, como você atingiria o público roqueiro ou sertanejo com uma abordagem específica para cada um? A resposta é: traçando as personas.

A persona é nada menos do que uma representação ideal do seu cliente-chave. E quando digo ideal, é porque é mesmo.

Sua persona deve trazer informações concretas, como:

  • Gostos, interesses e canais que acompanha;
  • Meios de comunicação que utiliza;
  • Principais dificuldades que enfrenta;
  • Objetivos que essa persona possui;
  • Como sua empresa poderia ajuda-la;

Percebe como a persona possui muito mais detalhes do que o típico público-alvo de classe B, de 18 a 25 anos e solteiro? Este é justamente o trunfo de utilizá-las em sua estratégia.

Essas informações ajudam a criar conteúdo e segmentar anúncios de forma muito mais exata e próxima – só cuidado para não perder o foco!

Exemplo de Persona Ideal

Agora mudando de cenário.

Vamos supor que eu tenha uma empresa de softwares e soluções de gestão financeira. O modelo de venda é SaaS, ou seja, para ter mais benefícios o cliente precisa fazer um upgrade de plano.

Meu principal produto é um sistema que centraliza todas as contas vinculadas ao seu CPF, e as paga automaticamente na data certa. Você não tem dor de cabeça, só precisa colocar o saldo indicado no app para que suas finanças fiquem em dia.

O plano inicial é de R$ 29/mês, e te dá a possibilidade de centralizar até R$ 10.000 totais de contas a pagar.

Como você faria para vendê-lo?

Vou te apresentar a persona do meu negócio e você vai perceber como tudo vai ficar mais fácil.

inbound marketing persona

Esse é o Arthur. Ele é um designer home office, que através da sua experiência e formação, está conquistando sua independência financeira.

Percebe como o Arthur tem tudo a ver com o meu sistema de gestão financeira?

Agora só preciso chegar até ele, ou melhor, fazê-lo chegar até mim.

A Jornada de Compra da Persona

Tem uma coisa que todos amam dizer sobre Inbound Marketing: suas táticas se baseiam em ganhar o interesse do consumidor ao invés de comprá-lo.

Daí o apelido de “marketing de atração”.

Mas você já chegou a se perguntar como essa atração de fato é feita? Se não, vou te responder agora: através do funil de vendas e da jornada de compra.

Agora que você aprendeu o que é uma persona, vou explicar sobre os passos que ela percorre até concluir a compra – esse mapa comportamental é chamado de Jornada de Compra, e ele é dividido em 4 macro etapas.

As macro etapas, são:

  • Aprendizado: etapa onde a persona não sabe muito bem que possui um problema ou oportunidade em mãos. (Aqui você deve atrair sua atenção ou mostrar que ela tem um problema ainda maior);
  • Reconhecimento: etapa onde a persona identifica que possui um problema ou oportunidade em mãos. (Aqui você deve ajudá-la mostrando possíveis soluções);
  • Consideração: etapa onde a persona identifica possíveis soluções para o seu problema. (Aqui você deve entrar mais a fundo sobre o produto, mostrando vantagens e criando senso de urgência);
  • Decisão: etapa onde a persona decide que precisa comprar a solução. (Aqui você deve mostrar os diferenciais do seu produto em relação à concorrência);

Com essas macro etapas definidas, fica fácil de planejar o conteúdo que atrairá o Arthur – assim como o conteúdo que o fará reconhecer seu problema, considerar  e comprar a solução.

Agora vamos aplicar a jornada para definir as pautas de conteúdo.

A Jornada De Compra do Arthur, na Prática

O Arthur é um designer home office que precisa otimizar seu tempo gasto com contas a pagar e receber. Assim ele poderá ter mais tempo para pegar mais projetos e alcançar seus objetivos.

Mas como ele vai chegar no blog da minha empresa de softwares de gestão de finanças? E ainda por cima virar meu cliente?

Olha só o planejamento de conteúdo que eu fiz para cada macro etapa da Jornada de Compra do Arthur:

  • Aprendizado: “Dicas de produtividade para Home Office”.

Será um blogpost que contém um call to action para o ebook abaixo.

  • Reconhecimento: “Ebook: Como organizar suas contas a pagar e receber?”

O dito cujo. Este ebook será o gatilho que transformará o Arthur em lead para o meu funil de vendas.

  • Consideração: “5 vantagens de usar um sistema financeiro no seu cotidiano”

É um email marketing ou blogpost remarketing para nutrir o lead em meu funil, avançando-o na jornada.

  • Decisão: “Como nosso software ajudou o fulano a entregar 3x mais projetos em 6 meses”. Este email marketing será enviado para o Arthur quando identificarmos que ele está altamente interessado.

Mapeando os conteúdos para cada etapa da jornada, facilita compreender o comportamento da persona e também a sua intenção.

O fator determinante para que o seu funil de vendas tenha sucesso, é o contexto.

Mas o que isso quer dizer?

Entregar o conteúdo certo na hora errada é o pior erro que você pode cometer em Inbound Marketing.

Use as automações ao seu favor. Foco no contexto!

É importante frisar que na etapa de decisão o seu setor de vendas pode contatar o lead – caso ele ainda não tenha levantado a mão.

Pesquisando keywords que a persona procura

Achou que o post terminaria sem que eu desse algumas dicas para você ranquear seus artigos?

inbound marketing

… não mesmo!

Estamos no blog da SEMrush, sendo assim, não teria como eu NÃO falar sobre SEO! 🙂

Lembra do que eu disse sobre entregar o conteúdo certo na hora certa? Uma dica para conseguir isso na etapa de atração é entender exatamente o que sua persona busca e como ela busca.

Vou pegar de exemplo o artigo “Dicas de produtividade para Home Office”. A keyword deste artigo seria “produtividade para home office”. Mas como saber se as pessoas buscam por “produtividade para home office” ao invés de “desempenho para home office”?

Através de ferramentas como o SEMrush ou Google Keyword Planner, você consegue medir o volume de buscas para cada keyword e sua concorrência.

Isso te auxilia a escolher a melhor palavra: aquela com um bom volume de buscas e baixa disputa(Tcharam!)

Por fim, não se esqueça de acompanhar semanalmente o desempenho de cada um dos seus artigos para as respectivas keywords. Otimize-os o tempo todo para enriquece-los cada vez mais. O Google adora!

O Funil de Vendas deve refletir a Jornada

Você nunca se perguntou porque o funil de vendas possui 4 etapas? Isso não é uma coincidência. A jornada de compras também possui 4 etapas.

Atrair, converter, fechar e fidelizar.

Aprendizado, reconhecimento, consideração e decisão.

Agora esclareci de vez como o conceito do funil de vendas reflete a jornada de compras da persona, né? Espero que sim. 🙂

As passagens de etapas do funil acontecem por gatilhos, que são guiados justamente por essas entregas baseadas na etapa da jornada da sua persona.

O seu conteúdo deve entregar valor antes de vender, é assim que o inbound marketing consegue atrair.

Se você quer planejar e rever seu conteúdo, montei este checklist para facilitar:

✔️ Defina a sua persona.

✔️ Mapeie a jornada de compra da persona.

✔️ Defina as pautas baseadas em cada etapa.

✔️ Crie os artigos com a melhor keyword para aquele assunto.

✔️ Insira o call to action que melhor se encaixa no contexto do lead.

✔️ Acompanhe o desempenho de SEO dos seus artigos.

✔️ Sua automação deve avançar o lead na jornada, até a compra.

As minhas dicas acabam por aqui, agora é hora de você colocar a mão na massa!

Como Aumentar sua Geração de Leads com Ebooks gratuitos

É muito comum ouvirmos falar sobre a importância da geração de leads nos negócios virtuais e em quais são as melhores estratégias para fazê-lo de modo mais proveitoso. Entretanto, percebemos que poucas pessoas realmente entendem do que trata o tema, principalmente quem está começando agora.

Afinal, você, por exemplo, sabe o que é um lead e qual é a sua importância em todo o contexto do marketing digital?

Não se trata só de investir na atração dos leads. É necessário manter o foco direcionado nos que sejam qualificados e que possam ser convertidos em potenciais clientes para o seu negócio.

Se você nunca parou para pensar nesse assunto ou se tudo isso não passa apenas de conceitos e termos novos, confusos e misturados para você e para toda a sua empresa e equipe de trabalho, não se desespere.

Ao longo deste conteúdo, você encontrará todas as informações que precisa para entender – de modo bem mais profundo e amplo – como funciona a geração de leads. Além disso, vamos falar porque é essencial investir nessa estratégia para ter sucesso e bons resultados no mercado digital.

Vamos também passar dicas e passos importantes para quem deseja investir na criação de um e-book, que hoje é uma das iscas digitais que mais tem dado certo, melhorando muito o fluxo de internautas dentro do seu ambiente virtual.

Por que investir em uma boa estratégia de geração de leads?

Antes mesmo de falar sobre geração de leads, é importante entender a que se refere este termo que é comumente visto e falado quando o assunto em questão é marketing digital e a aplicação de suas estratégias.

Por isso, para começar, vamos explicar um pouco mais sobre leads para que você entenda de uma vez por todas quem podem ser considerados como seus clientes em potencial.

O que é lead?

Lead é uma palavra inglesa que tem como tradução “conduzir”. Entretanto, engana-se quem acredita que o significado de lead para por aqui, com uma simples tradução, pois o conceito é muito mais amplo e vai mais longe do que isso.

No contexto virtual, lead é um usuário da internet que está plenamente ao alcance de uma determinada empresa, marca ou produto.

Em outras palavras, ele é um potencial consumidor que está disponível no mercado e que pode vir a estreitar uma relação com seu negócio a partir dos investimentos nos recursos mais certos que o atraiam e o façam se converter em cliente real.

O lead é o internauta que já entrou na sua página – seja esta um blog, um e-commerce ou qualquer outra categoria – deixou de ser um completo estranho e já é mais que um visitante também por ter começado uma espécie de conversa com seu negócio, ou seja, por ter se convertido em lead.

Essa conversão acontece quando uma pessoa assina para receber as newsletters da página ou simplesmente realiza algum tipo de cadastro, podendo ser este motivado pelo oferecimento de materiais gratuitos, por exemplo.

O importante de saber sobre o lead é que ele é um usuário que tem interesse em saber mais sobre o que você tem a dizer. É por isso que ele deixa suas informações de contato para que você possa ajudá-lo a obter mais informações sobre um determinado assunto.

O que é geração de leads?

A geração de leads é importante uma vez que, a cada novo grupo de usuários atraído, determinada porcentagem realiza fechamentos, tornando-se cliente de cartela.

Quanto maior a geração de leads, maior portanto essa conversão que consequentemente melhora os resultados finais de sua empresa.

Acredita-se que negócios virtuais que não possuem bons índices de conversão estejam justamente errando na atração e na geração de leads. Isso pode ser motivado por falta de investimentos ou devido à má aplicação de estratégias que levem a essa finalidade.

Considerar as etapas do funil de vendas torna-se imprescindível para ajustar as estratégias de modo a obter melhores resultados.

funil de vendas é o caminho pelo qual todo lead passa até transformar-se em cliente real. São quatro as etapas do funil:

  1. Atração;
  2. Conversão;
  3. Fechamento;
  4. Encantamento.

As fases iniciais – a atração e a conversão – devem ser tratadas como iscas, pois elas fazem com que o internauta acesse seu ambiente virtual. Elas devem ainda ser capazes de efetivar a conversão angariando potenciais clientes.

Por que criar um ebook para atrair leads?

Agora que você já entendeu o que são leads e porque é importante gerá-los, vamos te mostrar uma estratégia para que você aplicar em seu negócio.

Criar um ebook e distribuí-lo para que deixou seus contatos em seu site ou blog é uma isca perfeita para a geração de leads. Essa estratégia tem se mostrado muito assertiva e proveitosa nos últimos tempos.

Isso porque, com um ebook, é possível ajudar os visitantes de sua página a resolverem problemas reais disponibilizando materiais gratuitos e completos. Com isso, você gera valor para os usuários, que procurarão por suas soluções sempre que precisarem. Afinal, com o ebook você consegue mostrar que tem autoridade sobre o assunto que está falando.

Apesar disso, é importante entender que tipo de material é esse. Você sabe o que é um ebook?

O que é ebook?

Como o próprio nome sugere, o ebook vem de book, que nada mais é do que livro em inglês. Esse é um material atrativo e interessante sendo o seu diferencial o fato de ser completamente digital. Isso significa que ele pode ser baixado e lido em diversos dispositivos móveis, desde que a pessoa tenha acesso à internet.

Além de ser prático por poder ser acessado de qualquer lugar, o que realmente faz do ebook uma belíssima isca é que ele pode ser oferecido sem qualquer custo para os internautas que buscam solucionar desde situações simples até as mais complexas de seu dia a dia na internet.

Um ebook pode abordar diferentes temas e deve ser criado sempre visando ao público, ao seu cliente ideal, a fim de lhe servir como uma perfeita luva.

Para fomentar a geração de leads no seu negócio, você deve ainda responder aos mais recorrentes questionamentos que os seus clientes costumam fazer.

Esse tipo de material não deve abordar diretamente os produtos e serviços com os quais você trabalha. Antes de tudo, o ebook deve servir como conselheiro, ou seja, um manual nos momentos de maior necessidade do outro.

Quando é viável criar um ebook?

Se você precisa investir na geração de leads, deve estar pensando que finalmente encontrou uma boa estratégia para isso, não é mesmo?

Sim! Você realmente está certo.

Entretanto, vale a pena responder a um questionamento antes de começar a investir nisso: quando é viável criar um ebook?

A resposta para essa questão é simples: quando você tiver feito um planejamento completo sobre como esse material será elaborado, editado e, principalmente, enviado para seus leads. Caso contrário, você só estará perdendo tempo e dinheiro.

Muitos empreendedores investem na criação de ebooks, porém acabam se esquecendo ou até mesmo menosprezando esse planejamento inicial. Com isso, não conseguem atingir as metas estabelecidas, nem se quer ter bons resultados.

Para não fazer parte deste grupo, é preciso atenção e, é claros muita dedicação. Por isso, vamos te mostrar a seguir como você pode se preparar para criar seu material e, assim, conseguir gerar mais leads.

Confira 5 dicas para usar o ebook para sua geração de leads.

1. Encontre um tema atrativo

Associar o tema do e-book com o seu segmento de mercado e com as necessidades do seu público-alvo é a primeira e grande tarefa para a criação de um material desse tipo.

Seu ebook precisa ser atrativo e, principalmente, necessário. Por isso, pense naquilo que os seus clientes têm pesquisado atualmente ou até mesmo converse com alguns dos que já estão na sua cartela de fidelizados para ter ideias.

2. Use uma linguagem que o seu público entenda

Não adianta nada falar da forma mais rebuscada possível se o seu público entende apenas o português claro. Também não é viável falar de modo simplista demais com um potencial cliente que tem amplas formações e preza por algo mais culto.

Saber para quem o conteúdo está sendo feito é um passo importante para não errar na escolha da linguagem, por isso, muita atenção!

O que está sendo dito deve ser compreendido para que a transmissão da mensagem tenha sucesso e seja efetiva.

3. Capriche no conteúdo

Para ter mais sucesso ainda e melhorar o número de conversões, é indispensável também que o conteúdo tenha muito capricho. Por isso, cuide de cada detalhe, desde os capítulos, as concordâncias e principalmente a gramática.

Nada pior do que baixar um conteúdo e, no fim de sua leitura, chegar à conclusão de que você “apenas perdeu tempo”. Esse é o tipo de sentimento que o seu lead não pode ter para que o seu negócio obtenha os resultados desejados, certo? Por isso, atenção!

4. Não menospreze a importância da ilustração e formatação

Além de caprichar muito no conteúdo, também é indispensável investir no visual. O layout do ebook torna o material mais fluido e mais fácil de ser lido, melhor absorvido e mais atraente por quem o baixou.

Usar imagens também colabora com a leitura. Entretanto, é preciso saber exatamente quais imagens utilizar, pois elas devem associar-se ao tema e até mesmo complementar a informação que está sendo dada.

A formatação é outro cuidado que não pode passar batido, uma vez que ela destaca o profissionalismo do material que está sendo disponibilizado.

5. Destaque a gratuidade do material

Por fim, mas não menos importante, para a efetiva geração de leads com ebooks, é essencial, além de tudo o que já foi falado, destacar que o material é gratuito. Isso porque a palavra “gratuito e gratuidade” atraem muito em todos os contextos, inclusive no digital.

Faça páginas de atração para o ebook contando um pouco do que o internauta terá acesso ao baixar esse material. Reafirme sua gratuidade para que eles preencham os formulários, o que ajuda na conversão dos leads e aumenta sua lista de e-mails.

Comece a criar um ebook: saiba mais!

Você gostou desse conteúdo e conseguiu entender qual é a importância de oferecer bons materiais gratuitos quando o assunto é atrair e melhorar a geração de leads dentro do seu negócio?

Se você entendeu que essa é uma boa estratégia, mas ainda não sabe como começar, não se desespere. Aproveite para saber mais sobre como criar um ebook e comece hoje mesmo a se dedicar a essa estratégia.

Como Conseguir Backlinks com Marketing de Conteúdo – Estratégias para 2018

SEO é a área de mudanças constantes. Mais tem um fator que permanece sem alteração – os anos passam mas os backlinks ainda são o fator de ranqueamento mais poderoso do Google.

Se você quiser melhorar seu SEO e subir nos resultados de pesquisa das máquinas de busca aposte nos backlinks, garantimos, vai valer a pena!

Até pouco tempo atrás o principal objetivo de linkbuilding foi conseguir o quanto mais possível de links para a sua página. Por isso que as estratégias de conseguir links de sites de baixa qualidade, fóruns de discussão e comentários estavam em alta.

Hoje em dia o jogo mudou e as máquinas exigem links de sites de confiança, o que é bem mais difícil. Marketing de conteúdo é a estratégia que pode ser a chave para linkbuilding de qualidade

LinkBuilding em 2018

Linkbuilding é o processo de obter links de outros sites e o conteúdo pode ser seu forte aliado nessa jornada.

No entanto não são todos os tipos de conteúdo que ajudam a gerar backlinks, especialmente considerando que a Internet está sobrecarregada de conteúdo. Não se pode mais simplesmente publicar conteúdos esperando que as pessoas vão te dar links.

Marketing de Conteúdo da forma como o conhecemos hoje traz mais uma dificuldade – os conteúdos estão sendo compartilhados mas na forma de “menções”, não de backlinks. Autores, empresas e publicações são reconhecidos pelo trabalho deles na forma de citações que podem incluir um link para o perfil nas redes sociais mas receber um link para o seu conteúdo ou site já é mais difícil.

Embora ser mencionado é bom para a sua reputação, uma menção não vai trazer benefícios de SEO ou tráfego.

Outro desafio é publicar seu conteúdo nos sites mais indicados para isso. É melhor publicar menos artigos mas nos sites de qualidade de que fazer mais publicações nos sites aleatórios.

Se você receber um backlink de um site credível, a credibilidade do seu site vai aumentar, já que o Google foca na qualidade e não na quantidade.

Considerando isso, é importante lembrar de duas regras de linkbuilding:

  1. Crie conteúdos de qualidade que geram valor e engajamento do público
  2. Faça a distribuição do conteúdo através de canais corretos para apresentá-lo para pessoas certas que podem te dar o link de qualidade.

Resumindo, a ideia é de convencer os sites confiáveis de alta autoridade a ver seu conteúdo, gostar dele e ainda querer dar um link à ele. E o primeiro passo nessa jornada é de criar conteúdo que merece receber um backlink.

Como criar Conteúdos que Merecem Links

Quais são os conteúdos que merecem backlinks?

O primeiro passo é de entender o que faz as pessoas dar um backlink para seu conteúdo e encontrar jeitos de ganhar o apoio deles.

A principal característica desse tipo de conteúdo – ele gera valor para usuário, traz informação importante ou uma solução de problema.

Esforce-se para criar conteúdos úteis para usuários, mas lembre-se que existem alguns tipos de conteúdos valiosos que são mais propícios para receber backlinks.

1. Pesquisa Original com Insights

Pesquisa original oferece dados estatísticos inéditos, assim que quando alguém quiser mencionar a informação, apresentada nela, ele só poderá fazê-lo colocando um link para a fonte original.

A pesquisa deve gerar valor para o público, respondendo alguma questão atual. Antes de preparar o estudo, esclarece o hipótese da pesquisa e entenda como os dados podem ajudar o seu público-alvo. Esse tipo de conteúdo exige bastante tempo e esforço mas o resultado vale a pena, já que muitos vezes ele permite conseguir backlinks de altíssima qualidade.

2. Conteúdos Visuais

Acrescentando imagens e vídeos à seu conteúdo você aumenta as chances de obter backlinks. Conteúdos visuais atraem a atenção dos leitores, fazem o artigo mais dinâmico e interessante e facilitam o compartilhamento.

Você pode optar por um dos seguintes conteúdos visuais:

  • Infográficos: Muitas empresas apostam nesse tipo de conteúdo, adicionando-lo à posts de blogs que contêm informações úteis, dados estatísticos ou resultados de pesquisa. Adicione o link para o seu site no código de embed do infográfico para garantir que você ganha o link se alguém fizer o repost dele
  • Diagramas: Elas ajudam a entender dados complexos e garantem que o leitor consiga entender plenamente a informação apresentada.
  • Vídeos: A popularidade de conteúdo em forma de vídeo está crescendo diariamente. Vídeos têm uma vantagem enorme – é muito mais difícil plagiar um vídeo que um post de blog (é mais caro e exige mais tempo), por isso se você fizer um bom vídeo as chances do que os influenciadores de opinião vão compartilhá-lo são grandes.

3. Guias Passo-a-Passo e eBooks

Guias passo-a-passo e eBooks na maioria dos casos contêm informações valiosos sobre um tema específico, dando-lhe mais espaço para criar conteúdos mais aprofundados. Um conteúdo bem-planejado e bem-escrito pode virar referência para seu público. Além disso, ele pode tornar-se uma ferramenta poderosa de geração de backlinks.

Depois de criar o seu conteúdo incrível chega a hora de pensar na distribuição para garantir que ele chame a atenção do público.

Distribuição de Conteúdo

O seu plano de distribuição deve focar nos consumidores de conteúdo, mas também no impacto que isso terá sobre o seu SEO.

Infelizmente, mesmo o mais incrível artigo que já foi escrito não consegue agir sozinho e trazer os backlinks. É preciso agir e avisar as pessoas sobre o seu conteúdo usando canais certos.

1. Construindo Laços com Influenciadores

Quando o assunto é linkbuilding o poder dos influenciadores é crítico para o sucesso da jornada. Se um líder de opinião compartilhar seu conteúdo, a exposição do seu artigo será muito maior, aumentando suas chances de obter backlinks de qualidade.

O primeiro passo é encontrar os influenciadores da sua área. Para isso você pode analisar as plataformas de redes sociais ou usar as ferramentas próprias para essa tarefa.

Por exemplo, Social Media Tracker da SEMrush ajudará a identificar os líderes de opinião da sua área no relatório ‘Mentioners’.

1.pngRelatório ‘Mentioners’ do Social Media Tracker da SEMrush

Ao promover seu conteúdo lembre-se de entrar em contato com sites de autoridade alta, mas tenha cuidado de não os spammear. Aposte na criação de um relacionamento duradouro com o influenciador, do qual ambos se beneficiam. Dessa forma eles serão mais receptivos na hora de compartilhar seus conteúdos.

2. Escrevendo Guest Posts

Mais um jeito incrível de distribuir seu conteúdo e conseguir backlinks de qualidade é escrever guest posts para blogs de alta autoridade. Criação de guest posts pode fortalecer a sua relação com esses sites e os influenciadores deles. e te dar uma chance de inserir um backlink para seu artigo, guia ou pesquisa, que ajudam a esclarecer algum ponto mencionado no seu post.

Ao optar por criação de guest posts, escolhe os sites receptores de conteúdo com cuidado. Analise o possível site-candidato e pense se ele tem autoridade alta e providencia conteúdos úteis e compartilhados e comentados pelos usuários..

3. Solicitando Links

Rastrear menções da sua marca online pode trazer ótimas oportunidades para backlinks. Como? Simplesmente entrando em contato com o autor que mencionou a sua marca e pedindo inserir o link no artigo. A maioria dos sites não vai negar esse pedido considerando que a sua empresa já foi mencionada.

Para descobrir as menções da sua marca sem backlink você pode usar a ferramenta Brand Monitoring da SEMrush e o filtro de ‘Backlinks dela.

2.gifFiltro de ‘Backlinks’ da ferramenta Brand Monitoring da SEMrush

Essa ferramenta também permite implementar outras duas técnicas de distribuição de conteúdo: descobrindo os sites que já deram links para seus conteúdos e os sites que deram links para seus concorrentes.

Os sites que já deram links para seus conteúdos ou site provavelmente já são leais à sua marca e acham que seus conteúdos são relevantes.Só te resta construir parcerias com eles, oferecendo mais conteúdos incríveis!

O mesmo método pode funcionar com os sites que deram links para seus concorrentes. Provavelmente eles gostam de conteúdos com temas da sua área – isso é a sua chance de se apresentar  e oferecer algum conteúdo interessante.

4. Publicidade Paga nas Redes Sociais

Publicidade paga nas redes sociais é um ótimo jeito de apresentar seu conteúdo para muita gente em pouco tempo. Facebook Ads, Instagram Ads, YouTube Ads e Promoted Pins são jeitos excepcionais de apresentar seu conteúdo para público certo.

Mais uma dica – você pode tentar usar publicidade paga nas redes sociais para fazer seu conteúdo chegar até os influenciadores. Para isso é preciso criar custom audiences (grupos de público-alvo).

Facebook e Instagram são mais eficazes nisso graças à sistemas de targeting incríveis deles..

Conclusão

Criar conteúdo valioso é crucial para conseguir backlinks de qualidade e melhorar seu SEO. Os algoritmos de avaliação de backlinks evoluíram bastante durante os últimos anos, assim que está ficando cada vez mais difícil conseguir backlinks de qualidade.

O caminho mais eficaz para conseguí-los é de criar conteúdos que merecem ser compartilhados e cuidar da distribuição dos mesmos entre os canais optimais.

Esperamos que com as nossas dicas você consiga melhorar seu perfil de backlinks e seus rankeamentos.