Plano de Conteúdo para Blog: como Fazer a Pesquisa de Tópicos

Se o seu blog de negócios não tem visibilidade orgânica e mal registra as pegadas do seu público-alvo, você sem dúvida estará procurando idéias sobre como atrair seus usuários.

Infelizmente, muitos recursos online sugerem encontrar idéias de posts para blogs de maneira aleatória e nem sempre eficaz, por exemplo navegar nas redes sociais e analisar os comentários, enviar pesquisas de opinião à seus leitores e até mesmo usar geradores de idéias para blogs.

A principal desvantagem desses métodos, no entanto, é a falta de dados que comprovem o interesse geral do público.

Como você sabe se os tópicos escolhidos são capazes de atrair e engajar uma parte significativa do seu público-alvo?

Uma coisa é certa: pesquisar tópicos para o seu blog é uma tarefa que precisa de uma estratégia.

Vamos direto ao fluxo de trabalho completo para compilar um plano de conteúdo para o blog de negócios, usando uma abordagem estratégica e orientada por dados.

Como encontrar idéias para postagens no blog:

  • Paso 1. Delinear sua estratégia do Blog
  • Paso 2. Identificar os principais tópicos do Blog
  • Paso 3. Expandir sua lista de tópicos
  • Paso 4. Filtrar e agrupar seus tópicos
  • Paso 5. Identificar títulos potenciais
  • Paso 6. Priorizar tópicos com base em seus objetivos

Passo 1 Delinear sua estratégia de blog

Uma estratégia documentada vem antes de tudo. Aqui estão as etapas que você precisará executar para definir uma para o seu blog.

Se você já possui uma estratégia abrangente para seus propósitos, personas e metas, pule para o Passo 2 para identificar os principais tópicos do seu blog.

Determinando o objetivo do blog de negócios

Isso vai ajudar a definir metas claras para todo o conteúdo do seu blog. Pergunte-se

  • Por que você precisa de um blog?
  • Qual área do seu negócio você está tentando melhorar com o seu blog?
  • O que você espera que seu público faça depois de ler seu conteúdo?

Analise como o conteúdo do seu blog se encaixa na sua estratégia geral de conteúdo e, por sua vez, que tipo de conteúdo as pessoas querem ver, dependendo do estágio da jornada do comprador em que estão no momento da visita.

O objetivo do seu blog pode ser:

  • Atrair tráfego de qualidade;
  • Gerar leads;
  • Atrair conversões; ou
  • Educar seus usuários sobre o seu produto.

Depois de identificar o estágio e o objetivo, você vai entender melhor quais tópicos são mais adequados para o seu blog e quais podem ser melhores para outras páginas.

De acordo com o CMI, 31% dos profissionais de marketing de conteúdo B2B e B2C consideram os posts no blog o tipo de conteúdo com melhor desempenho para gerar reconhecimento da marca. O HubSpot também relata que os profissionais de marketing B2B que têm um blog recebem 67% mais leads do que aqueles que não têm, por isso é importante considerar o potencial que um blog pode ter como parte de seu mix geral de marketing.

Definindo as metas do seu blog

Pense em uma meta como um passo no caminho em direção a ações lucrativas para seus negócios, seja em termos de economia de gastos ou geração de receita. Crie metas específicas e mensuráveis, por exemplo:

  • Atrair X% do mercado total;
  • Aumentar o tráfego orgânico em X%; ou
  • Obter X% mais leads em um ano.

Dica: para acompanhar seu progresso e ver o impacto do seu blog com as métricas corretas, escolha uma estrutura de definição de metas mais adequada para o seu negócio. Por exemplo, SMART, CLEAR, KPIs ou OKRs.

Definindo seu público-alvo

Os leitores do seu blog nem sempre serão compradores dos seus produtos.

Você precisa saber o que seu público quer em um nível individual, para que você possa descobrir como atraí-los com conteúdo direcionado e otimizado.

Crie um retrato de cada persona especificando idade, sexo, interesses, educação e cargo, e explore a teoria de JTBD (Jobs to be Done) conforme recomendado em nosso Guia Completo para a Estratégia de Marketing de Conteúdo para desenvolver uma compreensão ainda mais profunda de necessidades deles.

Escolhendo o conteúdo que você vai publicar

Pense no valor que você vai trazer com seu conteúdo e como você pode se diferenciar dos blogs dos concorrentes.

Em seguida, elabore o texto da missão para o seu blog. Você pode incluir a visão exclusiva da sua empresa para o conteúdo, o valor que o conteúdo fornece, o público-alvo que ele beneficia e os princípios que ele sustenta.

Com isso em mente, escolhe o conteúdo que você vai publicar. Uma das abordagens é escolher entre dois tipos de estratégias de conteúdo, Publicações e Bibliotecas, de acordo com Andy Crestodina:

  • Publicações são as últimas notícias do setor e tópicos populares que podem se tornar irrelevantes no futuro. Esse conteúdo é distribuído principalmente por e-mail e através das mídias sociais para o público inscrito.
  • Bibliotecas concentram-se em conteúdo que está sempre atual, como instruções, práticas recomendadas e guias. Esse conteúdo é distribuído organicamente por meio de mecanismos de pesquisa e aumenta a visibilidade da sua marca.

Entender como você vai alcançar seu público-alvo – por meio de mecanismos de pesquisa, mídia social ou e-mail, por exemplo – pode dar um ponto de partida para fazer a sua escolha.

Dica: você não precisa escolher entre Publicações ou Bibliotecas, apenas decidir qual distribuição percentual se adapte melhor à sua estratégia de blog. Por exemplo, o Flying Hippo sugere a regra dos 80%, que consiste em publicar 80% de conteúdo sempre-atual e 20% de conteúdo oportuno.

Reforce Sua Estratégia Usando Dados

com a Plataforma de Conteúdo da SEMrush

Passo 2 Identificar os principais tópicos do blog

Identificar os principais tópicos do seu blog permite ter uma visão geral do seu futuro plano editorial.

Tome o modelo de cluster de tópicos do HubSpot como um exemplo. A idéia é identificar 5 -10 tópicos principais para o seu blog e expandi-los usando diferentes fontes de dados.

Apresentando Clusters de Tópicos

Clusters de tópicos é uma tática de SEO focada em tópicos (e não em palavras-chave) que:

  • Melhoram a arquitetura do seu site;
  • Ajudam o Google a descobrir conteúdo relacionado; e
  • Aumentam a sua visibilidade para os mecanismos de pesquisa.

Para recriar esse modelo para o seu blog, você precisa publicar:

  • Uma página de “pilar” que fala do tópico no geral e segmenta uma palavra-chave de alto volume (por exemplo, “SEO para copywriting SEO”); e
  • Diversos conteúdos de “cluster” focados em palavras-chave específicas de cauda longa (por exemplo, “Como escrever conteúdo otimizado”, “O que SEO para copywriting?”).

Um cluster de tópicos, de acordo com o HubSpot, tem essa cara:

The Topic Cluster Model according to HubSpot

A principal vantagem desse modelo de agrupamento é que ele fornece um aumento de tráfego orgânico para todo o cluster se apenas uma única página de cluster do grupo tiver um bom desempenho – mas só se o sistema de links internos for otimizada adequadamente.

A página do pilar deve estar vinculada a cada parte do conteúdo do cluster, enquanto as partes do cluster devem estar vinculadas ao pilar.

Determinando os tópicos do seu pilar

Para determinar os tópicos de seu pilar, pense nos assuntos relacionados ao seu produto ou serviço.

Nesta etapa, você precisará revisar a proposta de valor do seu produto e o retrato da sua persona.

Pense nos desafios que o seu público tem e nos desafios que o seu produto resolve para encontrar um tópico comum que você poderia abordar no seu blog.

Para identificar o tópico do primeiro pilar, comece analisando um recurso específico que resolve um problema específico do usuário. Em seguida, formule esse problema como um conceito geral, de acordo com este modelo:

Produto (ou recurso específico)> Tópico específico do problema do usuário> Tópico do pilar

Para dar um exemplo, digamos que eu tenha um blog para copywriters. Eu vendo uma ferramenta de SEO para copywriting (produto) que ajuda meus usuários a escrever textos otimizados (problema), um conceito conhecido como “SEO para copywriting” (tópico do pilar). Outros tópicos de pilar que posso definir são “marketing de conteúdo”, “gestão de conteúdo” ou outros que sejam relevantes para meu público e minha ferramenta.

How to Determine Your Pillar Topics

Prepare 5 – 10 tópicos de pilar para manter o foco do seu blog claro e os guarde em um arquivo que você vai trabalhar mais tarde.

Como esse modelo está vinculado à atividade orgânica, verifique se os tópicos dos seus pilares são pesquisados ​​online. Para fazer isso, analise cada tópico com uma ferramenta de pesquisa de palavras-chave para encontrar sinônimos mais populares desses tópicos.

Liz Moorehead sugere que o tópico do pilar principal deva ter um volume substancial de pesquisas, mas nada exagerado: 500 pesquisas por mês podem não valer o seu tempo; 1.200 a 6.400 estão mais no alvo; e 33.000 são demais para considerar. Lembre-se de que esses são apenas números aproximados e podem variar significativamente de setor para setor e de país para país.

Quando você escolher seu tópico de pilar, sua próxima etapa é encontrar tópicos de cluster que você pode abordar usando diferentes fontes de dados.

Ferramentas recomendadas: 

  • Keyword Magic para verificar o volume das minhas palavras-chave e encontrar alternativas mais populares;
  • Google Sheets para guardar a lista de tópicos.

Passo 3 Expandir sua lista de tópicos

A identificação dos tópicos principais vai levar você na direção certa para encontrar mais ideias para o seu blog.

Agora vamos fazer a pesquisa de tópicos usando várias fontes, como:

  • Brainstorming;
  • Palavras-chave dos concorrentes
  • Tendências de pesquisa e das redes sociais; e
  • Ferramentas de pesquisa de palavras-chave.

Brainstorming

Você provavelmente já tem um vasto conhecimento do seu setor que você pode compartilhar em conteúdos do seu blog. Convide profissionais de marketing, gerentes de produto e executivos de vendas e contas para identificar os tópicos mais relevantes para seus usuários.

Pense em tópicos como conceitos gerais, não como títulos. Estes serão os alicerces da sua futura pesquisa de palavras-chave.

Dica: não gosta de brainstorming ou não tem uma equipe? Crie pelo menos três tópicos que respondam às perguntas de cada grupo abaixo e prossiga para a próxima etapa.

1. Tópicos relacionados à indústria

O conteúdo desses tópicos pode ajudá-lo a atrair pessoas realmente interessadas em seu setor, procurando tendências ou buscando aplicar as melhores práticas.

Pergunte-se

  • Quais tópicos são mais discutidos no seu setor?
  • Quais são os tópicos de tendências mais recentes?
  • O que os especialistas do setor estão discutindo?
  • Quais são os tópicos mais controversos?

No meu caso, começaria com estes tópicos: ‘SEO’, ‘content optimization’, e ‘user intent optimization’.

2. Tópicos relacionados ao problema do usuário

A criação de conteúdo com base nesses conceitos pode ajudar a atrair pessoas que desejam resolver um problema.

Você também pode aproveitar esses tópicos usando termos de “problema ou oportunidade”. Primeiro, foque nos pontos problemáticos do seu público-alvo e, em seguida, nos benefícios que eles poderiam obter usando uma solução para esse problema. Pense em quais perguntas eles tendem a fazer com mais frequência e quais objetivos finais eles querem alcançar.

Pergunte-se

  • Quais são os principais problemas das pessoas no seu setor?
  • Quais medos eles têm?
  • O que eles querem alcançar?

No meu caso, começaria com estes tópicos: ‘SEO-friendly content’, ‘SEO-friendly blog posts’, ‘traffic driving content’.

3. Tópicos relacionados ao produto ou serviços

Criar conteúdo relacionado a esses tópicos pode ajudar a atrair atenção de quem procura pelas soluções que você oferece. E ajudá-los a resolver esses problema.

Pense nas soluções que as pessoas precisam e como elas pesquisam sobre esses temas.

Pergunte para você mesmo:

  • Com quais produtos ou serviços eu estou competindo?
  • Como os usuário pesquisam por produtos como esses?
  • Que produtos ou serviços são populares no meu mercado (mesmo que não sejam seu competidores diretos)?

No meu caso, os tópicos seriam ‘Análise de SEO’, ‘Análise de Conteúdo’, ‘Redação de SEO’, ‘Ferramenta para redação de conteúdos’.

O que fazer depois: Colete todos os tópicos que você identificou em um arquivo com os tópicos do pilar. Verifique se você indicou a fonte de dados ao lado de cada um deles. Esta coluna vai ajudar você a priorizar seus tópicos, entender onde encontrar mais informações e pensar na distribuição de artigos. Voltaremos a este arquivo mais tarde.

How to Brainstorm Blog Topics

Ferramentas recomendadas: 

  • Topic Research para gerar a lista de tópicos populares ou para ampliar uma lista de tópicos. Descubra como gerar idéias de conteúdo usando essa ferramenta em um local específico e com base em um tópico específico que você tem em mente.

Coletando palavras-chave dos concorrentes

O próximo passo é pesquisar os tópicos relevantes que seus concorrentes diretos e indiretos abordam.

Lembre-se de que os blogs do setor também são seus concorrentes, mesmo que eles não vendam um produto como o seu. Você deve ficar de olho neles se quiser atrair tráfego orgânico em tópicos relevantes para o seu público.

Analisando o foco do blog do concorrente

Comece com os blogs de seus concorrentes e verifique as categorias usadas para revelar o foco geral deles. Lembre-se de checar as tags e, se possível, filtrá-las para ver quais categorias são mais prevalentes no blog.

Qualquer uma dessas tags ou categorias pode ser o principal pilar do seu concorrente. Pense se vale a pena adicionar algumas delas ao seu plano de conteúdo se elas correspondem à sua estratégia e tem volume suficiente.

SEMrush Blog Featured Tags

Os blogs dos meus concorrentes têm categorias ‘writing’, ‘content trends’, e ‘content tools’ que também podem fazer parte da minha lista.

Pesquisa de palavras-chave de concorrentes

Em seguida, você precisa fazer a pesquisa competitiva de palavras-chave para encontrar lacunas em sua estratégia.

Esta etapa é impensável sem o uso de ferramentas de análise. Para encontrar palavras-chave para quais seus concorrentes estão ranqueando, faça um teste gratuito de 7 dias da SEMrush e use o relatório de Pesquisa Orgânica. Você vai poder pesquisar mais de 18 bilhões de palavras-chave, e acessar outras ferramentas para criar seu plano de conteúdo com base em dados.

Verifique as palavras-chave para:

  • O site inteiro (domínio do concorrente); ou
  • A seção do blog (subdomínio do concorrente).

Agora, colete as palavras-chave mais relevantes para quais seus concorrentes estão ranqueando organicamente. Para fazer isso, filtre as palavras-chave por uma palavra específica, por exemplo “SEO”. Eu foco primeiro em coletar palavras-chave de alto volume, mas também adiciono aquelas que têm um volume bastante baixo, mas ainda são estrategicamente importantes para nossos negócios.

Conduct Competitor Keyword Research

Algumas palavras-chave encontradas incluem ‘plagiarism checker’, ‘readability’, e ‘copy editing’.

O que fazer depois: exporte suas palavras-chave e copie e cole no arquivo original. Não se esqueça de indicar sua fonte de dados.

How to Collect Competitors' Keywords

Ferramentas recomendadas:

  • Pesquisa orgânica para verificar as palavras-chave dos meus concorrentes. Aprenda a encontrar palavras-chave de baixa concorrência com a SEMrush;
  • Lacunas nas palavras-chave para encontrar palavras-chave para quais meus concorrentes estão ranqueando, mas o meu blog não. Descubra como encontrar as lacunas em suas palavra-chave.

Descobrindo tendências atuais

Agora você precisa pesquisar os tópicos de tendências relevantes para o seu setor. Para esta etapa, você vai precisar de ferramentas confiáveis ​​que possam ajudá-lo a identificar tendências orgânicas que são do interesse do seu público.

Detectando tendências no Google

A fonte de dados mais óbvia é o Google Trends. Um por um, verifique seus tópicos do pilar que você definiu nas etapas anteriores. Em seguida, verifique o status de tendência (você pode comparar até 5 palavras-chave de uma só vez) e encontre consultas relacionadas.

Google Trends Screenshot 1

Google trends screenshot two

Verifique as consultas que apresentam o maior aumento na frequência de pesquisa. Preste atenção especial aos resultados marcados como “Aumento repentino”. O Google descreve essa tendências como consultas que tiveram um grande aumento na frequência de pesquisa, e que são novas e tiveram poucas pesquisas anteriores.

Se você observar um pico em um determinado mês, a palavra-chave poderá ser sazonal. Deixe uma anotação em seu arquivo, para que você possa agendar um artigo sobre este tópico com antecedência.

Algumas palavras-chave achadas foram ‘SEO copywriting course’, ‘SEO copywriting service’, and ‘SEO copywriting agency’.

Analisando tendências de mídia social

Dependendo de onde seu público tende a gastar mais tempo, as etapas exatas para encontrar tendências em cada plataforma social podem variar. No entanto, o fluxo de trabalho geral é o mesmo, pois as tendências sociais são na sua maioria personalizadas e vinculadas aos interesses do seu perfil.

Segue os influenciadores e a mídia do seu setor. Continue monitorando o que está sendo falado e veja as tendências do seu feed.

Avalie posts por engajamento. Compare o número de curtidas (ou outros tipos de reação) com o número de inscritos para ver a escala do interesse geral do público.

Você também pode verificar o Reddit para ver se existe um subreddit dedicado para o seu setor. Se você tiver sorte, poderá classificar os posts por tópicos “Quentes” (tendências) ou “Principais” (mais votados) em um período.

Além das tendências, você também pode usar o Reddit para pesquisa de palavras-chave para encontrar mais ideias de conteúdo para sua estratégia de conteúdo.

Reddit's SEO Subreddit

Outra maneira de aprender sobre as tendências das mídias sociais é procurar relatórios de pesquisa do setor, como as “Principais tendências do Twitter” que fizemos no ano passado.

Alguns tópicos encontrados foram ‘SEO online courses’ e ‘SEO freelance’.

Usando ferramentas de dados

Embora a pesquisa manual no Google Trends possa levar horas, há maneiras muito mais rápidas de encontrar tópicos populares. O uso de ferramentas de dados, como a Topic Research, disponível para testes, ajudam a encontrar tópicos de tendências com base em um local específico em questão de minutos.

Digite um tópico chave e encontre tópicos que estavam em alta online nos últimos 60 dias, usando o filtro de tendências. Os tópicos mais populares são marcados com um ícone de fogo. Além disso, você vai o volume do tópico, permitindo avaliar o interesse orgânico do seu público.

How to Find Trending Topics with SEMrush

Alguns tópicos que encontrei foram ‘ranking factors’, ‘content marketing’, e ‘content relevance’.

Para evitar pesquisas manuais nas mídias sociais, você pode começar a rastrear seus concorrentes ou especialistas do setor usando o Social Media Tracker. Isso permite que você encontre os posts mais interessantes no Facebook, Twitter, Pinterest e Instagram e vídeos no YouTube.

How to Find Competitors' Popular Posts with SEMrush

O que fazer depois: adicione novos tópicos ao seu arquivo original. Não se esqueça de indicar sua fonte de dados.

How to Collect Trending Topics

Ferramentas recomendadas:

  • Topic Research para encontrar novos tópicos de tendências em um clique e identificar lacunas no meu plano de conteúdo;
  • Brand Monitoring para identificar influenciadores do setor e mídias de autoridade para monitorar;
  • Social Media Tracker para detectar os posts mais populares dos meus concorrentes; e
  • Google Trends para pesquisar tendências de consultas de pesquisa.

Pesquisando palavras-chave

Agora, é hora de expandir a lista de todos os tópicos e palavras-chave que você coletou e torná-los mais específicos.

Para esta etapa, você pode usar o preenchimento automático do Google, uma das melhores técnicas de pesquisa de palavras-chave gratuitas, ou aproveitar o seu teste gratuito da SEMrush. Você pode pesquisar palavras-chave usando a Ferramenta Keyword Magic da SEMrush, que apresenta mais de 18 bilhões de palavras-chave com volume, dificuldade de palavras-chave, CPC e outras métricas.Broadening Your Keyword List

Ampliando sua lista de palavras-chave

Esta etapa vai ajudar a encontrar palavras-chave ou sinônimos que você pode ter esquecido para seus tópicos. Comece a ampliar sua lista de palavras-chave pesquisando um único tópico ou palavra-chave da sua lista, um por um.

Pesquise frases-chave expandidas que incluam o termo consultado. Encontre palavras-chave de cauda longa mais específicas, mas menos populares. Verifique se há palavras-chave semanticamente relacionadas com base na sua lista de palavras-chave iniciais. Se você estiver usando a Ferramenta Keyword Magic, clique no filtro “Relacionados” para vê-las.

How to Broaden Your Keyword List with SEMrush

Repita essas etapas para cada palavra-chave para a qual você deseja obter mais idéias.

Dica: Quer obter mais ideias? Confira o nosso “Guia de pesquisa de palavras-chave” e descubra como usar a SEMrush para pesquisar palavras-chave.

O que fazer depois: exporte palavras-chave novas e cole-as no seu arquivo.

Ferramentas recomendadas: 

  • Keyword Magic para expandir minha lista de palavras-chave e encontrar palavras-chave de baixa concorrência.

Encontrando perguntas relacionadas

Procure perguntas que incluam suas palavras-chave, elas permitem que você entenda melhor a intenção de um usuário.

Responder a perguntas específicas em seus posts de blog ajuda você a agregar valor ao seu público e a aumenta suas chances de obter ranqueamentos mais altos ou aparecer nos snippets em destaque e resultados de pesquisa por voz.

Usando ferramentas de palavras-chave de pergunta

Além de verificar os resultados do recurso “As pessoas também perguntam” nas SERPs, você pode encontrar perguntas comuns usando ferramentas que coletam consultas de pesquisa de pessoas, como Topic Research. Basta digitar um tópico e explorar perguntas populares através dos filtros.

How to Find Popular Questions with SEMrush

O que fazer depois: cole suas perguntas no arquivo original. Não se esqueça de indicar sua fonte de dados.

How to Collect a List of Blog Topics

Ferramentas recomendadas: 

  • Topic Research para encontrar perguntas populares sobre tópicos em que meu público está interessado;
  • Keyword Magicpara encontrar palavras-chave de perguntas.

Passo 4 Filtrar e agrupar seus tópicos

Agora que você coletou uma lista de tópicos e palavras-chave, precisa escolher aqueles que possam trazer os melhores resultados para o seu blog.

Em seguida, você vai aprender a filtrar a sua lista de tópicos com base na popularidade e na competitividade das palavras-chave.

Também voltaremos ao modelo de cluster de tópicos para que você possa agrupar suas palavras-chave por clusters.

Filtrar palavras-chave por volume e dificuldade de palavras-chave

É aqui que você precisa de uma ferramenta de pesquisa de palavras-chave que rastreie os volumes de pesquisa, para ter certeza de que seu plano de conteúdo leva em conta o interesse orgânico do seu público.

A tática principal aqui é focar nas palavras-chave com:

  • maior volume – quanto maior o volume, mais popular será a palavra-chave; e
  • menor dificuldade da palavra-chave (KD) / competitividade da palavra-chave – quanto menor a métrica, menos competitiva será a palavra-chave.

Se você estiver usando a SEMrush, a ferramenta certa para esta tarefa é o Keyword Manager. Cole todas as palavras-chave do seu arquivo na ferramenta e atualize as métricas para cada uma delas.

Procure palavras-chave com baixa KD (cerca de 60% ou mais), elas são os pontos de partida mais fáceis.

How to Filter Your Blog Keywords with SEMrush

Recomendamos manter as palavras-chave com baixo volume e baixa KD. Mesmo que elas não trazem o maior tráfego, você pode ter a oportunidade de ocupar a posição mais alta do Google para elas em seu nicho.

Além disso, se alguma de suas perguntas tiver volume baixo ou zero, não tenha pressa em se livrar dela. Elas provavelmente são muito longos, mas ainda contêm uma palavra-chave popular. Guarde todas as perguntas em uma aba separada chamada “Backlog” e retorne a elas quando for a criar um artigo. Essas perguntas vão ajudar você a criar títulos ou subtítulos para seus posts.

Nesse ponto, você deve se livrar de palavras-chave irrelevantes, de baixo volume ou altamente competitivas que não encaixam na sua estratégia.

O que fazer depois: quando terminar, exporte as palavras-chave para um arquivo. Limpe sua planilha – deixe apenas as métricas importantes para você, por exemplo, volume e KD, conforme ilustrado acima.

How to Collect Filtered Blog Ideas

Ferramentas recomendadas: 

  • Keyword Manager para analisar métricas atualizadas da minha lista de palavras-chave e priorizar palavras-chave.

Agrupando palavras-chave por clusters de tópicos

A próxima etapa é agrupar suas palavras-chave em 5 – 10 tópicos principais que você identificou anteriormente.

Para fazer isso, você precisará vincular manualmente cada palavra-chave a um tópico geral do pilar. Durante a filtragem e o agrupamento manual, você pode encontrar um tópico mais geral ou popular que se encaixa na sua lista de tópicos do pilar. Você pode substituir o tópico original ou adicionar um novo.

Ao mapear palavras-chave, tente não pensar nos títulos ainda, lembre-se do objetivo final. O objetivo deste modelo é providenciar conteúdo do cluster relacionado para a sua futura página de pilar.

O HubSpot chama as páginas de pilares ‘Ultimate Guides’ (Guias Completos), que fornecem uma visão geral abrangente de um tópico geral. O conteúdo do cluster inclui vários posts relacionados sobre tópicos e palavras-chave mais específicos, que ainda estão relacionados ao tópico geral do pilar, mas de maneira mais restrita.

Um cluster de tópicos final pode ser mais ou menos assim:

Topic Cluster Example

Trabalhando com sua planilha, acrescente:

  • Uma coluna de tópicos de pilar com seus 5 -10 tópicos;
  • Uma coluna de tópicos do cluster com os demais tópicos distribuídos pelos principais tópicos do pilar; e
  • Uma coluna de produto / recurso para cada tópico. *

* Lembre-se da relação entre o seu produto ou recurso e os tópicos dos seus pilares (identificamos isso na etapa 2). Cada um dos tópicos do cluster pode corresponder ao mesmo produto ou recurso que o tópico do pilar. No entanto, alguns deles também podem ser combinados com um produto diferente se esse produto atender às necessidades dos usuários e a intenção de pesquisa de tópicos com mais precisão.

Você também pode distribuir seus tópicos de tendências por toda a tabela ou mantê-los separados, considerando que a vida útil deles pode ser bastante curta.

How to Organize Your Blog Topics in a Table

Passo 5 Identificar títulos potenciais

Para conquistar e manter posições orgânicas elevadas, os posts do seu blog devem atender às expectativas do público-alvo. Em outras palavras, devem corresponder à intenção de pesquisa.

Entender a intenção permite escolher o formato certo e criar títulos e conteúdos atraentes para o seu público.

Veja como identificar as intenções de pesquisa de suas palavras-chave e escolher os tipos de post e os títulos de acordo.

Consolidando a intenção de pesquisa com a jornada do comprador

As intenções específicas das consultas de pesquisa geralmente se enquadram nessas quatro categorias:

  • Informacional: o usuário está procurando informações específicas sobre um tópico. A consulta pode conter frases como “guia”, “tutorial” ou palavras de pergunta, como quem, como, etc. (por exemplo, “como escrever artigos de SEO”). Palavras-chave informativas podem indicar que o usuário está no estágio de conscientização (ou pré-conscientização, se não estiver ciente de um problema).
  • Navegacional: o usuário está procurando uma página ou site específico. A consulta geralmente inclui o nome de uma marca, produto ou serviço (por exemplo, “Auditoria do Site SEMrush”). Palavras-chave de navegação podem indicar que o usuário está na fase de consideração, e quer aprender mais sobre um produto ou serviço específico.
  • Comercial: o usuário está considerando uma compra e deseja investigar as opções. A consulta pode conter modificadores de produto como “melhor”, “mais barato”, “superior” ou “revisar” (por exemplo, “melhor ferramenta de SEO”). Palavras-chave comerciais podem indicar que o usuário está na fase de consideração, pois está comparando vários produtos com a intenção de comprar um.
  • Transacional: o usuário quer comprar algo. A consulta pode conter palavras como “comprar”, “preço”, “cupom” etc. (por exemplo, “planos de assinatura SEMrush”). As palavras-chave transacionais indicam principalmente que o usuário está na fase de decisão e está pronto para comprar um produto.

How to Match Keywords' Search Intent with the Buyer's Journey

Identificando a intenção de pesquisa de suas palavras-chave

Para identificar o objetivo da pesquisa para sua lista de palavras-chave, verifique se há modificadores de palavras-chave mencionados na seção anterior (por exemplo, ‘como’, ‘revisão’, ‘preço’) e, se for necessário, digite uma palavra-chave na barra de pesquisa do Google para verificar se ela aciona quaisquer recurso de SERP. Por exemplo:

  • Featured snippets podem indicar intenção informacional;
  • As pessoas também perguntam podem indicar intenção informacional;
  • Site links podem indicar intenção navegacional;
  • Google Ads pode indicar intenção comercial ou transacional; e
  • Anúncios do Google Shopping podem indicar intenção comercial ou transacional.

Agora você deve decidir como lidar com palavras-chave da sua lista que não se enquadram no objetivo do seu blog, por exemplo, garantir que as palavras-chave navegacionais apontem para páginas de categoria ou as palavras-chave transacionais apontem para páginas de produtos.

O que fazer depois: consulte o infográfico acima para identificar a intenção de pesquisa para cada palavra-chave da sua lista de palavras-chave e marque-a com o estágio de jornada apropriado.

How to Identify Search Intent for Your Topics

Escolhendo tipos de posts e títulos

Agora que as prioridades foram definidas, você pode começar a pensar nos tipos de posts e títulos potenciais para seus futuros posts.

Lembre-se de sempre levar em conta a intenção do usuário. Não importa quão criativo seja o título do post, ao digitar um termo de pesquisa no Google, o usuário espera encontrar informações específicas em um formato específico. Se você não fornecer isso, corre o risco de perder o seu público e ranqueamentos.

Sua lista de tópicos já deve fornecer uma indicação do que as pessoas esperam encontrar sobre um determinado assunto. Espera-se que os tópicos informacionais começam com “como fazer” e tenham um formato de um guia de instruções. Os tópicos comerciais que contêm “melhores”, “críticas” ou “mais baratos” normalmente são lançados como artigos de revisão ou comparação.

Se você estiver com dificuldades para identificar qual tipo de conteúdo deve produzir, pesquise seu tópico para obter mais informações. Seus concorrentes podem ajudar a tomar a sua decisão.

Você também pode voltar para a aba “Backlog” e procurar perguntas relacionadas que possam servir como título.

Foque em títulos que explicam com clareza o que o leitor vai encontrar se clicar no link, ou seja, o problema que o conteúdo vai resolver ou o benefício que vai oferecer.

Ferramentas recomendadas: 

  • Topic Research para encontrar os títulos mais ressonantes e entender melhor a intenção do usuário;
  • SEO Content Template para analisar os top 10 artigos ranqueados para uma palavra-chave em um local específico, com informações sobre a quantidade média de palavras, palavras-chave adicionais, legibilidade e outras métricas. Todos esses dados ajudam a obter uma imagem completa de qual tipo de conteúdo é mais relevante para uma palavra-chave.

Passo 6 Priorizar tópicos com base em seus objetivos

Listamos algumas idéias sobre como você pode priorizar a publicação de artigo de acordo com seus objetivos de negócios:

De acordo com os tópicos do seu cluster

Escolha um cluster dedicado à um problema específico do usuário e crie posts em torno dele. Você pode escolher um cluster que ofereça mais visibilidade (alto volume); portanto, crie uma página de pilar e comece a escrever artigos de cluster com base em sua pesquisa abrangente de palavras-chave.

Como alternativa, você pode começar com a criação de conteúdo de cluster focado em palavras-chave de baixa concorrência para obter alguma visibilidade sobre um tópico e, em seguida, criar uma página de pilar que proporcionará uma visão mais ampla de um tópico de alto volume. Graças a tópicos de baixa concorrência com boa chance de ranqueamento, sua página de pilar pode ter mais chances de ter posições mais altos e impulsionar todo o cluster.

De acordo com a jornada do comprador

Se o seu blog estiver focado principalmente em um estágio específico da jornada do comprador, você deve começar a desenvolver o conteúdo que atende a esse estágio primeiro. Certifique-se de ajudar o leitor a avançar para a próxima etapa da jornada do comprador, incluindo CTAs e inserindo links relevantes nos artigos.

De acordo com Volume e KD

Se você está focado em obter tráfego orgânico, publique o conteúdo que segmenta palavras-chave com os maiores volumes de pesquisa e a menor dificuldade de palavra-chave para ter a chance de atrair mais pessoas.

De acordo com o gráfico de lançamentos do seu produto ou recurso

Para oferecer suporte ao lançamento de seu produto ou recurso com os posts do blog, você pode começar a produzir conteúdo sobre problemas específicos do usuário que o produto/recurso lançado resolva, que você já deveria ter identificado no estágio de desenvolvimento do produto ou recurso.

A boa prática é atender a todas as etapas da jornada do comprador com conteúdo relevante e otimizado. Comece pelos tópicos do estágio de pré-conscientização e acompanhe o seu leitor até o final, o estágio de decisão, que pode ser concluído através de um outro canal, que não seja um post no blog. Certifique-se de construir o sistema de links internos entre seus posts, para que a jornada do comprador não seja interrompida.

De acordo com as tendências

Se o seu post no blog for um canal orientado a notícias, publique artigos sobre tópicos populares, o mais rápido possível. A cobertura de tendências não permite que você crie um plano de conteúdo para um período específico, mas ainda é possível produzir conteúdo sempre-atual em segundo plano para dar suporte à sua visibilidade on-line.

Você organiza seu blog de maneira diferente? Compartilhe como você geralmente prioriza os tópicos do seu blog e como isso funciona para você nos comentários abaixo.

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Como atrair clientes com materiais gratuitos? Guia para gerar leads em 2020!

Não dá para negar que os gostos dos consumidores mudaram e que, com isso, tem sido cada vez mais difícil saber como atrair clientes. Se pensarmos no mercado digital, isso pode parecer ainda mais desafiador por causa da quantidade de conteúdo disponível para os internautas.

Desde o início da propaganda, as marcas buscaram maneiras de se destacarem de seus concorrentes para conseguirem chamar a atenção das pessoas.

Independentemente do canal de comunicação, ser reconhecido e conseguir gerar fãs incondicionais de um negócio sempre foi o grande desejo e desafio do empreendedor.

No mundo digital, existem formas variadas de conseguir essa atenção dos usuários, e uma que tem gerado muitos resultados é a criação de conteúdos relevantes para as pessoas, principalmente no formato de materiais ricos.

Se você está começando agora ou se já é um expert em seu nicho, saiba que o que vamos mostrar hoje pode ser o diferencial entre você e seus concorrentes.

Neste post, vamos te explicar como atrair clientes com materiais gratuitos, então, não fique de fora e acompanhe com a gente até o final.

O que é lead?

Antes de falarmos sobre como atrair clientes, é importante retomarmos esse termo tão utilizado no mercado digital e que, às vezes, ainda gera um pouco de confusão: os leads.

Lead é aquele cliente em potencial que demonstra interesse em seu negócio e fornece seus dados de contato, seja preenchendo um formulário em seu site, se cadastrando em uma newsletter ou baixando um material, por exemplo.

Ou seja, trata-se de um usuário que, mesmo que ainda não tenha comprado nada que você ofereça, está atento ao que você faz e quer saber mais sobre o assunto que você aborda.

Assim, a partir do momento em que você consegue o e-mail ou o telefone desse lead, você consegue nutrir uma relação com ele, enviando conteúdos coerentes no momento certo e preparando o terreno para uma futura venda!

Qual é a importância de gerar leads?

Quando pensamos em geração de leads, estamos falando diretamente em atrair clientes.

Isso porque, como você viu, os leads são pessoas com potencial de se tornarem clientes. Então, se você consegue fazer com que eles se tornem fãs incondicionais de sua marca, provavelmente conseguirá ter mais clientes reais.

É importante conseguir atrair mais leads porque eles são os usuários que estão ao alcance de sua empresa. E ao conquistar esses clientes em potencial, você conseguirá pensar em estratégias mais assertivas para convertê-los em compradores, o que ajuda a crescer mais seu empreendimento.

Além disso, se uma pessoa procura por mais informações sobre um determinado assunto, é bem provável que ela já tenha entendido que tem um problema e que precisa solucioná-lo.

Então, fica mais fácil mostrar para esse tipo de usuário que seu produto é a melhor solução para aquele problema específico.

Por que você precisa investir na geração de leads?

Apesar da estratégia de geração de leads parecer fácil, você precisa entender que nem todas as pessoas que entram em contato com sua marca farão uma compra.

Na verdade, de acordo com a Hubspot, a geração de tráfego e leads é o maior desafio das equipes de marketing atualmente.

Então, mesmo que você tenha um tráfego elevado em seu site ou blog, por exemplo, e ainda que vários usuários tenham deixado seus contatos para que você converse com eles, não quer dizer que sua cartela de clientes aumentará automaticamente.

Você precisa criar uma relação com essas pessoas para que elas vejam valor no que você está entregando.

É nesse momento que podemos pensar na jornada do comprador. Esse é o caminho que todo lead passa até se tornar seu cliente real, e ele é dividido em 3 partes:

  1. Conhecimento: momento em que um usuário entra em contato com sua marca pela primeira vez enquanto pesquisava sobre um assunto específico que você aborda;
  2. Consideração: a pessoa já entendeu que tem um problema, deu um nome para ele e quer encontrar soluções que possam ajudá-la a solucioná-lo;
  3. Decisão: é quando alguém já tem conhecimento sobre as possíveis estratégias e métodos que pode usar para solucionar um problema e começa então a procurar produtos ou serviços que possam atendê-lo.

Com essas etapas em mente, você precisa, então, pensar em maneiras de conseguir conquistar os leads que estão em cada uma delas. Isso porque são as estratégias utilizadas aqui que te ajudarão a atrair novos clientes para seu negócio.

Há diversas formas para fazer isso, e uma que tem se mostrado bem efetiva é a criação de materiais gratuitos.

Mas você sabe o que é isso?

Se você nunca ouviu sobre esse tipo de estratégia, não se desespere, pois é sobre ela que vamos falar agora mesmo.

Como conseguir leads com materiais gratuitos?

Materiais gratuitos, como o próprio nome já diz, é um tipo de conteúdo de valor que você cria e entrega para os usuários sem cobrar por isso.

São conteúdos mais extensos e completos que abrangem melhor os problemas de sua persona e mostram as soluções em potencial para esses dilemas.

Esse tipo de conteúdo serve não apenas para demonstrar sua autoridade em seu nicho e estreitar a relação com seu público, mas principalmente para obter os dados de seus leads, já que eles deixarão seus contatos ao preencher o formulário de download.

Se você tem um produto específico que possa ajudar alguém, deve estar pensando:

Por que não indicar o que eu tenho de melhor para encurtar o caminho e já mostrar para as pessoas suas possíveis soluções?

Essa realmente já foi a maneira como os empreendedores faziam a divulgação de seus negócios.

Porém, com o avanço da tecnologia e os novos hábitos das pessoas, sabemos que o usuário prefere adquirir mais conhecimento e tomar uma decisão por conta própria do que receber uma série de propagandas de produtos logo de cara.

É claro que é essencial divulgar seu negócio com campanhas publicitárias, mas o que estamos querendo te mostrar aqui é que essas duas estratégias devem andar juntas.

Por isso, não é mais interessante apenas ficar explicando o tempo inteiro os motivos que fazem seu produto ser melhor do que o de um concorrente.

O que você precisa fazer é educar sua audiência, conquistá-la e, assim, criar nela uma confiança em sua marca.

Com o tempo, você perceberá que leads bem educados a respeito do que você faz possivelmente se transformarão em seus clientes.

Quais tipos de materiais gratuitos você pode oferecer?

Agora que você já sabe que é possível atrair clientes oferecendo conteúdos de qualidade para sua audiência, vamos te mostrar alguns tipos de materiais que você pode criar para fisgar novos leads.

Ebooks

Os ebooks são conteúdos muito atraentes, já que oferecem mais profundidade do que um post de blog e, geralmente, reúnem todas as informações que o usuário precisa saber sobre um determinado tema.

Se seu negócio é focado em emagrecimento, por exemplo, você pode criar um “Guia de Sobrevivência” para o Natal, com receitas deliciosas e de baixa caloria, dicas para se alimentar bem nas festas, exercícios especiais para o verão e muito mais.

A ideia é oferecer um conteúdo bem completo e fácil de ser consumido, além de ser um material exclusivo que sua audiência não vai encontrar em outro lugar.

O melhor de tudo é que você pode atrair clientes com ebooks sem ter que investir dinheiro para isso, já que é possível encontrar templates gratuitos para montar seu material.

Cursos online

Os cursos online gratuitos são uma excelente opção de material rico para atrair clientes, já que o formato em vídeo chama bastante a atenção dos usuários e permite que você ofereça um conteúdo mais dinâmico.

Mesmo que seu produto principal já seja um curso online pago, você pode oferecer materiais mais simples de forma gratuita.

Por exemplo, se você vende um curso online de inglês para turismo, você pode oferecer um módulo sem cobrar nada, ou criar um minicurso sobre como se comunicar bem no aeroporto.

Para este tipo de conteúdo, você vai precisar investir um pouco mais de tempo, e contar com alguns recursos como câmera, microfone e um bom cenário. Mas, com certeza, todo o esforço valerá muito a pena.

Templates

Os templates também fazem muito sucesso na internet, e, dependendo de seu nicho de mercado, podem ser uma boa opção para atrair clientes.

Vamos supor que você possui um curso online de artesanato e ensina a fazer lembrancinhas para festas, como chás de bebê e despedidas de solteira.

Você pode oferecer, de forma gratuita, templates para criar etiquetas de embalagens, tags e convites, por exemplo.

Planilhas

As planilhas são uma mão na roda para nichos relacionados a administração, finanças e planejamento em geral.

Se você atua no nicho de organização de casamentos, por exemplo, você pode oferecer gratuitamente uma planilha de controle de despesas para os noivos.

Pense em materiais que realmente vão ajudar sua persona e mostrar toda sua autoridade no mercado.

Checklists

Os checklists são materiais fáceis de produzir e que agregam muito valor para quem baixa o conteúdo.

Aproveitando o exemplo do tópico anterior, se você trabalha no nicho de casamentos, uma ideia é oferecer um checklist de fornecedores, no qual os noivos podem ir acompanhando os contratos que já foram fechados e aqueles que estão pendentes.

Webinários

Os webinários são transmissões ao vivo que permitem que você se comunique com sua audiência em tempo real, aumente sua autoridade e ofereça um conteúdo dinâmico e aprofundado para seus seguidores.

Neste caso, você pode oferecer os webinários apenas para quem se inscrever previamente, o que permite que você capte os contatos de potenciais clientes durante esse processo.

Uma ideia legal é fazer uma semana de conteúdos ao vivo relacionados a um tema específico, convidando outros especialistas da área para participar tbm. Use a criatividade!

Infográficos

Os infográficos são conteúdos que apresentam informações complexas de forma bem didática e visual, e podem funcionar muito bem para vários nichos de mercado.

Se você atua no segmento de cuidados de pets, por exemplo, você pode oferecer um infográfico explicando quais são as vacinas e vermífugos que os cãezinhos e gatos precisam de acordo com cada idade, indicando a opção ideal para diferentes raças e portes, por exemplo.

Podcasts

Os podcasts estão entre os formatos de conteúdo que mais fazem sucesso na internet. E é fácil entender o motivo.

Eles simulam os antigos programas de áudio e permitem que o público escute o conteúdo enquanto faz outras atividades, como cozinhar, ler, caminhar ou dirigir para o trabalho. Ou seja, são ótimos para aprender ou se informar sobre novos assuntos com mais comodidade.

E os podcasts podem te ajudar a atrair clientes! Você pode criar um programa onde aborda assuntos relacionados ao seu nicho de mercado, compartilhando insights relevantes para o público. E, ao final, pode convidar os ouvintes a se inscreverem em uma lista de email, por exemplo.

Outra maneira de usar os podcasts para gerar leads é criar podcasts exclusivos para quem se inscrever em sua landing page.

Ferramentas

As ferramentas são um dos materiais mais úteis para os usuários, já que elas são perfeitas para botar a mão na massa e alcançar um objetivo de forma mais rápida.

Se você tem um curso online de finanças, por exemplo, uma calculadora exclusiva pode ser excelente para seu público.

Se você ensina a educar crianças com atividades lúdicas, pode oferecer um criador de palavras-cruzadas online.

As possibilidades são infinitas!

Como criar materiais gratuitos?

Agora que você já sabe como atrair clientes com materiais gratuitos, está na hora de entender a maneira de criá-los.

1. Conheça seu público

Para conseguir pensar no formato mais adequado para seus clientes em potencial, você precisa, antes de mais nada, conhecer bem para quem você falará.

Faça uma pesquisa de persona bem minuciosa, procure entender os locais onde sua audiência está, seus hábitos de compra, principais problemas, objeções, gostos, ou seja, tente reunir o máximo de informação possível sobre seu comprador em potencial.

Para te ajudar nessa tarefa, assista o vídeo a seguir, que te ensina como criar uma persona para seu negócio:

2. Defina seu tema

Com a persona bem definida, já é possível encontrar um tema que será atrativo para ela.

Pense em seu segmento de mercado e nas necessidades de sua audiência. Faça pesquisas de palavras-chave e veja as tendências mais procuradas em sua área.

Afinal, de nada adianta criar um material que já está saturado. Você precisa não apenas criar conteúdos gratuitos, mas principalmente encantar seus leads com algo que eles estejam realmente procurando, ou seja, um material necessário.

3. Escolha um formato de material gratuito

Agora é o momento de escolher o formato de seu conteúdo.

É claro que você pode e deve criar mais de um tipo de material gratuito, isso inclusive te ajudará no momento de atrair clientes.

Mas lembre-se de focar em apenas um por vez para que você não se sobrecarregar de tarefas e para que seu conteúdo seja feito da melhor maneira possível.

Como falamos antes, algumas opções de materiais gratuitos que você pode criar são os ebooks, cursos online, templates, planilhas, ferramentas e muito mais!

4. Estruture seu material

Independentemente do formato de material que você escolher, é preciso estruturar muito bem seu conteúdo para não se esquecer de abordar nada. Afinal, o conceito de material rico, como já dissemos, é que este será um conteúdo bem completo.

Por isso, coloque no papel tudo o que você irá abordar. Escreva os tópicos de seu material antes mesmo de começar a produzir os parágrafos.

Pense em como será sua introdução, desenvolvimento e conclusão. Coloque os títulos de cada parte de seu conteúdo e, se possível, acrescente também intertítulos entre eles para tratar o máximo possível do tema que você escolheu.

5. Faça ilustrações

Geralmente, os materiais ricos são mais extensos que um blog post ou um vídeo. Então, uma maneira para captar a atenção das pessoas e atrair clientes com esse tipo de conteúdo é ilustrá-lo bem.

Mas fique atento: você não precisa e nem deve colocar várias imagens que não tenham relação com seu tema.

Escolha ilustrações que completem aquilo que você escreveu e que ajudem seus leads a entenderem melhor o que você mostrará em seu material.

6. Formate seu material gratuito

Não se esqueça nunca de formatar bem seu material gratuito. Essa etapa é muito importante porque, assim como as ilustrações, a formatação ajuda a captar a atenção das pessoas.

Ninguém gosta de ler um texto muito extenso que esteja com letras pequenas ou que não tenha uma sequência lógica de formatação. Então, capriche na hora de escolher o layout que você utilizará.

E mesmo que você não seja um especialista em formatações, saiba que é possível criar um bom material com ferramentas mais simples, como o PowerPoint. O importante é que seu material seja visualmente atrativo.

Aproveite também o momento da formatação para revisar todo seu conteúdo. Com isso, você conseguirá perceber se tem algum ponto que precisa ser mais desenvolvido.

7. Informe que o material é gratuito

De nada adianta ter um material bem completo se ele não for divulgado. Por isso, deixe bem destacado para seus leads que esse conteúdo é gratuito.

Geralmente, os termos gratuito gratuidade ajudam a atrair clientes em potencial.

Então, envie e-mails para usuários que já deixaram seus contatos em suas listas (como a newsletter, por exemplo); crie páginas de atração para um material gratuito que você escreveu e até mesmo disponibilize esse conteúdo em uma aba de seu blog para usuários que deixarem seus e-mails.

O importante é você conseguir divulgar e distribuir esse material para que mais pessoas tenham conhecimento do que você escreveu e, assim, você consiga atrair novos leads.

Quer impulsionar seu negócio?

Saber como atrair clientes é uma dúvida muito recorrente dos empreendedores e tem se mostrado uma tarefa cada vez mais difícil.

Isso acontece porque as pessoas recebem uma avalanche de informações diárias que podem se perder facilmente, principalmente aqueles conteúdos que não conseguem se destacar.

Se você ainda não tinha pensado que criar materiais gratuitos era uma alternativa para resolver suas dúvidas sobre como atrair clientes, com certeza deve ter percebido agora que essa estratégia pode te ajudar a sair na frente de seus concorrentes.

Por isso, não perca mais tempo. Mesmo que a criação de materiais gratuitos demande um tempo um pouco maior, saiba que eles podem ajudar muito a impulsionar seu negócio. Então, não deixe de investir também nessa estratégia!

E para te ajudar a criar ainda mais autoridade em sua área de atuação, lembre-se também de manter um relacionamento contínuo com seus leads.

Para isso, leia nosso post sobre como criar um blog e invista nessa maneira orgânica de atrair clientes em potencial.

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Mídia digital: o que é, principais tipos e como usar

O digital nunca esteve tão presente no dia a dia das pessoas. Uma prova disso é que 62% da população brasileira está ativa nas redes sociais, segundo a Digital in 2018: The Americas, relatório divulgado pelas empresas We are Social e Hootsuite.

O mesmo relatório ainda mostrou que 58% das pessoas já utilizaram a internet para buscar por um serviço ou produto na internet. Enquanto uma pesquisa realizada pela GlobalWebIndex, aponta o Brasil em segundo lugar no ranking de países que passam mais tempo em redes sociais.

Com esses dados, é fácil perceber que os canais digitais revolucionaram a maneira como as marcas se relacionam com o público. Como consequência, as mídias digitais se tornaram o foco de investimento em marketing de muitos negócios.

A mídia digital virou uma ferramenta importante e estratégica de marketing digital. Ou seja, entender o que é, quais são os principais tipos e como usar, acaba sendo valioso. Com isso, aconselho que você continue a leitura e entenda como isso pode ser bom para o seu negócio!

O que é mídia digital?

O conceito de mídia digital é a comunicação realizada por meio da internet. O que significa que publicações no Instagram ou Facebook, banners em sites e qualquer outro conteúdo disponibilizado na internet, são belíssimos exemplos de mídia digital.

Pode se dizer que as mídias digitais existem desde a década de 1970, quando a internet e os primeiros e-mails começaram a ser criados pelo mundo. No Brasil, o conceito de aplicação de mídia digital tem crescido muito nos últimos 20 anos, impulsionando diversos negócios nas mais diversas áreas de atuação.

Como a mídia digital corresponde a toda comunicação e/ou conteúdo divulgado na internet, contamos com várias estratégias, como o inbound marketing, para atrair o público e pessoas que têm interesse em adquirir seu produto ou serviço, os famosos “leads”.

Como essas mídias podem ser trabalhadas de várias maneiras, o mais interessante é que você, sendo empreendedor, desenvolva o mix de marketing de acordo com a sua persona.

Importante dizer que mídia digital não é a mesma coisa que mídia tradicional, considerando que as mesmas possuem tempos de resposta e formatos de produção e distribuição diferenciadas.

Sobre as mídias tradicionais, as mesmas são as que os negócios utilizam há séculos, como o jornal impresso, panfletos, cartazes, e no Brasil há pelo menos 70 anos, a televisão e o rádio.

Tempo de resposta no digital é mais rápido e existe uma maior proximidade com o consumidor. Além disso, a publicidade, com a mídia digital, “vira” publicidade online, ganhando um novo espaço.

Quais os principais tipos de mídia digital?

Seguem os três principais tipos de mídia digital, de acordo, principalmente, com a sua forma de organização.

Mídia paga

Mídia paga, ou tráfego pago, é bem simples de entender, já que corresponde ao processo em que o seu negócio paga para que possa aparecer para o público, tanto com promoções sobre os produtos e serviços que fornece, tanto com divulgações da marca do negócio em si.

Ela pode ser utilizada através dos anúncios presentes em plataformas como Google Ads, em redes sociais, como Facebook Ads e Instagram Ads.

A grande vantagem da mídia digital paga é que ela possui grande alcance, pode ser segmentada de acordo com sua estratégia e aparece fortemente para os seus consumidores.

Mídia ganha

Já a mídia digital ganha é aquela que vem através do bom trabalho desenvolvido pelo setor de marketing digital e pelo negócio em geral, que conseguem extrair dos consumidores revisões sinceras e espontâneas.

Ela acontece quando os consumidores indicam o negócio, compartilham suas postagens, mencionam o mesmo nas redes sociais e assim por diante.

A grande vantagem dela é que a mesma exige investimento direto no negócio e nas equipes de trabalho, então, fidelizar clientes acaba sendo uma consequência.

Mídia própria

Corresponde principalmente ao que seu negócio utiliza para falar sobre ele e divulgar os produtos e serviços que oferece, como o site próprio, blogs, e perfis nas redes sociais.

Custa muito mais anunciar seu negócio no Google Adsense do que no seu blog próprio, por exemplo. O interessante da mídia própria é que com ela você consegue construir facilmente um relacionamento com o seu público.

Se existe uma grande vantagem, é que ela é plenamente controlável, sendo que se pode refazê-la quando necessário. No caso da desvantagem, podemos dizer que ela não conta com garantias, então, você pode criar conteúdo de alta qualidade e ter poucos visitantes.

Ter como aliado o funil de vendas e o SEO pode ser uma ótima forma de driblar essa desvantagem.

Quais os benefícios de investir em mídia digital?

Investir em mídia digital pode trazer diversos benefícios para qualquer negócio, auxiliando principalmente para que se apareça mais, gastando muito menos.

Abaixo falamos melhor sobre os principais benefícios da ação constante e bem elaborada com mídias digitais. Confira:

Custo-benefício

Se esse é um ponto de preocupação para você, saiba que as opções de mídias digitais são muito mais baratas do que as tradicionais (como jornal, rádio ou televisão).

Isso não quer dizer que você sempre vai investir pouco para ter um alto retorno, porém, com as mídias digitais você possui mais flexibilidade, podendo moldar a verba ao que se pode investir.

Flexibilidade

Você é livre para adotar as estratégias que mais funcionam de acordo com a sua persona.

O que significa que você pode traçar a estratégia, escolher quais canais trabalhar, o orçamento que irá disponibilizar e muito mais.

Caso o seu orçamento esteja apertado, é completamente possível adaptar e definir uma estratégia com ações que tenham um investimento mais acessível.

Segmentação

Você consegue anunciar diretamente para o seu público-alvo, e isso é valiosíssimo para o seu negócio.

“Falar” apenas com o seu público faz com que você poupe energia, tenha maior chance conseguir engajamento e é muito mais econômico do que anunciar para todas as pessoas, sem nenhum tipo de filtro.

Mensuração de resultados

Um dos processos mais importantes das mídias digitais, já que as ações feitas digitalmente são facilmente mensuráveis em números simples de serem compreendidos, demonstrando principalmente o que deu certo e também o que não deu.

Isso ajuda não apenas para que as decisões dentro do negócio sejam sempre melhoradas, mas também fazem com que você consiga ter insights que valem ouro.

Alcance

Na mídia digital não existem limitações geográficas como nas tradicionais, considerando que a maioria dos consumidores contam com livre acesso à internet, usando principalmente as redes sociais.

Um e-commerce, ou qualquer outra loja virtual, pode ser acessado por qualquer região do Brasil, podendo fazer vendas independente do local e até mesmo do nicho.

O mesmo não acontece com um comércio físico. Dito isso, o alcance das mídias digitais é um benefício absurdamente bom, já que representa uma oportunidade incrível.

Como fazer um planejamento de mídia digital?

Um planejamento de mídia digital está longe de ser um bicho de sete cabeças. Inclusive, você só precisa seguir 8 passos.

São passos simples, onde você começa pelo briefing, passa pela elaboração de um cronograma de ações e mensuração de resultados… UFA!

Veja abaixo os passos explicados para entender exatamente como você fará na prática:

1. Briefing

Primeiro passo do plano de mídia digital, que vai envolver bastante atenção, já que precisa ser bem desenvolvido.

O ideal é que você tente coletar as questões com o seu próprio público. Basicamente o briefing precisa ser organizado através de perguntas, como, por exemplo:

  • Objetivos principais?
  • Focaremos em um produto, ou em vários?
  • Principais concorrentes?
  • Público-alvo da ação e seu comportamento?
  • Por quanto tempo esta ação de mídia digital ficará em ativa?
  • Quanto posso investir?

Esse é só um exemplo, você pode definir várias outras perguntas. Afinal, é preciso ter informações suficientes sobre o seu público para definir todas as ações de mídias digitais do seu negócio.

Importante dizer que analisar (e não copiar) a concorrência é um passo bem importante no processo, já que com ele você consegue saber os pontos fortes e fracos dos concorrentes.

2. Estratégia

Seriam as maneiras utilizadas para que suas atividades com mídia digital possam ser bem realizadas e assim trazer os retornos aguardados, como uma boa visualização da marca do negócio e o aumento das vendas dos produtos e serviços oferecidos.

Várias são as estratégias que podem ser utilizadas, então, você pode usar links patrocinados e link building, e vários outros.

É essencial que você defina a estratégia levando em consideração as informações que você coletou, mas também tenha em mente seu objetivo e o seu orçamento.

3. Canais

Esse é o passo onde você terá que definir quais canais de divulgação utilizará. Pode optar por utilizar as redes sociais, e-mail marketing, blogs e assim por diante.

Importante dizer que você não precisa se limitar, escolhendo apenas um. Na realidade, você pode escolher vários canais, considerando sempre as informações que você possui sobre o seu público e sua estratégia.

4. Conteúdo

Precisa não apenas ser bem organizado e claro, tirando qualquer possibilidade de inconsistência nas informações passadas, como também estar bem atento às particularidades de cada canal escolhido para aplicar as ações de mídia digital.

Por exemplo: se a ideia é focar na produção de conteúdo, o melhor local para colocá-los é em um blog específico do negócio.

Definir bem o conteúdo ajuda para que as ações de mídia digital sejam bem direcionadas e possam trazer o retorno aguardado.

5. Cronograma

Item essencial, já que muitos dos conteúdos e canais podem receber estratégias simultâneas de mídia digital.

Criar um cronograma vai ajudar a ter um controle, assim suas tarefas vão ter um prazo correto para iniciar e terminar, além de demarcar as necessidades de reavaliação e aplicação de melhorias.

6. Apresentação

Momento de reunir os membros da equipe de marketing e outros setores e apresentar as ideias organizadas.

Esse passo é importante para que análises sejam feitas e mudanças implementadas.

7. Execução

Momento de colocar tudo o que foi definido de mídia digital em prática, utilizando os canais e estratégias escolhidas para o processo.

Importante ressaltar que a execução não pode ser solta, sendo necessário acompanhar sua evolução e a resposta dos consumidores, de maneira que ajustes sejam feitos conforme problemas e falhas são identificados.

8. Monitoramento dos KPIs

KPI, ou Key Performance Indicator, são basicamente os dados que serão obtidos ao longo das ações de mídia digital.

Este será o momento de colher os mesmos, e realizar as devidas análises, de maneira que os dados de agora ajudem a montar novas e melhores estratégias de mídia digital, para assim atingir melhor o público-alvo e aumentar as vendas.

Lembre-se: pular esse passo é jogar fora todo o planejamento. Afinal, se você não monitora, ou seja, não se importa com a mensuração dos resultados, muito provavelmente você não alcançará seus objetivos.

Se você não usa mídia digital, seu negócio talvez não exista para o seu público

A mídia digital já está tão inserida no nosso cotidiano e é tão importante no marketing atual, que não utilizá-la é deixar de lado a possibilidade de ter mais visibilidade, reconhecimento e vendas.

E como vimos ao longo deste post, um dos melhores canais para trabalhar com conteúdo em mídia digital é criando um site para o seu negócio. E se a sua marca ainda não tem uma página na internet, está perdendo grandes oportunidades

Mas não se desespere. Criar um site é mais fácil do que parece e separamos todas as dicas que você precisa em um post completo aqui no blog!

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O que é Marketing Digital? Manual prático e completo para Iniciantes

O marketing digital é definido como um conjunto de ações desenvolvidas para se comunicar com potenciais clientes da internet, divulgando uma marca ou produto. Algumas estratégias conhecidas são SEO, e-mail marketing, marketing de conteúdo e muito mais.

A internet já faz parte de nossas vidas. É praticamente impossível pensar em qualquer atividade cotidiana que não tinha sido impactada pela transformação digital.  E isso inclui os hábitos de consumo!

O marketing digital trouxe uma verdadeira revolução em termos de consumo e relacionamento com marcas e negócios. Hoje, existem diversos empreendedores de sucesso que utilizam as estratégias como principal pilar do seu negócio.

Hoje em dia, é cada vez mais comum usarmos a internet para se informar sobre um produto ou serviço, pesquisar preços e até comprar. De fato, 82% dos brasileiros já fez pelo menos uma compra online, de acordo com pesquisa da NZN Intelligence

E o objetivo do marketing sempre foi se conectar com a audiência, conversando com ela no lugar e no tempo certos. Portanto, se você pretende empreender online, precisa estar presente onde o público passa a maior parte do tempo: a internet.

Foi pensando em todo o potencial dessa estratégia que preparamos este artigo. Nele, você vai conferir o que é marketing digital, suas principais estratégicas e como colocar ele em prática em seu negócio.

O que é marketing digital?

Podemos definir marketing digital como todas as ações que usam a internet ou dispositivos eletrônicos para divulgar um produto ou uma marca. Atualmente, é uma das principais estratégias para alcançar e se relacionar com clientes em potencial.

Você já sabe que o conceito de marketing está relacionado a conduzir o cliente até a compra, além de satisfazer suas necessidades e desejos.

Só que o jeito como isso é feito mudou muito ao longo do tempo, acompanhando os avanços tecnológicos e os hábitos da população. Nesse sentido, não dá para ignorar que, atualmente, a uma grande parcela da população está conectada e usa a internet para comprar.

A internet trouxe para o consumidor diversas opções de compra. Se antes tínhamos que sair de loja em loja pesquisando preços e com poucas opções de concorrência, agora o cenário é completamente diferente.

Com isso, as empresas precisaram repensar a forma de atrair os clientes.

E é por isso que o marketing digital se transformou na principal maneira de fazer marketing e alcançar o público nos dias de hoje. Ele é a estratégia mais eficiente, já que emprega os canais que o público já utiliza.

Mas engana-se quem pensa que o marketing digital se resume somente ao computadores. Também existem estratégias voltadas para os usuários de smartphones, como anúncios segmentados no Facebook.

A grande vantagem do marketing digital? Qualquer negócio, independente do orçamento disponível, pode começar a aplicar as estratégias agora mesmo.

Como o marketing digital surgiu

O marketing digital, como você já deve imaginar, nasceu com a explosão da internet nos anos 1990, quando os computadores pessoais e a conexão discada começaram a invadir as casas de milhões de pessoas.

Junto com essa explosão, vieram os primeiros mecanismos de busca, como Yahoo, Cadê, MSN e posteriormente o Google, que hoje é o maior do mercado. Junto com os buscadores, vieram os domínios de e-mail, onde surgiram as primeiras campanhas de e-mail marketing (e os spams).

Nessa época, a tecnologia era muito limitada e as páginas bastante simples. A interação entre empresas e clientes era praticamente inexistente e a comunicação era unilateral. Era a chamada Web 1.0.

Por volta dos anos 2000, a tecnologia avançou, o número de internautas aumentou e o marketing digital começou a tomar forma. Foi nessa época que surgiram as primeiras redes sociais e o Google ganhava espaço como ferramenta de busca.

Com mais gente conectada, as empresas passaram a investir cada vez mais em divulgação online e novas maneiras de se relacionarem com o público.

Teve início a era da Web 2.0, mais participativa e centrada nos interesses da audiência, que vivemos até hoje.

Quais as vantagens do marketing digital

Ao contrário do marketing tradicional, o digital permite que os resultados sejam medidos e conferidos praticamente em tempo real.

Um anúncio em um jornal, por exemplo, é difícil estimar quantas pessoas realmente o viram e prestaram atenção. Por outro lado, com anúncios em redes sociais e em buscadores, é possível medir praticamente todas as ações do usuário, desde quem viu até quem realmente finalizou uma ação.

Deu para perceber como o marketing digital transformou a relação das empresas com seus consumidores. Mas por que essa estratégia é importante? Quais os benefícios reais para seu negócio?

Confira algumas das principais vantagens do marketing digital:

1. Mais interatividade com a audiência

Uma das características que fazem o marketing digital ser cada vez mais adotado em relação aos meios de comunicação tradicionais é a interatividade com o público que ele oferece.

Pense bem: uma propaganda em jornal ou um anúncio na TV representam um modelo de comunicação de mão única. A marca transmite uma mensagem, mas não estabelece um diálogo com a audiência.

Com os canais digitais, por outro lado, o público consegue interagir com as marcas, opinar sobre produtos e serviços e compartilhar conteúdos, tudo com um simples toque.

2. Permite segmentar o público com precisão

Um dos maiores problemas do marketing tradicional é que não existe controle sobre quem é impactado por uma campanha. É até possível escolher um jornal ou uma emissora de TV mais alinhada ao perfil do público-alvo da marca, mas isso não garante que essas pessoas terão real interesse no produto ou serviço.

Com o marketing digital, por outro lado, é possível direcionar as mensagens e conteúdos para as pessoas certas. Ou seja, apenas para aqueles usuários com o perfil ideal para seus objetivos.

Nos canais online, você pode segmentar o público com muito mais precisão por meio de características como faixa etária, gênero, nível de escolaridade, localização geográfica e até gostos e hábitos de consumo!

Assim, você tem uma campanha mais certeira e que conversa de verdade com o consumidor. E quando seu conteúdo está alinhado aos interesses do público, a chance dele fechar negócio com você é muito maior.

3. Economia de custos

Você já parou para pensar em quanto custa para investir em uma estratégia de marketing offline, como uma série de anúncios na TV ou em um jornal de grande circulação? Acredite, é muito caro!

O marketing digital, por outro lado, exige menos recursos e profissionais para ser colocado em prática. Anúncios em redes sociais, por exemplo, exigem apenas uma fração do investimento de uma estratégia offline.

Além disso, como é possível segmentar o público com muito mais precisão, os recursos são investidos com muito mais eficiência, reduzindo o desperdício.

4. Qualquer empresa pode investir

Como o marketing digital é uma estratégia muito mais barata que o marketing tradicional, podemos dizer que também é mais democrático!

Enquanto comerciais em TV, anúncios em jornais e outdoors costumam ser ações reservadas para empresas de grande porte, o marketing digital pode ser aplicado por qualquer um.

A internet permite que até mesmo pequenos empreendedores digitais, como Produtores e Afiliados, usem os canais online para divulgarem suas marcas e produtos sem gastar muito e sem precisar de grandes equipes.

5. Permite analisar e mensurar as ações

Quando você divulga um anúncio em uma revista, dificilmente consegue determinar quantas pessoas foram atingidas pelo conteúdo e a porcentagem delas que adquiriram o produto ou serviço depois de ver a peça.

Isso não acontece com o marketing digital!

Graças à segmentação, você é capaz de direcionar sua comunicação para o perfil exato de seu público-alvo. Além disso, as ferramentas online permitem acompanhar em tempo real os resultados das campanhas com total precisão.

Principais estratégias de marketing digital

Com tantas vantagens, você não vê a hora de começar a aplicar essa estratégia em seu negócio, não é?

Mas como fazer marketing digital?

Bem, como a internet é um universo bastante amplo e a tecnologia não para de evoluir, não existe uma única maneira de fazer marketing digital.

Na verdade, existem dezenas de estratégias de marketing digital e novas táticas aparecem todos os dias. Porém, todas elas têm como objetivo de fortalecer uma marca e estreitar o relacionamento com o público.

Marketing Digital - infográfico com os 8 principais tipos de estratégias de marketing digital

Abaixo, você confere as estratégias mais comuns do mercado:

Inbound marketing

O inbound marketing, também chamado de marketing de atração, tem como objetivo atrair as pessoas, despertando o interesse do público nos produtos e serviços da marca.

Nessa estratégia, as empresas procuram compreender as dores e necessidades dos clientes em potencial para oferecer soluções mais assertivas para seus desejos e necessidades.

Ao contrário do marketing tradicional, onde o consumidor é passivo e apenas recebe a mensagem, no inbound ocorre o contrário. É o cliente que procura a empresa quando percebe que tem um problema.

Essa estratégia permite estabelecer um canal de comunicação e relacionamento com o público, criando uma audiência cativa e fiel. E como resultado, empresas que apostam nessa estratégia conseguem gerar 54% mais leads, de acordo com o WebDAM.com.

E com a internet e as ferramentas digitais, existem diversas maneiras de fazer esse processo de atração. O mais comum é a produção de conteúdo, ou seja, informações relevantes e que ajudam a resolver problemas.

É o que chamamos de marketing de conteúdo, que vamos explicar no tópico a seguir:

Marketing de conteúdo

Como explicamos, uma das maneiras de despertar o interesse do público em sua marca é oferecer conteúdos e informações relevantes, que o ajude a solucionar seus problemas. E esse é justamente o objetivo do marketing de conteúdo.

Mas, para isso, é fundamental conhecer bem sua persona, que é o perfil de seu cliente ideal. Com isso, fica fácil criar conteúdos mais direcionados, que conversam diretamente com as dores do público. E, assim, gerar mais brand awareness para a marca, atrair tráfego qualificado e gerar leads.

E para aumentar ainda mais o alcance desses conteúdos, é importante oferecê-los em canais que o público-alvo costuma utilizar. Existem diversos meios para isso e os mais comuns são:

Blog

Criar e alimentar um blog é a estratégia de marketing de conteúdo mais comum e também uma das mais interessantes.

Afinal, o blog é um canal exclusivo de seu negócio, sem qualquer tipo de interferência comum em outros canais. Lá, você pode publicar o que quiser, quando quiser e do jeito que quiser, com total liberdade sobre os conteúdos produzidos.

Ter um blog ainda permite que sua marca ganhe relevância na rede e conquiste as primeiras colocações em mecanismos de busca. Isso dá mais visibilidade e aumenta as chances de atrair novos clientes.

Segundo dados da Hubspotempresas B2B que possuem blog geram 67% mais leads do que as empresas que não têm.

Site

Por mais que seu negócio já tenha um blog, não pode deixar de ter também um site institucional.

Isso por que ele funciona como a casa da marca, reunindo em um só lugar as informações mais relevantes sobre seu negócio.

Dessa maneira, quando alguém pesquisar informações sobre você e seus serviços, terá mais segurança de que seu negócio é realmente confiável.

Além disso, o site pode servir como um canal onde as pessoas podem solicitar seus produtos e serviços, tirar dúvidas e entrar em contato com você.

Redes sociais

Outro excelente canal para interagir, se comunicar com o público e oferecer conteúdo de qualidade são as redes sociais.

Já não dá mais para falar em marketing digital sem citar as mídias sociais. Isso porque esses canais se tornaram extremamente populares entre as pessoas. Principalmente aqui no Brasil, onde 88% da população utiliza esses serviços.

Facebook, Instagram, YouTube, Twitter… Além de interagirem entre si, os usuários desses canais também podem se aproximar de suas marcas favoritas, buscando informações sobre seus produtos e serviços.

Assim, uma estratégia de marketing de conteúdo que inclua a gestão de mídias sociais pode ajudar a aumentar o alcance, a visibilidade e o número de vendas de seu negócio. Segundo o site Ironpaper93% das decisões de compra são influenciadas diretamente pelas redes sociais.

Materiais educativos

Às vezes, um simples blogpost ou uma publicação no Facebook não traz informações suficientes para o público. Nesses casos, um conteúdo mais aprofundado pode ser necessário.

E-books, infográficos, tutoriais e webinars são apenas alguns exemplos de materiais educativos capazes de responder às dúvidas da audiência.

E o melhor de tudo é que você ainda pode condicionar o acesso a esses materiais a um cadastro em landing page. Dessa maneira, você trabalha a geração de leads de seu negócio.

Vídeo marketing

Os vídeos estão se transformando no tipo de conteúdo mais pedido e consumido pelos internautas. E faz sentido, já que são mais fáceis de consumir e entender do que um texto, por exemplo.

De acordo com a Pesquisa Video Viewers do Googleentre 2014 e 2018, o consumo de vídeos na internet cresceu em 135%, enquanto a TV apresentou apenas 13% de aumento.

E com os avanços tecnológicos dos últimos anos, empresas de qualquer porte podem entrar no universo da produção audiovisual. Por causa disso, diversas empresas estão apostando no vídeo marketing como a base de suas estratégias de marketing digital.

Além disso, os vídeos são bastante versáteis e se encaixam em praticamente qualquer estratégia de marketing. Você pode fazer vídeoaulas, transmissões ao vivo, webinars, vídeos de demonstração de produtos, entre outros formatos.

E-mail marketing

O correio eletrônico não morreu e a prova disso é a grande quantidade de negócios que usam o e-mail marketing para se comunicarem com o público.

Essa estratégia consiste no envio de mensagens de e-mail para uma lista de contatos e pode ser utilizada para fortalecer a marca, divulgar produtos e serviços, se comunicar com potenciais clientes e vender.

E os números confirmam o poder desse canal. Segundo dados do Hubspot, negócios que utilizam o e-mail marketing conseguem gerar até 50% mais leads qualificados, com mais chances de comprar.

Uma grande vantagem desse tipo de conteúdo é que ele permite segmentar as listas e acompanhar de perto dados como alcance, abertura e respostas.

SEO

Não adianta criar conteúdos incríveis se ninguém na internet for capaz de encontrá-los. E é para fazer sua marca ter mais visibilidade e credibilidade na rede que existe o SEO, ou Search Engine Optimization.

A otimização para mecanismos de busca tem como objetivo levar um conteúdo para as primeiras posições nos resultados de busca e, assim, atrair tráfego orgânico (ou seja, sem pagar por anúncios).

E por que isso é importante? Simples. Dados de uma pesquisa da Internet Marketing Ninjas sobre cliques orgânicos no Google constatou que o primeiro lugar ganha 21% dos cliques, o segundo 10% e o terceiro 7%.

Ou seja, é fundamental apostar no SEO para atrair tráfego orgânico e qualificado para seus canais.

Funciona assim: os sites de pesquisa, como o Google, classificam conteúdos online de acordo com sua relevância para o usuário. Então, o SEO busca otimizar essas páginas de modo a mostrar aos motores de busca que seu site ou blog oferece a melhor experiência para o usuário e as respostas que ele busca.

Essas otimizações podem ser divididas em on page (que podem ser realizadas dentro da própria página) e off page (fatores externos à página).

Mídia paga

Não pense que o marketing digital consiste apenas em tentar atrair tráfego orgânico. Ele é o foco de grande parte das ações, já que não é necessário pagar por ele.

Entretanto, existe outra modalidade de estratégia que busca promover conteúdos por meio de anúncios: é a mídia paga, ou publicidade online.

A grande vantagem da publicidade online em relação à publicidade tradicional é a possibilidade de segmentar o perfil do público que será atingido pelos anúncios (idade, gênero, escolaridade, localização etc).

Isso garante campanhas com mais efetividade e custo-benefício, já que os investimentos iniciais são menores e o retorno é maior.

Por fim, existem diversas formas de anunciar na internet, como links patrocinados, anúncios em redes sociais, remarketing, banners e promoção de conteúdo.

Marketing de afiliados

Se você possui um produto – seja ele digital ou físico – ou possui muitos seguidores nas redes sociais e blog pessoal, pode se beneficiar do marketing de afiliados.

Nessa estratégia, o Afiliado divulga o produto ou serviço de um empreendedor ou empresa, (chamado de Produtor) em seu blog, site ou redes sociais. Em troca, recebe uma comissão por cada venda realizada.

Esse modelo permite ao Afiliado rentabilizar seus canais online, ao mesmo tempo em que oferece aos Produtores novos canais de divulgação. E os clientes também ganham mais canais para pesquisar sobre produtos e fazer uma decisão de compra assertiva.

Existem diversas plataformas que unem empreendedores interessados em aumentar as vendas com pessoas dispostas a divulgar produtos, como o Programa de Afiliados aqui da Hotmart.

CRO

Um dos aspectos mais importantes de qualquer esforço em marketing digital é a conversão. Ou seja, trazer usuários para a base da marca e levá-los até o fundo do funil de vendas.

A estratégia de CRO, ou otimização de conversão na sigla em inglês, permite saber onde as conversões não estão sendo bem exploradas em um blog ou site, realizando o que for necessário para melhorar os índices de conversão.

Durante o processo de otimização de conversão, é necessário revisar todos os pontos de contato com o lead/cliente do negócio para entender o que pode melhorar para que a conversão seja atingida.

Como fazer um plano de marketing digital

Depois de conhecer as principais estratégias, é hora de colocar a mão na massa e criar um plano de marketing digital!

O primeiro passo para fazer isso é estabelecer objetivos claros para, em seguida, traçar as ações necessárias para alcançá-los.

Por exemplo, se você quer aumentar as vendas de um novo serviço, o aumento no número de leads qualificados pode ser um bom objetivo.

Com isso, e considerando sua persona, os recursos disponíveis e os concorrentes, é possível traçar as ações necessárias para que o objetivo seja alcançado.

Parece complexo, não é? Felizmente, existem alguns passos que ajudam a estruturar um bom plano de marketing:

1. Definição de objetivos e metas

O que você espera alcançar com uma estratégia de marketing digital?

Essa pergunta deve nortear todo seu trabalho. Sem um objetivo claro em mente, dificilmente você será capaz de estruturar quais os próximos passos a serem tomados ou entender se a estratégia está dando certo ou não.

Por exemplo, se sua marca ainda está começando no mercado online e não possui presença online, seu objetivo pode ser aumentar o tráfego no site.

Em seguida, você pode traçar objetivos específicos e metas secundárias que podem ajudar a atrair mais tráfego, como publicar conteúdos semanais no blog, divulgar os posts nas redes sociais, investir em links patrocinados etc.

Na hora de decidir qual seu objetivo, tenha em mente que ele precisa fazer sentido para seu modelo de negócios, ser atingível e mensurável. Qualquer erro na definição pode prejudicar toda a estratégia.

2. Escolha de KPIs

Com o objetivo definido, é hora de escolher os indicadores responsáveis por medir o sucesso ou fracasso de sua estratégia.

Os KPIs, ou Key Performance Indicators, são responsáveis por medir se uma estratégia ou ação está dando certo e ajudando a marca a alcançar seus objetivos.

Por exemplo, se sua meta é ligada ao aumento do tráfego orgânico, um indicador válido é o número de visitas em seu blog ou site.

Lembre-se que esses indicadores precisam fazer sentido para seu negócio, já que deles dependerão todas as etapas seguintes.

3. Criação da persona

Para que seu plano de marketing dê certo, não basta só ter objetivos bem definidos. Também é necessário conhecer o perfil usuário que você espera atingir para detalhar como as ações serão colocadas em prática.

É por esse motivo que a criação da persona não pode ficar de fora de seu plano estratégico. Conhecida também como avatar, a persona é uma representação de seu comprador ideal e reúne características demográficas e comportamentais. como gênero, idade, cargo, hábitos de consumo, hobbies, estilo de vida e desafios enfrentados.

Com esses dados, você consegue definir o melhor tom de voz para interagir com o público, as melhores ferramentas, o formato de conteúdo, o design mais eficiente, entre outros detalhes importantes para o sucesso de sua estratégia.

Para criar uma persona, fuja de achismos. Se você já tem uma audiência online, use ferramentas como Google Analytics e Facebook Insights para ter acesso a dados reais sobre seu público. Também vale analisar a audiência dos concorrentes e até fazer pesquisas com seu público-alvo.

4. Escolha da estratégia mais adequada

Com sua persona definida, o próximo passo é escolher e descrever quais estratégias serão desenvolvidas para alcançar os objetivos.

Como já mostramos, existem dezenas de estratégias de marketing que você pode implementar em seu negócio. Mas a escolha precisa ser feita com muito cuidado.

Para não errar nessa etapa, leve em consideração seus objetivos e o perfil da persona, escolhendo a estratégia mais adaptada ao público que você quer atingir e que mais pode ajudar você a alcançar suas metas.

5. Criação do plano de ações

Agora que você já sabe qual estratégia de marketing será implementada, procure estruturá-la de maneira detalhada.

É importante definir os melhores formatos de conteúdo que serão criados, o volume e a periodicidade de produção desses materiais e os canais de distribuição.

Em seguida, liste todos os recursos necessários para que essas tarefas sejam feitas e o prazo de conclusão de cada uma delas.

Organize tudo em um cronograma ou calendário editorial para que toda a equipe tenha acesso a esses dados.

Mas não se prenda demais a prazos ou orçamentos. Seu plano de ações pode e deve mudar de acordo com as circunstâncias. Portanto, atualize-o sempre que necessário.

6. Mensuração de resultados

Por fim, mas não menos importante, é hora de acompanhar os resultados de sua estratégia de marketing.

Você se lembra que um dos critérios para escolher um objetivo para sua estratégia era ele ser mensurável? Isso ajuda a determinar se os resultados foram alcançados e se algum processo precisa ser aprimorado.

Sempre que concluir uma tarefa ou ação importante, avalie todos os números, compare-os com os resultados anteriores e identifique algum ponto de melhoria. Dessa maneira, fica mais fácil repetir os acertos e evitar os erros cometidos.

Métricas de marketing digital

Uma das maiores vantagens do marketing digital é que ele permite documentar, acompanhar e avaliar de perto se todas as ações estão dando o resultado esperado. Algo que o marketing tradicional não permite.

Assim, você ou sua marca consegue tomar decisões mais assertivas, baseadas em dados reais e seguros.

Ao avaliar a performance de seu blog ou site, por exemplo, você pode avaliar uma das seguintes métricas:

  • Visitantes únicos: o número de pessoas que acessam sua página;
  • Sessões: conjunto total de interações, como visualizações e cliques na página, de um usuário;
  • Tráfego orgânico e pago: número de sessões originadas de serviços de busca ou campanhas pagas;
  • Taxa de rejeição: porcentagem de usuários que realizam apenas uma visita, sem interagir com a página;
  • Taxa de conversão: relação entre o número de visitas e a quantidade de conversões realizadas;
  • Links externos: número e qualidade de links de outros domínios que direcionam para seu site ou blog.

Essas, porém, não são as únicas métricas de marketing digital. Existem dezenas delas e é importante escolher as mais adequadas a seu negócio.

Confira abaixo outros dados que você pode (e deve) acompanhar:

ROI

O Retorno Sobre Investimento é uma das métricas mais importantes do marketing digital. Ele indica a lucratividade das ações que o negócio coloca em prática.

De maneira resumida, o ROI calcula o retorno obtido com base no investimento realizado. Esse indicador também pode revelar o total de perdas que seu negócio teve com algum investimento.

A fórmula geral do ROI é:

ROI = (receita – custo do investimento) / custo do investimento

Por exemplo, uma empresa teve um faturamento de R$ 100 mil em determinado ano. Nesse mesmo período, o investimento foi de R$ 10 mil.

Com base na fórmula, é possível concluir que o ROI da companhia foi de 9. Ou seja, cada real investido trouxe R$ 9 de lucro.

Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

O CAC é uma métrica que indica o investimento médio feito pelo negócio para conquistar um cliente.

Por exemplo, se a mesma empresa do exemplo anterior investiu R$ 10 mil para prospectar clientes e conseguir apenas 10 clientes, terá um CAC de R$ 1 mil.

Receita Mensal Recorrente (MRR) e Receita Anual Recorrente (ARR)

Essas duas métricas andam juntas e ajudam a prever a receita gerada pelo negócio.

Especialmente útil para quem trabalha com SaaS (software as a service), essa métrica permite avaliar a performance de empresas que vendem produtos com uma grande variedade de preços ou cujo pagamento é recorrente.

Ao calcular a receita mensal ou anual recorrente, é possível identificar padrões de crescimento do faturamento da empresa com mais segurança.

Custo por Lead (CPL)

Como o nome indica, essa métrica mostra quanto a empresa gastou para gerar um novo lead, de maneira bastante similar ao CAC.

Essa métrica é extremamente importante, já que a geração de leads é um dos maiores objetivos de uma estratégia de marketing digital.

Custo por Aquisição (CPA)

Diferentemente do CAC, no CPA a aquisição é definida pelo próprio negócio, de acordo com seus objetivos. Pode ser um novo contato ou um lead qualificado, por exemplo.

Uma dica é comparar o CPA com a receita que cada aquisição gerou. Assim, se o CPA for maior que a RPA (receita por aquisição), é um sinal de que a estratégia apresenta falhas.

Taxa de retenção e Churn

Embora ninguém goste de perder clientes, é fundamental saber quantas pessoas estão deixando de usar seus produtos e serviços.

A retenção é calculada usando o total de clientes no começo e no fim de um período junto com o número de novos clientes. Assim:

Taxa de retenção = [(Clientes no fim do período – novos clientes) / clientes no começo do período] * 100

A taxa de retenção é sempre igual a 1 – a taxa de desistências, ou churns. Ou seja, essas duas métricas representam basicamente a mesma coisa.

Por exemplo, um negócio começa o mês com 150 clientes e encerra o período com 175. Nesse intervalo, a empresa conquistou 35 novos clientes e teve 10 cancelamentos, resultando em 10 clientes extras.

Com isso, a taxa de retenção no período foi de 93,3% dos clientes, com uma taxa de desistência de 6,7%

Ferramentas de marketing digital

Outro aspecto que faz do marketing digital tão vantajoso é a quantidade de ferramentas que ajudam a administrar e acompanhar as ações e resultados.

Essas ferramentas e serviços ajudam a filtrar as informações mais importantes para entender o desenvolvimento da estratégia.

A seguir, você confere algumas das principais ferramentas de marketing e seus diferentes usos:

1. SEO

Otimizar conteúdos e conquistar boas colocações nos resultados de busca fica muito fácil com o uso das ferramentas corretas.

Pesquisa de palavras-chave

As ferramentas de palavras-chave permitem ao usuário descobrir as melhores oportunidades de termos para explorar em seus conteúdos, além de identificar o volume de buscas e a competitividade de cada termo.

Os principais serviços desse tipo são:

SEO técnico

Já as ferramentas de SEO técnico apresentam funções mais específicas, ajudando a checar a autoridade de um domínio, identificar e corrigir erros de SEO e encontrar conteúdos duplicados.

Para esse processo, costumam ser utilizadas as seguintes ferramentas:

Backlinks

Para chegar a qualidade dos backlinks que seu site recebe e quais devem ser removidos, é importante usar uma das ferramentas abaixo:

2. Análise

Para saber se sua estratégia está alcançando os resultados esperados, é importante usar ferramentas de análise para acompanhar alguns dados.

Análise de métricas

Muitas ferramentas que citamos aqui já disponibilizam serviços de análise de métricas e que são bastante úteis.

Entretanto, algumas ferramentas de análise podem ser usadas de maneira estratégica para aumentar sua compreensão dos dados e métricas disponíveis. Por exemplo:

Análise de concorrência

Um dos segredos do sucesso de uma estratégia de marketing digital é acompanhar a concorrência. Dessa maneira, você consegue identificar pontos de melhoria e até aprender com seus acertos e erros.

Diversas ferramentas auxiliam nesse processo, fazendo comparativo de palavras-chave, backlinks, tráfego e outros dados importantes. Entre elas, as mais comuns são:

3. Design

O design, seja do site ou das imagens postadas nas redes sociais, é um aspecto bastante importante. Afinal, a comunicação online é quase que totalmente baseada em conteúdos visuais.

Nesse sentido, é importante usar ferramentas que facilitem a criação de peças.

Ferramentas de imagens

O visual de um site ou blog ajuda na conexão do público com a marca, além de comunicar a identidade do negócio. Assim, qualquer descuido no design pode prejudicar toda a estratégia.

Existem muitas ferramentas e serviços, como bancos de imagens, que permitem baixar, criar, editar e tratar imagens. Os principais são:

Ferramentas de vídeos

A produção de vídeos está cada dia mais popular e já é uma das ações de marketing digital mais eficientes. Não é à toa que cada vez mais marcas e empreendedores investem nessa estratégia.

Diversas ferramentas permitem editar vídeos, fazer cortes, adicionar efeitos, inserir trilha sonora, criar vinhetas, motion graphics, entre outras funções. Por exemplo:

4. CRO

Para acompanhar o processo de conversão de sua estratégia online, algumas ferramentas podem ajudar. Com elas, você consegue acompanhar os leads pela jornada de compra e identificar os pontos de melhora.

Boas ferramentas para essa tarefa são:

5. Automação de marketing

Hoje em dia, o trabalho que um profissional de marketing precisa desenvolver é muito grande. Disparar e-mails para a base de leads, acompanhar o trajeto de cada um pelo funil, elaborar conteúdos, analisar métricas, entre muitas outras.

Felizmente, muitos serviços permitem integrar e automatizar boa parte desse trabalho, além de realizar testes A/B e elaborar fluxos de trabalho.

São elas:

6. Relacionamento interno

Caso seu negócio seja de médio ou grande porte, é fundamental manter uma boa comunicação entre os diversos setores da empresa e organizar os fluxos de trabalho.

Algumas ferramentas podem ajudar nisso:

7. Redes sociais

Não dá para falar em marketing digital sem citar as redes sociais. Mas gerenciar esses canais demanda muito tempo dos profissionais, que precisam elaborar e agendar posts, responder usuários e acompanhar métricas, muitas vezes em diversos serviços diferentes.

Nesse sentido, algumas ferramentas ajudam a centralizar os dados em um só lugar e até automatizar tarefas. Algumas delas são:

8. E-mail marketing

O e-mail marketing continua sendo um dos canais mais eficientes para se relacionar com o público.

O problema é que, com bases de contatos cada vez maiores, fica difícil gerenciar tudo corretamente. Elaborar mensagens, acompanhar os contatos, mensurar os resultados e traçar estratégias vira uma tarefa quase impossível.

Nesse sentido, diversas ferramentas podem ajudar, automatizando processos e gerando relatórios automáticos. Algumas delas são:

O que NÃO fazer no marketing digital

Como podemos ver, existem muitas técnicas no marketing digital. Como consequência, existem erros que são muito comuns, afetando a performance das estratégias. Confira também o que não fazer no marketing digital para evitar desperdício de recursos valiosos:

1. Não entender o público-alvo

Um dos maiores erros de marketing que é feito de forma recorrente é atingir o público-alvo errado. Querer atingir qualquer um e todos ao mesmo tempo é sinônimo de desperdício.

Por isso, pesquise bastante sobre o público antes de fazer qualquer investida. Você precisa saber quem são seus potenciais compradores e assim, criar a persona com base nessas informações.

2. Fazer SPAM

O SPAM são mensagens eletrônicas enviadas sem a permissão do usuário, geralmente feitas em massa. SPAM não só é um desperdício de tempo, como também é altamente prejudicial à imagem do negócio, que fica vinculado a algo negativo.

Para evitar essa prática, nunca compre listas de e-mail (uma das piores práticas do marketing digital) e envie conteúdos úteis para a sua base. O marketing digital é baseado na troca de confiança entre empresa e usuário.

3. Negligenciar seus clientes

Muitas empresas e empreendedores tem como grande foco uma única coisa: conquistar novos clientes. Sim, é ótimo trabalhar para atrair novos consumidores, mas negligenciar quem já é seu cliente é um erro grave.

Pense: o seu cliente já confiança no seu negócio e há grandes chances de se tornar um fã do seu produto ou serviço.

Não esqueça deles, dedique um tempo para enviar conteúdos personalizados via e-mail ou fazer ofertas personalizadas através de anúncios.

Tudo pronto para fazer marketing digital?

Como deu para perceber depois da leitura deste artigo, o marketing digital é uma estratégia bastante ampla, porém essencial nos dias de hoje. Portanto, você não pode deixar de investir nele!

Embora pareça algo complexo, acredite, o principal ponto para ter sucesso nessa empreitada é sempre procurar entregar valor para o público.

Não importa se você vai elaborar um blog, criar perfis nas redes sociais ou produzir vídeos para seu negócio. O importante é ter em mente os interesses e necessidades do público ao criar seus conteúdos.

Além disso, procure sempre se atualizar. O ambiente digital é muito dinâmico e a todo momento surgem novas tecnologias, estratégicas, técnicas e conceitos. Inovar vai ajudar você a estar à frente dos concorrentes em seu nicho de mercado e a conquistar a preferência da audiência.

São várias as estratégias de marketing digital, mas o importante é começar a testá-las e dar ênfase naquelas que geram mais retorno para seu negócio.

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7 Maneiras Simples e Práticas para Escrever um Ebook de Sucesso

Muitas pessoas querem usar o conhecimento que possuem para ganhar dinheiro online e o mercado digital acaba sendo um dos caminhos mais procurados. E uma das maneiras de começar um novo negócio é compartilhar esse conhecimento em forma de ebook.

Mas essa nem sempre é uma tarefa fácil, já que, para escrever um ebook de sucesso, é necessário uma estratégia sólida e um conteúdo relevante.

E como o mercado digital é extremamente competitivo, é preciso que o seu ebook ofereça algum diferencial para se destacar dos demais.

Se você pensa em entrar nesse mercado e produzir um livro digital para compartilhar os seus conhecimentos e habilidades, continue lendo este texto, Reunimos 7 dicas que vão ajudar você a escrever um ebook de sucesso. Vamos nessa?

O que é um ebook e quais são as vantagens de vender na internet?

Se você é novo no universo digital e quer ter um negócio próprio, talvez se pergunte o que é um ebook ou por que esse formato de conteúdo é tão popular.

O ebook é um livro criado, distribuído e lido de maneira inteiramente digital em diversos tipos de dispositivos, como computadores, tablets, celulares e-readers.

Diferentemente de outros tipos de conteúdo, como blogposts, os ebooks são mais extensos e podem ser acessados sem internet, desde que o usuário faça o download do arquivo.

Esse material é de baixo custo, afinal, não são impressos – ainda que exista essa possibilidade. Sua produção pode ser otimizada – sendo possível até mesmo encontrar templates gratuitos para ebooks na internet – e tem uma boa escalabilidade. Sem falar que é uma ótima estratégia para ganhar autoridade no mercado.

7 dicas para escrever um ebook de sucesso

Fazer um ebook, embora simples, exige planejamento para garantir que o conteúdo tenha qualidade e seja atraente para o público.

Se você quer criar um bom livro digital, confira as dicas que separamos para te ajudar nessa tarefa:

1. Defina seu nicho e sua persona

Ter um nicho é fundamental para toda estratégia no marketing digital. Nicho é a fatia de mercado na qual o seu público-alvo se encontra e onde o seu negócio atua.

Para escolher um nicho corretamente, procure pelos temas que você domina e pelos quais se interessa. Assim, você terá não só mais confiança e autoridade na hora de escrever, mas terá mais prazer ao produzir o conteúdo.

O nicho será constituído de pessoas que serão seus potenciais clientes. Portanto é preciso conhecê-las bem. Aí que entra a persona.

A persona é uma representação do seu cliente ideal, com nome, idade, história, hábitos de consumo etc. Essa representação ajuda a entender melhor quais as necessidades do público e entregar soluções que ajudem a resolver essas dores.

2. Escolha um título atraente

O título é o responsável pelo primeiro impacto nas pessoas. E para que a primeira impressão seja positiva, é preciso criar um que seja atraente e entregue bem o conteúdo a ser explorado no ebook.

Uma das maneiras mais eficazes de construir um título que chame a atenção do seu público é aplicando as técnicas de copywriting. Esse método se preocupa em fazer textos persuasivos que guiem uma pessoa a tomar a decisão de adquirir aquilo que você oferece.

E o título é o primeiro passo para isso. Muitos utilizam números como “3 maneiras para se começar a escrever sobre cinema” ou perguntas “como criar vídeos incríveis sobre cinema”. O que vale é chamar a atenção do seu público de cara para que ele se interesse e baixe o seu ebook.

3. Faça o planejamento prévio

Sem planejamento, nada vai para frente. Toda estratégia por trás de um produto digital envolve muita pesquisa e organização, por mais simples que uma campanha possa parecer.

E assim é para o conteúdo em si. Começar a escrever sem saber o que “colocar no papel” é um erro que pode te levar a não conseguir bons resultados. O ideal é estruturá-lo por tópicos, pesquisar cada um para então começar a escrever de fato.

Pense em estruturas lógicas, com desenvolvimento de texto que faça sentido em uma ordem de leitura. Lembre-se que, por mais atraente que seja o seu título ou outros atributos visuais do ebook possam ser, se o conteúdo não for de qualidade, sua autoridade será difícil de ser conquistada.

4. Dê atenção à identidade visual

E por falar em atributos visuais, não podemos deixar de falar da sua identidade visual. Essa parte é fundamental para que você consiga a atenção do público.

É importante você ilustrar seu material com imagens de qualidade. Alguns bancos de imagens, como Public Domain Photos e o Free Digital Photos disponibilizam algumas gratuitamente, mas você pode investir em outros ShutterStock.

Se o design não for a sua praia, você pode contar com a ajuda de profissionais especializados para criar o layout do seu ebook. Em plataformas como o Workana e 99Freelas alguns profissionais estão disponíveis para executar esse tipo de trabalho e você não deve ter dificuldades para encontrar um que lhe atenda.

Ou então, sempre peça indicação de alguém de confiança. Mas não abra mão de um profissional para realizar essa tarefa! Um bom designer faz toda a diferença no produto final.

5. Não se esqueça da revisão

Escrever é uma árdua tarefa de saber transcrever em palavras aquilo que você tem domínio. Isso requer um outro domínio, que é o de escrever. E por mais que você o tenha, a revisão é fundamental para garantir a qualidade do conteúdo.

Existem algumas técnicas de revisão. Muitas pessoas escrevem tudo para só depois revisar com calma, deixando o texto “de molho” por um certo tempo. Mas revisar seu próprio conteúdo não é garantia de qualidade.

Por isso, tenha um revisor externo, uma pessoa que não conhece o conteúdo produzido, será mais eficaz para identificar incoerências, erros gramaticais e problemas de diagramação.

6. Registre seu ebook

Se você quer escrever um ebook de sucesso e vendê-lo, então é melhor que você garanta a autoria de sua obra. No Brasil, isso é realizado na Biblioteca Nacional.

Registrar o direito autoral é uma forma de garantir que você possa reivindicar seus direitos quando for plagiado ou mesmo se assegurar de que aquilo que você publica não seja acusado de plágio.

Você consegue registar sua obra pelo site da Biblioteca Nacional. Por lá, terá acesso a um ISBN, um sistema que registra os dados de autoria, te dando a garantia que aquela propriedade intelectual seja sua e que você tenha direitos sobre a comercialização dela.

7. Prepare o material de divulgação

Bom, você já tem tudo para produzir um ebook de sucesso. Mas para ser de fato, é preciso fazer com que ele chegue até as pessoas. Para isso é preciso atraí-las.

Você deve utilizar o poder das redes sociais para divulgar sua obra, desde, claro, que seja aderente a realidade de sua persona e de seu nicho.

E para ebooks, ter uma landing pages atraente é fundamental, um local onde você possa atrair seu cliente para adquirir seu produto. Ela precisa instigar a pessoa a adquirir o material com um bom visual e persuasão. Se o seu forte não for construir uma, existem ferramentas online que podem te auxiliar.

O blog geralmente é o caminho mais adequado para hospedar uma landing page, desde que você possua um bom tráfego. Se não for o caso, pense em ter links patrocinados ou comprar tráfego. É um investimento com bom retorno e que alcança muita gente, desde que realizado de maneira adequada.

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Como dar aulas online: um guia para ganhar dinheiro ensinando!

Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado no início de junho de 2018 revelou que dos 63 milhões de usuários de internet brasileiros, 11% já fizeram aulas online, ou seja, aproximadamente 6,9 milhões de pessoas já estudaram a distância.

Se apenas esses números não são suficientes para te mostrar que dar aulas online é algo rentável e um mercado pronto para ser explorado, pense também em seus próprios hábitos de consumo de informação. Quando você tem uma dúvida, é bem provável que seu primeiro instinto seja recorrer à internet.

Você pode não ter percebido, mas o Google se tornou um grande aliado ao longo dos anos. O acesso ao conhecimento é tão mais fácil e simples hoje, que tem transformado o modo como as pessoas enxergam o mundo a sua volta.

Pense: se você tem uma dúvida mais específica, é bem provável que recorra ao YouTube para aprender. Já pensou como essa informação é valiosa?

Se há pessoas com dúvidas, é preciso ter também pessoas que as respondam. E é aí que entra o ensino a distância.

Mesmo que isso ainda não tenha passado em sua mente, este é um bom momento para considerar os cursos online como uma fonte de renda.

Com o intuito de unir o amor pelo ensino e a estabilidade financeira, alguns professores já optam por adaptar suas aulas para o ambiente online. E a tecnologia é uma ótima aliada nesse sentido.

Se você é professor, já tem o principal em suas mãos: o conteúdo. Mas se você não é, certamente detém algum conhecimento que pode contribuir de alguma forma para a sociedade.

Pensando nisso, trouxemos um material que vai te ajudar a explorar outras formas de ensinar para que você comece a dar aulas online hoje mesmo!

Como dar aulas online?

Os 7 passos principais para dar aulas online são:

Índice
1. Defina o conteúdo que será ensinado.
2. Identifique o perfil dos alunos.
3. Estruture suas aulas.
4. Escolha o formato da aula.
5. Seja o professor que todo aluno admira.
6. Grave suas aulas.
7. Coloque suas aulas na internet.

Logo abaixo, explicamos melhor cada um dos passos acima. Primeiro, vamos explicar porquê vale a pena investir em aulas online e por fim, como gravar suas aulas online de forma profissional!

Confira!

Porque apostar em aulas online?

Um dos grandes motivos para apostar em aulas online é o fato que o ensino à distância democratizou o acesso à educação.

Aulas presenciais possuem benefícios, mas os desafios de acompanhar a aula presencial é maior. É preciso que o aluno separe um tempo maior para se deslocar até o local e o professor precisa de cuidar de vários outros detalhes, como onde vai ser a aula, equipamentos, etc.

Ou seja, para ambos os lados, aulas online significa conforto, flexibilidade, autonomia e economia. Em caso de curso online, o aluno pode assistir de acordo com a sua rotina. Se for uma aula ao vivo, ela pode ficar gravada para ser assistida depois.

Como ser um professor online

Definitivamente, dar aulas online é um bom negócio, principalmente se você já dá aulas presenciais.

Porém, o processo de dar aulas pela internet é um pouquinho diferente, mas, felizmente, muito simples para quem deseja empreender nessa área.

1. Defina o conteúdo que será ensinado:

Matemática, Português, História, Geografia, Biologia, Inglês e todas as outras matérias escolares são ótimas para ensinar pela internet.

Mas você não precisa se ater às matérias básicas de uma escola tradicional.

Ser um professor online significa viver de suas paixões! E isso quer dizer que você pode explorar diversas áreas de conhecimento, o que abre muitas possibilidades e deixa tudo mais divertido.

Pensando nisso, analise os assuntos que você tem mais afinidade, que tem facilidade para conversar a respeito com outras pessoas.

Se você é um advogado, por exemplo, mas sabe cuidar de plantas suculentas como ninguém, aí está uma grande brecha para dar aulas online sobre este assunto.

Se você é um professor de Geografia, mas tem ótimos conhecimentos a respeito de localização pelas estrelas ou até mesmo sabe como pintar aquarelas, seu curso online pode ser sobre isso.

Outra opção é escolher temas mais específicos da sua área e que não encaixam na grade escolar.

Pense em um professor de Matemática que ama economia. Uma boa opção seria criar um curso que ensinasse a economizar e investir melhor em aplicações financeiras.

Com escolhas diferentes de conteúdos, você consegue explorar mais seus próprios conhecimentos. Mas se o assunto escolhido for o que você já está acostumado a ensinar, saiba que ele ficará ainda mais completo e especializado.

Sabemos que todos têm uma paixão e um assunto que domina mais. Então, use sua imaginação e prepare-se para ser um professor online daquilo que você realmente gosta.

Uma vez que você analisa os melhores assuntos para abordar em suas aulas online, é importante entender como é a procura por esses temas na internet.

Felizmente, há várias ferramentas que podem te ajudar nesse quesito.

Google Trends

Como Google Trends você conseguirá entender as principais tendências e sua evolução ao longo de um determinado período de tempo. Você pode inserir termos que sejam relacionados a sua temática na ferramenta para compreender se as pessoas estão buscando e falando sobre assunto.

Exemplo:

Google Trends - pesquisa sobre suculentas feita no Google Trends
Também é possível comparar um termo com outro na ferramenta. Conheça mais sobre o Google Trends em nosso post completo.

Google Keyword Planner

O Google Keyword Planner é interessante para que você entenda o volume de busca no Google por determinado termo. Novamente no exemplo do advogado que adora plantas suculentas, seria possível compreender quantas vezes ao mês, em média, esse assunto é buscado.

Por exemplo:

O termo “como cuidar de suculentas” possui de 1.000 a 10.000 buscas no Google.

como cuidar de suculentas - busca no google keyword planner sobre o assunto

Enquanto o termo “suculentas”, que é um termo mais genérico, possui de 10.000 a 100.000 buscas mensais.

suculentas - pesquisa no google keyword planner

Dessa forma é possível concluir que há um volume considerável de buscas e que pode ser um assunto interessante para abordar.

É claro que também é importante analisar se há muitos concorrentes em seu mercado falando sobre o mesmo assunto que você. Para te ajudar nesse tópico, acesse nosso post sobre monitoramento de concorrência.

Se você ainda não tem muita noção sobre o tema do seu curso online, criamos um conteúdo que pode te ajudar a definir o assunto a ser abordado. Leia mais em nosso post com 7 dicas para escolher um nicho para o seu negócio.

2. Identifique o perfil dos alunos

Assim como nas salas de aula, você precisa saber quem é o seu público-alvo. Você precisa entender as necessidades e os desejos dos seus alunos.

E como fazer isso?

Pesquise! Pense como seu curso online pode impactar positivamente a vida de uma pessoa.

Se você já for um professor, sua pesquisa pode ser mais assertiva. Converse com seus alunos e entenda os problemas deles na sua matéria.

Se você não é, pode elaborar uma pesquisa online e divulgá-la em canais que seus possíveis alunos estariam. Grupos de Facebook são ótimos locais para realizar sua pesquisa. A sua intenção é identificar os hábitos e problemas em comum que determinado público tem.

Parece difícil, mas uma pesquisa de persona pode te ajudar bastante nesse quesito.  (Quer aprender mais sobre personas? Leia nosso post sobre Como criar uma persona para o seu negócio).

O resultado servirá para você identificar quais são as maiores necessidades dos seus alunos e qual a melhor abordagem para suas aulas.

Isso tornará seu material ser bem específico. Além disso, você conseguirá utilizar a linguagem mais adequada para a sua persona.

3. Estruture suas aulas

Consumir material educativo online não pode ser cansativo. A internet é um canal de comunicação ágil. Por isso, faça um material que as pessoas terão prazer de ler ou assistir.

Esquematize os assuntos de forma que você consiga ensinar conteúdos completos. Porém, é importante dividir em tópicos o que você ensinará.

Caso você escolha ser um professor online de um conteúdo diferente do escolar, divida seu curso estrategicamente. Pense em formas de prender a atenção do aluno para que ele queira sempre acessar e consumir o seu material.

A maneira como o conteúdo será dividido depende do tempo de duração do curso. Mas lembre-se de fazer tópicos interessantes e que se completam.

Reserve um espaço em seu material para que os alunos possam deixar dúvidas. Dependendo da ferramenta de educação EAD que escolher, é possível que exista uma área de comentários para os alunos. E não esqueça de responder todas as perguntas.

Outra opção interessante é você fazer testes online para que o usuário veja o que ele já aprendeu nas suas aulas. Você pode disponibilizar materiais complementares para quem obtiver uma boa pontuação nos testes. Isso aumentará o desejo de fazer as atividades.

Para entregar um diferencial a mais, é importante apostar em exemplos práticos, o que ajudará os alunos a absorverem mais o conteúdo.

4. Escolha o formato da aula

É importante lembrar que a interação no curso online é diferente da sala de aula. Os alunos não estão fisicamente presentes em tempo real.

Ser um professor online proporciona novos tipos de interação por causa do canal de comunicação. Você tem a opção de escolher e testar diferentes técnicas de ensino e linguagens.

Já conhece os diversos formatos que você pode utilizar? Veja alguns deles:

  • Videoaulas são ótimas opções para engajar mais os alunos. Isso porque o formato em vídeos é didático e o conteúdo é facilmente consumido. E por conseguir ver o professor, a aula pode ser bem dinâmica.
  • E-books são livros digitais que podem ser lidos através de diversos dispositivos (computadores, tablets, celulares). Por isso, seu material será de fácil alcance.
  • Guias especializados e educacionais são orientações que você pode disponibilizar para os usuários. Com esse tipo de material, é possível mostrar com clareza sua autoridade e conhecimento específico em determinados assuntos.
  • Webcasts são parecidos com as videoaulas, porém, eles são ao vivo. Além de todas as vantagens dos vídeos, o professor consegue uma interação instantânea com os alunos nesse formato de aula. As dúvidas podem ser resolvidas instantaneamente.
  • Whitepapers são conteúdos mais curtos. Com eles você pode falar de apenas um assunto. São ótimas opções para apresentar informações quantificáveis.

O formato em vídeo é o mais recomendado se você deseja simular um ambiente parecido ao da sala de aula. Mas saiba que você não precisa optar por apenas um formato para seu curso online. Faça testes, escolha mais de uma opção e veja o que o seu público prefere.

Além disso, veja também o formato que você mais gosta. Algumas pessoas são ótimas fazendo vídeos. Outras preferem escrever seus conteúdos.

Não há um formato certo e outro errado. Escolha o que for mais adequado para você e para a sua persona.

5. Seja o professor online que todo aluno admira

Na escola há sempre aquelas aulas que dão um pouco de sono e aquelas que não dá para desgrudar os olhos. É claro que você deve focar no segundo caso.

Nesse aspecto, vamos focar no formato em vídeo, já que é o formato em que o aluno assistirá as aulas como se estivesse em uma sala de aula.

Para ser um professor online que prende a atenção dos alunos, é preciso treinar bastante sua oratória e sua postura.

Treinar no espelho é uma ótima prática para quem não tem experiência em falar para as câmeras. Outra boa prática é fazer alguns testes com a própria filmadora e depois analisar o que pode ser melhorado.

Lembre-se de ir direto ao ponto e não enrolar muito para passar um conteúdo que é simples.

Se seu conteúdo for mais complexo de compreender, peça para que outra pessoa revise e analise se sua explicação está clara o suficiente para o aluno.

6. Grave suas aulas

Esse tópico é específico para quem está considerando os vídeos como o  melhor formato para as aulas online. É o que também recomendamos fortemente pela versatilidade de lidar com o conteúdo e com os alunos também.

As gravações das aulas não precisam ser feitas por um profissional de vídeo. Você mesmo consegue executar essa tarefa.

O ideal é que tenha em mãos um equipamento básico de filmagem: câmera e microfone.

A câmera pode ser até mesmo o seu celular, se ele tiver uma imagem com boa resolução.

Para o microfone, recomendamos um microfone de lapela, para que o áudio não tenha ruídos e não comprometa o aprendizado dos alunos.

Todo o resto pode ser tranquilamente improvisado, como o local de gravação e iluminação.

Sobre esse assunto, também temos materiais completos que vão te ajudar em todo o processo de captação e até mesmo na edição dos seus vídeos.

7. Coloque suas aulas na internet

Uma vez que você gravou todas as suas aulas, você precisa de um ambiente virtual para colocá-las na internet. Para isso, você pode procurar por uma plataforma de Ensino à Distância que hospede seu curso e o entregue da melhor maneira para seus alunos.

Essa plataforma é conhecida como Learning Management System ou LMS. As aulas online ficam hospedadas nesse sistema, que deve incluir ferramentas de comunicação, entrega de conteúdo e avaliação para facilitar o processo de ensino e aprendizado.

Existem opções gratuitas, como o Hotmart Club, que já possui todas as funcionalidades necessárias para seu aluno aprender.

Para deixar o aprendizado mais fluído, as aulas devem ser divididas em módulos. Se o termo é novo para você, pense nele como equivalente como um curso dividido por unidades, comum em turmas presenciais.

Eles são ordenados sequencialmente e contêm todos os materiais do curso e atividades.

A maioria dos cursos online adotam o modelo assíncrono. O que significa que os alunos assistem às aulas e realizam as atividades em qualquer horário, sem estarem todos juntos.

BÔNUS: Dicas para tornar suas aulas mais interessantes

Já está com todo o curso estruturado e pronto para começar a ser gravado? É hora de aproveitar as dicas extras que separamos para tornar seu curso ainda mais interessante e atrair mais alunos.

Acredite: essas dicas irão fazer toda a diferença para engajar os alunos. E quanto mais eles gostarem, maiores as chances deles recomendarem seu curso para outras pessoas.

Coloque-se no lugar dos alunos

Pessoas que assistem aulas online, em sua grande maioria, estão fazendo o curso sozinhos, em casa ou em um espaço público com wi-fi. Logo, é preciso se colocar no lugar deles e prever pontos de melhoria no curso.

Para ter um visão mais imparcial, peça pessoas de confiança para avaliar sua aula e pergunte se eles entenderam o conteúdo. Lembre-se: seus alunos podem ser pessoas que não possui nenhum conhecimento prévio sobre o assunto.

Logo, se quem está avaliando achar o conteúdo confuso e sem clareza, essas observações podem ajudar a fazer os ajustes necessários.

Seja você mesmo!

Imagine assistir uma aula com professor sem expressão e passando o conteúdo de forma automática? Com certeza, você ficaria entediado. Seus alunos também.

Não tenha medo de ser você mesmo nas aulas. Fale com os alunos da mesma forma que falaria em uma aula presencial, quebrando a distância que o mundo online possui. Os alunos gostam de sentir que realmente estão em contato com uma pessoa empática e didática.

Algumas vantagens interessantes para dar aulas online:

Há uma diferença fundamental entre cursos online e as tradicionais salas de aula.

A diferença é que quem busca seus cursos online faz isso porque realmente quer aprender o que você tem a ensinar. Há um interesse primário do aluno, que procura aquele conhecimento específico.

Já os alunos das escolas e faculdades nem sempre estão interessados em todos os conteúdos que você pode ofertar. Por isso, pode ser que o interesse seja menor nas aulas presenciais. Isso acontece porque muitos alunos estão nas salas apenas para cumprir carga horária.

Há diversas plataformas de ensino a distância, o que deixa tudo mais simples para você que deseja começar.

De acordo com dados do censo do EAD, apenas em 2015, a oferta de cursos a distância aumentou em 470%.

Várias pessoas preferem estudar pela internet por causa da comodidade de poder aprender algo novo dentro de casa. Não ter que se deslocar até o local de ensino é uma grande vantagem. Isso possibilita melhor organização e utilização do tempo.

Além disso, o preço mais acessível é um bom atrativo tanto para o professor quanto para o aluno. Ao ser um professor online, você consegue economizar com o local, o deslocamento e o tempo gasto para dar aula.

Assim, é possível ter um ótimo material educacional com um valor de produção mais baixo. E por causa disso, o curso online é vendido por um preço bem mais econômico.

Escolher educação a distância também é vantajoso no que diz respeito ao tipo de material que o usuário pode consumir. É possível ter aulas em qualquer lugar, desde que você consiga se conectar à internet. Sem contar que há acesso a conteúdos de todos os lugares do mundo. Dar aulas online faz você expandir seu conhecimento para lugares que nunca pensou em ir.

Então, compartilhe o seu conhecimento com quem tem sede de aprender mais.

Dedique tempo aos cursos online

Se você é um professor que leciona apenas em um período do dia, pode dedicar o restante do seu tempo para preparar material online. Caso você dê aulas em tempo integral, pode usar os finais de semana. E se você já é aposentado ou não trabalha mais em escolas, pode criar exclusivamente cursos online.

Mas não faça disso apenas uma tarefa a mais para sua vida. Tenha prazer em criar cursos digitais.

Essa será uma nova estratégia educacional em sua carreira. Por isso, dê importância ao que você criará. Seu material será divulgado e distribuído. Ele deve ser feito com dedicação e primazia.

É importante saber que você empreenderá em uma nova área. Então, pense como um empreendedor.

    1. Escreva seus objetivos. Saiba o que e quem você quer alcançar com seu conteúdo online.
    2. Organize os horários. Se você tem outra profissão, tenha bem definido o tempo para as aulas presenciais e para o curso digital. Mas se você trabalha apenas em casa, saiba diferenciar os horários de descanso e os de criação de material.
    3. Tenha um plano de aulas. Siga um roteiro de aulas para que seu material seja completo e não fique repetitivo.
    4. Mantenha-se atualizado. O mundo digital é rápido. Fique sempre atento às novidades. Ter um conteúdo inovador fará você se destacar dos demais.
    5. Evite acumular tarefas. Deixar tudo para o dia seguinte pode ser um problema. Divida suas tarefas para que você consiga realizar todas.

Ser professor é uma tarefa que pode ser difícil. Mas sabemos que se você escolheu esta profissão, deve amar o que faz.

Em toda profissão, é necessário adequar-se conforme o tempo vai passando. E na sala de aula, isso não é diferente. Mudar e ter novas ideias pode ser seu diferencial dentro e fora da escola.

A princípio, você pode pensar nos cursos digitais como um complemento da sua renda. Mas aos poucos, você pode acabar percebendo que isso será o carro-chefe da sua vida profissional.

O mais importante, agora, é você começar!

Produza um conteúdo digital, divulgue-o e distribua-o.

Faça testes com um primeiro módulo, mesmo que seja gratuito, apenas para conhecer melhor o mercado. Mas comece a produzir!

Com os resultados obtidos nesses testes, você pode ver o que funcionou com a sua audiência e o que ainda precisa melhorar. Depois da primeira tentativa, com certeza você terá mais facilidade para fazer outros produtos digitais.

Se você precisa de ajuda para criar e vender seus produtos digitais, então entre em contato conosco pelo link abaixo:
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Por que montar uma escola de cursos profissionalizantes?

Ei, você aí que tem grandes conhecimentos na sua área e vontade de empreender, já pensou em montar uma escola de cursos profissionalizantes?

Com a configuração de mercado que temos hoje, cada vez mais as empresas buscam perfis que ofereçam algo além de uma formação tradicional. Nesse sentido, cursos especializados — livres ou técnicos — são uma boa pedida.

Fale a verdade: quem nunca quis fazer aulas de educação financeira, inteligência emocional, gestão de tempo ou outros conteúdos ricos para o desenvolvimento profissional e pessoal?

Continue a leitura e tire suas dúvidas: criar um curso é um risco ou uma oportunidade?

Vale a pena trabalhar com educação?

A educação é uma das áreas mais nobres de atuação profissional: quem tem conhecimentos para transmitir é capaz de modificar vidas — seja por uma recolocação profissional, seja pela evolução pessoal.

Além da parte poética da profissão, lecionar também tem vantagens mais… práticas, digamos assim. Por exemplo:

  • a reciclagem contínua de conhecimentos;
  • o desenvolvimento de habilidades comunicativas e de planejamento;
  • a possibilidade de uma renda extra.

Sem contar que as chances de uma escola de cursos profissionalizantes de qualidade dar certo são grandes.

De acordo com uma notícia publicada na revista Exame, com dados do Ministério da Educação, a procura da população brasileira por formações complementares vem crescendo significativamente.

Os motivos são:

  • a curta duração dos cursos;
  • o baixo investimento;
  • a tentativa de driblar o desemprego com conhecimentos alternativos;
  • a busca por aperfeiçoamento pessoal.

O que considerar ao criar um curso?

Parece mesmo ser uma boa investir em uma escola de cursos profissionalizantes, né? Mas por onde começar?

Bem, três aspectos são essenciais no planejamento: definição do produto e de público, conhecimento de mercado e estratégias de divulgação.

Para que esses três pontos permaneçam alinhados e resultem em um curso bem-sucedido, é interessante montar um plano de negócios. Nele, você colocará todas as informações que te orientarão nessa etapa de planejamento.

Basicamente, ele deve conter as respostas para algumas perguntas-chave, como as que colocamos abaixo.

1. Definição de produto: o que você quer vender e para quem?

Você já sabe qual será o conteúdo do seu curso? Definir com clareza os temas que serão abordados é o primeiro passo para começar a pensar em público, em orçamento e em mercado.

Nesse ponto, a dica é óbvia: dê prioridade para as áreas em que você tem um conhecimento aprofundado.

Afinal, para produzir um conteúdo realmente rico sobre determinado tema, você precisa saber do que está falando, concorda?

Com esse ponto de partida, é hora de conhecer e segmentar seu público: quem se interessa por esse assunto?

A definição de persona — um perfil mais detalhado de público-alvo — é essencial para entender exatamente quais são os problemas para os quais o seu curso será uma solução.

Com base nas necessidades do seu cliente ideal, dá para pensar nos pontos fortes da sua ideia, que servirão como um diferencial competitivo.

2. Análise de setor: como sua ideia se insere no mercado?

Em seguida, uma boa análise de mercado — ou pesquisa mercadológica — ajuda a situar a sua ideia no setor:

  • Qual é a procura pelo produto que você tem em mente?
  • Quais são as tendências desse nicho?
  • Quem são os líderes desse segmento?
  • De que forma a concorrência atua?
  • Quais são os pontos fracos da concorrência?

Essas perguntas são muito importantes para guiar sua iniciativa como empreendedor. Até porque escola de cursos profissionalizantes é o que a gente mais vê por aí.

Então, conhecer o seu nicho de atuação e as características da concorrência é excelente para que suas decisões no planejamento garantam o diferencial competitivo do seu negócio.

3. Ações de divulgação: qual a estratégia para alcançar o público?

Agora, uma etapa muito importante que nem sempre fica entre as prioridades: estruturar um plano de mídia para a divulgação do seu negócio.

O planejamento de ações de marketing desde antes do lançamento do produto pode ser decisivo. Assim, você consegue atrair a atenção do público e começar com o pé direito. Algumas etapas desse plano são:

  • escolher os canais que serão utilizados;
  • estruturar campanhas de marketing digital;
  • investir em publicidade paga;
  • definir métricas e indicadores de acompanhamento;
  • pensar em meios de nutrir o público.

E os produtos digitais, como entram na história?

Já sabe quais são os segmentos de cursos que você quer trabalhar? Ótimo! Agora temos uma pergunta: já pensou em abrir uma escola de cursos profissionalizantes na internet?

É isso mesmo! Os produtos digitais estão com força total. E nós temos um exemplo de sucesso para te contar:

O Anderson Rey possuía uma empresa de assistência técnica e refrigeração. Porém, apesar de amar fazer esse trabalho, ele também tinha uma outra paixão: a internet.

Com o tempo, Anderson começou a ter cada vez menos tempo. Então, pensou: como manter o seu negócio e ainda trabalhar com a internet?

Ele criou um canal e fez o seu primeiro vídeo, dando uma dica sobre ar condicionado. Um comentário em suas primeiras publicações no YouTube lhe chamou a atenção: era alguém pedindo para que ele gravasse um curso sobre instalação de ar condicionado.

Foi então que ele teve a ideia de criar o curso “O segredo das lavadoras”. Os resultados foram tão além do que ele esperava que, depois desse, Anderson lançou mais três cursos.

Os produtos digitais na área de educação não perdem em nada para os cursos presenciais, mas têm amplas vantagens, como:

  • flexibilidade: os alunos podem estudar a qualquer hora e lugar, inclusive utilizando os dispositivos móveis;
  • autonomia: há um protagonismo estudantil, já que os alunos podem adaptar a metodologia de aprendizagem da forma que entenderem melhor;
  • economia: normalmente, os cursos online saem mais em conta do que os presenciais.

Essas três características positivas — que não são as únicas — atraem muito o público. Afinal, há pessoas que querem continuar estudando e aprimorando a carreira, mas acabam desistindo por:

  • falta de tempo;
  • pouca identificação com as metodologias tradicionais de ensino;
  • perfil incompatível com currículos engessados;
  • dificuldade de arcar com custos do curso, do transporte e da alimentação na rotina de estudos.

Por essas e outras, os cursos profissionalizantes oferecidos em plataformas digitais são uma grande tendência.

Enfim, cursos são oportunidades ou um risco de negócio?

O mercado educacional é, sim, uma oportunidade de negócios — cada vez mais, as pessoas buscam por complementos à formação e especializações de conhecimento.

Então, vale a pena montar uma escola de cursos profissionalizantes, ainda mais se for no ambiente digital. Como vimos, atuar na EAD é uma tendência com excelente aceitação. Por isso, que tal começar já? Veja nosso guia com um passo a passo bem detalhado sobre como criar e vender cursos online. Até lá!

Como planejar de forma certa o conteúdo de suas aulas online?

Independentemente do tipo de conteúdo que você oferece, se você chegou até aqui é porque já percebeu a necessidade de adequar seus serviços presenciais para compartilhar conhecimento pela internet.

Durante muito tempo, o ensino a distância se resumia basicamente em pegar as mesmas aulas ministradas presencialmente e apenas oferecê-las online para os alunos.

Hoje, já sabemos que isso não dá certo. Afinal, o conteúdo online precisa ser adequado para que o ensino a distância realmente aconteça.

Por isso, neste post, vamos te dar 5 dicas para que você consiga adequar e aproveitar seus conteúdos de aulas presenciais e planejar conteúdo online para seus alunos de maneira valiosa e útil.

1. Faça uma lista com os conteúdos de suas aulas presenciais

Para começar a planejar conteúdo online a partir de suas aulas presenciais, você precisa pensar em todo conteúdo que ensina.

Faça uma lista com os temas de suas aulas e, em tópicos, coloque o que o aluno aprende em cada aula.

Por exemplo: se você é uma professora de piano, provavelmente, dá aulas de teoria musical e as aulas práticas em si.

Dentro de cada um desses temas, você pode pensar em micro temas. Então, na aula de teoria musical, você pode ensinar um dia a ler partitura, a montar harmonias, estudo de tempo e muito mais.

Depois de entender o que você ensina em cada uma das suas aulas presenciais, você consegue, então, perceber quais são os assuntos que podem ser ensinados a distância.

Assim, mantendo ainda no exemplo da professora de piano, na hora de planejar o conteúdo online para os alunos, ela pode gravar um vídeo dando dicas para que os alunos leiam partituras com mais facilidade.

2. Pense no perfil de seus alunos

É muito importante que você sempre pense no perfil de seus alunos e público na hora que estiver planejando conteúdo online. Isso porque você precisa criar conteúdos atraentes para essas pessoas, afinal, o objetivo é que elas consumam aquilo que você postar.

Então, procure entender o que seu público gosta e, principalmente, o que ele está precisando naquele momento.

Quais são os tipos de assunto que você aborda em suas aulas presenciais que geram mais curiosidade? Isso pode ser um fator que te ajuda a escolher quais conteúdos você deve transformar em online.

Por exemplo, se você é personal trainer e sabe que uma dor de seus alunos é saber se alongar adequadamente depois de um treino, pode criar uma série de vídeos com dicas de alongamentos. Assim, você cria conteúdo para quem já treina com você e ainda pode conseguir novos seguidores.

3. Escolha um formato para seus conteúdos

Quando você entender o perfil dos seus alunos e das pessoas que te seguem nas redes sociais ou qualquer outro canal online, você consegue definir qual é o melhor formato de conteúdo para criar.

É na parte do planejamento do seu conteúdo que você vai escolher se é melhor fazer vídeos, ensinar um passo a passo apenas com imagens, textos ou até mesmo por áudio.

Mas não pense que o formato do conteúdo depende apenas do que seus alunos gostam de ver. Você precisa ter tranquilidade na hora de criar conteúdo online, por isso, procure fazer aquele com o qual você se sente mais confortável.

É claro que vídeos são excelentes e podem ajudar na hora de ensinar alguma coisa. Porém, se você não está familiarizado com as câmeras, pode pensar em criar um ebook bem completo para que as pessoas aprendam aquilo que você quer ensinar.

Agora, se você quer se aventurar com um vídeo, aproveita para ver essas dicas de como se sair bem na frente das câmeras:

4. Defina o tempo de cada aula online

Para quem nunca deu aulas online, essa dica parece ser a mais importante. Porém, temos que te dizer uma coisa: não existe um tempo ideal para cada aula online.

Tudo depende do seu público e, é claro, do conteúdo que você tem que passar.

O mais interessante do mercado digital é que você tem espaço suficiente para fazer testes. Por isso, pode fazer um vídeo mais curto e outros mais longos para ver qual sua audiência prefere.

Vamos a mais um exemplo para ficar fácil de entender?

Imagina que você é uma cozinheira e quer ensinar para as pessoas suas receitas. Com certeza, o tempo que você leva para preparar uma feijoada não é o mesmo que você precisa para fazer um bolo de chocolate, não é mesmo?

Neste primeiro exemplo, vemos que o tempo do vídeo que você gravará será diferente por causa do conteúdo das aulas, que é completamente diferente.

Agora, uma outra opção é testar o tempo das aulas online com o mesmo conteúdo.

Vamos imaginar agora que você quer ensinar uma receita de brigadeiro. Você pode disponibilizar dois vídeos: um no IGTV, de 2 minutos, e outro em seu canal no YouTube, com 8 minutos.

É claro que os dois canais de comunicação são diferentes e, por isso, a retenção de quem está assistindo aos vídeos também será diferente. Mas com esse teste, você consegue ver em qual vídeo explica melhor a receita e, assim, pode definir qual é o tempo ideal para seus conteúdos.

5. Utilize materiais de apoio

Se você já dá aulas presenciais, provavelmente, tem materiais de apoio para seus alunos. Saiba que eles são muito bem vindos na hora de planejar conteúdo online também.

Alguns exercícios, dicas e até tutoriais podem ser acrescentados na descrição dos seus vídeos ou enviados por e-mail, comunidades e até mesmo pelo WhatsApp para seus alunos.

Lembra do exemplo do personal trainer? Um bom material de apoio seria um card com um desenho do corpo humano indicando todos os músculos. Assim, quando o aluno fizer um alongamento, ele saberá exatamente qual músculo está sendo ativado.

Escute seus alunos

Na hora de planejar conteúdo para suas aulas online, é muito importante pensar no que você tem para compartilhar com os alunos. Porém, não adianta pensar apenas no que você pode ensinar.

Além de colocar em prática as 5 dicas que deixamos aqui, é muito importante que você tenha como norte as pessoas que vão assistir às suas aulas. Por isso, é fundamental que você saiba receber feedbacks para que possa melhorar seu conteúdo online.

Então, se você decidiu que vai adaptar seu trabalho e oferecer aulas pela internet, é muito importante comunicar isso aos seus alunos desde o começo: avise que você está preparando um conteúdo super legal e pergunte o que eles mais gostariam de ver.

Existem várias formas de pegar a opinião de seus clientes. Pode ser em um grupo de WhatsApp que você já tem com seus alunos, por questionários, pedindo depoimentos por email ou nas redes sociais, por exemplo.

Como Funciona a Hotmart – Descubra Tudo sobre essa Plataforma [2020]

Você sabia que a Hotmart é uma empresa com presença mundial que promove empreendedorismo e educação a distância (EAD) por meio de uma plataforma completa que tem a melhor estrutura para produtores de cursos digitais e para alunos e é líder do mercado em toda a América Latina?

Mas, para muito além disso, somos uma empresa cuja missão é permitir que qualquer pessoa possa expandir suas possibilidades sendo parte do nosso universo. Seja criando um negócio digital e aumentando sua renda ou fazendo um curso online para aprender novas habilidades.

E como fazemos isso?

Juntando as três pontas do processo de vendas: Produtor, Afiliado e comprador!

Parece complicado, mas, na verdade, é muito simples. Veja só!

O que é a Hotmart e como ela funciona:

  1. Uma pessoa com conhecimento em determinada área cria um produto (como um curso online ou um ebook) para compartilhar sua habilidade com o mundo.
  2. Pessoas com um bom relacionamento e facilidade em fazer vendas ajudam a divulgar e a vender esse produto para o consumidor em troca de uma comissão.
  3. O consumidor que está em busca de um novo conhecimento pode comprar o produto em nossa plataforma, pesquisando na página de busca ou seguindo o Hotlink do Afiliado ou do Produtor.

Entenda como a Hotmart funciona na imagem abaixo:

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Em outras palavras, a Hotmart é a plataforma EAD que hospeda cursos online e processa todos os pagamentos em um só lugar.

Se você está interessado em trabalhar com vendas na internet ou fazer um curso online para expandir suas possibilidades, continue sua leitura para entender detalhadamente como a Hotmart funciona e porque ela é a sua escolha certa!

O que são produtos digitais?

Antes de saber o que são Produtores e Afiliados e qual é a opção ideal para você, é preciso saber o que são produtos digitais.

Produtos digitais são materiais, em sua maioria educacionais, que são produzidos em formato digital e distribuídos na internet.

Cursos online, vídeoaulas e e-books são bons exemplos de produtos digitais, mas existe uma infinidade de possibilidades.

Eles se tornaram muito populares entre os consumidores por oferecerem a possibilidade de aprender sobre diversos assuntos sem precisar sair de casa. Ou seja, é um formato de conteúdo acessível, prático e que vem cada vez mais ganhando espaço no mercado atual.

E são uma grande oportunidade para empreendedores por causa de seu alcance geográfico e, principalmente, porque neste modelo de negócio é possível escalar seus lucros.

Mas como isso funciona, exatamente?

Uma pessoa que mora no Japão pode comprar seu curso online agora e ter acesso a ele sem precisar que nenhum de vocês dois tenham que se locomover para isso. Enquanto ela acessa seu produto digital, outro comprador pode estar fazendo isto em outro lugar do mundo.

Em poucas palavras, um modelo de negócio escalável é aquele que possui capacidade de aumentar seu faturamento exponencialmente, sem precisar elevar seus custos na mesma proporção.

Como o seu produto é 100% digital, você não precisa produzir um novo curso do zero toda vez que uma nova pessoa fecha negócio com você. Com apenas um único produto, você consegue fazer milhares de vendas!

Entenda mais sobre esse tema em nosso post que explica o que são produtos digitais e como ganhar dinheiro com eles.

O que são Produtores?  

Agora que você já entendeu o que é um produto digital, está na hora de descobrir como você se encaixa nesse mercado.

Existem, basicamente, dois tipos de pessoas que atuam nessa área, os Produtores e os Afiliados.

Os Produtores são pessoas que desejam criar algum tipo de conteúdo digital para ser vendido na internet.

O Produtor de conteúdo digital pode ser um autor independente, blogueiro ou apenas alguém que domina um determinado assunto e decidiu criar um produto para atuar como professor online e compartilhar seu conhecimento com o mundo.

Quem pode se tornar um Produtor digital?

Pode parecer clichê, mas a verdade é que qualquer pessoa pode se tornar um Produtor digital. Basta que ela tenha como produzir seu material e saiba usar a internet.

O diferencial para alcançar o êxito está na persistência do empreendedor e na vontade que ele tem de aprender com o próprio negócio.

Tipos de produtos digitais

Atualmente, na Hotmart, é possível comercializar variados tipos de conteúdo digital:

  • Ebooks em PDF ou EPUB;
  • Documentos diversos (.doc, .rtf), audiobooks e músicas (mp3, wma);
  • Videoaulas;
  • Palestras e screencasts (MPEG, FLV, MOV, WMV);
  • Software (.exe, .msi);
  • Imagens;
  • Podcasts;
  • Scripts e quaisquer outros formatos de arquivo que possam ser baixados pela internet.

É possível também fazer uma adesão para sites de membros: clubes de assinaturas privados, sites de conteúdo restrito a membros, coaching clubs ou qualquer tipo de produto em que o comprador paga uma taxa de adesão ou recebe uma cobrança periodicamente.

Nesse caso, se o Produtor quiser, poderá integrar o sistema de cadastros do site dele com a plataforma Hotmart, hospedando seu curso online no Hotmart Club.

Muita informação, certo? Mas fique tranquilo que falaremos do Hotmart Club mais para frente neste texto.

O que são Afiliados?

Bem diferente dos Produtores, os Afiliados são pessoas que desejam lucrar ajudando outras pessoas a divulgarem seus produtos na internet.

Ao se tornar um Afiliado na Hotmart, você tem a opção de escolher entre centenas de produtos para promover dentro de nossa plataforma, e recebe comissões por cada venda realizada.

Ser um Afiliado na Hotmart possui diversas vantagens, como:

  • Você não precisa ter um produto próprio para começar a vender;
  • Por não ter um produto seu, você não precisa lidar diretamente com o comprador (isto será feito pelo Produtor responsável pelo produto);
  • Você não precisa ter um site de antemão (apesar de ser altamente recomendável), podendo divulgar o produto em outros meios como redes sociais, por exemplo;
  • Todas as comissões de vendas são processadas automaticamente pela Hotmart no momento da venda. Portanto, exceto nos casos previstos nos Termos de Uso, não há risco de você não receber a comissão por uma venda realizada;
  • Todas as comissões de vendas são processadas automaticamente pela Hotmart, no momento da venda, portanto, exceto nos casos previstos nos Termos de Uso, não há risco de você não receber a comissão por uma venda realizada;
  • Nossos Afiliados podem escolher entre centenas de produtos, de diferentes nichos, para se afiliar e, dependendo do produto, podem ganhar até mais de R$100 por venda realizada.

Se você não possui um produto, iniciar como um Afiliado é a maneira mais rápida de começar a gerar resultados financeiros para seu site ou seu perfil nas redes sociais.

É importante lembrar que existem algumas práticas proibidas no mercado de Afiliados, como a divulgação de SPAM, a venda de promessas inalcançáveis e o uso equivocado de ferramentas. Essas práticas podem, inclusive, levar ao bloqueio da conta na Hotmart.

Se você acredita que um usuário está infringindo nossos Termos de Uso, poderá denunciá-lo. A Hotmart possui um canal de denúncia criado exclusivamente para isso. Ele permite que você reporte casos de abuso de forma simples e rápida e até mesmo anônima, se desejar. Basta preencher este formulário que uma equipe especializada fará a análise da denúncia.

Como comprar um curso online na Hotmart?

Se você deseja comprar um dos diversos cursos dos nossos produtores, basta clicar na imagem abaixo!

Vantagens de escolher a Hotmart

A Hotmart é líder em seu segmento hoje, porque privilegia a experiência de todos os agentes envolvidos no processo de vendas.

Com ferramentas criadas para automatizar os processos de publicação, distribuição e pagamento, nossos Produtores conseguem focar no que realmente importa: desenvolver um produto de qualidade e criar um relacionamento mais próximo com seus clientes reais e em potencial.

Além disso, com a ajuda da Hotmart, você não precisa contratar especialistas para desenvolver ou configurar sistemas complexos. Simplificamos tudo para você preocupar-se apenas com a qualidade de seu conteúdo, a definição de seu horário de trabalho e quais as técnicas utilizadas para divulgar seus produtos.

São diferenciais de nossa plataforma:

  • Oferecer toda infraestrutura de armazenamento com segurança;
  • Possuir uma solução exclusiva para pagamentos online, o Hotpay, inclusive pagamentos internacionais – logo abaixo, te contamos um pouco mais sobre ele;
  • Realizar entrega automatizada dos conteúdos aos compradores;
  • Distribuir e pagar comissões de parceiros de divulgação (Afiliados) automaticamente;
  • Disponibilizar diversas ferramentas e relatórios para administrar suas vendas e produtos;
  • Oferecer opções avançadas para configurar sua página de vendas de acordo com os interesses de seu comprador.

Para os alunos, o foco é em uma experiência de aprendizado completa e de alta qualidade, com diversos recursos que permitem com que eles também sejam protagonistas.

São diferenciais do nosso ambiente virtual de aprendizagem:

  • Player próprio que traz resolução otimizada de acordo com a velocidade da conexão do usuário.
  • Possibilidade de anotar nos vídeos para melhorar o processo de estudo.
  • Acesso a materiais complementares (vídeos, PDFs), caso o Produtor insira.
  • Usar as notas do Produtor para também melhorar o processo de estudo.
  • Participar de comunidades exclusivas no app Hotmart Sparkle, caso o Produtor tenha.
  • Acesso a um espaço em que pode deixar dúvidas e receber a resposta do Produtor.
  • Legenda em diversos idiomas.
  • Assistir aula pelo celular ou TV.
  • Assistir aula offline ou online usando o Hotmart Sparkle.
  • Compartilhar o certificado, se o curso tiver.
  • Receber notificações do curso pelo app Hotmart Sparkle.

Venda no mundo todo e receba comissões em sua moeda

Nós dissemos que iríamos falar um pouco mais sobre nosso sistema exclusivo de pagamentos, não é?

Com milhões de transações realizadas no mundo todo, com total segurança, o HotPay é um sistema de pagamento desenvolvido pela Hotmart para aumentar as conversões dos Produtores digitais.

Uma das grandes vantagens da ferramenta é que ela permite que você faça vendas em todo o mundo: em qualquer país e em qualquer moeda. Basta escolher o preço do produto e o checkout da Hotmart é responsável por converter automaticamente o valor para a moeda do país de seu comprador.

E as vantagens são inúmeras (de verdade!). Com ele, você tem autonomia e segurança para efetuar a venda de seu produto digital no mundo todo e vai receber seus valores em sua moeda local, sem outros intermediários do início ao fim da transação.

Utilizando o HotPay, seus compradores podem adquirir seu produto em várias opções de pagamentos:

Cartão de crédito

De cara, o comprador já tem uma grande vantagem: a compra e parcelamento individual em 2 cartões. Se optarem por parcelar, há uma tarifa de 2,49% a cada parcela, que deve ser de, no mínimo, R$9.

Você, como Produtor ou Afiliado, deve dar a opção de cartão de crédito como forma de pagamento sendo que, no parcelamento, receberá o valor total da compra e os juros serão repassados à operadora do cartão.

A Hotmart também possibilita o pagamento em cartão de crédito via PayPal.

Débito online

Você também pode oferecer débito online como uma opção para seus clientes.

Funciona assim: ao realizar um compra, o débito online funciona como uma transferência online. Nesse caso, essa deve ser uma compra à vista.

Boleto bancário

Não acabou não!

Boleto bancário, que você já bem deve conhecer, também é uma opção disponibilizada pela Hotmart. As vantagens, nesse caso, é que não existe cobrança de taxa extra ao comprador (a quantia é disponibilizada em sua conta HotPay depois da compensação bancária do documento em até 96 horas úteis).

Diante de tantas opções de pagamentos, você também conta com incontáveis recursos para fazer seu produto vender mais, e um deles permite que você não só aumente suas conversões, mas ofereça a melhor experiência aos seus compradores.

Como você viu, é possível usar cartões de crédito, PayPal e métodos de pagamento locais. Você pode ficar tranquilo, porque a Hotmart é responsável pela faturação do cliente final.

Checkout Customizável

Chega de desembolsar com a contratação de programadores ou designers para ter seu checkout com a cara de seu produto digital.

Com o Builder, você conta com a ferramenta ideal para transformar suas páginas de pagamento e reforçar a identidade visual de seu produto. Você pode criar um checkout customizável e aumentar suas conversões.

A ferramenta permite que você tenha mais chances de quebrar as objeções de seus clientes, afirmar sua identidade visual e ajudar seu Afiliado.

Com o checkout customizável, você pode inserir o logotipo de seu produto, vídeos, imagens, textos e widgets, bem como personalizar as cores e a estrutura da página. Outra opção é escolher entre várias opções de templates, que estão prontas para serem usadas.

E não para por aí não. Você também pode:

  • Criar diferentes checkouts com elementos distintos para a versão smartphone e desktop;
  • Utilizar imagens e vídeos que reforcem a segurança e confiança de seu comprador;
  • Acelerar suas conversões fazendo testes com diferentes versões de checkouts.

É isso mesmo, você fará de seu formulário de pagamento uma ferramenta incrível de vendas, sem pagar absolutamente nada. É grátis e ilimitada!

Nesse momento, você deve estar se perguntando: “eu tenho que pagar por todos esses serviços que vocês estão oferecendo?”.

E a resposta é: não!

A Hotmart é uma plataforma gratuita! A única cobrança que fazemos para nosso usuário é de 9,9% do valor por cada venda realizada, ou seja, se você não fizer uma venda, nunca precisará pagar nada para usar nosso serviço.

Mas, claro que esse cenário não é bom para você, nem para a gente, concorda?

Por isso, incentivamos todos nossos Produtores e Afiliados, entregando funcionalidades e conteúdos que os ajudem a realizar vendas e ter uma renda fazendo algo que eles realmente gostem.

E quando falamos em entregas, é porque nós fazemos de tudo para deixar sua experiência como usuário mais fácil e descomplicada. Por isso, se você ainda não conhece nosso app, já passou da hora de baixá-lo e ter seu negócio digital sempre com você.

Hotmart Pocket

O Hotmart Pocket é um app completo que te permite (seja você um Produtor ou Afiliado) visualizar como seu negócio vem evoluindo – e até mesmo quantos pedidos de Afiliação você tem – de onde você estiver, sempre que quiser ou precisar.

Você ainda ganha:

  • Fácil visualização das informações de seus compradores, receitas e crescimento das vendas;
  • Mais autonomia para gerenciar seu negócio, usando o celular para tomar decisões importantes como aprovar ou não Afiliados.

Ah, ele também é totalmente gratuito, ok?

É só baixar na App Store ou Play Store e aproveitar todos os recursos que o app tem para acelerar seu dia a dia.

Hotmart Club  

Por falar em recursos, o Hotmart Club é um recurso inacreditável a mais que a Hotmart oferece para o Produtor disponibilizar seu produto online.

Trata-se de uma área de membros gratuita, ilimitada, preparada para aumentar suas vendas e entregar seus conteúdos de forma automática, e assim como em todos os serviços oferecidos pela Hotmart, sem taxa de adesão, sem mensalidade e sem integrações complicadas.

Com um nome de usuário e senha, os alunos que compram os cursos online têm acesso a um espaço onde encontram todos os materiais disponibilizados pelo Produtor, como videoaulas, quizzes e outros tipos de materiais.

O Hotmart Club possui um player próprio que foi desenvolvido para evitar que o conteúdo seja replicado para pessoas que não adquiriram o curso.

Além disso, existem outras vantagens, tais como:

  • Conteúdo separado por módulos;
  • Espaço para comentários;
  • Credenciamento para estudantes;
  • Suporte ao comprador;
  • Customização de design e muito mais.

O Hotmart Club ainda contribui para a fidelização dos clientes, a garantia de ganhos recorrentes e melhora a rotina operacional.

Mas o Club não funciona apenas para entregar seu conteúdo. Você pode multiplicar suas vendas e garantir a melhor experiência de aprendizado aos seus estudantes com três ferramentas incríveis que só o Club tem. Além disso, elas também são 100% gratuitas. Vamos a elas:

Potencialize suas vendas na Área de Membros

Sabe aquela frase que diz que é preciso “estar no lugar certo, na hora certa”?

É isso que o Club Sales dá a você e a seus alunos. Você pode criar ofertas especiais para os estudantes, inserindo páginas de anúncios na própria área de membros, enquanto eles assistem às aulas, sem que precisem sair da área de membros ou necessitem buscar em outro lugar na internet.

Ou seja, conteúdo relevante que enriquece a experiência de quem assiste a seus materiais, no momento que eles mais precisam.

Além disso, você também conta com um grupo de pessoas que já comprou seu produto digital e confiam nele – logo, aumentando significativamente as chances de vender mais.

Você tem dúvidas de que suas conversões têm grande potencial de aumentar? 🙂

Seus clientes podem comprar com apenas 1 clique

A segunda ferramenta que impulsiona suas conversões no Club também é conhecida por muitos como One-Click Buy. A Compra com 1 Clique facilita o pagamento de seus clientes, diminuindo o tempo de cadastro de dados e, portanto, aumentando as chances de chegar ao final da compra.

Para que você entenda melhor, nós te explicamos:

quando seus estudantes adquiriram seu curso, eles cadastraram seus dados e usaram uma forma de pagamento, com as informações de um cartão de crédito, por exemplo. Depois de já comprarem o curso, todos poderão adquirir novos conteúdos com apenas um clique, sem o preenchimento de novas informações.

Duas vantagens nota 10:

  • Produtores fidelizam alunos com outros produtos utilizando essa opção;
  • Altíssimo nível de segurança no armazenamento e utilização dos dados dos alunos.

Os dados de compra já estão guardados com total segurança no Hotmart Club. É só reutilizá-los para novas compras, sem passar pelo carrinho de compras, pelo preenchimento dos dados ou ter um cartão por perto, entendido?

Organize suas turmas de alunos com mais agilidade

A terceira ferramenta é um passo à frente quando o assunto é a experiência dos estudantes. Organizar seus alunos não tem mistério e ainda apresenta uma vantagem imperdível, já que você pode criar e segmentar a experiência de seus alunos, gerenciando os estudantes por grupos.

Assim, você possibilita que pessoas que estão no mesmo nível evoluam juntas.

Outra carta na manga é que você também pode fazer ofertas focadas nas necessidades dos alunos – com total flexibilidade para alterar o conteúdo do curso e direcionar o melhor anúncio para cada um dos perfis de estudantes. Legal, não é?

Playbox

O Playbox é uma ferramenta sem precedentes no mercado de produtos digitais, cujo principal objetivo é chamar a atenção de seus clientes e fazê-los comprar. É um checkout integrado a um reprodutor de vídeo.

Isso significa que você pode impactar seus clientes enquanto estão assistindo seus vídeos, quando eles estão totalmente envolvidos com seu conteúdo!

Isso permite que você atinja seu público-alvo de uma forma muito mais assertiva e inovadora.

HotLeads

O HotLeads é uma ferramenta que permite rastrear leads e vinculá-los a Afiliados de forma segura, garantindo que eles recebam suas comissões corretamente.

Além disso, permite extrair informações estratégicas sobre potenciais clientes, como país de origem, dispositivo e navegador usados, o que possibilita direcionar as campanhas considerando as características de seus leads.

Essa ferramenta também apresenta relatórios de leads e Afiliados em tempo real, o que permite ao Produtor digital criar estratégias baseadas em dados valiosos.

Os HotLeads podem ser integrados nas principais ferramentas de e-mail marketing, como Aweber, Mailchimp e Mautic.

ListBoss

ListBoss é a ferramenta perfeita para segmentar suas listas de e-mail de acordo com as ações de seus clientes ou potenciais compradores no momento da compra.

Algumas das principais segmentações para melhorar as vendas são a recuperação das compras canceladas e dos carrinhos abandonados. Além disso, também é possível organizar seus contatos considerando outros tipos de ações, como a avaliação feita de seu produto.

De acordo com um estudo realizado em 2017, os Produtores digitais que utilizam o ListBoss fazem até 8 vezes mais vendas online do que aqueles que não, estruturando o funil de forma organizada e com conteúdo relevante.

O ListBoss pode ser integrado a diferentes provedores de e-mail, como o Mailchimp, ActiveCampaign, GetResponse, Infusionsoft, entre outros.

Funil de vendas

O funil de vendas da Hotmart permite que você acompanhe seus clientes em todas as etapas do processo de vendas, desde o conhecimento de seu produto até a decisão da compra.

A ferramenta permite que você tenha um processo de vendas mais claro e desenvolva estratégias eficientes para aumentar suas conversões.

Para entender melhor como ele funciona, você pode ler nosso artigo sobre o funil de vendas da Hotmart.

Aprenda o passo a passo para se cadastrar

Agora que você entendeu as vantagens de vender pela Hotmart, deve estar se perguntando como você faz para se inscrever em nossa plataforma.

Para te ajudar, disponibilizamos um passo a passo abaixo em texto, e outro em vídeo.

Cadastrar-se na Hotmart (Produtor)

  • Acesse a plataforma e complete seu cadastro preenchendo as Informações de Pagamento e seus dados de contato;
  • Cadastre seu produto: neste estágio, você informará nome, descrição, preço e ainda  decidirá se permitirá que outras pessoas divulguem seu produto para você (Programa de Afiliados);
  • Defina sua página de vendas;
  • Publique o produto;
  • Após a publicação, o produto será revisado por nossa equipe editorial. O objetivo da revisão é verificar se o produto e a página de vendas atendem as políticas da Hotmart.

Após a aprovação do produto, você receberá seu link de pagamento direto para colocar em seu site e começar a vender seu produto!

Cadastrar-se na Hotmart (Afiliado)

Seu perfil é mais compatível com o de um Afiliado?

Veja, a seguir, o passo a passo para fazer parte de nossa plataforma:

  • Cadastre-se na Hotmart;
  • Acesse a plataforma e complete seu cadastro informando as Informações de Pagamento e seus dados de contato;
  • Vá até o Mercado e pesquise pelos produtos que têm mais a ver com você e com sua audiência. Por exemplo, se você tem um blog sobre viagens, procure produtos relacionados a este tema para divulgar;
  • Ao encontrar um produto que seja interessante para divulgar, clique para Promover para receber seu link de Afiliado para aquele produto;
  • Pronto! Comece a divulgar.

Você poderá visualizar a qualquer momento relatórios de cliques em seus links de Afiliado, bem como poderá acompanhar suas indicações e recebimentos de comissão em seu painel da Hotmart.

Quer saber mais detalhes?

Visite nossa Central de Ajuda – Guia do Afiliado

Entre em contato com nossa equipe de Suporte.

Nós te damos as boas-vindas à Hotmart

Ficamos felizes que você tenha tomado a decisão de conhecer os cursos disponíveis no universo da Hotmart ou de se tornar um Produtor ou Afiliado e, finalmente, estar permitindo-se trabalhar com algo que realmente gosta de fazer.

Se você deseja ser um empreendedor, saiba que ter uma mentalidade orientada para o sucesso é tão importante quanto o sucesso em si.

Esperamos que este conteúdo te ajude a iniciar sua jornada empreendedora! E para te ajudar ainda mais a dar o passo inicial, te convidamos para fazer o Desafio Primeira Venda, nosso curso totalmente online e gratuito que vai te ensinar, em quatro aulas, a impulsionar as suas vendas!

Aprenda como fazer live e capture 4 vezes mais a atenção do seu público

Aprender como fazer uma live pode ser o que está faltando para você conseguir capturar a atenção do seu público por mais tempo.

E por que isso é importante?

Porque é praticamente impossível conseguir vender um produto ou até mesmo passar uma simples informação quando você não tem a atenção da sua audiência.

Só para você ter uma noção, o tempo médio de atenção da maioria das pessoas é menor que o de um peixinho dourado.

Agora imagina o que você poderia fazer se conseguisse capturar a atenção do seu público por até 4 vezes mais tempo.

Gerar mais leads?

Educar as leads da sua lista de email?

Fazes uma oferta irresistível?

Aumentar o alcance e o reconhecimento da sua marca?

Eu não sei quais são os objetivos principais da sua estratégia de marketing nesse momento. Mas eu sei que o que eu vou te contar aqui pode te deixar bem mais perto de alcançá-los.

Acredite, fazer lives caprichadas podem capturar a atenção do seu público por até 4 vezes mais tempo.

E se você está achando que isso é algo difícil ou complicado de se fazer, bem… eu tenho uma ótima notícia para você!

Para fazer lives você não precisa de muitos equipamentos, na verdade você provavelmente já tem o necessário no seu escritório ou em casa, o passo-a-passo é bem simples e o restante eu vou te explicar aqui.

Neste artigo você vai aprender:

  • o que é uma live;
  • por que as lives devem ser parte da sua estratégia de marketing de conteúdo;
  • como se preparar;
  • e o exato passo-a-passo de como fazer lives no Facebook, YouTube e no Instagram.

Além disso, eu ainda vou te dar 7 dicas incríveis para você melhorar as suas lives e conquistar ainda mais a atenção do seu público.

Vamos nessa?

O que é uma live?

Uma live é uma transmissão de vídeo ao vivo. É quase como uma reportagem ou a cobertura de um evento ao vivo na televisão, só que pelas redes sociais e com uma estrutura bem mais simples.

Por meio das lives, o internauta pode acompanhar um evento no momento em ele acontece e interagir com o produtor do conteúdo através de comentários e curtidas.

Quem está produzindo também pode responder em tempo real as perguntas e comentários dos seus espectadores.

Hoje em dia as principais redes sociais, como o Facebook, Instagram e YouTube, têm esse recurso disponível para os seus usuários e é bem simples de usar.

Mas antes de te explicar o passo-a-passo para cada uma dessas três plataformas, eu vou te contar por que você deve incluir as lives na sua estratégia de marketing.

Por que fazer uma transmissão ao vivo?

Independentemente do seu nicho de mercado, as chances são que o seu público está presente nas principais redes sociais.

Cada rede social oferece uma possibilidade de comunicação diferente com o público. O YouTube é voltado para vídeos, o Instagram para imagens e por aí vai…

E embora elas tenham sido criadas com objetivos diferentes, não é à toa que, hoje em dia, o Facebook, o YouTube e o Instagram tenham em comum as transmissões ao vivo.

Já que esse é um recurso muito vantajoso tanto para o público, quanto para quem está interessado em fazer marketing de conteúdo.

Para você entender melhor, eu separei 5 motivos pelos quais você deve começar a fazer lives o quanto antes.

1. Aumenta o alcance da sua marca

Se você tem como meta aumentar o alcance da sua marca e conseguir novos seguidores ou inscritos esse é um recurso que você não pode deixar de experimentar.

Você provavelmente já deve ter percebido que tem sido cada vez mais difícil alcançar potenciais consumidores por meio do tráfego orgânico.

Com um volume muito grande de conteúdo sendo produzido diariamente, as redes sociais têm dado prioridade para as publicações com as quais as pessoas mais interagem.

No entanto, os canais e perfis que fazem live têm experimentado um impacto menor nessa redução de tráfego orgânico.

Isso acontece porque, além de ser um conteúdo que frequentemente gera muito engajamento, já que a audiência pode se comunicar em tempo real com quem está produzindo o conteúdo, as próprias plataformas tendem a aumentar a distribuição orgânica desse tipo de vídeo.

2. Engaja o público

Eu já te falei isso no começo do artigo, mas vale a pena reforçar essa vantagem. As lives são muito poderosas quando se trata de capturar e manter a atenção do público.

Só para você ter uma noção, os usuários do YouTube passam um tempo 4 vezes maior assistindo a conteúdos ao vivo do que outros vídeos.

E a maioria das pessoas prefere assistir a transmissões ao vivo do que ler um blog ou ver outros tipos de publicações nas redes sociais.

E o que isso quer dizer para o seu negócio?

Você pode aumentar o seu número de vendas com uma audiência mais engajada. Porque, geralmente, as pessoas que investem tempo para te acompanhar ao vivo são mais propensas a atenderem uma call to action (chamada para ação).

E isso tem tudo a ver com a próxima vantagem.

3. Gera leads qualificadas

Dentro de uma live, você tem mais tempo para abordar um tópico do que num vídeo normal. Isso permite que você se aprofunde mais e eduque a sua audiência, fazendo com que ela avance dentro do funil de vendas.

Além disso, pessoas que assistem a uma live provavelmente estão mais interessadas no que você pode oferecer. Já que exige um investimento maior de tempo e até mesmo uma certa dedicação para estar online no momento da transmissão.

Dessa forma você consegue gerar leads mais qualificadas que, se aquecidas corretamente, podem se transformar em clientes para o seu negócio.

4. Tem custo baixo

Fazer uma live pode parecer complicado, mas na verdade é bastante simples e tem um custo muito baixo.

Você precisa apenas de um smartphone e uma boa conexão de internet. Ou então um computador, webcam e microfone.

Equipamentos que você provavelmente já tem ou pode conseguir com facilidade.

5. Gera confiança e autoridade

Você provavelmente não compraria um curso de inglês de uma pessoa que não parece dominar o idioma, porque isso não passa confiança.

Da mesma forma, você precisa mostrar para o seu público que você entende do seu produto para conquistar a confiança dele.

E as lives podem ser suas grandes aliadas nessa hora.

Como elas não são editadas, você precisa mostrar domínio do conteúdo que você está abordando, você precisa mostrar que entende do que está falando.

E isso é uma ótima notícia se o seu objetivo final é vender um produto ou serviço, porque ninguém entende melhor e sabe mais sobre o seu negócio do que você mesmo.

Agora que você já conhece os 5 principais motivos para começar a fazer lives, eu vou te contar o que você precisa fazer antes de iniciar a sua transmissão ao vivo.

Porque tão importante quanto saber fazer, é estar estar preparado para entregar o melhor para a sua audiência

O que fazer antes de começar a live

Como numa live tudo acontece ao vivo e é transmitido para o público, é muito importante se preparar antes para evitar erros e problemas durante a transmissão.

Por isso eu selecionei 5 coisas que você precisa fazer antes de começar a sua live.

1. Planejar o conteúdo

Talvez você já tenha passado pela experiência de ter um professor que começava a falar sobre um assunto e, de repente, estava falando de um tópico nada a ver.

Ou, então, um que esgotava o conteúdo antes da metade da aula e depois não tinha mais o que falar.

Essas experiências são ruins e deixam uma má impressão.

Por isso o primeiro passo para fazer uma live de sucesso é planejar o conteúdo.

Você precisa ter claro onde vai começar e onde vai terminar, quais são os tópicos que você vai abordar, quanto tempo em média vai gastar para cada coisa…

Se você achar necessário, pode até fazer um roteiro escrito para te guiar na hora da live.

Assim você vai conseguir entregar conteúdo com mais qualidade para a sua audiência.

2. Ensaiar

Mesmo que você não esteja começando agora, é possível que você não se sinta confortável em ficar na frente das câmeras. É normal, eu mesmo já passei por isso.

Mas esse desconforto não pode ser um empecilho na sua jornada para alcançar os seus objetivos.

Por isso é importante você reservar algum tempo para ensaiar antes e até mesmo treinar na frente da câmera.

Nesse processo você vai descobrindo algumas coisas que funcionam para te deixar mais confortável, como por exemplo ter uma pessoa atrás da câmera e conversar olhando para ela.

Agora, se você já está acostumado com as câmeras, essa é uma parte do processo que mesmo assim não deve ser ignorada.

Porque durante o ensaio você pode descobrir partes do conteúdo que não estão encaixando direito ou algum tópico que não está sendo bem explorado e melhorar isso.

Lembre-se que numa live tudo o que você fizer estará sendo transmitido para a audiência. Então, quanto mais problemas você puder antecipar e evitar, melhor.

3. Preparar e testar os equipamentos

Como eu já te falei, para fazer uma live você vai precisar de um smartphone ou de um computador com webcam e microfone e acesso a internet.

Esses são equipamentos simples, mas que na hora podem apresentar problemas, como uma atualização de software inesperada ou uma queda na conexão de internet.

Para evitar esse tipo de coisa, no dia, algumas horas antes de começar, verifique se está tudo certo para que durante a live você esteja focado apenas em levar conteúdo de qualidade para a sua audiência.

4. Organizar o cenário e iluminação

Outra coisa importante a se pensar antes de começar a live é no cenário e na iluminação do ambiente onde você vai gravar.

Você não precisa de um cenário super elaborado para fazer a sua live. Mas é importante que o ambiente esteja organizado para passar uma boa impressão.

E, se você é como eu, e gosta de ter quadros pelo escritório com metas e dados que são importantes para a minha equipe, mas são confidenciais, fique de olho se isso não está aparecendo no fundo da sua transmissão.

Quanto a iluminação, você também não precisa de nada muito elaborado. Na maioria das vezes a própria iluminação do ambiente e a luz natural são suficientes para que a imagem não fique escura.

5. Divulgar

Por fim, uma das coisas mais importantes que você precisa fazer antes de começar a sua live é divulgar.

Afinal de contas, de nada vai adiantar preparar o conteúdo, treinar, organizar o cenário, testar os equipamentos, se você não tiver audiência.

Aproveite os canais de comunicação e redes sociais do seu negócio para fazer a divulgação.

Informe com antecedência a data e a hora exata que a sua live vai começar para que os seus seguidores possam se programar. E conforme o dia for se aproximando, crie alguns lembretes.

Agora que você já sabe o que fazer antes de começar a sua live, eu vou te explicar o passo-a-passo para fazer no Facebook, no YouTube e no Instagram.

Como fazer live no Facebook

Desde 2016, o Facebook permite que qualquer usuário faça transmissões ao vivo pela plataforma.

Elas podem ser feitas tanto pelo celular quanto pelo computador usando o próprio site ou programas específicos para transmissões ao vivo.

Nesse passo-a-passo, eu vou te explicar como fazer live pelo celular e pelo computador diretamente do site do Facebook.

Como fazer live no Facebook pelo celular

Passo 1 – Instale o aplicativo do Facebook

Se você ainda não tem o aplicativo do Facebook no seu celular, acesse a loja de aplicativos e faça a instalação.

Passo 2 – Acesse a página do seu negócio e clique em publicar

Na página do seu negócio (ou no perfil no qual você quiser fazer a live), clique no ícone para criar uma nova publicação.

Vão aparecer várias opções na parte inferior da tela. Selecione Vídeo ao vivo.

Passo 3 – Permita o acesso à câmera e ao microfone

Se é a primeira vez que você usa esse recurso, o aplicativo vai pedir para você permitir o acesso ao microfone e à câmera do seu celular.

Passo 4 – Configure a sua live

Antes de começar a live, você pode adicionar uma descrição, escolher qual câmera vai usar (frontal ou traseira) e até colocar um filtro.

Passo 5 – Inicie sua live

Quando tudo estiver pronto, clique em Iniciar vídeo ao vivo para começar a transmissão.

E pronto. Depois de alguns segundos você já vai estar ao vivo.

Passo 6 – Encerre a transmissão

Para terminar a sua live, é só clicar no botão Concluir no canto inferior direito da tela.

Passo 7 – Compartilhe o seu vídeo

Depois de terminar a live, o Facebook te dá a possibilidade de deixar o vídeo disponível na timeline da sua página para que outras pessoas assistam depois. Se não quiser, você pode optar por excluir o vídeo.

Como fazer live no Facebook pelo computador

Passo 1 – Acesse a página do seu negócio e crie uma publicação ao vivo

Para fazer uma live pelo computador, entre no site do Facebook e acesse a página do seu negócio (ou o perfil no qual você queira fazer a live).

Na seção para escrever uma nova publicação, selecione a opção Ao vivo.

Passo 2 – Permita o acesso à câmera e ao microfone

Se você ainda não tiver autorizado o uso do microfone e da câmera, o Facebook vai mostrar essa notificação.

Clique em Permitir.

Passo 3 – Defina como você vai fazer a transmissão

Como eu já falei, você pode fazer uma transmissão diretamente do Facebook ou usando um software específico para isso.

Para fazer diretamente do Facebook, selecione a opção Câmera.

Passo 4 – Configure a sua live

Vai aparecer para você uma prévia da live e um menu lateral para você fazer algumas configurações.

Você pode definir em qual página ou perfil do Facebook você quer publicar a live, qual câmera e microfone você quer usar (se tiver mais de um conectado ao computador), e habilitar o compartilhamento de tela.

Além disso, você pode criar um título, escrever uma descrição e adicionar tags relacionadas a sua live.

Passo 5 – Comece a transmissão

Quando tudo estiver pronto, é só clicar no botão Iniciar transmissão ao vivo para começar a sua live.

Passo 6 – Encerre a transmissão

Quando chegar o momento de terminar a sua live, é só clicar no botão “Encerrar vídeo ao vivo” e confirmar que você quer encerrar a transmissão.

Passo 7 – Compartilhe o vídeo

Assim como no aplicativo, depois que você termina a sua live, você pode escolher deixar o vídeo disponível na sua Linha do Tempo para que outras pessoas assistam depois ou excluí-lo.

Como fazer live no YouTube

YouTube foi uma das primeiras redes sociais a fazer transmissões ao vivo. Esse recurso começou a ser oferecido em 2008 e desde então, ele só vem sendo aprimorado.

Atualmente, é possível fazer lives pelo celular e pelo computador, através do próprio site do YouTube ou usando programas próprios para fazer transmissão.

Nesse artigo, eu vou te explicar como fazer live usando o celular e também como fazer no computador pelo próprio site do YouTube.

Mas antes de começar, você precisa ativar o recurso na sua conta. Para fazer isso é bem simples, você só precisa seguir esses 3 passos.

  1. Acesse o YouTube e clique em Configurações no menu lateral esquerdo;
  2. Na página Conta, clique no link Ver recursos adicionais;
  3. Clique em Ativar na seção de Transmissão ao vivo.

Como fazer live no YouTube pelo celular

Passo 1 – Instale o aplicativo no seu celular

Se você ainda não tem o aplicativo do YouTube instalado, acesse a loja de aplicativos do seu celular e faça a instalação.

Passo 2 – Crie uma publicação

Com uma conta logada no aplicativo, clique sobre o ícone da câmera que aparece no menu superior.

Passo 3 – Permita o acesso à câmera e ao microfone

Se o acesso ainda não tiver sido autorizado, o YouTube vai pedir para que você permita o acesso à câmera, ao microfone e às suas fotos.

Clique em Permitir Acesso.

Passo 4 – Selecione transmitir ao vivo

O aplicativo vai te dar 3 opções para uma nova publicação: selecionar um vídeo do seu celular, gravar ou fazer uma transmissão ao vivo.

Selecione Transmitir ao vivo.

Passo 5 – Configure sua transmissão

Nessa etapa, você vai criar um título para a sua live, definir o acesso (público ou não listado) e indicar o local de onde está ocorrendo a transmissão.

Para adicionar uma descrição, clique em Mais opções e o campo de descrição será exibido.

Quando tudo estiver pronto, clique em Avançar.

Passo 6 – Crie uma miniatura

O YouTube vai tirar uma foto para usar como miniatura da sua live.

Se você quiser usar uma imagem que está na memória do seu celular, é só clicar no lápis depois de tirar a foto e escolher Fazer upload de miniatura.

Passo 7 – Inicie sua transmissão

Depois de definir a miniatura da sua live, clique em Transmitir ao vivo para começar.

Pronto, você está ao vivo!

Passo 8 – Encerre a transmissão

Para terminar a sua live, clique no X no canto superior da tela.

Passo 9 – Faça o upload do vídeo

Depois de interromper sua transmissão, o YouTube automaticamente faz o upload da sua live.

Se não quiser manter o vídeo no seu canal, é só clicar nos três pontos ao lado do vídeo e interromper o envio.

Como fazer live no YouTube pelo computador

Passo 1 – Acesse o YouTube e faça login

Para você conseguir iniciar uma live, você precisa estar logado no seu canal do YouTube.

Passo 2 – Clique no ícone da câmera

No canto superior direito da tela, vai aparecer o ícone de uma câmera ao lado das notificações.

Clique nele e depois em Transmitir ao vivo para criar sua transmissão.

Passo 3 – Permita o acesso à câmera e ao microfone

Se você ainda não tiver autorizado o uso do microfone e da câmera, o YouTube vai mostrar uma notificação. Clique em Permitir.

Passo 4 – Configure sua live

O YouTube vai te mostrar uma tela para você criar um título para a sua live, definir o público e optar para programar uma live, ou seja, você pode deixar a live pronta para começar em um horário específico.

Você também pode clicar em mais opções para adicionar um descrição e definir qual câmera e microfone você quer utilizar.

Quando estiver tudo pronto, clique em Próxima.

Passo 5 – Crie uma miniatura

O YouTube vai tirar uma foto usando a sua webcam para fazer a miniatura da live. Mas você pode fazer o upload de uma miniatura personalizada.

Basta você passar o mouse por cima da foto e clicar em Fazer upload de miniatura personalizada.

Passo 6 – Compartilhe a sua live nas outras redes sociais

O YouTube oferece a possibilidade de você compartilhar a sua live em outras redes sociais sem ter que sair do site.

É só você clicar no botão Compartilhar e selecionar a rede social.

Passo 7 – Inicie sua transmissão

Quando tudo estiver pronto, é só clicar no botão Transmitir ao vivo para iniciar a sua live.

Passo 8 – Encerre sua live

Para finalizar, é só clicar no botão vermelho Encerrar transmissão.

Passo 9 – Confira as suas métricas

Assim que você termina a sua live, o YouTube vai te mostrar alguns dados sobre a sua transmissão. Esses dados podem te ajudar a medir o sucesso da sua live.

Passo 10 – Configure o seu vídeo

Depois que você encerra a live, o YouTube automaticamente salva esse vídeo no seu canal e deixa disponível para que o público definido por você possa assistir depois.

Se você não quiser que ele fique disponível, você pode alterar as configurações de privacidade e até mesmo deletar o vídeo do seu canal.

Como fazer live no Instagram

Em 2016, o Instagram começou a disponibilizar a possibilidade de se fazer lives no aplicativo. Na época, elas só podiam ser assistidas no momento em que estavam acontecendo.

Hoje em dia, o aplicativo permite transmissões ao vivo de até uma hora e elas ficam disponíveis por 24 horas nos stories.

Diferente do Facebook e do YouTube, as lives no Instagram são menos sofisticadas, porque o aplicativo não oferece tantas opções de configurações.

Mas ainda assim, elas são muito valiosas para criar um relacionamento e engajar o público.

Para começar uma live é bem simples.

Passo 1

Acesse o aplicativo e faça login.

Passo 2

Clique no ícone da câmera no canto superior esquerdo como se fosse fazer um stories.

Passo 3

Selecione a opção Ao vivo.

Passo 4

Clique em Transmitir ao vivo para iniciar a sua live.

Passo 5

Para terminar, clique em Encerrar no canto superior direito.

Passo 6

Depois de finalizada a live, você pode salvar o vídeo no seu celular e compartilhar nos seus stories por 24 horas.

7 dicas para melhorar suas lives

Agora que você já sabe como fazer uma live em três das principais redes sociais, eu quero te dar 7 dicas que podem melhorar os seus resultados.

São coisas simples de se colocar em prática. Algumas podem ser feitas, sem brincadeira, em menos de cinco minutos.

Se você quer melhorar suas transmissões ao vivo para ter mais sucesso, continue comigo.

1. Faça uma boa descrição

A descrição da sua live no Facebook e no YouTube serve não só como um espaço para fazer uma CTA, como também para atrair novos espectadores.

Portanto é importante que a sua descrição seja atraente, informe as pessoas sobre o conteúdo da live e contenha palavras-chave para facilitar na localização do conteúdo.

2. Interaja com o público

Uma das grandes vantagens de se fazer live é que você pode interagir com o público, responder os comentários, fazer perguntas para a sua audiência.

Mas algumas pessoas acabam se esquecendo de fazer isso e não exploram todo o potencial que a live pode oferecer.

Coisas como ler comentários ao vivo e responder perguntas podem parecer simples, mas elas são capazes de aumentar o engajamento do seu público e fazer com que ele permaneça com você por mais tempo.

3. Faça perguntas certeiras

Uma das melhores formas de aumentar a interação da sua audiência com você é fazendo perguntas.

Mas não pode ser qualquer pergunta, tipo como você está ou o que você está achando do clima hoje…

Faça perguntas certeiras, algo que o seu público realmente se importe em responder e queira dar uma opinião.

4. Se apresente no vídeo

No início da sua live, é bem provável que poucas pessoas estejam assistindo. É normal que a audiência vá crescendo aos poucos, conforme as redes sociais vão mostrando notificações e a sua transmissão apareça no feed dos usuários.

Por isso vale a pena esperar alguns minutos antes de entrar de fato no conteúdo da sua live.

Aproveite esse tempo para se apresentar, falar brevemente de você e do seu negócio. Assim as pessoas que ainda não te seguem podem te conhecer melhor.

5. Tenha consistência

Assim como toda estratégia de marketing digital para as redes sociais, é importante ter consistência. Isso ajuda a fidelizar e aumentar a audiência.

Por exemplo, se você faz lives toda segunda-feira às 19 horas, o seu público já sabe que pode esperar por aquele conteúdo e passa a fazer parte da rotina dele.

As suas transmissões não precisam ser semanais, mas elas precisam ter uma frequência pré-determinada para que a sua audiência possa esperar por elas.

Crie um calendário e defina datas e horários para as suas próximas lives, assim você cria um compromisso consigo mesmo e com o seu público.

6. Analise seus resultados

Fique atento aos resultados da sua live como o número de visualizações, tempo médio assistido, número de novos inscritos, o horário de pico na transmissão.

Esses dados podem te ajudar a entender melhor o comportamento dos seus seguidores, qual tipo de conteúdo chama mais a atenção deles, quanto tempo eles passam assistindo, quando eles estão online…

Assim você pode testar e planejar melhor as suas próximas lives para conseguir o maior impacto positivo possível na sua audiência.

7. Adicione uma CTA

As lives não servem só para dar mais visibilidade para a sua página ou canal, engajar seus seguidores ou aumentar o seu número de inscritos.

Você também pode utilizá-las para alcançar um objetivo estratégico do seu negócio, como por exemplo, gerar mais tráfego para o seu site ou blog, gerar leads qualificadas ou até mesmo vender um produto.

Para fazer isso é importante que você inclua uma chamada para ação (CTA) na descrição ou nos comentários da sua live.

Você também pode aproveitar o seu momento ao vivo para convidar o seu público para clicar no link da CTA.

Aumente as conversões das suas lives

Como eu te falei, ter uma CTA na sua live pode te deixar mais próximo de alcançar os objetivos da sua estratégia de marketing.

Mas o que acontece com o seu público depois que ele clica no link da CTA?

O melhor destino é uma landing page totalmente otimizada para alcançar a conversão que você deseja, seja ela a captura de email, o cadastro em uma newsletter ou até mesmo fazer uma venda.

E, para isso, o Klickpages é a ferramenta ideal.

São apenas três passos para criar a sua landing page:

  1. Escolha seu modelo: há opções de alta conversão comprovada por testes.
  2. Customize a página: feita a escolha, edite os textos, as cores e as imagens, além de ocultar elementos que pouco agregam.
  3. Publique: com tudo pronto, é só publicar no seu próprio domínio, sem custos adicionais de hospedagem.

Conclusão

Saber como fazer uma live bem feita pode aumentar a suas chances de capturar a atenção do seu público e te deixar mais perto de alcançar os seus objetivos.

Neste artigo, você viu 5 motivos pelos quais fazer transmissões ao vivo pode ser uma estratégia vantajosa para o seu negócio.

Principalmente se você está interessado em aumentar o alcance da sua marca, engajar seu público ou gerar leads qualificadas.

Além disso, você também aprendeu o que precisa fazer antes mesmo de começar a live para ter sucesso e o exato passo-a-passo de como fazer no Facebook, no YouTube e no Instagram.

E é claro que eu não poderia terminar esse artigo sem ter te dado 7 dicas incríveis para melhorar ainda mais as suas lives.

Agora você já tem tudo o que precisa para começar. É só se preparar, pegar o celular ou o computador e fazer transmissões ao vivo.

Depois me conta nos comentários como foi a sua experiência e os seus resultados!