Como fazer posicionamento de marca: uma abordagem baseada em valor

Criar uma imagem de marca consistente pode aumentar a receita da sua empresa em até 23%. Ao apenas delinear uma estratégia de posicionamento de marca clara e consistente, sua empresa pode atrair mais clientes, ganhar mais dinheiro e otimizar todos os esforços de marketing.

Mas o desenvolvimento de uma estratégia de posicionamento de marca só acontece depois que você executa a segmentação de mercado e delineia a sua segmentação. Depois de fazer isso, você finalmente chega à parte mais impactante e poderosa da estratégia de marketing geral: posicionamento.

O que é posicionamento de marca?

Resumindo, o posicionamento de marca é o processo em que você decide como quer que os clientes pensem em você. Quando você vende produtos e produz conteúdo, é provável que queira provocar uma certa emoção e afinidade. Ou seja, você quer posicionar sua marca de uma forma específica.

O posicionamento de marca é mais do que simplesmente produzir um logotipo ou um jingle. Se for feito corretamente, pode ajudar a diferenciar seu negócio de todos os outros concorrentes, mesmo que você esteja vendendo produtos mais ou menos idênticos.

Para desenvolver a estratégia de posicionamento correta, você deve:

  • Descrever as principais necessidades dos segmentos de clientes-alvo;
  • Definir a estratégia de posicionamento com base nessas necessidades, ou o que os profissionais de marketing chamam de descobrir a “razão para acreditar” do público-alvo;
  • Destacar os pontos que diferenciam sua marca (traços de vantagem competitiva) e
  • Criar um plano de marketing com base em todas essas etapas.

Aqui, vamos nos concentrar na abordagem baseada em valor para o posicionamento de marca.

Por que o posicionamento de marca baseado em valor é importante?

É importante entender que o posicionamento não tem muito a ver com as características do produto e os recursos racionais e sim com as percepções e você assumir o controle da narrativa que os consumidores associam ao seu negócio.

Com uma estrutura clara de posicionamento de marca, sua empresa pode dizer aos consumidores por que você é diferente das outras. Ao se destacar, você pode fortalecer seu relacionamento com os clientes que já tem. Ele também pode garantir à empresa que a probabilidade de os clientes escolherem o seu produto e não o do concorrente é maior.

Antigamente, as marcas de cigarros realizaram a façanha de diferenciar um produto que era praticamente igual: havia diferença entre preferir Marlboro ou Camel. Havia uma imagem clara de uma pessoa que escolhia uma marca em vez da outra, o que era feito graças às variações no posicionamento de marca.

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Fontes:
http://tobacco.stanford.edu/
https://www.goantiques.com/

A estrutura de VBBP explicada

VBBP, ou percepção de marca com base visual, refere-se a como os consumidores reconhecem uma marca visualmente.

Brand Marketing imagem

Em suma, a percepção de marca é a representação que um consumidor cria sobre um determinado negócio. Os consumidores formam percepções de marca com base em vários critérios:

  • Avaliações online
  • Notícias
  • Recomendações de amigos
  • Experiências pessoais
  • Consumo de marketing externo (anúncios, redes sociais etc.).

Independentemente de como sua empresa se afirma, os consumidores podem formar uma opinião diferente sobre o que ela realmente é. A percepção de marca está relacionada ao posicionamento da marca porque ambas são formas de comunicar a mensagem de uma marca aos clientes.

Quanto mais você trabalha na criação de uma determinada persona de marca, mais seus consumidores poderão associar sua empresa a essa persona, que são eles mesmos.

Por que a percepção de marca é importante?

Assim como um forte posicionamento de marca, uma forte percepção da marca pode ajudar sua empresa a ter mais sucesso. É mais do que encontrar as palavras-chave ideais ou responder à intenção do usuário.

Se você associar sua marca a características positivas que seu mercado-alvo aprecia, é mais provável que seus clientes-alvo comprem de você. Por sua vez, você faz mais vendas e aumenta os lucros.

Sempre que seus clientes precisam escolher entre a sua empresa e outra, fazem anotações mentais sobre o que sabem sobre cada uma. Consciente ou inconscientemente, a pessoa decide de qual empresa comprar com base nessas notas mentais.

Como criar uma estratégia de posicionamento da marca em uma estrutura baseada em valor

Estrutura de brand baseada em valor

1. Descreva as necessidades e o segmento dos consumidores.

Para se posicionar no mercado, você precisa entender para quem segmenta. Quem são os clientes ideais para o seu negócio e por quê?

Depois de definir sua persona, você precisa pensar sobre com quais valores esses tipos de pessoas se importam. Quais qualidades procuram em uma empresa? Como você pode mostrar a elas que tem essas qualidades?

Ao apelar para as crenças e valores fundamentais do seu mercado-alvo, você pode se aproximar de quem a sua empresa está tentando alcançar.

Por exemplo, a Nike envia uma mensagem muito clara em todas as formas de comunicação: ao escolher a Nike, você apoia a força e o empoderamento de todas as pessoas.

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Fonte: nike.com

2. Defina a essência da sua marca.

Para definir a essência da sua marca, você precisa responder às seguintes perguntas:

  • O que sua marca vai despertar nas pessoas? Qual é a primeira coisa em que vão pensar sobre sua marca? Pense bem. Considere como você quer que as pessoas percebam sua empresa.
  • Como e em que circunstâncias as pessoas seriam obrigadas a recorrer à sua marca?
  • Como sua marca beneficia a vida e o trabalho do público-alvo? O que exatamente vai mudar?

Depois de ter as respostas, você pode estabelecer por que as pessoas escolheriam sua marca e seu produto com base no sistema de valores delas.

Tudo isso é conhecido como “essência da marca”. São os pensamentos, sentimentos e emoções gerais que as pessoas têm quando pensam na sua empresa.

Exemplos de essência de marca

3. Destaque os benefícios funcionais e emocionais da sua marca.

Depois, você precisa garantir que entende os benefícios funcionais e emocionais da marca. Mais especificamente, você precisa pensar nos benefícios funcionais e emocionais que seus clientes ganharão com a marca.

Resumindo, você precisa pensar no seguinte:

  • Como o cliente usará o produto/serviço
  • Qual é a expectativa do cliente ao usar o produto/serviço
  • O que o cliente deve sentir depois de usar o produto/serviço
  • Qual é a expectativa do cliente depois de usar o produto/serviço
Exemplo de benefícios funcionais e emocionais de uma marca

Quanto mais você pensar em como o cliente se sente e o que ganha com sua empresa, mais coerente será seu posicionamento de marca. O segredo é sempre focar nos clientes e na percepção deles sobre sua marca.

3. Identifique a “razão para acreditar”.

O próximo passo é definir por que os consumidores confiariam nos valores da marca que você está tentando comunicar.

Essencialmente, há três maneiras principais de estimular o público-alvo a acreditar nas suas mensagens de comunicação:

  • Escolha os principais pontos que estabelecem diferenças, funcionais e emocionais, que fazem você se destacar da concorrência;
  • Pense no por que seu público acreditaria que sua marca é única, o quanto esses pontos de diferenciação realmente são encorajadores, sustentáveis e duradouros.
  • Defina as principais táticas que melhor comunicam a percepção da sua marca. No exemplo da Dove, somos levados a acreditar nas mensagens de empoderamento e autoaceitação porque a marca nunca usa imagens luxuosas ou glamourosas. A Nike usa celebridades e pessoas da “vida real” e suas histórias para basear sua ideia de que todas as pessoas podem “just do it”, independentemente do contexto.

Integração do posicionamento de marca na sua estratégia geral de marketing

Agora que você sabe como criar uma estratégia de posicionamento de marca, precisa pensar em como conectá-la aos seus esforços de marketing.

Cada público que é acionado por mensagens mais personalizadas precisa ser tratado com um plano de marketing e uma combinação específicos.

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Como escalar a produção de conteúdos em vídeo – Guia Prático

Se você trabalha com estratégias de marketing de conteúdo, precisa saber como escalar a produção de conteúdos em vídeo.

Os vídeos têm um potencial incrível dentro de uma estratégia de conteúdo. Se você já ouviu aquele ditado “uma imagem vale mais que mil palavras”, precisa saber que um vídeo equivale a cerca de 10 mil. Nem sempre é algo literal.

Mas, enquanto as imagens cabem como excelentes complementos para textos, os vídeos são capazes de promover mais imersão e absorção de conteúdo.

Sejamos sinceros: a leitura requer paciência e foco.

Assistir um vídeo, nem tanto. Não é incomum que as pessoas prefiram assistir algo à uma boa leitura em seu tempo livre, especialmente no transporte público, na ida ao trabalho ou volta para casa, por exemplo.

Certos ambientes são mais propícios à leitura, enquanto outros facilitam o entretenimento ou aprendizagem em vídeo. Depende de muitos fatores, incluindo da própria pessoa.

Vamos entender como funciona a escalação da produção de conteúdos em vídeo, e a importância disso? Sente-se na sua cadeira mais confortável, separe seu copo d’água e prepare-se. A leitura levará apenas cerca de 10 minutos. Este tempo voa, mas é uma ótima oportunidade para você se hidratar e cuidar da sua postura.

Como escalar a produção de conteúdos em vídeo

Que fique claro, escalar a produção de conteúdos em vídeo depende de:

  • Planejamento com bastante antecedência;
  • Proatividade;
  • Visão criativa e estratégica;
  • Equipamentos disponíveis e de alta qualidade;
  • Contratação de pessoal especializado;
  • Conteúdo relevante e escalável.

Se você quer escalar a sua produção de vídeos, precisará garantir que esses elementos estejam disponíveis e acessíveis à sua produção.

Para facilitar, criamos um guia completo, que aborda cada um desses elementos em 6 etapas, que são:

  • Definição de temas;
  • A escolha de plataformas;
  • A preparação dos roteiros;
  • A definição das datas de publicação;
  • Preparação, teste de equipamentos e escolha de pessoal;
  • Produção dos vídeos.

Por que é importante escalar a produção de conteúdos em vídeo

Ainda que seu conteúdo escrito seja poderoso, caso você opte por trabalhar com ele, é necessário ir além disso e atingir uma parcela maior do público-alvo no mercado em que você atua.

Toda estratégia de Inbound Marketing pode contar com uma grande escala de visitas e de interações quando possui vídeos, aulas/tutoriais e material audiovisual.

Separamos alguns dados obtidos através de pesquisas de terceiros para corroborar essa informação e mostrar como o consumo de vídeos vem crescendo nos últimos anos.

O conteúdo em vídeo é 1200% mais eficiente que qualquer outro

De acordo com um levantamento realizado pelo LearnHub, os vídeos geram mais compartilhamentos e curtidas que conteúdos que combinam imagens e textos.

Espectadores absorvem 95% de uma mensagem enquanto assistem um vídeo

Vídeos transmitem ideias, desenvolvem conceitos e incentivam ações. Conforme a pesquisa da Insivia Social Media, espectadores podem reter até 95% de uma informação transmitida por um vídeo, em comparação com os 10% de um conteúdo em texto.

84% dos clientes compram algo após assistir um vídeo explicativo

Hubspot realizou uma pesquisa sobre estatísticas de vídeos animados e descobriu que 94% dos entrevistados assistem vídeos explicativos para compreender melhor um produto ou uma marca.

Enquanto isso, 84% das pessoas entrevistadas decidem comprar algo após assistir um vídeo animado relacionado.

O crescimento das plataformas de vídeo

O YouTube tem uma base de usuários superior a 2 bilhões de pessoas. Isso representa aproximadamente ⅓ da internet.

O público-alvo do YouTube está entre pessoas de 18 a 34 anos de idade. Isso significa que as chances de você alcançar o seu público-alvo através de vídeos na plataforma são muito altas.

No Instagram, 1 a cada 4 consumidores afirma ter comprado algo após assistir a um story.

79% das marcas afirmam ter conseguido um novo cliente através do Instagram.

Além disso, 41% dos profissionais de marketing afirmaram, em 2020, que os Stories se tornaram uma das principais ferramentas em suas estratégias.

Isso tudo sem contar o Facebook, o TikTok e outras plataformas de vídeos. Dá para notar que o mercado é grande e tem um enorme potencial de crescimento, certo?

O que você precisa definir antes de escalar a produção de conteúdos em vídeo?

Agora que você já sabe a importância de escalar a produção de conteúdos em vídeo e as oportunidades que isso representa para o seu negócio, é preciso ir além.

Não dá para escalar a produção de vídeos sem conhecer bem o seu público-alvo e ter a certeza de que eles estão interessados no que você produz. Se seus conteúdos apresentam baixa relevância dentro da sua audiência, por menor que ela seja, é melhor entender o que você pode estar fazendo de errado, antes de planejar um cronograma mais amplo.

Para isso, é importante contar com a ajuda de um especialista em marketing e publicidade com experiência em vídeos.

Interpretar estes números e saber separar o sucesso do fracasso é determinante para criar uma estratégia escalável e garantir uma produção com boa chance de retorno sobre o investimento. Do contrário, você estará jogando seu dinheiro fora.

Portanto:

  • Analise os conteúdos que você já produziu e os resultados gerados;
  • Converse com um especialista para discutir os relatórios e entender o que funciona e o que não deu certo;
  • Ainda na conversa com o especialista, receba a orientação sobre o que fazer para os próximos vídeos serem ainda melhores;
  • Reúna uma lista de palavras-chave e temas relacionados ao universo do seu consumidor;
  • Comece a planejar o conteúdo em vídeo.

Como escalar a produção de conteúdos em vídeo passo a passo

Você já está quase apto a escalar a produção de conteúdos em vídeo. Agora, é hora de conferir o passo a passo para que isso aconteça sem maiores desafios.

Está pronto? Vamos lá!

Definindo os temas

Após você ter uma nuvem de palavras-chave e temas relacionados ao universo do seu consumidor-alvo, não faltarão ideias para criar conteúdos.

Contudo, estes conteúdos não deverão ser aleatórios. Eles precisam seguir uma lógica. Se você já tem um número considerável de vídeos em seu canal, deve entender se os próximos darão continuidade nisso ou tratarão sobre um tema novo.

Seja como for, é importante separar tudo através de pastas e playlists. Isso ajuda o público a se localizar dentro da plataforma que você escolher, especialmente no YouTube.

Estabeleça uma temática geral, um tema macro, e prepare-se para destrinchá-lo em temas menores, que serão os assuntos dos vídeos. De repente, sua série pode ter 5, 10, 20, ou 40 vídeos. A quantidade precisa fazer sentido dentro do assunto geral, abordando os pontos que você considerar importante. Outro ponto fundamental é não cansar a audiência. Portanto, seja prudente na hora de definir quantos temas serão abordados. Isso também influencia na minutagem de cada vídeo.

Escolhendo plataformas

A depender da temática, das características e preferências do seu consumidor-alvo, você poderá definir a plataforma ideal para publicar seus vídeos. Vale destacar que não é preciso se prender a uma única rede. Você pode optar por espelhar seus conteúdos em quantas desejar, desde que faça sentido dentro da sua estratégia.

Escrevendo roteiros

Com tudo o que você já definiu, será necessário escrever os roteiros. Se você já produziu vídeos antes, não terá dificuldades. Contudo, tenha em mente a minutagem para cada vídeo, considerando a quantidade de vídeos a serem gravados. Isso é muito importante!

Caso ache necessário, não hesite em buscar um curso de produção de roteiros para vídeos. Isso vai te ajudar a escalar a produção de conteúdos em vídeo, evitando bloqueios criativos e dificuldades técnicas.

Leitura complementar: SEO para Youtube.

Definindo datas de publicação

Com os roteiros escritos, falta pouco para começar a filmar. É importante planejar as datas de publicação. Ainda não é o momento para divulgá-las ao público, já que imprevistos podem acontecer. Contudo, a definição de datas ajuda a guiar você e a equipe responsável pela produção dos vídeos, facilitando as entregas.

Isso deve acontecer com bastante antecedência. Se possível, meses antes da publicação. Ter uma produção de vídeos escalável significa ter vários conteúdos engatilhados, prontos para serem publicados, sem que você precise fazer isso semanalmente ou em uma base mensal.

Portanto, não tenha pressa. A menos que a estratégia atual exija um timing muito específico, vale a pena postergar a publicação a fim de ter uma boa base de conteúdo.

Quer um exemplo? Digamos que você publica de 10 a 15 conteúdos mensais. Você precisa ter, pelo menos, o TRIPLO desta quantidade para começar a publicá-los. Do contrário, corre o risco de ter um espaço muito curto entre a publicação e a produção de novos conteúdos.

Essa quantidade pode e deve variar de acordo com o tempo que você levou para pesquisar os temas, produzir os roteiros e definir as datas. Com a prática, todo esse trabalho será otimizado e acontecerá mais rapidamente.

Mas, é preciso considerar um espaço de tempo confortável para que tudo corra da melhor forma possível.

Preparando equipamentos e escolhendo pessoal

Com os roteiros escritos, as datas de publicação pré-definidas e todo o planejamento concluído, você já terá dominado boa parte do nosso guia de como escalar a produção de conteúdos em vídeo.

Felizmente, não é preciso fazer tudo sozinho. Você pode escolher pessoas para participar dos vídeos com você ou mesmo estrelar os conteúdos.

Além disso, deve procurar uma equipe para operar os equipamentos, como as câmeras, microfones e cuidar da qualidade geral da produção. Tudo isso depende do seu orçamento.

O importante é ter equipamentos e pessoas confiáveis ao seu lado. Uma falha de qualquer um dos lados pode acarretar em atrasos diversos, comprometendo a estratégia como um todo.

Os equipamentos devem ser testados com antecedência antes da gravação de cada vídeo.

Produzindo os vídeos

Com equipe definida, equipamentos prontos e testados, chega a hora de planejar as gravações. A melhor escolha é gravar vários vídeos de uma só vez, especialmente se a sua equipe é profissional e faz parte de uma agência terceirizada. Isso possibilita economizar tempo!

Lembre-se: a edição de vídeo é o que dá o toque final à sua produção.

Editar vídeos online é uma arte que leva algum tempo, mas que pode contar com a ajuda dos editores e programas certos (e mais velozes)

Ter especialistas cuidando do assunto garante um resultado profissional, com muito mais chances de conversão.

Quando você grava os vídeos com um espaço muito grande, perde o senso de continuidade e fica sujeito a diversos contratempos que podem aparecer. Portanto, o ideal é gravar uma série inteira de uma vez. Isso depende, é claro, de quantos vídeos serão gravados e do tempo de cada um. Erros acontecerão, será preciso refazer algumas coisas.

Tudo isso deve ser levado em consideração, e a equipe responsável irá explicar tudo isso.

Escalando a sua produção de vídeos e de conteúdo

Finalmente, você poderá escalar a produção. Com vários vídeos gravados e editados, basta manter o ritmo e garantir uma operação constante. O software que usamos no exemplo acima (InVideo) costuma ajudar muito na aceleração e publicação de vídeos, pois possui templates prontos.

Em poucos meses, você terá a produção de um ano inteiro garantida. Se continuar, poderá até aumentar a frequência de publicação, caso veja uma oportunidade nisso. Ao final, você terá o controle dos prazos, e não ficará refém deles. Esse é, sem dúvida, o maior benefício de escalar a produção de conteúdos em vídeo (e também tem o aumento de visitas e de cliques em nossos sites).

Guest post produzido pela equipe da InVideo — plataforma que facilita a criação de vídeos online.

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Brand Awareness: 5 dicas para tornar sua marca Inesquecível

Brand awareness nada mais é do que o quão bem as pessoas reconhecem sua marca. Isso quer dizer que, quanto mais pessoas reconhecem algo sobre sua marca, nas diversas exposições às quais seus consumidores estão sujeitos, melhor é seu brand awareness.

E, por reconhecer marca, não queremos dizer apenas saber identificar o design do seu logo, mas sim os valores, o discurso e todo o guarda-chuva de significados e esforços de branding feitos por seu negócio.

Aumentar essa consciência de marca para quem vai consumir seus produtos não é tão difícil se alguns caminhos forem percorridos. E é exatamente esse o objetivo deste post.

Vamos te ajudar a desenvolver melhor o brand awareness de seu negócio com estas 5 dicas:

Qual a importância do brand awareness para o seu negócio?

Você acredita que o seu negócio continuará prosperando daqui 5, 10, 30 anos?

O brand awareness é a cereja do bolo de qualquer marca que queira ser vista e lembrada. Ter uma marca memorável é muito mais importante atualmente no mercado, pois existem vários empreendedores que estão usando a internet para ter mais alcance.

A concorrência aumentou significativamente e todos querem conquistar um lugar de destaque, mas poucos são os que permanecem lucrando. O que vai diferenciar isso a médio e longo prazo é o reconhecimento de marca.

Separamos alguns motivos que vão fazer você querer trabalhar o seu brand awareness já!

Aumenta as vendas

É comum que todo negócio que esteja começando pense em um único objetivo principal: a venda. Mas uma estratégia que visa apenas a oferta de um produto ou serviço não apresenta de fato o universo da marca para aquele cliente.

Atingindo um bom brand awareness, a sua marca conquistará um espaço na mente e no coração do público, gerando uma conexão mais profunda com os valores, propósito, identidade e ações do negócio.

Fortalecendo a visão geral do empreendimento, as vendas se tornam uma consequência natural, já que as pessoas têm uma referência mais clara de onde querem consumir. É daí que também surgem vários fãs e admiradores fiéis que comprarão sempre de você.

Eleva o alcance da marca

A marca atinge mais público fideliza pessoas que vão compartilhar e indicar os seus produtos/serviços para outras.

Todo o branding aproximará os usuários dos processos do negócio e da essência da marca em si. Com o brand awareness o contato é mais acessível e a audiência acaba se identificando com a comunicação do negócio.

O número do alcance será mais expressivo tanto no site e redes sociais, como na procura em pontos de venda fixos.

Porém esse “impulsionamento” não se limita apenas a ter novos seguidores em uma rede social ou ter novas vendas. As pessoas basicamente promovem a marca para outras pessoas através de indicações, compartilhamentos e bons feedbacks.

Impulsiona campanhas de marketing

Uma marca lembrada facilita que projetos e ações de marketing tenham mais sucesso e alcancem mais pessoas!

Outro ponto é que a marca constrói um posicionamento e uma identidade mais sólida, tornando bem mais assertivo o planejamento de novas campanhas.

O público fica mais característico, o que é mais fácil para extrair melhor novos dados sobre ele e sobre o impacto que a marca tem.

A estratégia em redes sociais, sites, blogs e e-mail marketing será cada vez mais embasada em dados reais e atuais, aumentando os resultados finais e o ganho sobre o investimento. Os leads estarão mais propensos a fazer uma compra e a jornada será mais rápida.

Marketing digital e brand awareness vão trabalhar juntos para resultados mais consistentes  e positivos.

Brand awareness e o reconhecimento de marca

Marcas com um brand awareness muito alto, normalmente, são líderes de seus mercados.

É bem fácil descobrir quais são elas, basta escolher um produto qualquer e dizer a primeira marca que lhe vem à cabeça.

Refrigerante? Coca-Cola.

Buscador? Google.

Bombril? Bombril.

Este último é o caso máximo de uma consciência coletiva sobre uma marca, chegando a um ponto em que produto e a marca se fundem em um só, já que o nome do produto em si é palha de aço.

Você já parou para pensar em marcas de Cotonetes?

Na verdade, elas não existem. Cotonete é uma marca da Johnson&Johnson para hastes flexíveis com algodão, e ninguém chega querendo comprar hastes flexíveis, mas sim, cotonetes.

São vários exemplos como esse, inclusive, os Correios fizeram um ótimo comercial há alguns anos fazendo piada com o tema:

Chegar a esse nível de entendimento de marca exige tempo, investimento e uma estratégia de branding bem feita. Mas isso depende do objetivo de seu negócio e quão longe você quer levá-lo.

O sucesso de uma marca não pode ser medido apenas se ela se torna gigante e reconhecida no mundo todo.

Afinal, se uma marca cumpre aquilo a que se propõe, vende produtos que realmente fazem diferença, causa um impacto em cada consumidor e na comunidade na qual está inserida, gera lucro para seus sócios com um mínimo impacto no meio ambiente, ela é uma marca de sucesso e será reconhecida por isso.

Não existem fórmulas mágicas ou segredos a serem desvendados.

Toda nova marca que conquista espaços em mercados vistos como dominados cumpre todos esses requisitos de uma forma ou de outra.

Dicas para tornar sua marca memorável

Nossas dicas são todas voltadas para que sua marca comece a não só fazer sentido no discurso e no posicionamento, mas que também seja vista como algo que pode trazer um diferencial para a vida das pessoas.

Antes, porém, é preciso tirar uma ideia do caminho: se o que você vende for ruim, sua marca nunca terá um bom reconhecimento.

Mas como saber se seu produto é ruim? Fácil!

Pergunte-se se você compraria seu produto ao invés de um ou vários de seus concorrentes. Se a resposta for em maioria sim, seu produto é bom. Caso contrário, o que você vende não é bom. É bem simples.

Agora que você já entendeu o conceito de brand awareness e sabe que precisa se dedicar para criar um bom produto, vamos mostrar 5 dicas para que sua marca seja memorável:

1. Discurso e visual devem ter a mesma identidade

Não adianta sua marca parecer de um jeito, falar uma outra linguagem e ser, de fato, algo completamente diferente do que você apresenta para os consumidores.

Visual (design da marca, embalagem, site, etc.) e discurso (slogan, missão, valores, textos institucionais, textos de anúncios, etc.) devem ser alinhados totalmente.

Digamos que seu logo tenha o desenho de um boi, mas vende produtos veganos e você acabou de patrocinar um rodeio. Não faz o menor sentido, certo?

Contrate profissionais com um bom currículo para definirem as fundações de seu discurso e para fazerem uma identidade visual completa.

Esse é um investimento imprescindível para que as pessoas reconheçam sua marca da forma como você deseja.

2. Posicione-se

Um dos cartazes do filme sobre a criação do Facebook dizia:

Não se faz 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.

Uma marca que não se posiciona é uma marca que desaparece ou, no máximo, é pouco lembrada.

Ao ter medo de perder alguns clientes, você acaba perdendo também a oportunidade de ser visto e impactar vários outros.

Resgatando mais uma vez o exemplo de uma empresa que vende produtos veganos, ela não deve ficar em cima do muro quando se trata de assuntos relacionados à indústria da carne ou de maus tratos a animais.

É preciso se posicionar e defender os valores que você, como marca, apoia.

3. Colabore com artistas e eventos

Uma das principais estratégias da Beats, marca de fones criada pelo rapper Dr. Dre e comprada pela Apple, foi patrocinar esportistas.

Nas Olimpíadas de Pequim, quase toda competição tinha um atleta entrando para competir usando um dos fones da marca.

O produto ganhou status rapidamente e se valorizou. Uma das curiosidades é que, mesmo com um valor de venda alto, a marca se tornou bem popular.

Vale a pena identificar personalidades, artistas e eventos que tenham a ver com seu negócio e sua linha de trabalho.

Contratar essas pessoas para falar sobre seus produtos poderá não só aumentar vendas imediatas, como fará com que sua marca se estabeleça no nicho que você escolheu.

Seria como se nosso exemplo, da marca que vende produtos veganos, contratasse um influenciador que faz receitas veganas para indicar e utilizar os produtos dessa marca em suas redes sociais.

No vídeo abaixo, Ricardo e Abramo dão dicas para quem quer começar uma parceria com os influenciadores digitais:

4. Crie conteúdo

Essa dica vai muito bem quando feita em parceria com a dica anterior.

Quanto mais pessoas influentes e relevantes criando ou fomentando conteúdo que tenha tudo a ver com sua marca, seu posicionamento e seus produtos, mais brand awareness você vai gerar.

Porém, mesmo que você consiga alguém para falar sobre o que você vende, é imprescindível que sua marca também tenha uma voz própria.

Nada gera mais credibilidade do que falar com propriedade sobre o mercado no qual você atua.

Por isso, crie conteúdos interessantes em um blog, faça um canal no YouTube, distribua materiais informativos e ricos para seus leads e faça posts em suas redes sociais.

5. Ocupe os espaços digitais

Se uma marca consegue acertar nas dicas 3 e 4, essa última fica muito mais simples.

É muito importante ocupar os espaços digitais e ter presença em canais onde seu público está ou onde pessoas podem estar discutindo sobre seu mercado, como comunidades, redes sociais novas e tradicionais e blogs, por exemplo.

Fincar uma bandeira no mercado digital significa melhorar as chances de que quando um cliente precisar de um produto como o seu, ele possa encontrá-lo mais facilmente do que um produto concorrente.

Isso também fará com que sua marca seja reconhecida como uma autoridade no mercado, ou seja uma referência quando pensarem no que ela faz ou oferece.

6. Elabore um manual de marca

Quando você pensa em um refrigerante, qual produto vem à sua cabeça? Ou então uma empresa de fast food?

Talvez você tenha imaginado logo de cara o logotipo, as cores da embalagem, um slogan conhecido, o estabelecimento ou algo que defina esses produtos, não é mesmo? Tudo isso não foi pensado à toa e é o que compõe um manual de marca.

O manual de marca é uma etapa fundamental na construção de um bom branding. Ele basicamente é um documento que reúne informações sobre a identidade do negócio, e é ali que está a filosofia e a autenticidade que vai conquistar a atenção da audiência.

Esse material é a base para o brand awareness e traz uma série de pontos que contam o que é a marca, quais são os seus objetivos e quais os tipos de experiência que ela proporciona.

Na parte gráfica ficam reunidas informações como: logotipo, paleta de cores, tipografia, elementos, referências visuais e etc. Já na parte conectada a comunicação estão: missão, visão e valores, propósito, pilares, tom de voz, entre outros.

Há quem se engane pensando que o manual de marca só pode ser construído com muito tempo de experiência e estudos, na verdade é o oposto.

Desde o surgimento de uma nova marca, o manual precisa existir para dar uma “cara” e personalidade, enquanto é adaptado aos poucos, caso apareçam mudanças e aperfeiçoamentos que são naturais em qualquer negócio.

7. Cuide da satisfação do usuário

O seu usuário está contente e satisfeito?

Ninguém gosta de receber reclamações e críticas e, no geral, o cliente que se sente insatisfeito sempre vai mostrar sua insatisfação para a empresa e até de forma pública, postando em redes sociais, por exemplo.

Esse feedback negativo enfraquece as qualidades do negócio e afasta potenciais compradores. Por isso, manter o cliente satisfeito é uma meta que deve ser levada a sério.

Um bom atendimento antes, durante e depois da compra que mostre prestatividade e que dê o suporte e segurança necessários são importantes para construir uma boa relação.

A comunicação aliada a uma efetiva experiência do usuário evitam falhas no diálogo e problemas técnicos nos canais de atendimento.

De todo modo, queixas virão e você deve estar preparado(a) para acolher essas críticas e fazer o possível para que a pessoa se sinta amparada e que seu problema seja solucionado.

Outro passo que deve ser levado em consideração é a inclusão de pesquisas de satisfação do usuário sobre os serviços e produtos oferecidos, assim como o atendimento, comunicação e suporte.

Solicitar esse feedback vai direcionar melhor a equipe ao que precisa ser melhorado e evitar possíveis problemas futuramente.

8. Crie programas de indicação e ações promocionais

Quem nunca participou de um programa de indicação ou de uma ação promocional? Muito raro, não é?!

O marketing promocional propaga a imagem da marca e cria um ambiente positivo, já que as pessoas podem receber benefícios em troca de alguma indicação, compartilhamento ou iniciativa (comprar uma peça e ganhar algo, receber um desconto comprando em uma data específica e etc).

Além de melhorar o posicionamento do negócio e aumentar o reconhecimento de marca, o programa de indicação é interessante porque a audiência estará agindo, promovendo e interagindo em favor da marca com outras pessoas.

Esse movimento é essencial para construir uma base engajada e antenada com as novidades daquele empreendimento.

Acredite em sua marca

Essas dicas, mais outras estratégias de marketing e branding, a longo prazo, colocarão seu nome na boca e, principalmente, nas mentes de inúmeros consumidores.

Mais do que aumentar suas vendas, sua marca passará a fazer parte da vida de muita gente e criará verdadeiros fãs e evangelizadores do que você criou.

É muito possível criar uma marca reconhecida por um vasto público. Mas é preciso trabalho, aplicar estratégias, como essas que mostramos aqui, e cuidar de perto de tudo o que você faz.

Marcas, negócios e ideias podem fazer diferença no mundo. Por isso, não tenha medo de mudar, adaptar, ou mesmo começar de novo. São essas ações que mais ensinam sobre seu público, seus produtos e o comportamento disso dentro do mercado.

Quer saber como encantar ainda mais sua audiência? Conheça mais sobre o marketing social e veja como sua marca pode ajudar a eliminar problemas sociais.


Este post foi originalmente publicado em maio de 2018 e atualizado para conter informações mais completas e precisas.

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Como criar um ebook e vender todos os dias na Internet em 2022

Você tem um grande conhecimento sobre determinado assunto, mesmo que por hobbie? Pois saiba que você pode transformar essa habilidade em uma nova profissão e ajudar pessoas do mundo todo! É o que você pode fazer ao criar um ebook.

Os produtos digitais sempre foram uma ótima oportunidade para investir e trabalhar na internet. E o melhor é que eles existem nos mais diversos formatos.

Um dos mais populares entre eles, o ebook é um livro em formato digital. Isso significa que ele pode ser lido em qualquer equipamento eletrônico, como computador, smartphone, tablet ou e-reader (que é um leitor de livros digitais, como o Kindle).

Eles também podem ser impressos em papel e lidos como se fossem um livro tradicional. Com um ebook pronto, é possível vendê-lo pela internet e transformar conhecimento em fonte de renda.

Se você também deseja criar o seu primeiro ebook, continue lendo este post e confira o passo a passo para transformar o seu conhecimento em um produto digital!

Vantagens de criar seu primeiro ebook e vendê-lo pela web

Você deve estar se perguntando: realmente vale a pena produzir um ebook e vendê-lo na internet? Sim e irei explicar os motivos.

Como trabalhamos diariamente com produtos digitais, vamos citar todas elas para que você conheça ainda mais o mercado de infoprodutos:

  • Preço: Com um custo de produção e de divulgação baixo, um ebook de alta qualidade pode chegar às mãos do comprador a um custo muito inferior ao livro tradicional. Isso permite que o vendedor reduza o preço para vender mais, ou simplesmente mantenha o preço e aumente sua margem de lucro por venda;
  • Portabilidade: Por utilizar um formato digital, pode ser distribuído de forma rápida e eficiente por meio da internet, para qualquer parte do mundo. O consumidor não precisa ir até uma loja física ou esperar seu livro chegar depois de uma compra online. A entrega é imediata após a aprovação do pagamento e o cliente já pode começar a estudar o quanto antes!
  • Baixo custo de fabricação: Diferente do livro em papel, que tem um custo em papéis, impressões, transporte e armazenamento toda vez que ele é impresso, o livro digital tem custo próximo de zero, pois todo o processo de venda e consumo ocorre digitalmente;
  • Escalabilidade: Como mencionamos, há também a possibilidade de realizar vendas para pessoas do mundo todo, independente do dia e hora. Com um sistema que recebe o pagamento e faz a entrega automaticamente, como é o caso da Hotmart, você automatiza todo o processo, escalando ainda mais suas vendas e lucros.
  • Possibilidade de trabalhar com o que você ama: Se você tem algo que realmente adora fazer, por que não aproveitar para ganhar dinheiro com seus talentos? Você poderá ensinar sua habilidade a outras milhares de pessoas e consequentemente, lucrar com isso. Alguns produtores digitais acabam por trabalhar integralmente com seu novo negócio online e há também quem garanta uma renda extra para complementar o salário.

Nós fizemos um Hotmart Tips com algumas dicas para você produzir o seu próprio ebook. Confere aí:

Aproveite e se inscreva em nosso canal para acompanhar em primeira mão os nossos vídeos. É só clicar aqui.

Como criar um ebook de sucesso?

Sim, um ebook possui muitos benefícios, tanto para quem produz quanto para quem compra.

Porém, para criar um não basta pegar o computador e começar a digitar. Fazer um ebook exige planejamento, boa escrita, um design atrativo e uma estratégia de divulgação eficiente.

Mas não se desespere. O passo a passo para criar seu primeiro ebook está logo abaixo. Anote e coloque a mão na massa!

Índice
  1. Defina sua persona
  2. Defina o tema do ebook
  3. Organize e estruture os tópicos do livro
  4. Ilustre seu ebook com fotos
  5. Escolha o formato do seu ebook (PDF ou Epub)
  6. Dedique-se à formatação
  7. Registre a sua obra
  8. Escolha uma plataforma de distribuição
  9. Tenha cuidado com a ortografia
  10. Defina o preço do seu produto
  11. Escolha a plataforma de distribuição
  12. Divulgue seu ebook

1. Quem é a sua persona?

Primeiro de tudo: para quem você quer vender seu ebook? Pode passar pela sua cabeça: “bom, para o máximo de pessoas possíveis”. Mas quem tenta vender para todo mundo corre o risco de vender para ninguém.

Como isso é exatamente o que queremos que não aconteça, é preciso saber para quem vender e entender quando vender. Para guiar esse passo é que existe a persona.

Persona é a representação semi-fictícia do cliente ideal. É baseada em informações reais de comportamento do público, ou seja, nada de vender a base de “achismos”.

Logo, é quem guiará toda a pesquisa, produção e divulgação do ebook.

Assim como uma pessoa de verdade, sua persona deve ter nome, idade, história de vida, motivações, sonhos, desafios, objetivos e suas maiores dores. Ainda em dúvida sobre como construir sua persona? Vamos construir um exemplo.

Imagine que você está fazendo um ebook com receitas de cupcakes para vender. Suponha que você já tem um site com visitas e uma página com fãs no Facebook. Utilizando dados do Insights e Google Analytics, podemos traçar o perfil do potencial comprador.

Maria Luiza, 40 anos, mora em São Paulo e trabalha como assistente administrativo. Maria é casada e têm dois filhos, de 4 e 7 anos respectivamente. Ela adora cozinhar, principalmente com seus filhos. Para complementar a renda, ela faz doces e salgados para vender no trabalho, mas sente que as vendas estão paradas. Ela também deseja aprender novas receitas, mas por conta da sua renda, não deseja investir em cursos caros.

Esse é só o começo da construção da persona. Mas já podemos ter uma ideia do que abordar no ebook.

Se você não possui uma audiência, precisa começar a construir uma. Aposte em grupos nas redes sociais, observe seus concorrentes com cuidado e faça parte de comunidades que se interessam pelo mesmo assunto do seu futuro ebook.

Tudo isso ajudará a criar um ebook mais certeiro possível e divulgá-lo para as pessoas com maiores chances de efetivar a compra.

2. Defina bem o tema do ebook

Essa é uma das etapas mais importantes do processo de criação de um livro, qualquer que seja ele, principalmente para quem quer ganhar dinheiro na internet com a comercialização do material.

Escolha sempre um tema com o qual você possui afinidade e tenha conhecimento profundo. Escolher um tema no qual você seja um especialista, é fundamental, pois você precisa transmitir credibilidade para seu leitor.

É muito importante também encontrar um nicho de mercado que tenha um tamanho suficiente para garantir um volume satisfatório de vendas. Para entender mais sobre o assunto, leia nosso post sobre como escolher um nicho para seu primeiro produto digital.

Escolhido o nicho, é hora de escolher qual tema será abordado no ebook. Como você deseja vendê-lo, é preciso ser certeiro nessa escolha. Afinal, o material do ebook precisa ser o mais completo possível.

Se você não tem noção sobre o assunto, pesquise seus potenciais concorrentes e as tendências no Google Trends.

Pensando na nossa persona acima, vamos pesquisar cupcakes no Google Trends para descobrir o que as pessoas estão pesquisando sobre.

criar ebook cupcakes

No Trends, você pode ver dois resultados principais: Assuntos relacionados, que mostra assuntos que as pessoas que pesquisam por cupcake se interessam, e Consultas relacionadas, que mostra o que as pessoas pesquisam quando procuram por cupcakes.

Você pode filtrar de duas formas, por Principais e Em ascensão, sendo o último ótimo para datas sazonais (feriados e datas comemorativas). Aproveite para aprender mais sobre o Google Trends neste post, que é uma ótima ferramenta para produtos digitais.

3. Organize e estruture os tópicos do livro

Decida quais são os principais tópicos dentro do tema que você escolheu. Faça um esboço

sobre cada um deles e organize os capítulos de forma a dar compreensão ao seu texto.

É importante fundamentar suas ideias, por isso faça uma boa pesquisa na internet sobre o que já foi escrito e o que há de mais novo na discussão do tema sobre o qual você quer falar.

Pesquise os assuntos sobre os quais o seu cliente se importa, e a partir deles defina seu conteúdo.

Ferramentas de pesquisas de palavras chave, como o Google Keyword Planner, podem ajudar bastante na seleção dos tópicos. Elas ajudam você a entender os interesses do seu público alvo, assim você conseguirá organizar seu conteúdo com mais eficiência.

Pesquisando cupcakes no Keyword Planner, esses foram os primeiros resultados:

criar ebook

Lembrando que ali é só uma pequena parte. Você ainda pode fazer download de toda a lista de ideias, que irá vir em um arquivo de Excel.

Com base nisso, você já pode definir não só tema, mas também os tópicos que serão desmembrados no ebook!

Quer conhecer algumas dicas de tema e formato para o seu primeiro ebook? Então não deixe de conferir as sugestões que reunimos na Comunidade Sparkle. É só clicar no link abaixo!

QUERO ESCREVER O MEU PRIMEIRO EBOOK!

4. Ilustre seu ebook com fotos

O uso de imagens favorece a leitura e deixa o ebook mais interessante. Você tem duas opções de utilizar fotos no seu livro digital, sem ter um custo alto.

A primeira é optar pelo uso de imagens de seu arquivo pessoal, o que não lhe renderá problemas com direitos autorais.

A segunda hipótese, é partir para os bancos de imagens. Na internet, há inúmeros bancos de imagens disponíveis, e vários deles têm preços acessíveis, sendo que alguns são gratuitos. Alguns sites onde achar boas imagens para seu ebook:

  • ShutterStock: site de buscas que reúne milhares de fotos de uso royalty free a preços acessíveis para ilustrar seu ebook
  • Public Domain Photos: oferece mais de 5.000 fotos e 8.000 ilustrações para uso gratuito
  • Free Digital Photos: oferece também um plano pago, para quem precisa de imagens em alta resolução
  • Every Stock Photo: reúne mais de cinco milhões de fotos obtidas em diversos bancos de imagens

5. Escolha o formato do seu ebook (PDF ou Epub)

A principal diferença entre os dois formatos diz respeito à adaptação dos textos à tela do leitor.

Um ebook com o formato Epub é reflowable, ou seja, oferece a possibilidade de adaptação do texto e tamanho da fonte automaticamente à área de visualização disponível.

Aqueles disponibilizados em PDF, no entanto, mantêm sempre o mesmo formato da versão impressa, seja qual for a área de exibição.

Funcionalidades dos arquivos Epub:

  • Possibilitam o redimensionamento de textos e a alteração da fonte;
  • Permitem a busca por palavra e a inserção de destaques;
  • É possível mudar de página a partir do toque;
  • Ideais para ebooks mais simples, sem muitas imagens

Funcionalidades dos arquivos PDF:

  • Reproduzem com exatidão o modelo da página impressa;
  • Permite ampliar ou reduzir a página, para melhor visualização do conteúdo;
  • A barra de navegação pode ser utilizada para folhear as páginas;
  • Ideais para ebook mais complexos, em que o número de imagens é significativo e o formato é mais complexo;

6. Dedique-se à formatação

A diagramação e editoração de ebook farão diferença. Além de estar bem escrito, seu livro precisa ter um bom acabamento, o que dará um ar mais profissional à obra.

Como a intenção é ganhar dinheiro com o livro, e caso você não domine ferramenta de formatação e diagramação, analise a possibilidade de contratar um profissional para executar a tarefa.

Com relação às despesas com a diagramação de um livro comum, os custos com um ebook serão bem menores. Uma boa apresentação vai elevar a imagem do seu livro. Você encontrará bons profissionais freelancers em sites como o odesk.com ou o workana.com.

Porém, é perfeitamente possível diagramar um ebook sem ser um profissional ou contratar um. Continue lendo que abaixo você verá uma lista de ferramentas para diagramar seu ebook.

7. Registre a sua obra

Se a intenção é comercializar o seu ebook, é importante registrar o trabalho na Biblioteca Nacional.

Assim você terá o ISBN, sistema de identificação que inclui os dados de autoria, e ficará mais seguro com relação aos direitos autorais. As informações para o registro podem ser obtidas no site oficial da Biblioteca Nacional, no link http://www.bn.br/.

8. Escolha uma plataforma de distribuição

Uma vez que seu livro esteja pronto, chegou a hora de definir:

  • Como entregar meu ebook após a venda?
  • Como receber pagamentos pela internet?
  • Como garantir a segurança do meu ebook na internet?

Para resolver estas questões, o ideal é escolher uma plataforma de distribuição de produtos digitais, como a Hotmart por exemplo.

A plataforma deve prover todas as ferramentas e infraestrutura para que você não tenha que se preocupar com todos os pequenos detalhes do processo de venda.

Se estiver em dúvidas, converse com os melhores info empreendedores e pergunte a eles qual a plataforma de distribuição eles usam.9. Tenha cuidado com a ortografia

Ótimo! Você terminou de criar seu primeiro ebook, agora tenha a preocupação de fazer uma revisão cuidadosa do texto.

Se for preciso, contrate um editor, para verificar se há erros gramaticais. Para que sua obra ganhe credibilidade e tenha uma repercussão positiva, é fundamental que ela esteja bem escrita, que suas ideias sejam compreensíveis e que o português esteja correto.

10. Defina o preço do seu produto

Conforme nós falamos no início do texto, o ebook serve para os diferentes estágios do seu funil de venda e pode, inclusive, ser seu produto principal.

Geralmente, um ebook usado para a atração de leads, também conhecido como “isca digital”, é distribuído gratuitamente, em troca das informações de contato de quem faz o download.

Por motivos óbvios, essa estratégia não tem retorno financeiro imediato. Você precisará nutrir um relacionamento com esses usuários, se quiser convencê-los a fazer a compra. Apesar disso, esse modelo tem mostrado excelentes resultados para os empreendedores que desejam ter um negócio de recorrência.

No caso do seu ebook ser o seu produto principal, o preço dele dependerá do valor que você entrega para a sua audiência. Na maioria dos casos, os preços variam entre R$47 e R$97. Se seu conteúdo é de alto valor agregado, equivalente a um curso sobre um assunto, sinta-se à vontade para colocar um valor acima do que é cobrado no mercado.

11. Escolha a plataforma de distribuição

Uma vez que seu livro esteja pronto, chegou a hora de definir:

Como entregar meu ebook após a venda?

Como receber pagamentos pela internet?

Como garantir que meu conteúdo não será replicado por terceiros?

Para resolver questões como essas, o ideal é escolher uma plataforma de distribuição de cursos online.

A plataforma escolhida deve prover todas as ferramentas e infraestrutura para que você não tenha que se preocupar com todos os detalhes do processo de venda, e possa focar na criação de um produto de qualidade.

Se estiver em dúvidas, entre em contato com outros infoprodutores e pergunte a eles qual o serviço que eles usam/recomendam.

A Hotmart, por exemplo, é uma plataforma segura e gratuita de distribuição de produtos digitais:

12. Divulgue seu ebook

Monte estratégias para difundir seu trabalho. Lembre-se de privilegiar os canais nos quais sua audiência está. Dicas para dar publicidade ao ebook

Redes sociais

Divulgue seu trabalho no Facebook, Instagram, Youtube e qualquer outra rede social que seu público-alvo faça uso. Não se esqueça de deixar o CTA claro para que seus seguidores baixem ou adquiram seu ebook.

Parcerias

Entre em contato com sites que disponibilizam conteúdo relacionado ao tema do seu ebook e ofereça artigos para publicação, conhecidos também como guest posts. Essa estratégia também é boa para fortalecer seu domínio, o que é bom para futuros lançamentos.

Blog

Crie um blog sobre o tema do seu ebook, para montar uma rede de contatos com interessados no tema, e utilize a ferramenta para comercializar seu livro.

Programa de Afiliados

Por meio de programas de Afiliados, você pode oferecer uma comissão a qualquer pessoa que vender seu ebook, e ainda definir qual o valor dessa comissão.

Email marketing

Construa uma lista de emails de pessoas interessadas em seu conteúdo. A partir daí, você poderá se comunicar com seu público diretamente e promover seu ebook.

Landing page

A landing page é ideal para dar destaque para seu conteúdo e facilitar a vida dos usuários que desejam baixar seu material. Mas não se preocupe, pois hoje existem várias ferramentas gratuitas para a criação de landing pages para pessoas que não têm conhecimentos de design ou programação.

Links patrocinados

Se você ainda não tem tráfego relevante no seu blog, sugerimos utilizar links patrocinados para dar visibilidade ao seu ebook. Essa técnica consiste, basicamente, em pagar a rede de pesquisa de buscadores, como o Google, para exibir anúncios que direcionam para sua landing page. Aproveite para ler nosso post sobre publicidade paga.

BÔNUS: Ferramentas para criar um ebook

Com o conteúdo pronto e revisado, é hora de diagramar o ebook. Após essa etapa, ele estará pronto de vez para ser lançado no mercado!

Confira três ferramentas que irão dar a cara profissional que seu produto precisa e merece ter:

Canva

Canva é uma ferramenta de design disponível na versão web, iOS e Android. O grande destaque fica pelos templates pré-definidos, inclusive para ebooks nos mais diversos tamanhos, facilitando e muito o processo de diagramação.

Alguns recursos do Canva são:

  • Milhares de imagens gratuitas e pagas do seu banco de imagens;
  • Design de capa de capa e páginas pré-definidas;
  • Formas, ilustrações e ícones gratuitos;
  • Fontes e formatos de textos diferentes.

Adobe Illustrator

O Adobe Illustrator faz parte do Pacote Adobe e é a ferramenta mais utilizada por designers profissionais. Se você não está familiarizado com a ferramenta, procure por tutoriais antes.

O Illustrator é o programa mais avançado para criação de ebooks, com elementos gráficos profissionais. Mas, é uma ferramenta paga, com planos a partir de US$ 19,99 por mês, mas com um período de 30 dias gratuitos.

PowerPoint

Por fim, você pode utilizar o PowerPoint para fazer seu ebook. Com essa ferramenta, você pode baixar templates ou construir o seu de forma simples. Lembrando que usuários Windows possuem o PowerPoint no Pacote Office.

Para facilitar ainda mais seu trabalho, você pode baixar 4 templates prontos para ebook em PowerPoint. Além disso, você terá um guia para criar seu ebook na ferramenta. Ou seja, seu ebook estará pronto em pouco tempo!

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Newsletter: Dicas para Aplicar na sua estratégia de marketing

Uma newsletter é um boletim informativo enviado regularmente para os contatos que aceitaram receber informações de uma determinada empresa ou lista de conteúdos. O objetivo de uma newsletter pode ser criar um relacionamento com a base de interessados, promover produtos, comercial, notificar clientes, ou servir como curadoria de informações e conteúdos.

O envio de uma newsletter, é realizado através do e-mail marketing e se bem planejado pode trazer bons resultados para os objetivos determinados pela empresa ou organização. Neste conteúdo você vai conhecer alguns pontos importantes de um newsletter e dicas para implementação adequada.

  • Características e modelos de newsletter?
  • Passo a passo para a implementação
    • 1 -O que comunicar e para quem
    • 2 – Ferramentas para criar e analisar uma newsletter
    • 3 – Envio da primeira campanha
    • 4 – Analisar resultados e aplicar aprendizados
  • Boas práticas para newsletter
    • Utilize um título criativo, que chame a atenção do destinatário
    • Use um layout com elementos visuais bem posicionados
    • Realize testes A/B

Características e modelos de newsletter?

Uma newsletter pode trazer bons resultados à medida que estabelece um canal de comunicação com a base de envio. Em um estudo do Conent Marketing Institute, a newsletter foi considerada uma das estratégias mais importantes para o sucesso do Marketing de Conteúdo. Enquanto o canal de email marketing foi mencionado como o principal a distribuição de conteúdos.

Entre as principais características básicas dessa estratégia está a diversidade de modelos que devem estar alinhada com o objetivo da newsletter.

  • Modelos de newsletter: informacionais, comerciais, promocionais e de relacionamento.
  • Newsletter permitem incluir diferentes tipos de informação em um mesmo layout, de maneira que os temas fiquem organizados.
  • Uma newsletter personalizada com a identidade da marca e focada ao público a quem se destina colabora para o engajamento e resultados.

Passo a passo para a implementação

Para implementar uma newsletter em uma estratégia de marketing é necessário definir a finalidade da implementação da sua newsletter. Iniciar com essa ação apenas porque o concorrente faz ou porque disseram que é relevante, é preciso encaixar da forma mais adequada dentro de uma estratégia de marketing.

1 -O que comunicar e para quem

Por exemplo, se existe uma lista de pessoas que se demonstraram interessadas pelos produtos de uma empresa, então vale a pena enviar uma newsletter promocional, mostrando os últimos itens disponíveis na loja.

Caso exista uma base de antigos clientes que eram muito ativos, porém agora já estão sem entrar em contato com a marca, pode ser enviada uma newsletter com um cupom de desconto e uma mensagem especial para eles mostrando o quanto a marca sente a sua falta.

Outro cenário, seria de enviar periodicamente informações sobre temas relacionados à marca que não necessariamente falam sobre o negócio, apenas para nutrir o lead com uma informação que possa ser relevante para ele e fazer relacionamento. Para ilustrar melhor, imagine uma loja de roupas que envie uma newsletter mensal, informando o destinatário sobre as novas tendências de moda da estação.

É importante organizar os conteúdos de acordo com objetivo, seja ele aumentar as vendas, engajar antigos clientes ou gerar informações sobre o assunto que sua empresa trabalha. Dessa forma evita-se enviar informações desconectadas entre si ou que não façam sentido para sua audiência.

2 – Ferramentas para criar e analisar uma newsletter

Criar uma newsletter com o uso de ferramentas adequadas irá tornar o trabalho mais eficiente e simples. Na hora de escolher, é importante que a plataforma a ser utilizada também contemple a análise de resultados com métricas relevantes para a melhora das estratégias, como taxa de abertura, cliques, ROI.

O envio de uma newsletter pode ser ainda mais inteligente, com a utilização de plataformas que além de possuir as funções já citadas, permitem automatizar os envios por cenários.

Existem diversos tipos de cenários de envio, podendo ser cenários de boas-vindas, com newsletters especiais para novos clientes, entre outros disponíveis. Hoje em dia já existem plataformas que geram automaticamente templates.

Essa funcionalidade de criação permite a geração automática de templates de newsletter com a identidade de uma marca. Em alguma plataformas, isso ocorre a partir da simples ação de inserir a URL de um website dentro da ferramenta.

template newletter

3 – Envio da primeira campanha

A primeira campanha é o ponto crucial para a implantação da newsletter em uma estratégia de marketing. No momento de fazer esse primeiro disparo é importante realizar testes para assim comprovar como de fato que as newsletters podem chegar na caixa de entrada dos usuários e depois disso disparar o e-mail para toda a base.

Existem ferramentas que além de realizar os testes, também permitem uma análise preditiva das newsletters baseadas em inteligência artificial. Assim identificam quais elementos dela vão chamar mais a atenção do destinatário e os que menos o impactam. Dessa maneira podem ser realizadas correções no layout e o envio que será realizado poderá trazer melhores resultados.

4 – Analisar resultados e aplicar aprendizados

Para estabelecer a newsletter como uma estratégia de marketing é importante mensurar seus resultados e assim entender o que funciona, ou não, em cada envio.

Bons ou ruins, os resultados sempre trazem aprendizados, de como se deve seguir para as campanhas futuras, ou o que não deve ser utilizado posteriormente. É importante sempre ficar atento a cada envio, pois o público pode mudar de comportamento e é importante adequar a comunicação para que sempre tenha sintonia entre empresa e público.

Boas práticas para newsletter

Agora que já foi visto o passo a passo para implementar a newsletter em uma estratégia, é importante entender quais são as boas práticas desse formato, para que ele seja efetivo e traga resultados para um negócio.

Vamos ver alguns bons exemplos de newsletters e boas práticas.

Utilize um título criativo, que chame a atenção do destinatário

A começar da caixa de entrada. É importante criar um título criativo que fale diretamente com o público. Alguns “truques” que podem ajudar a construir um título que brilhe os olhos dos destinatário e os faça abrir a newsletter são:

– O uso de perguntas que o façam se questionar e assim abrir a newsletter.

– Inserção de textos divertidos que façam graça para o destinatário

titulo de newsletter

– A utilização de emojis quando o negócio é mais “friendly” 😉 .

titulo de newsletter com emoji

Use um layout com elementos visuais bem posicionados

É importante que o layout da newsletter seja sempre responsivo e contenha elementos que ajudem a chamar a atenção do destinatário refletindo a identidade de marca do anunciante, com logotipos bem posicionados, imagens cuidadosamente selecionadas dos produtos, para assim criar uma comunicação bem harmonizada.

É importante ressaltar que a criatividade também é importante nesse ponto, então utilizar GIFs, vídeos e outros recursos visuais que o formato permite, também é uma ótima estratégia.

newsletter-cia

Realize testes A/B

Uma outra boa prática também é a realização de testes A/B. Que no caso seria a realização de envios de newsletters bastante similares entre si, mas com algumas diferenças estratégicas. Assim, se torna possível entender o que funciona melhor com o público e gera melhores resultados.

No caso destes testes, uma mesma base de contatos seria dividida por duas ou mais e então poderia ser medida qual dos envios funcionou melhor e gera mais resultados. Em cada um dos disparos podem ter elementos diferentes a serem testados, como por exemplo:

  • Botão de CTA (call-to-action) de diferentes cores, para ver qual dos dois gera mais cliques e assim no próximo envio, adotar o que teve melhores resultados como padrão.
  • Testar diferentes imagens. Por exemplo, uma loja de moda pode disparar um envio com fotos de uma modelo vestindo uma roupa e outro somente com o produto e ver qual dos dois possui mais cliques.
  • Enviar disparos com diferentes títulos e snippets (ou seja, os textos que acompanham o título na caixa de entrada) e ver qual deles tem melhor taxa de abertura.

E você, já usa newsletter na comunicação da sua empresa com os seus clientes?


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5 ações indispensáveis para engajar o público no pós LIVES

Você se preocupa com o pós webinar, tanto quanto se preocupa com a divulgação e realização do webinário em si?

Se a sua resposta não foi um grande SIM, é hora de repensar algumas coisas.

As primeiras 48 horas depois do fim de um webinar são cruciais para o sucesso da estratégia de marketing digital que inclua a realização de um seminário online.

Isto porque esse é o melhor momento para continuar o diálogo com os participantes, incluindo os que não compareceram no evento ao vivo. Afinal, nem todo mundo que se inscreveu participou da transmissão ao vivo. Mas todos os contatos que souberam do evento ainda estarão quentes!

De acordo com uma pesquisa da ClickZ, uma das principais agências especializadas em marketing digital no mundo, apenas 16% dos entrevistados preferem assistir a um webinar ao vivo. Os outros 84%, acabam optando por replays destas transmissões.

E para quem aposta na realização desta estratégia, este é apenas mais um motivo que exemplifica a importância de ações pós webinar, junto aos clientes.

Por isso, listamos as 5 ações indispensáveis para você continuar com o engajamento do público nas alturas, mesmo durante o pós webinar.

O que fazer para manter os resultados e o relacionamento no pós webinar

O acompanhamento dos espectadores e possíveis futuros clientes no pós webinar é tão importante quanto a própria promoção e divulgação do evento.

Mas como fazer essa etapa ser tão estratégica quanto as fases anteriores? Dê só uma olhada:

1. As dúvidas durante o webinar são como potes de ouro para outros conteúdo

Quais foram às informações que você conseguiu recolher após fazer o webinar?

Anote e registre todas as dúvidas e discussões que a sua audiência levantou na transmissão ao vivo.

Pois, ainda que elas tenham sido discutidas e aparentemente finalizadas ali, podem virar ideias para outros conteúdos, como blogposts, infográficos ou podcasts. E que podem, inclusive, ser distribuídos no pós webinar.

Esses conteúdos não servem apenas para quem estava no evento, mas também para quem não conseguiu participar.

Nós já sabemos que conteúdo rico é aquele que realmente ajuda o público, não é mesmo? Então, nada melhor que utilizar as dúvidas deles para gerar novos materiais ainda mais valiosos.

2. Envie mais que um e-mail de agradecimento pós webinar

É cordial e até mesmo usual, que os promotores de webinars enviem emails no pós webinar agradecendo ao público que acompanhou a transmissão.

O ideal, nesta situação, é enviar emails para os participantes no prazo de até 24 horas após a transmissão ao vivo.

Neste email, inclua tudo o que você eventualmente prometeu aos participantes ou inscritos, como uma cópia da apresentação de slides, um link para a gravação do evento, outra garantia ou mesmo uma promoção exclusiva.

Ou mesmo qualquer outra coisa que dê àquele público a sensação de exclusividade e importância.

Mas vá além de um mero email de agradecimento pela audiência. Mantenha o seu público conectado ao conteúdo que você transmitiu e já o prepare para saber que o seu negócio continuará oferecendo conhecimento e informações a ele.

Vale disponibilizar alguns materiais ricos e exclusivos em forma de agradecimento especial à quem compareceu.

3. Dê atenção a quem não compareceu ao webinar

É normal que nem todos os inscritos comparecem ao webinar. Imprevistos acontecem, as pessoas se esquecem ou mesmo não conseguem se programar corretamente para ver a transmissão ao vivo.

Mas só o fato da pessoa ter feito inscrição no webinar, já demonstra o interesse que ela teve no seu conteúdo. E isso não pode ser deixado de lado.

Sempre vale mandar um e-mail mostrando que sentiu falta daquela pessoa, dando a ela um link para a gravação do seminário, bem como qualquer discussão relevante que ocorreu e informações sobre o próximo webinar que você irá organizar.

Mantenha, no pós webinar, o interesse dessa pessoa ativo. Pois se ela perceber que perdeu muito ao não acompanhar o evento ao vivo, irá se programar para não perder o próximo.

4. Segmente os participantes da sua base – eles são especiais

Os participantes de um webinar que você promoveu, certamente estão à frente no que diz respeito ao contato com o seu negócio, em relação aos que não participaram.

Por isso, estes merecem ter uma comunicação diferenciada. Até porque, estão mais próximos de comprar algo do seu negócio, se é que já não compraram.

No entanto, você pode dividir seus participantes em três categorias dentro de um funil de vendas: “pronto para vendas”“precisa ser nutrido” e “não é adequado”.

  • Pronto para vendas

Essas são as pessoas que, no pós webinar, solicitaram diretamente uma reunião de vendas, uma avaliação gratuita, uma demonstração, ou mesmo mais informações sobre o seu produto ou serviço.

Esta é a parte do funil de vendas no qual as pessoas estão prontas para receberem uma proposta ou oferta. Dê prioridade a estes contatos.

  • Precisa ser nutrido

Essas são as pessoas que classificaram o seu webinar muito bem, têm interesse em mais informações sobre os produtos do seu negócio e fizeram perguntas, tendo alta participação durante a transmissão on-line.

Elas podem não estar prontas para comprar agora, mas querem se manter informadas. E é o seu papel mantê-los alimentados com conteúdos relacionados à sua marca.

  • Não é adequado

Essa é categoria das pessoas que não se encaixam no perfil de cliente do seu negócio e que não são compatíveis com a sua persona.

Essa pessoa pode ser um estudante ou alguém que não tem poder de decisão na empresa em trabalha, por exemplo. Ou seja, não é um bom lead para o seu produto ou serviço.

Podem ser ainda aqueles que tenham classificado mal o seu webinar e não tenham encontrado valor no conteúdo dele.

Não se pode agradar todo mundo. E o melhor a se fazer, neste caso, é focar naqueles que gostaram de seu webinar e estão prontos para darem o próximo passo com o seu negócio.

5. Crie canais de comunicação exclusivos para essa audiência

Esta é uma dica muito valiosa. Crie uma campanha de incentivo durante o pós webinar.

O objetivo dessa campanha será manter envolvidos aqueles que mais participaram do seu webinar e movê-los pelo seu funil de vendas para que eles se tornem seus clientes.

Uma dica também muito boa para manter esta conexão é criar grupos no Whatsapp ou no Facebook. Assim, você consegue manter as discussões que nasceram durante o webinar ativas e até mesmo tornar possível ter mais proximidade dessas pessoas.

Bônus! Não descuide da pessoalidade pós webinar

Acompanhar os seus clientes no pós webinar ajuda a identificar o que você está fazendo bem e também a compreender o que é possível de melhorar no futuro.

É importante manter-se próximo do público depois do fim do webinar da mesma forma que se manteve durante ele.

O seu público irá se sentir mais íntimo da sua marca depois do evento ao vivo. E isso é um ponto forte ao seu favor na hora de mantê-los engajados.

O que você faz no pós webinar é tão importante quanto o próprio seminário ao vivo em si. E tomar ações nesta etapa é algo fundamental para que você não perca oportunidades importantes de alcance, conversões e relacionamento com os seus clientes.

Agora que você já sabe como manter o engajamento pós LIVES que tal transformar sua transmissão ao vivo em uma videoaula e aproveitar ainda mais seus conteúdos?

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Como monitorar sua concorrência e criar estratégias para sair na frente

Você tem o costume de monitorar a concorrência? Sabe o que as outras marcas ou empreendedores que atuam no seu nicho de mercado estão fazendo?

Se você respondeu não para alguma dessas perguntas, sentimos muito, mas está está perdendo grandes oportunidades de negócios.

Monitorar os concorrentes é uma atividade muito importante para manter a competitividade de uma marca. A ideia aqui não é espionar os outros negócios, mas ficar por dentro das tendências de mercado, observar como o público reage e gerar insights que vão ajudar a otimizar suas estratégias.

Quer aprender a analisar a sua concorrência e descobrir maneiras de se destacar no seu segmento? Então confira as dicas que separamos para você neste texto!

Por que monitorar a concorrência

Hoje em dia, todo empreendedor estar um passo à frente das mudanças do mercado em que atua. Dessa maneira, você consegue acompanhar e se adaptar às transformações e o desenvolvimento do seu nicho.

E quando lembramos que, por causa da transformação digital, essas mudanças acontecem com muita velocidade, acompanhar as tendências de mercado é ainda mais fundamental.

Uma maneira de fazer isso é acompanhar o que os negócios concorrentes estão fazendo. Desse jeito, você identifica quais os produtos e serviços eles oferecem, se antecipa aos seus lançamentos e fica de olho em suas estratégias de marketing e vendas.

Ao reunir informações dos seus concorrentes, fica mais fácil descobrir brechas para atuar e oferecer produtos e serviços diferenciados, fazendo com que seu negócio fique mais competitivo.

Mas como acompanhar o que os outros negócios estão fazendo da maneira certa? É o que veremos a seguir.

Dicas para monitorar concorrentes do jeito certo

Você já entendeu que monitorar a concorrência é uma estratégia essencial para o crescimento do seu negócio. Mas como fazer isso na prática?

Bem, graças à internet, reunir informações sobre os negócios concorrentes ficou muito mais fácil.

Basta uma rápida pesquisa no Google para encontrar o site de qualquer marca, suas redes sociais e até blogs que falam bem ou mal dos produtos e serviços que ela oferece.

Só que tanta informação disponível, fica difícil separar o que é útil ou não para a sua estratégia. Quando você sabe quais dados são realmente relevantes, consegue otimizar o seu tempo.

Pensando nisso, separamos algumas dicas que vão ajudar você a acompanhar a concorrência com mais eficiência.

Confira:

Faça as perguntas certas

Antes de buscar pelo nome do seu concorrente na internet, você precisa elaborar as perguntas certas.

Como já explicamos, nem toda informação é verdadeiramente relevante para o seu negócio. Assim, é preciso coletar e analisar apenas os dados que ajudarem a melhorar os seus produtos e serviços.

Imagine que o seu concorrente tem um canal de sucesso no YouTube, porém um site desatualizado. Nesse caso, seu foco deve ser descobrir quais as estratégias que ele aplica no YouTube.

2. Analise os canais de comunicação dos concorrentes

Analisar o website do concorrente é uma ótima maneira de entender como eles se relacionam com o público.

Que tipo de conteúdo eles postam? Com que frequência? O site é responsivo?

Essas são perguntas que podem te ajudar a ter insights para melhorar o seu site e oferecer uma experiência mais completa para o seu usuário.

Outra opção é identificar os pontos positivos e negativos do site do seu concorrente para entender se voCê consegue adaptá-los para o seu negócio.

Vale lembrar que adaptar não é o mesmo que copiar ou plagiar. Todas as suas ações devem ser pautadas pelos interesses da sua persona e pelo porte do seu negócio.

Monitore redes sociais

Outro lugar para ficar de olho na concorrência são as redes sociais. Lá, você consegue conferir em primeira mão o tipo de discurso que o seu concorrente usa para vender e se comunicar com o público. Além disso, esse canal revela a percepção dos usuários sobre a marca, entre outros fatores.

A dica para otimizar essa análise é criar uma tabela (pode ser no Excel ou em arquivos na nuvem) para listar o nome de todos os concorrentes e o endereço do perfil ativo em cada uma delas.

Você pode começar pelo Facebook, que é a rede social com mais usuários no mundo. Em seguida, acompanhe perfis em outras plataformas, como YouTube, Twitter e Instagram, dando prioridade para aquelas com maior número de clientes em potencial.

Para identificar o nível de influência do seu concorrente, você pode usar o Klout. Trata-se de uma ferramenta que cruza as informações de diversas redes sociais e dá um valor de 0 a 100 ao perfil com base no engajamento dos usuários.

Ou seja, não adianta uma página ter milhões de seguidores se apenas uma pequena fatia dessas pessoas interage com a marca.

Foque nos concorrentes que você quer superar

Pode parecer óbvio, mas o processo de monitorar a concorrência consiste em encontrar meios de superar empreendedores e negócios que vendem

Se você se preocupar em acompanhar todas as empresas que vendem produtos parecidos com o seu, não vai sobrar tempo para administrar o seu próprio negócio.

Portanto, tenha foco e determine quais são os concorrentes que oferecem um produto com alto padrão de qualidade, que te inspiram ou que você quer superar.

Faça uma pesquisa de palavras-chave e descubra quem são os 10 primeiros colocados para os termos que você quer ranquear,

São esses os sites que você precisa acompanhar de perto para descobrir as estratégias mais funcionam para o seu negócio.

Dica: Quanto mais específica for a sua palavra-chave, menor a concorrência e, portanto, mais fácil será liderar as buscas. Assim, evite termos muito vagos na hora de fazer sua pesquisa.

“Fotografia”, por exemplo, é uma palavra-chave bastante ampla e muito concorrida. Isso significa que os sites que aparecem nos primeiros lugares das buscas são domínios consolidados e com muita autoridade.

Por sua vez, o termo “fotografia subaquática” é mais específico. Assim, a concorrência é menor e é mais fácil liderar as buscas.

Inscreva-se para receber conteúdo do seu concorrente

Para saber como os seus principais concorrentes se relacionam com o público, uma super dica é acompanhar os conteúdos que eles oferecem para a base de leads.

Você pode, por exemplo, se inscrever na newsletter dessas marcas e até entrar em contato com a equipe de suporte e interagir nas redes sociais.

Essas interações vão ajudar você a entender como os concorrentes nutrem o relacionamento com os consumidores, além dos tópicos e tom de voz que agradam o público-alvo.

Registre os dados

Monitorar a concorrência não pode ser algo pontual. Esse é um trabalho que deve ser realizado periodicamente, principalmente no mercado de produtos digitais, onde as coisas mudam em um piscar de olhos.

Mas não basta só conferir esses dados periodicamente. É preciso usar com inteligência todas as informações coletadas para elaborar um plano de ação e otimizar o seu negócio.

Por isso, registre os dados (pode ser em uma planilha ou documento de texto) e use as informações para gerar insights relevantes.

Melhores ferramentas para monitorar a concorrência

Se você chegou até aqui, já entendeu porque precisa monitorar os concorrentes e como fazer isso do jeito certo.

E provavelmente, deve estar se preocupando com a quantidade de trabalho que terá pela frente, certo?

Mas pode ficar tranquilo, você não vai precisar coletar todos esses dados manualmente. Existem diversas ferramentas que farão o trabalho duro por você,

Vale lembrar que a maioria delas oferece versões gratuitas, porém limitadas. Para ter acesso a todas as funcionalidades e coletar mais dados, é preciso adquirir uma licença.

Sem mais delongas, confira abaixo 7 ferramentas para monitorar a concorrência:

1. Google Alerts

O Google Alerts é uma ferramenta que permite receber relatórios diretamente em seu e-mail sempre que um determinado termo for citado na internet.

Ou seja, você pode criar um alerta com o nome de um corrente. Assim, sempre que essa marca for citada na internet, seja em texto ou link, você receberá um alerta em sua caixa de entrada.

Além disso, o Google Alerts também permite:

  • descobrir em quais canais os seus concorrentes estão sendo citados na internet;
  • monitorar palavras-chave estratégicas para o seu nicho de mercado;
  • acompanhar as menções feitas à sua marca, inclusive reclamações

monitorar a concorrência - google alerts

2. SEMrush

Nossa segunda sugestão de ferramenta para monitorar a concorrência é o SEMrush. Ela é uma das favoritas dos profissionais de marketing digital, já que oferece uma série de relatórios e insights muito úteis.

Você pode, por exemplo, digitar uma palavra-chave e obter um relatório completo sobre o volume de busca, tráfego e principais sites que ranqueiam para esse termo.

Além disso, é possível digitar a URL de um concorrente para acessar uma série de informações sobre ele, como as palavras-chave para as quais ele ranqueia, quantidade de backlinks que ele possui, entre outros dados relevantes.

Outra função interessante que o SEMrush oferece é a descoberta de concorrentes com base nas palavras-chave que o seu site utiliza.

3. Moz

A Moz é uma plataforma de marketing digital focada em soluções e melhorias para o site do usuário. Mas apesar disso, ela também possui algumas funcionalidades que podem ser utilizadas para monitorar negócios concorrentes.

Com o Open Site Explorer, por exemplo, você pode comparar a qualidade dos backlinks que levam para o seu site com os backlinks que levam para o site dos concorrentes.

Fresh Web Explorer, por sua vez, pode ser utilizado para rastrear menções ao seu negócio e ao do concorrente, similar ao Google Alerts.

monitorar a concorrência - moz

4. SimilarWeb

O SimilarWeb permite analisar o tráfego de qualquer site, identificando seu posicionamento no ranking mundial, por país e até o número de visitantes semanais que aquela página recebeu nos últimos seis meses.

Também é possível descobrir de onde vieram os visitantes daquela página: redes sociais, buscadores ou anúncios.

Essas informações ajudam a descobrir quem são seus principais concorrentes do seu negócio e indicar os melhores meios para divulgar o seu produto.

5. Buzzsumo

Para monitorar a concorrência, também é importante ficar de olho no que ela publica nas redes sociais. E o Buzzsumo é uma ótima opção nesse sentido.

Essa ferramenta permite, por exemplo, descobrir quais as publicações com maior engajamento de uma determinada página.

Dá ainda para gerar relatórios automáticos comparando a performance dos conteúdos da sua página com os concorrentes.

Além disso, ainda dá para configurar o programa para enviar alertas sobre que o concorrente publicar algum conteúdo com uma determinada palavra-chave.

6. Mention

O Mention é uma ferramenta focada em blogs, vídeos e redes sociais e pode ajudar na análise da concorrência.

Basta cadastrar um termo ou palavra-chave para ver tudo o que está sendo dito sobre o assunto na internet. Vale até mesmo inserir o nome do concorrente ou da sua marca.

O funcionamento do Mention é bastante parecido com o do Google Alerts, já que é possível receber reports via e-mail.

7. Socialblade

Por fim, o Socialblade é uma ferramenta essencial para quem trabalha com influenciadores digitais. Ela analise o engajamento de alguns perfis de criadores de conteúdo no Twitter, Instagram e YouTube.

Dessa maneira, fica mais fácil identificar os perfis mais influentes nas redes sociais e ficar de olho nas últimas tendências de mercado.

Com o Socialbase, você consegue ver dados sobre o crescimento de seguidores e o volume de interações que uma conta gerou.

monitorar a concorrência - socialblade

Fique de olho na concorrência, mas não esqueça o seu negócio

Monitorar a concorrência e analisar a sua estratégia é algo que deve fazer parte da rotina de qualquer empreendedor.

Reunir esses dados permite acompanhar as últimas tendências de mercado, além de identificar os pontos fortes e fracos dos seus concorrentes.

E se depois de monitorar seus concorrentes você quiser usar os dados de maneira ainda mais estratégica, precisa ir além. Aprenda a fazer um benchmarking e aprimore os processos internos do seu negócio.

Este post foi publicado originalmente em Abril de 2018 e atualizado para apresentar informações mais atualizadas e relevantes.

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Vídeo infantil: como criar conteúdos de qualidade para crianças

Uma geração que já nasce conectada, as crianças de hoje fazem parte das decisões de consumo e compra. O que comer, vestir e, é claro, assistir. O mercado de vídeo infantil está crescendo. Para quem deseja atender esse nicho promissor, é necessário caprichar — e muito — nos conteúdos para esse público exigente.

Talvez você esteja pensando em mega produções ou efeitos especiais, mas a qualidade muitas vezes pode estar em soluções criativas. Existem canais como o da Galinha Pintadinha, que conta com 10 milhões de inscritos. Somente o vídeo de estreia do Pintinho Amarelinho já teve 553 milhões de visualizações.

Se esse é o segmento que você atua ou pretende atuar, confira nossas dicas para desenvolver um vídeo infantil de qualidade. Aproveite e se inspire com 4 canais que fazem sucesso com as crianças. Boa leitura!

Como criar um vídeo infantil que engaje a audiência?

Quando uma estratégia de vídeo infantil como a da Galinha Pintadinha alcança muitas visualizações e a mente das crianças, pode parecer fácil.

Realmente é simples. Mas você precisa de planejamento, alinhar o projeto e entender o que cativa esse público. Veja a seguir alguns fatores que colaboram para um vídeo infantil de qualidade:

1. Pense na sua persona

A criação de uma persona é fundamental para o desenvolvimento de qualquer ação de marketing digital.

Os vídeos podem ser muito mais assertivos com essa técnica de segmentação, que vai além dos dados demográficos do público-alvo. Uma persona engloba essas informações e enriquece o perfil com dores, desejos e objeções.

Imagine que ao invés de fazer vídeos para meninos de 5 anos de idade, você desenvolva a seguinte persona:

“Pedrinho, 5 anos, gosta de aventuras, animais e dinossauros. Ele está na pré-escola e suas brincadeiras são influenciadas pelos desenhos que ele e seus amigos assistem. Uma preocupação do Pedrinho é não parecer um bebê, então ele evita filmes e animações para crianças menores.”

Percebeu como fica mais fácil entender o que o Pedrinho quer assistir do que meninos de 5 anos de idade?

No vídeo infantil, além do gênero e da faixa etária serem importantes, existem outros detalhes. Por exemplo, qual é o repertório da criança, preferências e crenças da família.

2. Faça conteúdos divertidos

O universo infantil é rico em fantasia e imaginação. Logo, para cativar esse perfil de espectador os vídeos precisam ser divertidos. As crianças gostam de roteiros engraçados. Claro que é preciso ter atenção à faixa etária e o senso de humor da persona.

Você pode aproveitar o meio para oferecer conteúdos educativos, desde que o enredo não perca a graça nem o dinamismo.

3. Crie vídeos curtos

Na era digital o tempo de concentração tem diminuído drasticamente. E para as crianças, que já são mais dinâmicas por natureza, ela é ainda menor.

Quer um exemplo? Selecione um desenho de 30 anos atrás, outro de 15 e alguma produção atual e assista. Consegue perceber a diferença das cenas, falas e cortes?

Nesse sentido, o vídeo infantil deve acompanhar o dinamismo da criança, que é mais ativa e tende ao movimento. Procure produzir vídeos mais curtos e que transmitam a mensagem rapidamente. Se você tem um assunto muito grande, quebre-o em vários tópicos, fazendo um vídeo infantil para cada tema.

4. Use e abuse do storytelling

O storytelling é a arte de contar histórias que envolvem, emocionam e encantam! Para o público infantil esse é um recurso fundamental. Afinal, as crianças já são mais dispostas a prestar atenção nas histórias como mecanismo de aprendizagem.

Se você acha que a técnica de storytelling só serve para roteiros de longas-metragens, precisa conhecer outros exemplos. Um deles é o de youtubers que usam games como Minecraft, para criar suas próprias histórias.

5. Invista em músicas

Desde cedo o ser humano é atraído pela música. Ela é capaz de despertar a criatividade, estimular a coordenação motora e proporcionar ritmo para a criança. No vídeo infantil, a música serve para atrair, ambientar e prender a atenção do espectador.

A música em vídeos deixa o conteúdo único, facilitando a identificação. Se você implementar essa técnica na produção para o público infantil, aumenta as chances de ter o vídeo lembrado. Dessa maneira, é possível que a criança peça para assistir o vídeo mais vezes.

4 inspirações de canais que produz vídeo infantil

Agora que você já conferiu as dicas para criar seu vídeo infantil, estimule sua imaginação com esses canais. Alguns pontos interessantes para observar:

  • duração dos vídeos;
  • tente descobrir para qual idade é a produção;
  • cheque o humor e como os diálogos e o enredo é construído;
  • frequência de publicação;
  • comentários dos vídeos;
  • tipos de CTA (chamada para ação).

a) Irmãos Neto

Os irmãos Felipe e Luccas Neto criaram o canal Irmãos Neto. Sucesso que contou com o recorde mundial na estreia. O canal reuniu 314 mil pessoas assistindo simultaneamente uma live e conquistou a marca de 1 milhão de fãs no primeiro dia.

Tanto brilho não era para menos, afinal essa foi a junção do trabalho que os dois youtubers já faziam. Enquanto o irmão mais velho, Felipe, fala para o público adolescente, Luccas trabalha com vídeo infantil.

Em um dos seus vídeos mais visualizados, o youtuber entra em uma banheira cheia de Nutella. Para desenvolver seu trabalho ele normalmente se inspira em filmes e programas, além de fazer unboxings de brinquedos.

b) Ryan ToysReview

Falando em unboxing, esse é o caso do Ryan, um menino de apenas 7 anos de idade. O canal do Ryan conta com mais de 13 milhões de inscritos e 21 bilhões de visualizações. Ele recebe e abre, na frente da câmera, um pacote com algum brinquedo.

A reação de surpresa é o ingrediente secreto do canal. Entretanto, as avaliações do garoto sobre o brinquedo, cada vez mais elaboradas, também enriquecem a experiência.

c) Galinha Pintadinha

O canal da Galinha Pintadinha na verdade só foi feito pois seus criadores não tinham condições de criar um DVD. Hoje os empreendedores do canal já descobriram que é possível ganhar muito mais dinheiro no YouTube.

Como nós já contamos na introdução, eles têm mais de 10 milhões de inscritos e quase 8 bilhões de visualizações.

A aposta em resgatar as músicas infantis da cultura popular brasileira deu muito certo. Além de conquistar as crianças, esse conteúdo alcançou os adultos que rememoram junto dos filhos as cantigas da infância.

d) Totoy Kids

Quando falamos sobre o uso do storytelling como recurso para envolver o público infantil, o Totoy Kids poderia ser a referência. O canal usa essa técnica para o desenvolvimento do seu conteúdo e é um grande sucesso!

O canal brasileiro usa brinquedos de personagens famosos. São contadas histórias bem parecidas com o jeito de uma criança brincando. Com muita originalidade e um áudio muito bem produzido, o canal é um dos mais famosos do Brasil. O Totoy Kids tem mais de 8 milhões de inscritos e 4 bilhões de views.

Viu como o vídeo infantil é uma excelente oportunidade? Entendendo bem quem é a sua persona e produzindo conteúdos engraçados e de curta duração, você realiza vídeos de qualidade. Gere conexão e engajamento do público com storytelling e invista em músicas, além de uma trilha sonora bem produzida.

Pelos canais que apresentamos aqui, você deve ter percebido que a originalidade é o que conta. O ar de vídeo caseiro é comum tanto para os iniciantes como após o crescimento dos canais. Para aproveitar o potencial desse público, teste diversas abordagens e mensure para descobrir qual tem a melhor performance.

Como vender todos os dias com inbound marketing

O inbound marketing caiu nas graças do mercado nos últimos anos. Com a possibilidade de automatizar processos e escalar a aquisição de clientes com redução de custos, as empresas passaram a adotar as melhores práticas do marketing de atração.

Por esse motivo, nunca se produziu tanto conteúdo para a internet. Blogs se tornaram o principal canal para atrair visitantes de maneira orgânica. Recursos como CTAs, landing pages e funil de vendas entraram no dia a dia dos profissionais da área, focados em converter cada usuário em uma oportunidade de negócio.

Assim, o inbound marketing se popularizou. O mercado aprendeu o seu valor, e hoje já é difícil encontrar algum profissional de marketing ou vendas que não conheça esse conceito.

Nesse cenário, vamos concordar que é cada vez mais difícil se diferenciar. Fazer o básico ― produzir conteúdo para o blog, publicar nas redes sociais, enviar e-mail marketing, inserir formulários de conversão, oferecer materiais para download ― não é mais suficiente.

Como, então, ir além do básico e se diferenciar? É preciso adotar estratégias diferenciadas para obter os melhores resultados. É por isto que eu produzi este post: trazer dicas pontuais e valiosas sobre inbound marketing para a sua estratégia dar um salto!

4 dicas para potencializar a sua estratégia de inbound marketing

Quer saber como fazer a sua estratégia de inbound marketing pode gerar mais resultados? Acompanhe agora as minhas dicas:

1. Invista em estratégias de CRO

Em geral, quem trabalha com inbound marketing é fascinado por métricas. Os profissionais da área estão sempre ligados nos números, dados e relatórios das campanhas.

Na avaliação dos resultados, uma métrica ganha atenção especial: a taxa de conversão. Afinal, ela demonstra se o que você fez realmente deu algum retorno.

Então, se você também se preocupa com ela, pode otimizá-la com estratégias de CRO. Conversion Rate Optimization, ou Otimização da Taxa de Conversão, é o conjunto de estratégias para melhorar as conversões de um site sem aumentar os investimentos.

Você não precisa investir mais verba para gerar mais tráfego, nem refazer todo o seu site. O CRO é cirúrgico: mexe apenas em pontos estratégicos das páginas para extrair mais resultados de quem já acessa o seu site.

Como fazer isso? Testes, testes e mais testes. Você vai saber se é melhor inserir um formulário curto ou detalhado, usar um ou outro título para um texto, enviar um e-mail pela manhã ou à noite. A opção que gerar mais conversões é a vencedora!

Assim, você toma decisões mais certeiras e obtém mais conversões. CRO, então, significa mais resultados com os mesmos recursos para a sua estratégia de inbound marketing.

2. Diferencie o seu conteúdo

Diante de tantos conteúdos que existem na internet, o que vai fazer o usuário ler o seu post ou baixar o seu material?

Sabemos que é um desafio produzir conteúdo para um consumidor exigente, que tem cada vez mais opções para consumir e menos tempo e atenção. Por isso, você precisa oferecer algo de diferente, que realmente resolva as suas dores de maneira única.

Entenda, primeiramente, que qualidade vale mais que quantidade. Você vai dedicar mais tempo para produzir um conteúdo valioso, mas certamente ele vai dar mais resultados. Esse tempo a mais permite a você:

  • Buscar pesquisas e fontes confiáveis para embasar um texto;
  • Realizar entrevistas com colaboradores da sua empresa ou especialistas da área;
  • Levantar os resultados de uma ação da sua empresa para contar como case;
  • Adotar diferentes recursos, como storytelling, infográficos e vídeos complementares;
  • Escrever com personalidade, adotando uma linguagem exclusiva da sua marca;
  • Inovar nos tipos de materiais (além do e-book), como ferramentas, planilhas e webinars;
  • Produzir conteúdos extremamente aprofundados para palavras-chave de cauda longa.

É bem verdade que a internet traz uma infinidade de conteúdos a cada busca no Google. Mas é verdade também que os conteúdos de valor representam uma parcela muito pequena desses resultados.

Então, quando você se dedica a criar um conteúdo especial, com as dicas acima, pode ter certeza que ele vai se diferenciar da maioria das publicações.

3. Não se esqueça do outbound marketing

Quando se fala em inbound marketing, muitos profissionais pensam que ele surgiu para acabar com o outbound marketing. Porém, as empresas ganham mais quando não deflagram uma guerra entre as duas estratégias.

Inbound e outbound marketing podem trabalhar juntos pelos melhores resultados.

Em alguns momentos, a estratégia de atração vale mais a pena. Em outras situações, porém, a prospecção ativa pode ser mais eficiente. É o que acontece, por exemplo, nas seguintes situações:

  • Quando você precisa focar em clientes-chave que dão credibilidade à sua marca e facilitam a negociação com outros consumidores;
  • Em vendas complexas, em que o cliente precisa de uma venda mais consultiva;
  • Quando você precisa gerar ROI rapidamente (para dar tração no início de uma estratégia, por exemplo);
  • Em mercados muito competitivos, em que o outbound precisa atuar para manter a empresa na disputa.

O outbound marketing permite uma abordagem muito mais precisa, graças ao contato direto e aos filtros de segmentação das plataformas de anúncio.

Então, vale a pena mesclar estratégias de prospecção passiva e ativa. Você só precisa planejar corretamente as ações, conforme o orçamento, o ticket médio, o perfil do público e as necessidades da sua empresa.

4. Mantenha o foco na experiência do usuário

Um dos pilares do inbound marketing é converter os visitantes em leads. Afinal, o tráfego, por si só, não significa um resultado efetivo para o negócio.

Porém, na ânsia de gerar leads, muitas empresas perdem a mão no uso de ferramentas de conversão. Quem nunca acessou um site e foi bombardeado por pop-ups, anúncios e formulários? Você só queria ler um post do blog, mas a empresa fica pedindo para assinar a newsletter, instalar notificações no seu navegador ou iniciar uma conversa no chat.

Isso vai contra os princípios de UX (User Experience). Segundo esse conceito, o usuário deve se sentir confortável e bem informado para dominar o uso do sistema e realizar o que deseja. É o contrário do que acontece quando você polui o site com ofertas que não interessam ao visitante naquele momento.

E vale ressaltar que a experiência do usuário é essencial no inbound marketing. Quando o visitante gosta da visita ao seu site, você ganha de duas formas:

  • Conquista a confiança do usuário, o que é importante para estreitar o relacionamento com ele;
  • Conquista a confiança do Google, que coloca suas páginas nas primeiras posições e melhora seus resultados em SEO.

Enfim, depois de ler as minhas dicas, você vai conseguir ir além do básico. Muitas vezes, na pressa do dia a dia, apenas reproduzimos o que já estamos acostumados a fazer. E, assim, não sobra tempo para inovar, fazer diferente e ter resultados ainda melhores.

O inbound marketing exige um trabalho constante de criar, testar e otimizar ― sem parar no tempo. Portanto, é hora de adotar novas estratégias para se destacar!

Agora, conte aqui nos comentários se você já usou algumas dessas dicas e quais foram os resultados para a sua estratégia de inbound marketing.