Tipos de Infoprodutos: conheça um dos produtos mais rentáveis do mundo

Conhecer os tipos de infoprodutos pode abrir para você as portas de um dos mercados mais rentáveis do mundo, quiçá o mais rentável.

Porque é o seguinte: para você conseguir aumentar o lucro do seu negócio e ter uma renda considerável, você precisa de ter um produto escalável.

Vou te dar um exemplo.

Se você abrisse um stand de limonada no seu bairro e vendesse o copo por 5 reais e tivesse 2 reais de lucro, para você chegar no final do mês com mil reais no seu bolso você precisaria vender 500 limonadas.

Nada de errado com isso.

O lance é que se você quisesse escalar (ou seja, aumentar isso) e ter uma renda de 5 mil reais com as limonadas, supostamente precisaria vender 2500 copos.

E aí é um jogo totalmente diferente, porque você precisaria de mais pessoas trabalhando com você para dar conta da demanda, o que aumentaria o custo final do produto e aí a margem de lucro já não é mais a mesma.

Então, na verdade, você teria que vender bem mais que 2500 copos para ter 5 mil reais no seu bolso no final do mês.

Fora que você teria que pensar em outras questões como estoque e a logística de toda a operação. Coisas que tornam o processo de expansão mais trabalhoso.

Enfim, aumentar consideravelmente as vendas de um produto físico é difícil, pois implica em diversas mudanças que precisam acontecer para sustentar esse crescimento.

É claro que existem vários negócios que funcionam assim e dão certo.

Mas a grande sacada é que existe um tipo de produto que você consegue escalar as vendas sem ter toda essa dificuldade: os infoprodutos.

Isso significa que você pode ter um faturamento maior sem ter que dedicar tanto esforço quanto se estivesse lidando com um produto físico.

Além disso, você não vai precisar se preocupar com estoque ou fornecedores, nem nada do tipo.

E o custo de produção acaba sendo baixo, no final das contas, porque geralmente você pode produzir uma só vez e depois pode vender quantas vezes quiser o mesmo produto.

Por isso esse é um dos produtos mais rentáveis do mundo, quiçá o mais rentável de todos.

Então, se você quer descobrir como fazer isso no seu negócio, continua comigo que eu vou te mostrar:

  • o que exatamente são os infoprodutos;
  • 14 tipos de infoprodutos para você explorar no seu negócio;
  • e como criar o seu.

Bora lá!

O que são infoprodutos?

Se você usa a internet há algum tempo, as chances são que você já consumiu um infoproduto.

Porque eles estão disponíveis nos mais diversos locais e formatos, inclusive alguns são bem populares.

Os infoprodutos são produtos (como o próprio nome já diz) digitais que tem como objetivo educar sobre um tópico específico, auxiliar na resolução de um problema ou facilitar a execução de tarefas.

Eles são distribuídos através da internet, o que oferece comodidade para o público, pois o processo de aquisição é totalmente virtual, e geralmente podem ser acessados de qualquer lugar.

Quer ver um exemplo? Imagina que você esteja com dificuldade de configurar suas campanhas no Google Ads e depois de uma pesquisa na internet encontre uma vídeo aula sobre o assunto.

Se você quiser, pode assistir pelo seu celular ou computador, em casa ou no seu escritório. Você tem a conveniência de escolher como e quando você vai consumir esse produto.

Esse é um dos motivos pelo qual a popularidade dos infoprodutos tem aumentado cada vez mais.

Olhando pelo lado do empreendedor, esse tipo de produto pode ser disponibilizado gratuitamente, por exemplo, para gerar leads ou, então, até mesmo vendido.

Inclusive, como eu te falei no início do artigo, eles oferecem alta escalabilidade.

Isso quer dizer que você tem a possibilidade de aumentar suas vendas, sem ter que se desdobrar para dar conta de produzir mais.

O que é diferente de um produto físico ou de um curso presencial, por exemplo, que se você tiver uma alta demanda, você precisa se preocupar com diversas questões de logística, como estoque, ou disponibilidade na sua agenda (sem contar os custos a mais!).

Uma vez que o infoproduto está feito, você pode concentrar o seu foco nas vendas e em oferecer um suporte de qualidade para os seus clientes.

14 tipos de infoprodutos para você explorar

Agora que você já sabe o que é um infoproduto, eu vou te mostrar quais são os tipos que você pode explorar no seu negócio tanto para gerar leads quanto para vender.

E é o seguinte, independente de qual seja o seu nicho de mercado ou o assunto sobre o qual você quer educar o seu público, existe um tipo de infoproduto que dá conta do serviço.

Pois, como você vai ver a seguir, a grande variedade de tipos permite que você alcance o seu público através de vídeo, texto, imagens ou áudio.

Ou seja, da forma que for melhor tanto para o seu público quanto para o seu negócio.

E para você não ficar na dúvida de qual utilizar, eu vou te explicar o que é e como cada um deles funciona.

Vamos lá?

#1 Ebooks

Se fosse para eu escolher um campeão de popularidade entre os infoprodutos, eu diria que é o ebook.

Ele é um livro eletrônico que geralmente traz um conteúdo mais aprofundado em linguagem simples e fácil de entender.

Uma das grandes vantagens dele é a comodidade no acesso, pois, uma vez que o usuário salva o ebook em seus dispositivos, ele não depende mais de internet para conseguir ler o conteúdo.

Os ebooks são ideais para explicar tópicos que não exigem demonstração visual.

Por exemplo, seria bem mais complicado explicar como tocar uma música no violão através de texto do que em uma videoaula (assunto do nosso próximo tópico).

Para criar ebook, você vai precisar de um programa para escrever (pode ser Word, Google Docs ou outro que você achar melhor) e alguém que faça a parte gráfica de colocar imagens e criar um design atraente.

Afinal de contas, a parte visual também importa na hora de persuadir o seu público a comprar ou baixar o seu ebook e lê-lo até o final.

#2 Cursos online

Os cursos online geralmente são compostos por videoaulas, mas também podem agregar outros tipos de infoprodutos como material de suporte.

Eles são uma forma leve e dinâmica de educar as pessoas, e que atrai muita gente.

Primeiro, porque hoje em dia quase ninguém tem tempo e disponibilidade para participar de aulas presenciais.

Muitas pessoas, senão a maioria, querem aprender coisas novas de acordo com o seu próprio ritmo e nos horários que elas têm, que nem sempre coincidem com o de uma aula presencial.

Ou seja, cursos online são sinônimos de conveniência.

Segundo, porque vídeo é um dos formatos preferidos na internet.

Só para você ter uma noção, nos Estados Unidos, as pessoas passam praticamente 6 horas por dia assistindo a vídeos. É muito tempo.

Se você quiser saber mais sobre esse tipo de infoproduto e como vendê-lo, leia o artigo Como vender curso online aqui no blog do KP.

#3 Screencasts

Se você gosta de jogos eletrônicos ou tem filhos que gostam, as chances são que você provavelmente já viu um screencast.

Eles são aquelas gravações da tela do computador que podem ser acompanhadas pelo aúdio original ou por um gravado posteriormente.

Se engana quem acha que esse tipo de infoproduto funciona só para games.

Os screencasts também são bastante úteis para quem quer demonstrar, por exemplo, como utilizar uma ferramenta.

Para fazer o seu, você precisará de uma programa de gravação de tela do computador e um microfone para captar com qualidade as suas explicações.

#4 Podcasts

Se você não sabe o que é um podcast, ele é tipo um programa de rádio sobre um assunto específico.

A grande diferença é que o conteúdo do podcast é sob demanda, ou seja, você pode escutar quando quiser.

E eles geralmente são divididos em temporadas e episódios, tipo uma série da Netflix, e são disponibilizados na internet.

Uma das grandes vantagens desse tipo é que, como se trata apenas de áudio, as pessoas podem consumi-los em momentos que não poderiam ler um ebook ou assistir a uma vídeoaula. Como quando estão dirigindo, por exemplo.

Se você ficou curioso e quer saber como fazer um, o artigo Como fazer podcast: o caso da empresa que faturou 7 milhões em 24 com essa mídia explica tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

#5 Videocasts

Os videocasts são a versão em vídeo dos podcasts.

Muitas empresas e canais optam por não só gravar o áudio como também filmar o podcast.

Isso possibilita que ele seja distribuído também em plataformas de vídeo, como o YouTube, deixando o conteúdo acessível para pessoas que não tem o hábito de acessar podcasts.

#6 Audiobooks

Os audiobooks são livros narradas e disponibilizados em áudio. Hoje em dia, inclusive, é bem comum que o próprio autor faça a narração do livro.

Assim como os podcasts, eles proporcionam comodidade e otimização de tempo, pois dá para serem consumidos enquanto o público faz outra coisa ao mesmo tempo.

Além disso, é um formato fácil de ser executado. Tudo o que você precisa é de um microfone, um programa de edição de áudio e, claro, o livro que será narrado.

#7 Área de membros

A área de membros, também conhecida como programas de assinatura, sites de membros ou membership, é uma plataforma que oferece conteúdos exclusivos para um público restrito.

As pessoas geralmente têm acesso à área de membros mediante a uma assinatura ou taxa de adesão e, a partir daí, elas podem utilizar os recursos disponíveis.

Esse é o tipo de infoproduto ideal para quem está buscando ter um faturamento recorrente, ou seja, que todos os meses tem a expectativa de ver um valor determinado entrando no caixa do negócio.

Só é preciso ficar atento para oferecer benefícios e vantagens que incentivem o seu público a participar da sua área de membros e trazer sempre novidades e conteúdo de valor para evitar que as pessoas cancelem depois de algum tempo.

#8 Revistas eletrônicas

As revistas eletrônicas ou e-magazines são publicações periódicas, tipo uma versão digital das revistas impressas.

Esse tipo de infoproduto também oferece a possibilidade de ter um faturamento recorrente, pois normalmente é vendido através de uma sistema de assinaturas.

As e-magazines demandam mais trabalho do que os outros tipos de infoproduto, porque uma revista, ainda que eletrônica, precisa ter diagramação, design e seleção de fotografias e imagens.

E também por ser um periódico, ou seja, dentro de uma determinada frequência os assinantes recebem uma nova edição, você precisa ter uma equipe sempre trabalhando para criar conteúdo novo.

#9 Whitepaper

Os whitepapers são conteúdos escritos mais densos, focados e específicos do que os ebooks.

Eles apresentam dados de pesquisa e relatórios e exploram mais a fundo um determinado tópico. Geralmente de forma mais técnica.

Ou seja, é o tipo de conteúdo voltado para quem quer se aprofundar em um assunto, não para alguém que está pesquisando pela primeira vez.

Além disso, não existe praticamente um trabalho gráfico por detrás do whitepaper (como é o caso do ebook).

É mais ou menos como se ele fosse um trabalho da faculdade, que é feito numa folha branca com o texto em preto. Ou seja, não tem muitas imagens e nem detalhes de diagramação para deixá-lo mais atraente.

Afinal de contas, como o próprio nome diz eles são papéis brancos (em inglês, paper significa papel e white, branco).

#10 Webinar

O webinar é um evento digital que geralmente ocorre por meio de transmissões ao vivo.

Ele pode ser uma palestra, um workshop, uma demonstração de um produto ou um bate papo com especialistas.

Como ele acontece ao vivo, as duas grandes vantagens desse tipo de infoproduto são:

  • é possível interagir com o público, aumentando assim o engajamento das pessoas
  • e você não precisa se preocupar com toda a estrutura necessária para fazer um evento presencial.

#11 Infográficos

Os infográficos são uma forma de transformar uma informação complexa (e na maioria das vezes complicada de entender) em algo simples e compreensível por meio de gráficos e imagens.

Na maioria das vezes, eles são utilizados para apresentar dados estatísticos de forma visual.

Para saber mais sobre como criar um, leia o artigo Infográfico: o que é, como fazer os mais criativos e exemplos.

#12 Templates

Os templates são modelos ou estruturas pré-definidas que facilitam a criação de um conteúdo.

Os usuários só precisam alterar algumas informações ou configurações para produzirem o conteúdo que desejam.

Na internet você pode encontrar por exemplos templates para emails, página de blogs, call to actions, infográficos, posts para redes sociais…

Enfim, se você tem um modelo ou uma estrutura pré-definida para fazer alguma coisa, você pode distribuí-la, gerar valor para o seu público ou até mesmo vendê-la.

#13 Ferramentas

As ferramentas, nesse caso, podem ser plugins, extensões, aplicativos ou programas de computador.

Elas são uma solução prática e objetiva para resolver um problema ou facilitar uma tarefa.

Porém, é o tipo de infoproduto que dá mais trabalho para ser produzido, pois geralmente é necessário ter desenvolvedores de software no seu time para fazer isso (a não ser que essa seja a sua expertise).

#14 Kits

Os kits são compostos por diversos infoprodutos sobre um mesmo assunto.

Você pode combinar ebooks com videoaulas, podcasts e templates, por exemplo.

Eles são bem interessantes pois os diversos tipos de infoproduto podem se complementar e gerar um aprendizado melhor para os seus clientes.

8 passos para criar o seu infoproduto

Depois de ver todos esses tipos de infoprodutos, é provável que a sua cabeça esteja borbulhando de ideias para fazer o seu.

Mas antes de você estar pronto para colocar a mão na massa, eu vou te explicar exatamente o que você deve fazer para criar um infoproduto.

Independentemente de qual tipo que você esteja considerando utilizar, esse passo a passo vai servir para você.

Porque ele está focado nos fundamentos da parada.

Os detalhezinhos, os equipamentos necessários, isso tudo você já viu na explicação de cada um dos tipos.

Então, vamos lá. A primeira coisa que você deve fazer é…

1. Selecione um tópico

É essencial que você se faça algumas perguntas na hora de definir qual será o assunto que o seu infoproduto irá cobrir e explicar:

  • Qual é a sua expertise? O que você sabe muito e gostaria de compartilhar com as pessoas?
  • O que o seu público está interessado em ver?
  • Qual é a dor dos seus potenciais clientes? O que mantém eles acordados a noite? E como o seu negócio pode ajudá-los a resolver isso?

A partir dessas perguntas você vai conseguir encontrar um tópico que você tenha domínio para falar ou escrever sobre ele e que o seu público também tenha interesse.

Afinal de contas, não adianta nada você produzir o melhor infoproduto do mundo sobre um tópico que os seus potenciais clientes não estão nem aí sobre.

2. Escolha o tipo mais adequado

Na hora de escolher qual é tipo de infoproduto você vai criar, você precisa levar 3 pontos em consideração:

  • A sua persona: qual é o tipo mais acessado pelo seu cliente ideal? Isso vai variar de negócio para negócio e do público que você está tentando alcançar;
  • O tópico escolhido: dependendo do assunto, você vai precisar de explicações mais visuais. Por exemplo, é mais fácil você demonstrar como fazer um exercício de CrossFit num vídeo do que através de um texto;
  • A produção em si: os recursos e equipamentos que você tem à sua disposição.

3. Pesquise sobre o assunto

Antes de começar a produzir, pesquise o que outras pessoas e negócios já fizeram sobre o tópico que você escolheu.

Isso vai te ajudar a ter uma noção dos conteúdos que você precisa cobrir e também a encontrar um diferencial para tornar o seu infoproduto único.

4. Faça um esqueleto

O esqueleto é uma espécie de rascunho onde você vai montar a estrutura do seu infoproduto.

Dessa forma, você vai conseguir ter mais clareza de qual será o resultado final, os pontos que você irá cobrir e poderá organizar o seu conteúdo da forma que ficar melhor.

5. Produza o conteúdo

Essa é a hora de gravar os vídeos se você estiver fazendo um curso online, um videocast ou um screencast.

Ou de escrever se você tiver escolhido ebook, revista eletrônica, whitepaper…

Enfim, esse é o momento que de fato você vai colocar a mão na massa e produzir o seu infoproduto.

6. Edite e revise o conteúdo

Depois que ele estiver pronto, não se esqueça de editar os vídeos e os áudios, além de revisar os textos para garantir que tudo está na melhor forma possível.

7. Publique o seu infoproduto

Você pode entregar o seu infoproduto para o consumidor final de diversas formas, por exemplo, por email ou através de uma página de download.

O fato é que, se o seu objetivo é gerar leads com seu infoproduto, não existe lugar melhor do que uma landing page totalmente otimizada para conversão para isso.

Não sabe como criar uma landing page? Nessas horas o  Klickpages é a ferramenta ideal.

Você só precisa seguir esses três passos:

  1. Escolha seu modelo: conheça opções de alta conversão comprovada por testes.
  2. Customize a página: edite textos, cores e imagens, além de ocultar elementos que pouco agregam.
  3. Publique: com tudo pronto, é só publicar no seu próprio domínio, sem custos adicionais de hospedagem.

8. Faça a divulgação

E, por último, divulgue o seu produto nas redes sociais e promova o download gratuito ou as vendas dele.

Conclusão

Como eu te expliquei no começo deste artigo, os infoprodutos têm capacidade de alta escalabilidade, o que faz esse tipo de produto ser um dos mais rentáveis do mundo.

Mas isso não significa que todo infoproduto precisa ser vendido, você também pode disponibilizá-los de graça para poder conseguir o contato de email de potenciais clientes e assim desenvolver um relacionamento duradouro que pode pode levar a vendas futuras.

Você viu que um infoproduto é um produto digital que tem como objetivo educar ou solucionar um problema.

E eu te apresentei os 14 tipos que você pode explorar no seu negócio como, por exemplo, ebooks, podcasts, cursos online e webinars.

Você também descobriu o passo a passo para criar o seu infoproduto do zero.

Agora é sua hora de botar a mão na massa.

Ah, e não se esqueça depois de me contar nos comentários qual é o seu tipo de infoproduto favorito!

 

Transforme seu Instagram em uma máquina de gerar leads com essas 9 estratégias

Como é que uma rede social que tem por objetivo fazer os usuários postarem fotos simples e vídeos curtos pode te ajudar a vender mais?

A resposta a essa pergunta ajuda a entender como o Instagram se tornou fenômeno também entre empresas e profissionais de vários segmentos.

Afinal, quem deseja promover e vender seus serviços para mais pessoas quase sempre usa as redes sociais.

Por outro lado, nem todo mundo vai conseguir extrair todo o potencial incrível desse canal, seja por falta de conhecimento, seja por falta de iniciativa para explorar seus melhores recursos.

Se você quer estar do lado dos que conseguem transformar o perfil do Instagram em uma verdadeira máquina de gerar leads, precisa ler este artigo.

Nele, você vai ver:

  • por que investir no Instagram como canal de vendas;
  • do que o seu perfil precisa para se tornar uma máquina de resultados;
  • 9 formas práticas de gerar leads com o seu perfil do Instagram.

Por que investir no Instagram como canal de vendas

O melhor modo de justificar qualquer investimento no Instagram enquanto canal de negócios é por observar alguns dos seus incríveis números.

Ano após ano, a empresa vem apresentando crescimento na base de usuários. Ainda melhor que isso, ao lançar recursos inovadores de tempos em tempos, a rede tem sido capaz de continuar relevante e até ditar tendências.

Confira alguns dados sobre o Instagram que mostram todo o seu poder:

  • mais de 1 bilhão de usuários ativos todos os meses. Mais de 500 milhões desses usam o aplicativo todos os dias em todo o mundo;
  • 80% das contas seguem pelo menos uma empresa na rede;
  • um impressionante número de 500 milhões de contas usam o Stories todos os dias.

Isso comprova o quanto o Instagram está na elite das redes sociais e sua força para reunir uma grande massa de usuários, bem como para mantê-los engajados e ativos.

Uma rede que consegue prender a atenção de tanta gente por tanto tempo certamente tem algo a oferecer em termos de negócios, não concorda?

É por isso que mais e mais empresas enxergam no Instagram um poderoso canal de negócios. Porém, é essencial entender como usar toda essa força a seu favor, e não contra. É isso que vamos ver agora.

O que seu perfil precisa para se tornar uma máquina de resultados

Uma coisa é saber que o Instagram está ao alcance de todos e que com as otimizações certas é possível transformá-lo em uma máquina de gerar leads.

Outra coisa bem diferente é achar que basta criar um perfil e publicar nele com alguma frequência para as vendas começarem a surgir.

Pelo contrário: não se esqueça que, como em qualquer ambiente de negócios, o Instagram também apresentará concorrentes.

Por isso, o mínimo a fazer é preencher alguns requisitos que vamos conferir na lista abaixo. Eles serão a base para uma estratégia sólida de geração de leads.

Perfil comercial

Não cometa o pecado capital de usar o Instagram para negócios em uma conta pessoal. Sim, mesmo empresas estabelecidas caem nesse erro. Acontece que só com o perfil comercial você consegue:

  • acessar métricas em tempo real sobre o desempenho dos seus Stories e publicações;
  • ver informações sobre seus seguidores e como eles interagem com os seus posts;
  • adicionar informações da empresa, como horário de funcionamento, localização e número de telefone de uma forma profissional.

Domínio sobre os recursos da rede

O Instagram é uma rede bem simples e intuitiva, mas não confunda isso com falta de recursos e ferramentas. São tantos que você pode até se perder. Por isso, é muito importante tirar tempo para dominar a rede como um todo. Você pode fazer isso baixando nossos guias sobre a rede social.

Sem isso, você vai gastar muito tempo para fazer um trabalho de qualidade inferior em todos os sentidos: nos posts, nos Stories, no direct, nos vídeos e nos anúncios.

Regularidade de posts

regularidade é tão importante que nem deveria ser mencionada aqui, mas como ela continua sendo um dos principais problemas da maioria das empresas, aqui estamos nós.

Sem regularidade nos posts, o público não vai confiar na sua marca como autoridade, nem se lembrar dela a ponto de se importar com suas publicações.

Num cenário assim, não existe engajamento e nem geração de leads de forma contínua.

9 formas práticas de gerar leads com o seu perfil do Instagram

Por fim, é hora de aprender na prática o que você pode fazer para otimizar seu perfil e equipá-lo para gerar leads de forma constante.

Antes de partir para as dicas, lembre-se: as redes sociais mudam e evoluem com muita rapidez. Por isso, continue atento às novidades para não correr o risco de aplicar táticas ultrapassadas.

Veja, a seguir, as dicas que você pode (e deve) colocar em prática, o quanto antes.

1. Aproveite o link da bio

O link da bio é a sua forma mais direta de colocar seu público em contato com algum canal exclusivo do seu negócio, como um site, blog ou landing page.

Bio do Instagram da Rock Content

Antes de ferramentas como o Stories e o IGTV, o link da bio era o único que você poderia colocar no perfil e realmente usar para direcionar tráfego dessa forma.

Por isso, não deixe esse espaço passar batido sem o seu melhor link. Para melhorar ainda mais suas chances, aqui vão duas dicas extras:

  1. Crie uma descrição bacana para a bio, que chame atenção e faça a pessoa querer saber mais.
  2. Use uma ferramenta como o Linktree, que permite colocar vários links em apenas um e otimizar esse canal.

2. Humanize sua marca com o Stories

Marcas que sabem como usar bem o Stories engajam muito bem com seus seguidores e conseguem até transformá-los em verdadeiros fãs. Isso porque o Instagram oferece muitas ferramentas que facilitam isso.

Você pode fazer enquetes, mostrar vídeos curtos, marcar posts de seguidores e mencionar os perfis deles com algum tipo de mensagem legal, publicar fotos com filtros engraçados e mais uma série de ações.

Enquete feita no Instagram da Rock Content

Pode parecer que não, mas tudo isso cria identificação e gera empatia, assim os seguidores passarão a confiar mais na sua empresa. Isso facilita bastante geração de leads.

3. Conte histórias reais em seus posts

Uma das melhores formas de engajar seu público é por contar histórias reais, que causam impacto com as pessoas. Essas histórias podem ser de algum funcionário, a história da empresa, dos fundadores ou até mesmo de clientes.

Depoimento de funcionário da Rock Content

Elas podem ser engraçadas ou emocionantes, como você preferir. Apenas faça do seu perfil uma fonte de informações originais e motivadoras. Isso colocará sua marca em posição de destaque em relação às outras que focam somente em vendas e promoções.

Como isso ajuda na geração de leads? Pessoas gostam de comprar de outras pessoas. Quanto mais próxima sua marca for dos seguidores, maior a chance de eles se tornarem leads e, depois, clientes.

4. Crie anúncios com o Instagram Ads

Se você já criou anúncios para o Facebook, vai gostar de saber que a plataforma é integrada com os anúncios do Instagram Ads.

Ou seja, você poderá usar a mesma interface, simples e completa, para criar seus anúncios do Insta também.

Essa é uma ótima opção porque permite segmentar o público com precisão e criar campanhas de geração de leads com ótimo custo-benefício. 

Uma boa alternativa é criar campanhas de retargeting, ou seja, anúncios que alcançam apenas as pessoas que já acessaram seu site ou perfis sociais antes.

Essas pessoas possivelmente têm maior interessa na compra do que aquelas que nunca ouviram falar da sua empresa, então vale a pena começar por elas ao investir em anúncios pagos.

5. Faça parcerias com influenciadores

Influenciadores digitais são pessoas populares em determinado segmento, que têm o poder de influenciar as decisões e opiniões de seus seguidores. 

Exemplo de parceria com influenciadores digitais

Por isso, pode ser uma boa opção formar parcerias com profissionais da sua área que se encaixem nesse perfil de autoridade para que eles ajudem na sua geração de leads.

Se você não conhece nenhum influenciador, pode pesquisar em plataformas próprias para isso ou buscar parcerias com agências especializadas em marketing de influenciadores.

Algumas das mais conhecidas são:

Uma dica importante quando o assunto é buscar influenciadores: busque os que forem mais relevantes para a sua persona, não necessariamente os que forem mais famosos na internet. Segmentação é tudo.

6. Use tags com preços em suas fotos de produtos

Você com certeza já se pegou navegando pela rede para encontrar produtos interessantes, que despertaram curiosidade e desejo.

Se, em algum desses casos, o produto tinha uma tag de preço, o seu impulso pela compra pode ter sido ainda mais aguçado.

Pois o mesmo pode acontecer com os clientes que se sentem atraídos a um dos seus produtos. Colocar tags de preço é uma das formas mais fáceis de levá-lo à compra.

Tag de preço em foto do perfil Cícero

Nesse caso, pode ser que você até pule a etapa de gerar um lead e feche a venda na hora.

E mesmo que a pessoa decida não comprar no momento, é mais fácil se cadastrar em alguma lista de e-mails para continuar recebendo suas novidades e comprar no futuro próximo.

7. Use hashtags com sabedoria

A hashtag é quase uma regra das redes sociais, mas o seu uso não é meramente estético. Ela tem o seu papel funcional, que pode ajudar a espalhar o seu conteúdo, bem mais do que você imagina.

Acontece que as hashtags servem como filtros de assuntos. Ou seja, se você publicar algo com a hashtag #marketingdigital, a sua publicação se juntará a todas as outras que usaram a mesma tag.

Assim que alguém pesquisar esse assunto na busca da rede, seu post estará entre os resultados. Então, vale a pena usar hashtags para aumentar a exposição e o alcance.

Apenas faça isso com sabedoria: use apenas tags que se relacionam com o assunto do post e com o público que você deseja alcançar.

Uso de hashtag em conteúdo da Rock Content

8. Faça CTAs no texto dos seus posts

O texto dos posts pode passar despercebido, já que o Instagram é uma rede altamente visual. Mas não fazer boas legendas seria um grande erro. Encare esses curtos trechos de texto como um espaço para CTAs de alto impacto.

Convide os usuários a comentar, se engajar com a marca, ou clicar no link da bio para receber alguma oferta (que os transforme em leads, de preferência).

CTA em post no Instagram da Rock

Esse tipo de ação é simples e rápida, mas pode contribuir para melhorar os resultados da estratégia como um todo.

Aliás, é importante destacar que não são apenas as grandes ações que farão a diferença, mas também a forma como você vai aproveitar os pequenos recursos oferecidos pela rede social.

9. Use o IGTV

IGTVé a plataforma de vídeos do Instagram, que foi criada para competir de igual para igual com o Youtube e se firmar como referência em audiovisual.

IGTV da Rock Content

Para conseguir essa difícil missão, o Instagram preferiu se diferenciar do Youtube, em vez de imitá-lo. Os vídeos na plataforma podem ter até 10 minutos (1 hora para contas verificadas).

Além disso, o foco da rede está em produções profissionais, de excelente qualidade, para engajar os usuários de forma completa.

Se a sua empresa investe com seriedade na produção de vídeos, está mais do que na hora de usar o IGTV.

Para ajudar, ele permite usar links na descrição, a fim de direcionar tráfego de um vídeo direto para landing pages ou para o seu blog.

Gerar leads com o Instagram pode ser mais fácil do que você imagina. Mas, para isso, é essencial que você tenha uma estratégia sólida e muita disciplina ao aplicá-la.

Comece pelo básico, torne seu perfil empresarial e domine a ferramenta como um todo. Depois é só partir para as dicas que acabamos de ver.

 

Topic Cluster ou conteúdo pilar – maneira inteligente de organizar conteúdo do seu blog

O site da sua empresa quase que obrigatoriamente precisa oferecer um blog com conteúdo de alta qualidade. Até meados dos anos 2000 muitos teóricos da comunicação afirmavam que os blogs não teriam futuro, pois na visão deles, as pessoas não teriam tempo para compartilhar textos, imagens e ideias.

Estavam todos enganados. Hoje você encontra blogs para praticamente todos os assuntos, como política, viagens, negócios, saúde, moda, entre outros.

Analistas de marketing digital perceberam que ter um blog corporativo traria grandes vantagens, pois as pessoas gostam de consumir informação para tirar dúvidas.

Ganhou ainda mais importância com as exigências dos buscadores, como Google, quanto a oferta de conteúdo de qualidade, a abrangência de palavras-chave de dúvidas por parte dos usuários e a capacidade de um site oferecer com certa frequência conteúdo de interesse da audiência. Com o Inbound Marketing então, bem, aí os blogs se consolidam definitivamente como uma das principais fontes de informação para os usuários e atração de visitantes qualificados para os sites das empresas, gerando assim mais negócios.

As mídias sociais, como Twitter, Facebook e LinkedIn, consolidam como a informação se tornou ainda mais importante. Os conteúdos postados nos blogs são os mais compartilhados, junto a reportagens jornalísticas, para impactar audiências.

A necessidade de ter blog corporativo fez gerar conteúdo a todo custo

Cada vez mais analistas de marketing e claro, os analistas de SEO, perceberam que não ter um blog nas estratégias digitais seria quase um suicídio.

Nas estratégias de SEO, para abranger intenções de buscas diversas de dúvidas dos usuários e para oferta de conteúdo de qualidade, passou a ser crucial qualquer negócio online ter um blog. Tão importante que até mesmo departamentos comerciais passaram a utilizar os conteúdos dos blogs para tirarem dúvidas junto ao cliente. Não se trata só de informação, mas de relacionados confiáveis entre as empresas e clientes.

O problema é que essa necessidade para atender SEO, Inbound Marketing, o comercial e tudo mais das estratégias digitais, fazem com que muitas empresas postem conteúdos sem planejamento, pensando apenas em palavras-chave e escrever o que acha que “dá na telha”, e muitas vezes pensam em metas de postar uma postagem por semana, por exemplo.

O resultado disso é que ao longo do tempo o blog se torne um verdadeiro depósito de conteúdo de baixa qualidade, sem assuntos relacionados, escritos à toque de caixa. Do que adianta escrever ao vento?

Por mais que analista de SEO consiga bons posicionamentos para algumas postagens, sem organização e planejamento de pautas o negócio não vai a lugar algum.

Como ter um blog estratégico?

Chamo de blog estratégico quando é capaz das seguintes proezas:

  1. A definição correta do público-alvo
  2. Ter objetivos claros sobre quais resultados deseja obter com o blog. Aumentar leads? Aumentar o tráfego qualificado para o site da empresa via blog? Aumentar as vendas em quantos por cento?
  3. Ter um bom planejamento de pautas que consiga priorizar as reais necessidades do público-alvo
  4. Pautas com temas que atingem também as intenções de buscas dos usuários, visando o tráfego qualificado
  5. Produção de conteúdos que sejam relacionados, que tratam de um mesma tema para assuntos diversos, e é aí que vamos falar sobre Topic Cluster
  6. Vídeos oferecem maiores chances de conversão e relacionamento qualitativo com o público-alvo. Pautas de blogs podem se tornar vídeos ou vice-versa.

Entenda definitivamente o que é Topic Cluster

Quando ouvi falar pela primeira no assunto, logo imaginei:

“Uau, isso é a maneira mais óbvia que existe para organizar conteúdo do blog, que as postagens se interajam entre si e oferta a estrutura de qualidade para os buscadores”.

Como funciona Topic Cluster

Ao invés e sair postando conteúdos somente baseado em pesquisas em larga escala de palavras-chave, focando apenas em alguns assuntos de acordo com volume de buscas de tais palavras-chave, o Topic Cluster, ou Conteúdo Pilar, proporciona uma maneira muito mais inteligente de planejar conteúdos e contribuir com SEO.

Ilustração sobre como funciona Topic ClusterIlustração: Hubspot

Funciona assim:

Etapa 1 – defina um tema central

Lembra que mencionei sobre a definição do público-alvo e ter objetivos claros sobre o blog? Pois bem, sabendo de tais informações fica fácil entender quais são as reais dores da audiência que precisa atingir. Comece por aí.

Suponhamos que a sua empresa vende fantasias para crianças e que em uma das suas análises concluiu que os papais e mamães têm dúvidas sobre quais personagens são melhores para uma festa de Halloween. Seria o Drácula? Seria um bruxo ou bruxa? Este é um exemplo de “dor” dos seus clientes.

Logo, o tema poderia ser “fantasias para Halloween”, e deste tema abre margem para que pesquisas de palavras-chave apontem quais assuntos abordar sobre este tema central.

Etapa 2 – Descubra os assuntos relacionados ao tema

Utilizando o recurso de agrupamentos da ferramenta de pesquisa de palavras-chave da SEM Rush podemos descobrir vários assuntos sobre o tema definido. Exemplos:

Exemplo de pesquisa de palavras-chave com a SEM Rush

Exemplo de pesquisa de palavras-chave com a SEM Rush

Exemplo de pesquisa de palavras-chave com a SEM Rush

Perceba que nos exemplos acima surgem ideias diferentes de assuntos, que praticamente nos pautam.

Etapa 3 – produza um artigo para cada assunto

Para cada agrupamento podemos então produzir artigos para o blog, que serão os assuntos do tema.

→ Ideias fantasias Halloween

Uma postagem com várias ideias de fantasias seria perfeita. Com bastante imagens, vídeos de moda de fantasias, ideias para cada sazonalidade, como Carnaval, Natal, aniversários, etc.

→ Fantasia de Halloween vampira

Que ótima pauta hein! Há diversos personagens de vampiros, estilos de fantasias, acessórios, como capas, dentaduras e maquiagens. Poderia criar uma postagem que abordasse tudo isso e muito mais, esclarecedora com ideias de fantasias de vampiras.

→ Fantasia Halloween zumbi

Outra ótima oportunidade para postar. Imagine um artigo que conte histórias de zumbis, séries, como fazer maquiagem e claro, indicar as fantasias ideais.

Compreende sobre o que são os assuntos do tema?

Estes são apenas três exemplos, é claro que na maioria das vezes os assuntos podem chegar a dezenas e mais dezenas de possibilidades. O importante é explorar as oportunidades que as pesquisas de palavras-chave nos mostram.

Ao final da rodada de artigos, que pode ser definido por trimestre ou por quantidade mínima de conteúdos, chega a hora de criar um conteúdo pilar.

Etapa 4 – O conteúdo pilar

É um artigo aprofundado do tema, que resume todos os assuntos já postados em única postagem, abrangendo todas as palavras-chave tratadas.

Logicamente não é copiar trechos das postagens dos assuntos, mas sim resumir, construir um super artigo baseado em cada assunto.

O conteúdo pilar é ideal a otimizar para as palavras mais competitivas, desde que realmente atraia visitas qualitativas.

Este tipo de conteúdo geralmente atrai usuários mais exigentes por ser um texto mais longo, requer maior tempo para leitura, por isso que deve ser cativante, de alta qualidade, que prenda a atenção do usuário.

O marketing de conteúdo tornou-se uma parte essencial de qualquer estratégia de marketing digital bem-sucedida. No entanto, muitos profissionais de conteúdo ainda não têm certeza da melhor maneira de criar conteúdo de alta qualidade. Tendo realizado pesquisas com especialistas de todo o mundo e formalizado o fluxo de trabalho padrão de profissionais de marketing de conteúdo, nós da SEMrush podemos afirmar…

Etapa 5 – Links internos

O conteúdo pilar deverá ter link para cada postagem de assunto e o mesmo deve ocorrer com cada postagem de assunto, tendo alguma referência de link para o conteúdo pilar.

Essa troca de links permite que os buscadores compreendam o quanto autoridade o blog pode ser sobre temas de interesse do negócio. Também fica com uma estrutura lógica de organização do blog.

Se torna uma “comunicação poderosa” entre as postagens.

Pense na produção de vídeos

O Youtube é o segundo maior buscador do mundo. Pesquisas apontam que os usuários brasileiros consomem mais tempo de conteúdo no Youtube do que na TV aberta, acredita?

Essa alta procura por vídeos gera oportunidades de atração de usuários para o seu negócio. Alinhar isso com Topic Cluster potencializa fortemente as estratégias digitais.

Sei que fazer vídeo não é fácil, e olha que não precisa de produção profissional. Mas é importante.

Cada assunto da estratégia pode gerar um vídeo e o conteúdo pilar então pode gerar um vídeo ainda melhor, mais persuasivo e que melhore a taxa de rejeição do seu site ou blog.

A velha frase que uma imagem vale mais do que mil palavras, posso afirmar que um vídeo vale mais do que 10 mil palavras. Portanto, se quer realmente impactar a sua audiência e melhorar os negócios, pense na possibilidade de criar e otimizar vídeos.

Por que tanto cuidado na produção de conteúdo pode dar resultados?

Porque conteúdo é rei. Sim, já dizia o Google quando o algoritmo do buscador passou por uma das maiores reformulações. Houve um tempo que SEO era baseado boa parte por otimizações técnicas, como ajustes no HTML, meta names, entre outros. Associado a isso, a produção de conteúdo era mais voltada para inserção e densidade de palavras-chave. Há quem acreditava que quanto mais palavras-chave no texto, melhor seria classificado no Google. De fato, funcionava, mas hoje, não mais.

Os tempos mudam, não é mesmo? O maior buscador do planeta conseguiu se aperfeiçoar e priorizar conteúdo de qualidade. Com o aumento da concorrência, uma das melhores estratégias adotadas é usar blogs com oferta de conteúdo cativante e que realmente seja útil para o público-alvo.

O Topic Cluster melhora na organização do blog, planeja melhor quais assuntos tratar para melhor atender as necessidades do público-alvo, contribui para ter qualidade de texto e do blog, o que direta ou indiretamente melhora posições nos buscadores e assim o tráfego.

Conte com ajuda de especialistas para este processo

Anúncios Google, SEO, Inbound Marketing, conteúdo estratégico, otimização de vídeos, Topic Cluster, pesquisa e análise de palavras-chave, pautas estratégicas para o blog, ufa… é muita coisa, certo? O empresário não tem tempo para planejar e executar tudo o que o marketing digital tem a oferecer. Por isso, fica a dica de contar com profissional de SEO e produtor de conteúdo para fazer tudo acontecer.

10 tarefas ignoradas de SEO que podem impulsionar seus ranqueamentos

Os ranqueamentos no Google são a chave do seu sucesso mas eles também podem resultar em quebra total do seu negócio. 46,8% da população mundial acessou a Internet em 2017 e espera-se que esse número chegue a 53,7% até 2021. O número de pesquisas diárias no Google é superior a 4 bilhões e os cinco principais resultados obtêm 65% dos cliques.

Na verdade, 75% dos usuários nem entram nas outras páginas de resultados, ficando sempre na primeira . Anúncios pagos também não resolvem, já que 80% dos usuários de mecanismos de pesquisa simplesmente ignoram essa parte da página.

E como tanto depende dos melhores lugares lucrativos, a competição é forte. Espera-se que o marketing de conteúdo cresça até USD 300 bilhões em 2019. Mais e mais empresas estão percebendo a importância dessa ferramenta, tratando seus blogs como um ativo essencial.

Os SERPs estão se tornando um campo de batalha vicioso, e é crucial, agora mais do que nunca, focar em SEO. Cada segundo que você desperdiça é o tempo que seus concorrentes estão usando para obter classificações mais altas e a maior parte do dinheiro em seu nicho.

Para aqueles que não vivem no mundo de SEO, as tarefas necessárias para competir nas SERPS podem parecer impossíveis de difícil. Neste post vou mostrar algumas tarefas  negligenciadas de SEO que ajudarão você a chegar ao topo.

1. Crie Rich Cards

Rich cards são uma forma de dados estruturados; eles fornecem aos usuários informações visualmente atraentes que são fáceis de entender e uma experiência de impecável pesquisa mobile. Eles são a maneira do Google aproveitar o aumento de usos de dispositivos móveis, que ultrapassou o de desktops.

Não é a técnica mais popular. Os analistas do Google afirmam que as marcações do Schema se tornarão ainda mais importantes com o passar do tempo.

Apesar disso, apenas 20% dos profissionais de marketing estão usando dados estruturados.

Os resultados de rich cards se destacam significativamente dos resultados de texto simples  e até mesmo de outras formas de dados estruturados, como snippets em destaque e rich snippets.

Isso é um rich snippet:

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E isso é um rich card:

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Estes elementos chamativos podem impulsionar o seu CTR. Entenda o tipo de conteúdo que seus clientes pesquisam e que pode ser exibido como rich cards. Agora crie esses conteúdos e otimize-os para rich cards.

Rich cards podem realmente te dar uma vantagem. Marcações Schema são uma maneira barata e eficaz para impulsionar seus rankings orgânicos. Você pode ler mais sobre como criar dados estruturados aqui.

2. Rejeitar Backlinks tóxicos

Mais backlinks nem sempre resultam em classificações mais altas, alguns backlinks devem ser rejeitados.

Como você sabe, o Google foca na autoridade do site com link para o seu domínio. O que você pode não saber é que os sites com spam com link para o seu site podem afetar negativamente seus ranqueamentos. Mesmo se você não tem absolutamente nada a ver com eles.

MAIS SOBRE ISSOComo lidar com os backlinks tóxicos do meu site? PostagemRicardo Mendoza

Não parece justo, mas é assim que acontece. O Google monitora de onde vêm seus backlinks, e se ele encontrar muitos sites ruins com backlinks para seu site, vai ficar suspeitando algo. Concentrar-se no linkbuilding e criação de conteúdo de qualidade é uma das principais regras de especialistas de SEO.

Existem três maneiras de obter backlinks tóxicos:

  • Organicamente: À medida que sua autoridade na Web cresce, você pode esperar que sites menos confiáveis comecem a disponibilizar links para seu site.
  • Blackhat SEO: Usar em práticas antiéticas que manipulam os algoritmos do Google para que você possa ter uma classificação mais alta. Por exemplo, comprar links.
  • Sabotagem: Infelizmente é verdade. Algumas pessoas lançam campanhas de “de-ranqueamento” para que seus concorrentes percam seus ranqueamentos nas páginas de resultados de pesquisa.

Eles podem criar links para o seu site usando um grande número de sites de spam que fazem com que pareça que você comprou backlinks ou se envolveu com spam. Eles até podem duplicar seu conteúdo em vários sites.

Infelizmente, a sabotagem é tão comum que até tem um nome, “SEO negativo“.

Este site é especializado em serviços de SEO Negativo.

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Se você está fazendo Blackhat SEO, recomendamos parar ou seu site será banido pelo Google. Por outro lado, proteger-se de backlinks negativos, sejam eles orgânicos ou criados artificialmente, é relativamente simples.

Para ver quais sites estão linkados a você, acesse o seu Google search console:

  1. Escolha o site que quer ver na página inicial do Search Console.
  2. No Painel de controle, clique em Search Traffic e, em seguida, clique em Links para seu site.
  3. Em Quem tem mais links, clique em Mais.

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Daqui, você pode ver os sites com links para o seu site. Faça o disavow para os sites de baixa qualidade. Para aprender como fazer o disavow, clique aqui.

Recomendamos agendar um horário para a análise de backlinks, para examinar se alguns dos sites vinculados a você podem prejudicar sua classificação e lidar com eles antes que eles causem danos reais.

3. Crie o conteúdo usando a técnica do Skyscraper

Se você ainda não ouviu falar ou não usa conteúdo Skyscraper, está perdendo muitas oportunidades. O termo foi criado por Brian Dean, que conseguiu aumentar seu tráfego em 110% em 14 dias com a ajuda dessa técnica.

A técnica do conteúdo Skyscraper consiste em encontrar conteúdo de alto desempenho em seu nicho e criar algo melhor e promovê-lo.

A criação de conteúdo Skyscraper exige muito trabalho mas vale a pena.

Preparamos um passo-a-passo de como começar a criar o conteúdo Skyscraper

Encontre concorrentes no Google

Faça uma pesquisa no Google por palavras-chave relacionadas ao seu nicho.

Por exemplo, o termo de pesquisa ‘B2B Marketing’ traz o site da Hubspot.

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Escolhe os primeiros quatro resultados por enquanto. Quando você sabe quem são seus concorrentes, sua próxima tarefa é encontrar conteúdo que os ajudou a subir.

Você pode encontrar o conteúdo mais popular do seu concorrente usando a SEMrush e o Buzzsumo.

Usando SEMrush

Esse processo é bem simples – você só precisa inserir o URL do seu concorrente na barra de pesquisa da SEMrush. Escolha o relatório de Pesquisa Orgânica e analise os resultados.

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Você verá o conteúdo principal do seu concorrente, e as palavras-chave com quais ele classifica nos resultados de pesquisa.

Usando Buzzsumo

Você também pode encontrar conteúdo popular em seu nicho com o Buzzsumo. Tudo o que você precisa fazer é inserir palavras-chave relacionadas ao seu nicho na barra de pesquisa, e o Buzzsumo fornecerá conteúdo popular.

Por exemplo, se você estiver no nicho de finanças pessoais, poderá pesquisar por palavra-chave “dicas de finanças pessoais para mães de familia”. E o Buzzsumo fornecerá a lista de conteúdos mais compartilhados para essa palavra-chave.

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Agora que você tem amostras do conteúdo mais popular em seu nicho, é possível iniciar o processo de criação de conteúdo e gerar ideias e conteúdos melhores com base em dados usando as ferramentas corretas de edição de conteúdo.

Como criar conteúdo melhor:

  • Entre em detalhes: Se o post mais abrangente do mercado sobre esse tópico tiver conteúdo de qualidade média, adicione valor e detalhes. Aprofunde-se no assunto.
  • Receba insights de influenciadores: Contar com especialistas que podem dar uma opinião sobre um tópico pode agregar mais valor a um post.
  • Faça um teste: O conteúdo mais popular encontrado em seu nicho lista ideias vagas com poucos ou nenhum dado concreto para apoiá-las? ‘Faça um teste ou adicione links para uma pesquisa confiável e uma fonte respeitada, para dar mais credibilidade ao seu conteúdo.
  • Aposte em conteúdo facilmente digerível: Você pode fazer isso criando conteúdo de vídeo ou  infográficos que são mais fáceis de entender e ainda fornecem uma visão abrangente sobre o assunto.

O conteúdo Skyscraper tem que ser melhor do que qualquer outra conteúdo lá fora. Ninguém admira o 245to arranha-céu mais alto do mundo.  Você tem que ser o número um. Seja criativo e faça algo melhor.

Mas você não pode parar por aí. Depois de criar um ótimo conteúdo, você também precisa promovê-lo. Volte para o melhor conteúdo do seu nicho que você encontrou no Buzzsumo e encontre as pessoas que disponibilizaram links a ele em seus sites ou o compartilharam.

Você pode fazer isso com o Buzzsumo clicando no botão View Sharers.

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Este link exibirá todas as pessoas que compartilharam esse conteúdo, juntos com os sites deles.

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Você pode enviar uma mensagem direta ou usando o formulário de contato em seus sites. Opte por mensagem curta e direta ao ponto

Por exemplo:

Olá (Nome)

Reparei que você compartilhou o (artigo).

Foi um ótimo artigo e até me inspirou a escrever algo parecido, só que atualizado e com mais detalhes (seu link).

Acredito que seus leitores pode achá-lo útil.

Obrigado,

Saudações

(Seu nome)

Agora é só esperar a magia acontecer.

DICA PRO:

Sua mensagem pode se perder no e-mail dos influenciadores, portanto, certifique-se de fazer um follow-up um dia depois.

4. Otimize suas páginas de destino

Um fator-chave que o Google usa para avaliar a qualidade de uma postagem é sua taxa de rejeição. Com que rapidez as pessoas saem do seu site depois de clicar nele nos resultados da pesquisa?

Se depois de clicar em seu site na página de resultados de pesquisa os usuários descubram que os conteúdos não são relevantes para eles, vão sair do seu site rapidamente.

O Google anota esse acontecimento e, se isso acontecer mais vezes, o Google vai tirar seu ranqueamento para esse termo de pesquisa.

É aí que a relevância entra em jogo. Às vezes não é que você tenha um conteúdo ruim, é apenas que o que você está oferecendo não é relevante para o usuário naquele momento específico.

Todas as páginas do seu website precisam ter uma meta com base no ponto em que seus usuários estão na jornada do comprador. Esse objetivo ajudará você a determinar se deve ensinar, converter, vender ou encantar com o conteúdo.

Tentar vender para alguém quem está procurando  informação irá apenas causar irritação no usuário. É por isso que você precisa entender seus usuários, de onde eles vêm e o que precisam nesse estágio.

A equipe do Groove cria uma página de destino diferente para cada site em que fazem guest posts.

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Antes de criar uma página ou post, pergunte-se:

  • Para quem está criando a página?
  • De onde eles estão vindo?
  • O que eles precisam neste estágio?
  • Qual é o meu objetivo?
  • Como posso ser mais relevante?

Sua página não consegue segmentar todos. Quando você tenta alcançar a todos, não consegue alcançar para ninguém.

5. Use infográficos

As pessoas adoram infográficos, mas muitos profissionais de marketing não as criam. Nem se imagina o quanto eles podem ser eficazes para uma estratégia de SEO.

Considere que 65% das pessoas são visuais e aprendem melhor por imagens. As imagens também são mais fáceis de lembrar.

No relatório de mídia social da Social Media Examiner, em 2018, 32% dos profissionais de marketing disseram que o marketing visual era a forma mais importante de conteúdo para seus negócios, acima de blogs, 27% e vídeos, 24%.

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O primeiro passo para criar um infográfico épico é saber qual conteúdo produzir.  O que o seu público precisa saber e o que as pessoas estão interessadas em descobrir? Pense bem – que você pode oferecer?

Algumas formas de encontrar informações para fins de obter ideias:

  • Encontre infográficos antigos e populares em seu nicho e crie informações atualizadas e melhores.
  • Transforme objetos complexos em infográficos fáceis de entender.
  • Adapte o conteúdo popular em seu site.

Depois de ter uma ideia que você acha boa com base na pesquisa acima, sua próxima tarefa é criar o infográfico.

Formas de criar infográficos:

  • Contrate designers gráficos freelancers: A maneira mais barata e rápida de fazer infográficos é contratar designers freelancers em Upwork, Fiverr, etc.
  • Contrate uma agência de design: Você também pode trabalhar com uma agência se puder pagar mais.
  • Faça Você Mesmo: Se você está interessado em design e é proficiente com o Canva e o Photoshop, você mesmo pode criar infográficos.

Mais isso não é tudo. Depois de criar um infográfico incrível, o próximo passo é promovê-lo.

Envie-o para alguns diretórios de qualidade e use a técnica de Skyscraper para encontrar influenciadores que compartilham os conteúdos e fazem com que notem o seu.

6. Crie mais vídeos

Segundo Omnicore, os usuários ativos mensais do Youtube ultrapassaram 1,5 bilhão em 2018.

A Cisco prevê que os vídeos on-line representarão 80% de todo o tráfego on-line até 2021 e, embora haja mais vídeos do que nunca, 85% das pessoas dizem que gostariam de ver mais vídeos das marcas em 2018.

O Google até incorporou vídeos na página de resultados e, como eles são donos do YouTube, só podemos esperar que os resultados dos vídeos cresçam. Os vídeos sempre foram importantes, mas agora são absolutamente essenciais.

Eles aparecem no topo da página de resultados de pesquisa:

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E o Google mostra vídeos em destaque:

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Se você não está incorporando vídeos em sua estratégia de marketing de conteúdo, é hora de se juntar ao movimento.

Aqui estão os passos para começar:

  • Encontre conteúdo popular em seu site para adaptá-lo em forma de vídeo.
  • Encontre temas quentes em seu nicho e faça um vídeo sobre esses tópicos.

Você não precisa contratar um estúdio de Hollywood nem usar uma câmera de 20 mil dólares para começar. Uma câmera comum e um bom software de iluminação e edição vão resolver.

DICA PRO:

Sempre adicione descrições aos seus vídeos; use no mínimo 200 palavras. A maioria dos criadores se esquecem de fazer descrições ou fazem uma mistura de várias palavras-chave.

Lembre-se de que o Google não sabe sobre o que é o seu vídeo. Ele se baseia em uma descrição baseada em texto para saber se o vídeo que você acabou de enviar será relevante para um usuário.

7. Crie sua própria palavra-chave ou frase

É meio ousado, eu sei Embora exija um pouco de criatividade, essa dica também merece menção.

Eu já mencionei o Brian Dean e sua técnica de Skyscraper. O que você acha que aconteceria se você pesquisasse essa palavra-chave agora? Quem você acha que apareceria no topo?

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Se você pensou em Brian Dean, você está certo.

Quando você cria um sistema único, um produto ou marca, o seu site é o único que vai ganhar força, desde que seja verdadeiramente original. E se se tornar popular, você é o especialista número um no tópico e pode ganhar a posição número um.

Você provavelmente pode pensar em alguns conceitos, sistemas ou produtos exclusivos vinculados a um determinado indivíduo.

Talvez já ouviu falar de Ramit Sethi e sua técnica de briefcase?

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Você deve conhecer Tim Ferris e sua ideia de quatro horas de trabalho por semana, certo?

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Todos esses indivíduos pensaram em um conceito ou sistema, adicionaram seu próprio toque às coisas, deram um nome e agora ranqueiam bem.

Criando sua própria palavra-chave

  • Crie um nome para um sistema que você usa para fazer algo realmente bem: Pode ser qualquer coisa, desde organizar móveis para casa ou gerenciar sua caixa de entrada.
  • Crie um nome para algo que você observou: Escolhe um acontecimento bem conhecido em seu nicho ou setor que ainda está sem nome.

Depois de ter dado um nome ao seu sistema ou observação, associe-se a ele e otimize sua presença na Web para ele. Use-o regularmente em seus posts e compartilhe com influenciadores.

Se a ideia pegar, você será o único a ganhar ranquamentos.

8. Tire vantagem de posts de alto desempenho

Você sabe que usar links internos é uma boa prática de SEO. Mas, será que você otimiza seus links internos para obter o maior efeito?

No início deste post, eu disse que 73% dos usuários não passam da primeira página do Google. Isso significa que suas páginas com menos autoridade serão deixadas de fora e receberão apenas o ocasional clique perdido ou sortudo.

Isso pode ser facilmente solucionado. Se você tiver páginas com alta autoridade aparecendo na primeira página dos resultados da pesquisa, aproveite e crie links internos para postagens de classificação inferior. Essa estratégia pode trazer mais cliques e classificações mais altas.

Como otimizar o link interno

Identifique o seu melhor conteúdo no ranking com a SEMrush. O vídeo abaixo mostra como encontrar sua página de melhor ranqueamento.

Depois de encontrar suas páginas de melhor desempenho, basta vincular as postagens de alto escalão a alguns artigos de baixo desempenho, mas de alta qualidade, para dar-lhes um impulso orgânico.

9. Use o conceito de Saliência

Isso é uma técnica avançada de SEO. Saliência é um conceito relativamente novo criado pelos mecanismos de pesquisa para melhorar a precisão dos resultados de pesquisa, aproveitando os relacionamentos conhecidos entre as entidades.

A saliência de entidade ultrapassa os limites das palavras-chave. É semelhante à co-ocorrência, mas em vez de usar repetidamente palavras-chave, ou mesmo variações dessas palavras-chave ela aproveita os temas repetidos para essas palavras-chave.

Resumindo, a saliência de entidade procura além de palavras-chave em uma página e, em vez disso, concentra-se no relacionamento entre objetos ou entidades.

Para facilitar a compreensão, Cyrus Shepard mostra um exemplo claro de saliência de entidade no trabalho. Digamos que uma página faça referência a Homem de Ferro, Tony Stark, Pepper Potts, ficção científica e o termo Marvel Comics seja mencionado apenas uma vez.

Essa página, apesar de usar o termo “Marvel Comics” apenas uma vez, tem uma grande relevância com a Marvel Comics, porque tem muitas palavras-chave fortemente relacionadas à Marvel Comics.

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Vamos dar outro exemplo, digamos, Superman, Batman, Wonder Woman, Flash e Cyborg aparecem em uma página. Eles teriam uma forte saliência de entidade com a DC Comics agora, não é?

Como isso se aplica ao SEO?

Digamos que você seja um blogueiro de fitness e tenha criado um post sobre treinamento de intervalo. Em vez de preencher sua página com a palavra-chave “treinamento de intervalo” ou até mesmo suas variações, você pode aproveitar a percepção da entidade ao incluir um assunto altamente relacionado em sua postagem.

Você pode abordar os tipos de treinamento de intervalo, como Tabata e até mesmo incluir indivíduos fortemente relacionados a ele, como seu descobridor, Dr. Izumi. Essa técnica mostra que sua página é relevante para o termo de pesquisa “Treinamento de intervalo”, o que é melhor que o preencher uma página com palavras-chave iguais.

Como alavancar a saliência de entidade em suas páginas

Depois de encontrar um tópico sobre qual você queira escrever, tudo o que você precisa fazer é:

  • Encontre outros objetos relacionados fortemente conectados ao que você está escrevendo: A maneira mais fácil de fazer isso é optar por uma pesquisa no Google que revela itens relacionados.
  • Entre em detalhes de cada um deles: Não precisa ser uma postagem completa ou estar muito longe do tópico principal, mas apenas alguns detalhes de identificação.

10. Otimize para pesquisa por voz

Quando foi a última vez que você pensou em otimizar a pesquisa por voz?  De acordo com a Alpine.ai, existem mais de 1 bilhão de pesquisas por voz por mês. A Emarketer estima que 35,8% dos millennials usaram assistentes digitais habilitados por voz pelo menos uma vez por mês em 2017.

Aqui está um detalhamento do uso por geração:

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Por que você deve otimizar para pesquisa por voz

Além do fato de que a pesquisa é um meio para obter informações crescente e que as vendas de e-commerce de pesquisa por voz atingiram US $ 2 bilhões em 2018, abaixo estão algumas outras razões pelas quais você deve começar a otimizar.

A pesquisa é feita usando consultas longas de pesquisa

Quando usamos a pesquisa por voz, tendemos a ser muito específicos sobre o que queremos. Essa verbalização torna as palavras-chave de cauda longa mais valiosas e dá a sites menos conhecidos uma oportunidade de classificação.

Pesquisa mostra bem a intenção

Voltando à especificidade da pesquisa, quando usamos a pesquisa por voz, tendemos ser mais específicos; daí nossas intenções são mais evidentes.

Basta olhar para este gráfico de linhas mostrando a diferença no tamanho da consulta entre voz e texto.

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Compare o termo de pesquisa de texto “geladeira” e o termo de pesquisa por voz “Quanto custa uma geladeira”.

A consulta de pesquisa de texto é vaga e pode significar qualquer coisa, desde tentar descobrir o preço de uma geladeira, ler informações sobre uma ou comparar marcas.

O termo de pesquisa por voz mostra claramente que a pessoa quer comprar. Você pode apostar que o segundo termo de pesquisa será muito importante para alguém que vende geladeiras.

A pesquisa é muito local

Sabemos que o Google começou a priorizar a pesquisa local, mas a pesquisa por voz leva isso para outro nível. É três vezes mais provável que a pesquisa feita por voz seja local.

Se você é dono de uma empresa local, a pesquisa por voz será muito importante para você, podendo permitir que você classifique para uma seleção maior de termos do que nunca.

Então, como você otimiza para a pesquisa por voice?

  • Torne seu conteúdo mais fácil de ler, utilizando títulos, subtítulos e listas.
  • Use texto alternativo e descrições para explicar o conteúdo de suas imagens ao Google.
  • Use dados estruturados para deixar claro do que fala o seu conteúdo.
  • Use palavras-chave de cauda longa em um tom de conversa. Compare a consulta de pesquisa baseada em texto “Custo de viagem no Havaí” e pesquisa por voz “Quanto custa ir para o Havaí?”. Usando o tom conversacional de cauda longa, você aumenta suas chances de aparecer na pesquisa.

Com o passar do tempo, a pesquisa por voz se tornará ainda mais importante do que é agora, quanto mais cedo você começar a otimizar, melhor.

Conclusão

O jogo de SEO é duro; há muito poucos vencedores e uma pilha de perdedores. As páginas de resultados de pesquisa dois e três juntos têm uma CTR de apenas 6%; você não quer ficar preso nessas páginas. No entanto, muitas pessoas insistem em evitar o SEO porque acham que é muito técnico e chato ou custa muito.

Enterrar a cabeça na areia não vai fazer isso desaparecer; você tem que começar a tratar SEO como uma prioridade. Otimização em todas as frentes vai trazer uma vantagem. Você tem que construir uma base sólida de SEO para garantir que o conteúdo que você produz seja visto pelas pessoas. E para ajudá-lo a fazer isso você precisará de ótimas ferramentas.

As dez tarefas ignoradas que eu mostrei acima podem ajudar qualquer negócio a começar.

Para recapitular você deveria:

  • Otimizar para uma pesquisa rápida no celular.
  • Monitorar ataques.
  • Ser relevante.
  • Criar conteúdo de Skyscraper.
  • Aproveitar a onda do vídeo.
  • Criar e promover infográficos.
  • Ser original e criar suas próprias palavras-chave.
  • Otimizar para pesquisa por voz.

Existem algumas técnicas de SEO negligenciadas, mas eficazes que você usa e que eu não mencionei?

Como vender serviços online através de Marketing Digital: a melhor maneira de conquistar clientes felizes

Como vender serviços online?

Geralmente quando falamos de vendas online estamos nos referindo a produtos, físicos ou digitais.

Apesar dos conteúdos que vendem serviços não serem tão diferentes assim daqueles direcionados para divulgar produtos, alguns detalhes podem fazer muita diferença nos seus resultados.

Mas a maior diferença será o seu foco, que deve estar 100% direcionado para resolver os maiores problemas dos seus clientes.

Portanto, se você é um prestador de serviços online ou presencial ou se sua empresa é focada na prestação de serviços, continue lendo esse artigo para:

Você é o produto

Quando você presta serviços online, você é o produto, ou seja, você está vendendo seu tempo.

Logo, sua imagem pessoal será a sua embalagem. E seus conhecimentos empacotados em determinado método de entrega, a maneira como você presta o serviço. Tudo isso junto é o seu “produto”.

Mais do que nunca, o marketing pessoal e a construção da sua marca precisam ser trabalhados antes da venda de serviços online.

Sua marca pessoal é quem você é. Porém, definir quem você é exatamente não é tarefa das mais fáceis. Mas você pode começar respondendo a essas perguntas:

  • Eu sou conhecido por…
  • Minha equipe conta comigo para…
  • Meus clientes sempre me dizem que…

Você precisa saber exatamente como deseja ser visto, tanto no aspecto pessoal quanto no profissional.

Sua marca pessoal só terá valor quando o seu público-alvo enxergar com clareza que você é diferente dos demais.

Tudo, mas tudo mesmo, depende da sua credibilidade

Continuando com a ideia de que o produto é você, sem credibilidade, sem vendas de serviços online, afinal o que você está vendendo é um relacionamento com você mesmo. Faz sentido?

Portanto, boa parte do seu tempo e dos seus esforços serão direcionados para construir sua autoridade online. Muito mais do que seria necessário para vender um produto.

Você precisa fazer o lead entender quais os benefícios e, principalmente, o valor que você pode oferecer. Você, e não os outros prestadores de serviço.

Qual a melhor forma de fazer isso? Com uma página Sobre bem completa.

O que a sua página Sobre precisa incluir:

  • Uma foto profissional sua (se for em algum evento ou durante uma palestra, melhor)
  • Suas habilidades, conhecimentos e sua experiência na área. Mas tente traduzir tudo isso em uma lista de benefícios que seus clientes podem obter ao contratar seus serviços online.

Como você é o produto, você precisa acertar a sua estratégia de posicionamento, fazendo com que o cliente enxergue que você é, de fato, a solução que ele precisa para resolver seu problema.

Por falar em problemas…

Entenda a fundo as necessidades dos seus clientes

E fale exaustivamente sobre elas.

Você não pode se prontificar a oferecer um serviço se você nem sabe ao certo quais as maiores necessidades dos seus clientes.

Mas não adivinhe: pergunte!

Isso irá permitir tanto que você descubra os desejos menos óbvios do seu público, bem como irá aumentar a sensação de proximidade, afinal se você está perguntando como pode ajudar é porque se importa.

Além disso, quando contamos nossos desejos a alguém, automaticamente nos sentimos mais próximos dessa pessoa.

Venda soluções e não serviços online

Um dentista não vende obturações e serviços de canal. Ele vende o fim da dor de dente. Ou quem sabe uma melhora significativa na estética e na autoestima do seu paciente.

Um nutricionista não vende dietas e acompanhamento profissional. Ele vende a possibilidade de um corpo mais saudável e bonito, além de disposição e bem-estar.

Um arquiteto não vende projetos e acompanhamento de obras. Ele vende a concretização da casa dos sonhos.

Não importa qual o tipo de serviço que você vende, mas sim qual o problema você se propõe a resolver. Para descobrir, faça as seguintes perguntas:

  • Qual o maior problema da minha persona?
  • O que meu cliente quer?
  • Como eu posso ajudar meu cliente a conquistar esse objetivo?

Você precisa mostrar que pode oferecer resultados personalizados

Se um cliente escolher contratar seu serviço, isso significa que ele deseja receber um resultado personalizado.

Vamos usar o exemplo do nutricionista novamente. O paciente chega até seu consultório e quer sair de lá com um plano alimentar feito exclusivamente para ele.

Para vender serviços online, você precisa mostrar que é capaz de entregar de forma personalizada, porém mostrando o resultado que você obteve com outras pessoas.

E esse é o grande desafio. Você terá que mostrar que é capaz de satisfazer as necessidades de quem decidir contratá-lo, mas ao mesmo tempo, manter a informação pessoal de seus clientes em sigilo.

Por isso, procure incentivar que seus clientes antigos forneçam seus depoimentos sobre seu serviço.

Caso você seja prestador de serviços cujo resultado é tangível e pode ser facilmente visualizado através de fotos, vídeos, designs, etc, não pense duas vezes e invista seu tempo para criar um portfólio, caso você não tenha um.

Se possível, realmente transforme seu serviço em um produto

Se você possui um certo tipo de conhecimento e um público interessado nele, a melhor forma de transformar isso em um produto, seria criando um curso ou escrevendo um livro.

Além de materializar um serviço de consultoria, por exemplo, você consegue gerar outra fonte de renda, alcançar uma audiência muito maior e assim escalar seu serviço.

Tudo isso por um valor muito menor do que o preço regular do seu serviço (é importante fazer essa ancoragem) e de forma mais acessível a um número maior de pessoas, sem que você precise esgotar toda sua energia e seu tempo para atender um por um.

Quando você profissionaliza seu marketing de serviços, você mostra ao cliente que sabe o que está fazendo, deixa muito mais claro o que ele pode esperar na entrega e ainda aumenta a expectativa, o que é excelente. Desde que você entregue aquilo que prometeu.

Mas veja que ao fazer tudo isso, criar uma marca e catalogar seus serviços como você faria com seus produtos, você torna o invisível aos olhos do cliente em algo tangível, que será entregue em troca de um determinado valor monetário.

Procure traduzir todos esses conceitos da venda de serviços online em todo tipo de conteúdo que você produzir para divulgar seu trabalho e sua marca.

Mas você não precisa para por aí. Vamos conhecer agora quais são as otimizações de conteúdos para vender serviços online que você pode e deve colocar em prática hoje mesmo.

Como criar conteúdos que vendem serviços: a cereja do bolo

Algumas melhorias e tipos específicos de conteúdos podem funcionar de forma mais eficiente na hora de vender serviços online.

Separei 9 ações de marketing de conteúdo para você turbinar as vendas de serviços online usando o poder do conteúdo.

1.Faça entrevistas com pessoas influentes do seu mercado

Pode ser tanto um conversa informal, porém rica em conteúdo ou uma entrevista mesmo.

O formato não importa, mas ter a participação de outras pessoas do seu mercado em seus vídeos irá aumentar sua autoridade e atrair a audiência da pessoa que topou fazer esse “colab” com você.

2.Invista na produção de conteúdos em vídeo

Por se assemelhar muito mais a uma conversa olho no olho, fazer vídeos pode ser uma ótima maneira de acabar com as principais objeções dos seus futuros clientes

Produza vídeos para o YouTube e faça webinários. Conteúdos em vídeo possibilitam maior conexão com sua rede de contatos e mais engajamento por parte da audiência.

As pessoas usam a busca do YouTube para encontrar soluções para seus problemas. Vídeos ensinando como resolver queixas relacionadas a seu mercado serão sucesso garantido.

3.SEO

Só não esqueça de apostar no SEO tanto para impulsionar seu blog como o seu próprio nome no Google caso você trabalhe como pessoa física.

Ao melhorar a atração de visitantes para o seu site (de forma gratuita e orgânica), suas chances de vender mais aumentam, e muito, afinal, é o cliente que está indo até você e não o contrário.

4.Use as redes sociais a seu favor

Tenha um perfil atualizado no LinkedIn , mas também poste conteúdos relevantes e próprios em suas redes sociais ou reposte materiais interessantes da sua área de atuação.

E tenha cuidado com conteúdos polêmicos ou inadequados. Clientes e empresas sempre buscam informações nas redes sociais.

5.Conte a sua história pessoal

Histórias com o poder de influenciar e fazer você se conectar melhor com seu público.

Um das minhas histórias de vida que mais traduzem a jornada de criar um negócio online é quando conto como saí de uma frustração na faculdade de economia para criar um blog de investimentos e descobrir como esse blog era um negócio online sustentável, que me rendia muito mais do que qualquer estágio ou emprego formal.

Essa história baseada na “jornada do herói” mostra todos os desafios do início, assim como a transformação ao longo do caminho e a recompensa no final, quando o Viver de Blog alcançou recentemente a marca de 3 milhões de visitas e foi rankeado entre os 500 sites mais influentes do Brasil.

6.Sacadas rápidas

Mostre rapidamente como as pessoas podem aplicar seu conhecimento nas suas vidas e obter resultados imediatos. Assim elas terão uma espécie de “amostra grátis” do que o seu serviço pode fazer por elas.

Considere criar um desafio de 30 dias com dicas simples sobre o seu assunto todo dia durante esse período. Você pode usar as suas redes sociais, como o Facebook e Instagram para fazer esse tipo de publicação.

Esse tipo de ação tem como objetivo tornar um produto, no caso você, conhecido no mercado, fortalecendo o seu posicionamento e impulsionando seus resultados.

7.Não esqueça jamais dos seus antigos clientes

Você sabe se fez um bom trabalho com seus clientes mais antigos? Você pode fazer algo a mais para deixá-los ainda mais satisfeitos?

Se você não sabe essa resposta, pergunte se eles acreditam que poderiam obter algo de você que ainda não foi alcançado.

Essas pessoas fazem parte da sua lista de emails? Se sim, não esqueça de segmentar para se comunicar de forma personalizada com essas pessoas.

Sua base de clientes é seu ativo mais valioso.

É muito mais fácil e barato vender para alguém que já comprou serviços online com você antes, como também essw acaba se tornado seu melhor canal de mídia através do boca a boca (e isso sem que você tenha que investir 1 real).

Também aproveite para pedir que essas pessoas recomendem seus serviços a conhecidos caso tenham ficado satisfeitas. Mas peça, porque muitas vezes as pessoas simplesmente esquecem de fazer essa recomendação.

8.Foque nas emoções

Se você leu o artigo “Ciência e Marketing aliados: o que o Neuromarketing pode ensinar sobre a mente dos consumidores para gerar mais vendas já deve ter visto que as emoções são que realmente influencia nossas decisões.

As emoções que mais exercem influência na persuasão são admiração, ansiedade, felicidade, medo e raiva.

No entanto, para vender serviços primeiro você precisa fazer com que as pessoas sintam-se seguras com você. Afinal, você é o produto, lembra?

Mas não fique focado somente em provocar emoções na sua audiência, mostre você também o seu lado mais emotivo, especialmente a sua paixão em servir e fazer o que faz.

Acredita, nada funciona melhor para gerar conexão.

9.Aplique a proposta única de valor em tudo que fizer

O que faz você gostar ou não de determinada pessoa ou marca é a sua proposta única de valor, porque ela é a sua personalidade ou a personalidade da sua marca que ninguém mais no mercado tem.

A sua proposta única de valor nada mais é do que a resposta para essa pergunta:

“Por que eu deveria comprar de você e não do competidor mais próximo?”

E se sua resposta tiver os termos:

  • “qualidade”
  • “ótimo serviço”
  • “número 1 do mercado”

Repense a sua proposta única de valor, já que isso é o mínimo necessário para qualquer negócio em qualquer nicho de mercado e, portanto, não serve como declaração de posicionamento.

4 pilares de qualidade do marketing de serviços online

Quem presta serviços online precisa ficar atento a esses 4 pilares de qualidade do marketing de serviços online:

  • Confiabilidade e satisfação: o cliente tem que receber exatamente o que encomendou e no prazo prometido.
  • Design do site: o site/página de venda precisa fornecer informações detalhadas de como será feita a prestação de serviço (descrição do processo), além de carregar rapidamente e facilitar o processo de compra.
  • Segurança e privacidade: o cliente tem que sentir que sua privacidade está protegida no site e que pode comprar com segurança.
  • Atendimento ao cliente: quando o cliente tiver problema, você deve mostrar interesse sincero em resolver, bem como responder todas as dúvidas prontamente. Procure melhorar o que você oferece como serviço, seja de forma virtual ou presencial.

Uma vez que você compreende que são esses 4 pilares que sustentam a base dos serviços online, todo o resto, como o conteúdo, a copy, seu site, sua estratégia de geração de tráfego e qualquer outra ação de marketing que você decida colocar em prática serão extremamente potencializadas para que você venda seus serviços online, mas principalmente conquiste muitos clientes mais que satisfeitos.

Como divulgar as promoções da sua marca

O começo do ano já é famosa por liquidações e queima de estoques. Você também quer fazer uma promoção para atrair clientes novos, recompensar os mais fiéis e impulsionar alguns produtos?

Nós preparamos  um passo-a-passo para lançar uma liquidação de sucesso

1. Planejamento

O primeiro passo é analisar os objetivos da sua campanha de liquidação. O que você quer alcançar com essa ação? Atrair clientes novos? Ganhar visibilidade no mercado? Fazer queima de estoque? Alavancar a venda de outros produtos que não estão em promoção?

Quem será o público-alvo da sua promoção? Quais canais de comunicação eles usam, qual tipo de conteúdo (texto, vídeo, imagem) eles mais consomem?

A sua estratégia e os canais que você vai usar para divulgar a sua liquidação dependem disso

2. Analise as estratégias usadas pelos concorrentes

Agora que você já definiu seus objetivos chegou a hora de fazer o benchmarking e investigar as estratégias de seus concorrentes para aprender com os erros e os acertos deles.

Quais canais foram usados por seus rivais? Qual estilo de comunicação, chamadas à ações, imagens e vídeos eles utilizaram para fazer a divulgação?

Qual canal de divulgação trouxe o melhor resultado para os seus concorrentes?

Existem várias ferramentas que podem te ajudar com isso e SEMrush é uma delas. Analise as palavras-chave, conteúdos. anúncios e estratégias de redes sociais, usados pelos concorrentes e use as melhores táticas para a sua campanha

3. Escolhe seus canais de divulgação

Com base nos seus objetivos e resultados de análise dos seus rivais escolhe um ou mais canais para divulgar a sua promoção.

Você pode usar um dos seguintes canais.

  • Email marketing

Email marketing é a ferramenta poderosa que consegue trazer resultados excepcionais.  Considerando que você estará disputando a atenção do usuário com os seus concorrentes e até com empresas de outros setores que optaram por usar o mesmo canal, é muito importante criar emails que se destacam.

Para começar aposte em segmentação.

Divide sua lista por área de interesse (por exemplo, aqueles que compram produtos para gatos, cachorros e periquitos no seu pet shop) ou por fidelidade (clientes fiéis, os compradores da primeira viagem e os que estão interessados em seus produtos) e prepare textos diferentes para cada grupo mesmo se a sua promoção seja a mesma.

Outro ponto importante é o assunto do seu email – lembre-se, você precisa chamar a atenção do seu usuário e convencê-lo a abrir a sua mensagem.

Vá direto ao ponto, mas tenha cuidado ao usar palavras como promoção, liquidação e off. Eles podem fazer com que seu e-mail seja facilmente identificado como spam.

  • Redes Sociais

Redes sociais são um ótimo veículo de divulgação, permitindo alcançar públicos novos e divulgar a sua promoção em questão de segundos.

Porém, antes de fazer qualquer publicação, deve-se coletar e estudar dados essenciais para a tomada de decisões. Facebook e Twitter fornecem dados analíticos sobre os usuários, com informações sobre idade, localidade, sexo, etc., e isso é um fator muito importante em uma estratégia bem sucedida.

Crie mensagens personalizadas para vários grupos de usuários para interagir melhor com o cliente potencial e aposte em imagens para chamar a atenção.

No Instagram e Twitter aproveite a força das hashtags e inclua-as nos seus textos.

Aproveite as hashtags #promocao #liquidacao #promocaododia #promocaodeoutono #promocaodeverao #ultimosdias #sale #off mas pense também em criar a própria hashtag especial de sua empresa (ex #promoçãosuaempresa).

Com isso seus clientes (regulares e potenciais) possam encontrar seus conteúdos e suas ofertas. Após criada, insira sua hashtag personalizada em todas as comunicações, como sites, e-mails, perfis, etc.

  • Mídia Paga

Mídias pagas é uma ferramenta poderosa que te permite aparecer nas primeiras páginas de Google e em outros lugares privilegiadas de sites famosos.

Considere trabalhar com Google AdWords, Anúncios Display, Facebook Ads, entre outros, pois esses recursos podem ser a sua “carta na manga” para atrair compradores potenciais.

Se sua equipe já desenvolveu um bom planejamento e está analisando todos os detalhes da sua campanha, abuse da criatividade para criar seus anúncios.

Tendo um direcionamento claro, análise correta e o uso de uma ferramentas analíticas, você consegue informações aprofundadas e economiza tempo, otimizando todo o esforço para ter melhor desempenho e desenvolver palavras-chave campeãs.

  • Parcerias

Parcerias com outras lojas ou blogs relevantes da sua área também podem ser úteis.

Disponibilizar os banners da sua promoção nos blogs e sites relevantes pode alavancar as suas vendas e atrair clientes novos.

Você também pode desenvolver promoções em conjunto com outras lojas que não sejam suas concorrentes diretas, mas atendam o mesmo público e propor uma parceria.

Para descobrir os sites mais indicados para fazer parceria analise o comportamento de seus usuários – quais blogs eles consultam? O que mais gostam de comprar?

4. Faça monitoramento

A campanha começou e chegou a hora de monitorar o andamento dela.

Monitore suas menções  para verificar se suas ações estão rendendo frutos, se os conteúdos estão sendo curtidos, compartilhados e comentados, qual é o grau de rejeição, o que pode ser melhorado, etc. Assim, você terá um panorama da satisfação do cliente, podendo fidelizar e reverter uma crítica em compra.

E a dica final – não se esqueça que a promoção deve ter um prazo! Prazo permite criar sensação de urgência, e se você estender muito a sua campanha pode perder as vendas.

Estipule um prazo e resista a vontade de estender a promoção caso as vendas estiverem indo bem.

As 5 principais tendências de marketing digital para 2019

Não há dúvida de que a revolução do marketing digital está aqui – e está se movendo rapidamente. Mas com as novas tecnologias surgindo a cada dia e as técnicas de publicidade digital mudando em tempo real, não é mais suficiente apenas acompanhar o ritmo.

Manter-se à frente da curva exige estar atento ao que está por vir e, depois, seguir os passos certos para levar sua empresa aonde ela precisa.

Obtendo – e permanecendo – à frente do jogo

A seguir estão cinco importantes desenvolvimentos que certamente impactarão o mundo do marketing digital em 2019.

1. O mundo está se voltando rapidamente com as realidades virtual e aumentada.

Lembra-se da histeria em torno de Pokémon Go há alguns anos atrás?

Pessoas de todas as idades entravam em carros e batiam umas nas outras na rua enquanto mergulhavam nessa nova e excitante realidade. O jogo pode ser como as massas interpretam e entendem as realidades aumentadas e virtuais (AR e VR), mas também há uma tremenda oportunidade para as marcas usarem essas tecnologias para melhorarem a experiência do cliente.

A IKEA experimenta a tecnologia de jogos VR desde 2016. Quando a conhecida marca de móveis anunciou o Virtual Reality Kitchen, o IKEA VR Experience, um aplicativo de compras projetado para permitir que os clientes experimentem diferentes soluções da IKEA antes de comprá-las, foi um tremendo auê. Os usuários podem experimentar a aparência de uma cozinha personalizada, por exemplo, com apenas um clique, movendo-se facilmente pelo espaço enquanto testam diferentes soluções de acabamento ou gabinete.

Mais recentemente, a Nickelodeon entrou nos cenários VR e AR adicionando um modo AR ao seu aplicativo móvel e lançando o SlimeZone, “sua primeira experiência social multiplayer de VR”. O canal infantil espera que essas novas adições de alta tecnologia “mantenham as crianças a bordo em face de distrações em outros lugares ”.

Em 2019, é provável que mais marcas tomem medidas ousadas como essas para revisitar o VR e o AR de maneira a agregar valor às experiências do consumidor.

2. A voz está se tornando a ferramenta definitiva de marketing de busca.

A ComScore estima que, até 2020, metade de todas as consultas de pesquisa serão baseadas em voz – uma previsão que está fazendo com que os profissionais de marketing da marca persigam e tomem conhecimento. Espera-se que a tecnologia de reconhecimento de voz cresça cada vez mais e melhor, e os consumidores estão recebendo a conveniência da busca inteligente por voz de braços abertos.

Para ficar na frente dessa tendência, pense nas diferenças entre a pesquisa por texto e por voz. Mais especificamente, considere o que seus clientes podem falar, em vez de digitar ao fazer uma consulta. Também faz sentido começar a escrever em um tom mais conversacional para desenvolver um conteúdo que se alinhe melhor com a pesquisa por voz. Por fim, se você ainda não fez isso, otimize seu site para dispositivos móveis, para ontem.

Por enquanto, a maioria do uso da pesquisa por voz é baseada na utilidade – as pessoas usam mais quando estão com as mãos cheias ou quando estão dirigindo. Mas, à medida que as taxas de precisão aumentam ao longo do próximo ano, e os consumidores se acostumam a ter suas necessidades atendidas, espere ver as marcas competindo em outra plataforma, pois elas lutam para entender como encontrá-las em buscas por voz.

3. As soluções da AI estão em toda parte – de pequenas empresas a grandes empresas.

Se 2018 for o ano em que as marcas começaram a experimentar aplicações de inteligência artificial (AI) e aprendizado de máquina (ML), 2019 será o ano em que acertarem. Do chatbots à automação de processos robóticos, o valor da eficiência aprimorada, aumento da produtividade e maior satisfação do cliente está se tornando claro.

Em 2019, as tecnologias com tecnologia AI levarão o marketing centrado no cliente a um novo nível. Grandes diferenciais, esperam uma melhor análise de tendências, melhor perfil de clientes e estratégias de personalização ainda mais sofisticadas.

Os profissionais de marketing devem analisar como usar a AI como forma de entender o conteúdo que um consumidor potencial está consumindo, seja conteúdo gerado por marketing, suporte ou documentos técnicos ou gerado pelo usuário, o que permitirá uma experiência mais personalizada e alta satisfação do cliente.

À medida que você começa a investigar os dados coletados e armazenados, a implantação de aplicativos inteligentes baseados em AI ajudará você a alcançar públicos-alvo específicos com precisão, aumentando a eficiência e abrindo caminho para experiências extraordinárias dos clientes.

O fluxo de trabalho digital também se tornará mais fácil, já que as soluções com tecnologia AI de fácil implantação são disponibilizadas para mais empresas que buscam maximizar a tecnologia. Por exemplo, as agências de mídia podem otimizar campanhas de publicidade pagas para seus clientes usando algoritmos inteligentes para analisar o desempenho de campanhas em movimento.

Com testes A / B automatizados e algoritmos que se atualizam em tempo real, melhorias necessárias podem ser feitas dinamicamente para aumentar o ROI de marketing. No nível corporativo, as empresas de software – como serviço – fornecem soluções de automação e fluxo de trabalho orientadas por inteligência artificial que melhoram drasticamente as operações digitais em serviços de saúde, bancos, seguros e muito mais.

4. Viralidade de um vídeo levam tráfego na Internet.

O vídeo está comendo a web – um fenômeno que reconhecemos anos atrás quando o Washington Post previu que o vídeo representaria 80% de todo o tráfego da Internet até 2019. Isso faz sentido, porque a atenção média é curta e a maioria das pessoas prefere assistir a um vídeo do que ler uma postagem no blog.

Percebendo isso, as marcas publicam entusiasticamente vídeos de eventos ao vivo e momentos de bastidores. Eles criam dicas e truques de vídeo e qualquer outra coisa que eles possam juntar em uma peça de dois ou três minutos. No entanto, o marketing de vídeo só é bem-sucedido se fornecer o que os consumidores querem, quando e como querem.

Bem feito, o marketing de vídeo produz resultados surpreendentes. De acordo com a HubSpot, simplesmente adicionar um vídeo a um email aumenta a taxa de cliques em impressionantes 200 a 300%, e colocar um em uma landing page aumenta a taxa de conversão em 80%.

No próximo ano, os feeds de vídeo ao vivo continuarão a explodir, mas o verdadeiro diferencial daqui para frente será a originalidade. O vídeo interativo e o marketing de vídeo imaginativo que estimulam o engajamento do usuário superarão rapidamente o vídeo em prol de imagens em movimento. Os consumidores ficam entediados rapidamente – marcas que usam vídeo para engajar e excitar usuários vencerão.

5. A investida da propaganda nativa está empurrando o marketing para ser mais criativo.

Os consumidores de hoje são resistentes à publicidade, e o aumento repentino de bloqueadores de anúncios tornou cada vez mais difícil para os profissionais de marketing enviarem suas mensagens.

Se as empresas quiserem alcançar novos consumidores em 2019, terão que trabalhar para que seus anúncios se misturem mais naturalmente ao conteúdo.

Os anúncios nativos fornecem uma pausa muito necessária em relação a técnicas inovadoras, como anúncios de banner. No entanto, à medida que as marcas trabalham desesperadamente para se tornar menos irritantes, elas têm conseguido borrar as linhas entre anúncios nativos e tradicionais.

Apesar dos consumidores se tornarem mais sábios, os anúncios nativos estão se tornando um componente essencial do mix de marketing de várias marcas importantes, incluindo Airbnb, Lexus e Visa.

Embrulhando tudo ;0)

O futuro do marketing digital é brilhante. Com realidades virtuais e aumentadas inspirando novo envolvimento e profissionais de marketing aproveitando a criatividade. As marcas terão mais facilidade para serem autênticas e receptivas às necessidades de seus clientes.

À medida que as empresas se familiarizem com a inteligência artificial e as capacidades de aprendizado de máquina, elas proporcionarão experiências melhores, mais sofisticadas e mais personalizadas. Com acesso a mais dados, melhores insights e novas oportunidades, o futuro não deixará para trás negócios inteligentes.

Como evitar que seu curso online se torne irrelevante

Um dos grandes desafios na hora de criar um curso online é conseguir desenvolver um material que, além de ser necessário para quem comprá-lo, não se torne obsoleto rapidamente.

Essa preocupação não é em vão. Afinal, ninguém quer investir seu tempo para criar um material que, em pouco tempo, deixe de ser interessante para sua audiência.

Se você tem algo para ensinar e já decidiu que quer compartilhar seu conhecimento em forma de produto digital, provavelmente pensa em escalar seu negócio.

Neste post, vamos mostrar 9 dicas para te ajudar a manter seu produto sempre atual:

Ao final deste texto, temos certeza de que você fará o necessário para não criar um curso online obsoleto.

A era do descartável

Você já sabe que o ritmo de transformação do mundo está cada vez mais rápido.

As mudanças são percebidas desde bens de consumo, como celulares e computadores, até   no mercado de trabalho, e isso é ainda mais perceptível quando falamos da área digital.

É muito fácil perceber a obsolescência das coisas quando pensamos em produtos físicos.

Por exemplo:

Se você compra um aparelho celular hoje, é bem provável que ele já seja considerado ultrapassado daqui 1 mês.

Mas não pense que esse é um problema apenas para esse tipo de mercadoria. É possível que existam cursos online que passem por um dilema parecido.

No mercado digital, isso acontece porque há nichos bem competitivos que são constantemente explorados por pessoas diferentes. O resultado disso é uma alta quantidade de produtos digitais sobre os mesmos temas e que, às vezes, apresentam até uma estrutura e conteúdo parecidos.

É claro que mais de uma pessoa tem conhecimentos sobre uma determinada área e que, por esse motivo, vão existir produtos diferentes sobre o mesmo assunto.

Não estamos querendo dizer que você precisa inovar a ponto de criar algo totalmente fora do comum. Há outras alternativas para esse problema, como explorar micro nichos.

Além disso, um curso nunca será igual ao outro, já que são duas pessoas completamente diferentes que darão as aulas.

O problema que queremos mostrar é que estamos vivendo na era do descartável, e tudo que não é visto mais como necessário e atual é rapidamente esquecido.

O que fazer, então, quando você percebe que seu curso online está desatualizado se comparado com outros conteúdos do seu nicho?

Será que o segredo é procurar novas áreas de atuação?

Apesar das novidades constantes, você não precisa se desesperar.

O que você precisa fazer é desenvolver as seguintes atitudes:

1. Nunca pare de estudar

Quando você decidiu o tema de seu curso online, com certeza pesquisou muito ou até mesmo já era uma autoridade naquele assunto.

Independentemente de qual tenha sido seu caminho, você estudou muito para conseguir criar todo seu material.

Depois que o curso foi criado e vendido, muitas pessoas acreditam que o trabalho está terminado.

Porém, se você tem alunos bem engajados e uma audiência que ainda não comprou seu produto, mas que se mostra cada vez mais interessada no que você tem para ensinar, precisa continuar estudando para não ficar para trás.

Lembra que falamos como tudo está em constante desenvolvimento?

Esse é o principal motivo para não deixar de se atualizar, mesmo se você acredita já saber tudo sobre seu nicho.

Quando você tem um público que segue fielmente seu trabalho, é bem provável que ele tenha dúvidas e queira tirá-las com você.

Quanto mais informações você tiver, maiores são as chances de conseguir atender melhor as pessoas que buscam soluções em seu produto ou canais de comunicação, como blog e sites.

2. Atualize seu conteúdo sempre que necessário

A segunda dica para não criar um curso online obsoleto tem muita ligação com a primeira.

Quanto mais você estuda, mais aprende. Por isso, consegue perceber melhor as brechas no conteúdo que você não tinha visto antes.

Se você percebeu que tem alguma informação que foi pouco detalhada em seu produto ou até mesmo que esqueceu de abordar algum tópico, não fique com medo de fazer pequenas mudanças em seu material.

Mas é claro que, para isso, você precisa informar seus alunos sobre as modificações.

Uma dica é você criar módulos extras ou até mesmo materiais complementares, como um ebook, por exemplo, para abordar aquilo que faltava.

Informações complementares são sempre bem-vindas. Essa é, inclusive, uma maneira de encantar seus clientes, manter o relacionamento com eles e, quem sabe, despertar o desejo de uma nova compra quando você lançar outro curso.

Ao disponibilizar o que você tem de melhor para seus alunos, além de ajudá-los a encontrar soluções, também melhora suas experiências com seu curso.

Com isso, eles podem até mesmo tornarem-se embaixadores de sua marca e indicar seu produto para outras pessoas.

3. Fique de olho na concorrência

Mesmo que seu curso online seja considerado o melhor de seu nicho, é sempre bom ficar de olho na concorrência.

Quando você tem uma ideia clara do que outras pessoas de sua área estão fazendo, consegue pensar melhor em estratégias para sair na frente e se destacar.

Além disso, pessoas diferentes de você criam produtos diferentes.

Quando você vê um outro curso de sua área, mas com olhos de análise e não de quem produziu, é capaz de perceber o que aquele material tem de diferente do seu.

Essa pode ser uma maneira de encontrar algum detalhe que você possa melhorar em seu curso online.

Mas tome muito cuidado ao fazer essa análise!

O objetivo aqui não é copiar o que outras pessoas estão fazendo e muito menos abordar certos temas só porque um produto mais novo abordou.

Mesmo porque, se você fizer exatamente o que sua concorrência faz, você estará plagiando um conteúdo, o que é considerado até mesmo crime.

4. Analise as críticas

Você sabe que é impossível agradar a todos com um mesmo conteúdo. Quando pensamos em cursos online, isso também acontece.

Por esse motivo, é certo que você receberá críticas ao longo de sua jornada como Produtor.

É claro que algumas críticas não devem ser levadas em consideração, principalmente aquelas que são voltadas para áreas pessoais. Mas há alguns feedbacks que podem te ajudar a ter novas ideias e fazê-lo perceber alguns problemas que você pode não ter visto antes.

Nesse caso, o que você pode fazer para não criar um curso online obsoleto é analisar bem todos os comentários que foram passados e utilizar aqueles que forem críticas construtivas.

A partir disso, pense em maneiras de melhorar o que as pessoas apontaram.

5. Preocupe-se com a experiência do aluno

Em um mundo tão voltado para a tecnologia, “empatia” é a palavra da vez para quem quer se destacar.

Isso significa que você deve sempre se colocar no lugar do outro que, em um curso online, é o seu aluno.

Assim, você consegue entender o que a pessoa possivelmente está sentindo ao comprar e fazer seu curso e, a partir disso, pode propor melhorias em seu produto para aprimorar a experiência de seu usuário.

Em questão de tecnologia, para que seu curso nunca fique desatualizado, preocupe-se sempre com a usabilidade do aluno:

  • A plataforma EAD escolhida para hospedar seu curso online é ideal para seus usuários?
  • Os alunos têm facilidade para encontrar respostas sempre que surgem dúvidas?
  • Você utilizou design responsivo?
  • É fácil localizar o acesso para as aulas?
  • Você explorou o máximo de tecnologias educacionais em seu produto?

Além dessas perguntas, pense em outras que você pode fazer para ter certeza de que está dando o seu melhor para garantir uma boa experiência para seu usuário.

6. Invista em treinamentos e eventos

Sabe quando as pessoas falam como é importante ter doses diárias de encorajamento?

Treinamentos e eventos de sua área de atuação podem ser ótimos para isso.

Há diversas programações para quem está no mercado digital, e você não deveria ficar de fora delas.

Quando você vai a eventos, acaba conhecendo pessoas que atuam no mesmo mercado que você.

Com isso, você pode ter novas ideias para seu curso online, além de fazer contato com pessoas que possam ser seus parceiros futuramente (falaremos mais sobre parcerias na próxima dica).

Fique sempre de olho nos treinamentos e eventos ao seu redor e não tenha medo de investir em alguns deles. Escolha aqueles que você achar mais interessantes para seu negócio.

 

7. Trabalhe de modo cooperativo

Como dissemos na dica anterior, conhecer pessoas novas é sempre bom. Mas, além de conhecê-las, é importante você tentar estabelecer algumas parcerias.

É claro que, se você quiser, pode trabalhar sozinho.

Porém, se você tiver pessoas que te apoiam e dão novas ideias, é possível que você consiga atualizar seu curso online sempre que necessário.

8. Aprenda a se adaptar

Lá no início deste post, nós falamos sobre como o mundo tem mudado rapidamente, principalmente no que diz respeito à tecnologia.

O caminho para conseguir acompanhar todas essas mudanças é aprender a se adaptar sempre que necessário.

Tenha em mente que não aparecerão apenas novas oportunidades para você, mas também novos desafios, e é seu dever conseguir superá-los.

Por isso, aprenda a adaptar seu modo de criar ou divulgar seu curso quando você sentir que é preciso fazer isso.

Um bom exemplo de adaptação é pensar em um mercado além do brasileiro.

Se você tem um produto que funciona bem aqui e já pesquisou e percebeu que ele também é muito procurado na Espanha, por exemplo, por que não tentar traduzi-lo para o espanhol?

Tente não limitar seus horizontes! Mas tome cuidado para não acabar perdendo o foco e tentar fazer mais do que você consegue.

9. Planeje seu futuro

Para finalizar, nossa última dica para te ajudar a não criar um curso online obsoleto diz respeito a você.

Quem é você agora e quem você quer ser daqui 5 anos?

Quais são os objetivos que seu curso online tem agora e quais são os objetivos que você quer que ele atinja futuramente?

Seu curso será útil para alguém que quiser comprá-lo daqui 10 meses ou 10 anos?

Pensar no futuro, seja ele próximo ou distante, é fundamental para entender o que você precisa fazer para que seu produto não fique ultrapassado.

Depois disso, defina as ações que você precisa fazer para que seu curso seja procurado nos próximos anos e não se esqueça de ter sua persona como o principal motivador para as melhorias de seu curso.

Ainda tem dúvidas sobre criação de cursos online?

Entre em contato conosco 11 96495-9980.

Dicas Práticas de SEO para seu E-commerce Vender Mais

Não importa o tamanho da sua loja virtual, se você vende produtos só para um estado ou se vende para o Brasil todo. Uma coisa é certa, ela precisa de SEO e as estratégias listadas abaixo servem para qualquer tipo de e-commerce, grande, médio ou pequeno.


Desde que o varejo é varejo, um dos fatores de sucesso mais importantes, se não o mais, é a visibilidade. Lojas em ruas mais movimentadas geralmente vendem mais, espaços nos corredores mais movimentados dos shopping centers são mais caros e quanto mais chamativa a fachada maiores as chances de atrair a atenção dos consumidores.

Por que vocês acham que o McDonald’s criou aquele M amarelo gigante? Por que é tão caro anunciar na Times Square em Nova York e em Picadily Circus em Londres?

Se você disse VISIBILIDADE, acertou.

Entretanto, além de caríssima, esse tipo “visibilidade” (leiam publicidade) é pouco efetiva nos dias de hoje, principalmente para um e-commerce. Pelo simples fato de que é uma estratégia de massa pouco direcionada.

Disclaimer: “Não estou aqui para discutir reconhecimento de marca e a importância de estratégias de branding para marcas globais com budgets astronômicos. O objetivo da analogia acima foi apenas contextualizar o que vem a seguir”

É aí que entra a Busca ou Search, mais em específico o SEO. Cujo conceito básico podemos definir como:

“Dar visibilidade a produtos e serviços por meio de melhora de posicionamento nos resultados orgânicos do Google e outros buscadores”

Em outras palavras, o objetivo principal do SEO é aumentar o volume de tráfego de pesquisa orgânica qualificado de Lojas Virtuais por meio da melhora de visibilidade (posicionamento) de palavras-chave relacionadas aos produtos oferecidos.

Search engine optimisation é uma das principais estratégias de marketing digital dos grandes varejos há algum tempo, e deve ser a do seu. Como vocês acham que a Amazon se tornou a quarta marca mais valiosa do mundo e o sétimo site mais visitado em todo o planeta?

Portanto, aí vão 7 dicas para melhorar a “visibilidade” do seu e-commerce.

1. Master the Basics

O SEO está em constante evolução e chegar ao topo dos resultados orgânico nunca foi tão complexo. Mas uma coisa é certa, o básico continua sendo o alicerce de uma campanha de sucesso.

Conceitos básicos de SEO

Conceitos básicos de seo para ecommerce

2. Otimize o Rastreamento

Para cada site é estipulado um orçamento de rastreamento ou crawl budget. Em outras palavras, para cada visita do Googlebot à sua loja virtual é determinado um tempo de rastreamento.

Portanto, é importante garantir que a cada rastreio o bot visite o máximo possível de páginas e que essas páginas sejam as mais relevantes. Tal técnica é conhecida como Crawl Budget Optimisation.

Como otimizar o rastreamento do Googlebot?

Começando pelo básico, o Sitemap XML deve listar todas as páginas de produtos e categorias. Para lojas com muitos departamentos é recomendada a criação de um sitemap para cada departamento. Evitem utilizar a diretiva <changefreq>daily</changefreq> e arquivos com mais de 10.000 urls.

E claro, não se esqueça de enviar o sitemap para o Google via Google Search Console.

Bloqueie páginas irrelevantes como filtros e resultados de pesquisa interna para evitar o “Index Bloating”. Lembrem-se não queremos o bot desperdiçando nosso “budget” com página irrelevantes.

Analise periodicamente os logs do servidor para determinar:

  • Como e quando o Googlebot rastreou seu site?
  • Quais são as páginas rastreadas com mais frequência?
  • Quais são as áreas mais rastreadas?
  • Frequência de rastreamento?

A sugestão acima é bem avançada e requer ferramentas como SEO Log File Analyser ou Splunk e claro, acesso aos logs do servidor.

Spoiler Alert: estou participando do beta de uma nova ferramenta que permitirá analisar os logs do servidor de forma rápida, prática e bem simples.

3. Implemente Dados Estruturados

Os dados estruturados ajudam os bots a compreender com mais facilidade o contexto de uma página. Por convenção são três os tipos aceitos pelos principais buscadores:

  • Microdata
  • RDFA
  • Micrados via JSON-LD

O detalhamento de cada tipo pode ser encontrado no site https://schema.org e na documentação de apoio do próprio Google.

Além de auxiliar da contextualização de páginas os dados estruturados são utilizados para criar resultados de pesquisa mais ricos, os famosos Rich Snippets.

resultados de rich snippets com dados estruturados de produtos

Como implementar Dados Estruturados?

A implementação de dados estruturados pode ser feita de diferentes maneiras. Como por exemplo:

  • Direto no código
  • Por meio de plugins e extensões
  • Via JSON-LD
  • Via Google Tag Manager

Dados Estruturados Obrigatórios para E-commerce

4. Invista em UX

Os mais recentes estudos de fatores de ranqueamento comprovam que cada vez mais a experiência do usuário (UX) e SEO estão interligados.

Fatores como tempo de carregamento, experiência em dispositivos móveis, taxa de rejeição e dwell time têm influência direta no posicionamento orgânico de uma página. Portanto, invista em UX, seja com um profissional in-house ou com uma agência especializada.

O budget está apertado? Então, segue algumas dicas:

dicas básica de UX para lojas virtuais

5. Uma imagem vale mais que 1.000 palavras

Um dos elementos mais ignorados na otimização de uma página são as imagens. É muito comum encontrarmos e-commerces sem que nenhuma imagem de produto tenha sido otimizada.

Além de contribuir para o aumento de relevância das páginas de produtos e categorias, otimizar imagens corretamente aprimora a acessibilidade de um site. Fator que poucos sabem que o Google valora. Afinal, porque a Lighthouse avalia a acessibilidade de uma página?

A otimização das imagens de um e-commerce também contribui para o aumento de visibilidade no Google Imagens, ferramenta de busca pouco explorada em estratégias de SEO para e-commerce.

Como otimizar imagens de um e-commerce?

otimização de imagens para ecommerce

Recentemente, o Google fez algumas alterações nas diretrizes de otimização de imagens. Para os interessados segue o link: https://support.google.com/webmasters/answer/114016?hl=en

6. Produza Conteúdo que Atrai Links

Enquanto o SEO existir os links continuarão exercendo influência no posicionamento de uma página. Portanto, se você deseja ultrapassar seus concorrentes nos resultados orgânicos você vai precisar de links.

Conquistar links para lojas virtuais não é tarefa fácil. Afinal, o que eu ganho em apontar um link para sua página de produto?

O segredo está em criar links com valor editorial, ou seja, o link deve complementar a pauta em questão. Portanto, não perca tempo tentando criar links para páginas de produtos ou categorias.

No webinar “Dicas práticas de SEO para aplicar em Seu E-commerce hoje Mesmo“, compartilhei algumas ideias. Se você ainda não assistiu, super recomendo.

E para uma melhor compreensão sobre link building e técnicas para conquistar os primeiros links recomendo:

https://pt.semrush.com/blog/a-unica-tecnica-de-link-building-que-voce-precisa-dominar/

https://pt.semrush.com/blog/como-conquistar-os-primeiros-links-em-um-projeto-de-seo/

7. Foque em Palavras-chave de Cauda Longa

No começo deste artigo eu disse que o principal objetivo de SEO é aumentar o volume de tráfego qualificado para lojas virtuais. Entretanto, no varejo o que é realmente importante é vender.

De nada adianta milhões de visitantes que não compram, certo?

Portanto, foquem em termos mais específicos. Em SEO essas palavras são conhecidas como palavras-chave de cauda longa (long tail keywords).

Quanto mais específico for o termo de pesquisa, maior a probabilidade de conversão. Sem contar que são menos concorridos, portanto, é mais fácil e rápido de se obter um bom posicionamento.

Há anos a ASOS, um dos maiores e-commerce de moda do Reino Unido, utiliza estratégias de palavras-chave de cauda longa para vender milhões de peças de roupas todos os anos.

Qual o segredo da ASOS?

Monitorar as tendências do mundo da moda.

E você, monitora as tendências do seu mercado?

Onde encontrar Long Tail Keywords?

Além de estar sempre ligado nas tendências do seu segmento, existem algumas ferramentas que podem te ajudar a identificar termos de busca mais específicos:

  1. Ubersuggest
  2. Keywords Everywhere
  3. Google Suggest
  4. Keyword Magic Tool

Para mais sugestões e estratégias assista o webinar “Dicas Práticas de SEO para Aplicar em seu E-commerce Hoje mesmo“.

Takeaways

O básico é avançado: garanta que os conceitos básicos estejam perfeitamente implementados.

Compreenda o comportamento do bot em sua loja virtual: otimize o rastreamento e implemente dados estruturados.

Invista em UX: reduza o tempo de carregamento, busque ajuda profissional e nunca pare de testar.

Uma imagem vale mais que mil palavras: não se esqueça de otimizar as imagens dos produtos.

Popularidade e Autoridade: construa links com valor editorial.

Monitore as tendências do seu mercado.

Dúvidas ou Sugestões? Utilizem os comentários, eu sempre respondo todos.

Boas vendas!

Top 3 Hacks SEO que realmente funcionam

Não existe uma única técnica milagrosa de SEO que faça com que você seja classificado na primeira página para uma palavra-chave de alto volume de buscas. Sem dúvida, você tem que dedicar algum tempo e esforço em sua estratégia de SEO.

Dito isto, vamos pular para algumas coisas que você pode adicionar à sua estratégia de SEO que funcionam quase todas as vezes! Os profissionais nem sempre compartilham esses segredos, mas neste artigo você ficará sabendo das 3 principais estratégias para ficar bem posicionado no Google.

HACK # 1. A técnica do “Skycraper” (ou arranha-céu)

Este é de longe o meu hack SEO favorito. É uma técnica simples e que você poderá repeti-la várias vezes, gerando resultados incriíveis.

O primeiro passo é encontrar um conteúdo relacionado ao seu negócio que esteja na primeira página do Google. Você provavelmente encontrará artigos que tenham um histórico comprovado, pois há muitos links apontando para ele.

Em seguida, avalie como você pode melhorar o conteúdo * (conteúdo mais completo, mais atualizado, melhor design, etc).

Crie uma versão melhor do mesmo artigo, usando os mesmos tópicos e palavras-chave. NÃO COPIE o conteúdo palavra por palavra, você deve torná-lo seu, e isso tem que ser feito de uma maneira que melhore a qualidade do artigo original.

Como você quer melhorar suas chances no ranking, você deve investir para obter backlinks iguais ou melhores que seus concorrentes. E esses artigos que estão na primeira página pode ter certeza que tem links extremamente valiosos apontando para eles.

O que acha de conseguir os mesmos links que os seus concorrentes?

Para fazer isso, você precisará usar uma ferramenta profissional, como o SEMrush ou Ahrefs, para encontrar todas as páginas com links para esse artigo.

Você deve ordenar as páginas por “importância”. Isso pode ser o Page Score ou o Page Authority, dependendo da ferramenta usada.

Em seguida, encontre informações de contato do autor para todas as principais páginas. Este é um processo manual, portanto, se houver milhares de backlinks, você deverá se concentrar nos mais importantes. Não desanime nesta fase, entrar em contato com os autores desses artigos é o passo mais importante!

A melhor forma de fazer isso é enviando um email para os responsáveis dos sites e contar que você tem um artigo melhor para eles linkarem!

Caso você não encontre os emails dos responsáveis, uma dica bacana é utilizar a extensão de Google Chrome chamada Hunter.io que consegue extrair emails de acordo com o domínio do site. Em boa parte das vezes a ferramenta consegue encontrar emails de pessoas com poder de decisão, o que será muito útil para você.

Caso você não utilize Google Chrome, o Hunter.io é uma ferramenta web também, e pode ser usado a partir de qualquer navegador. E o melhor, é grátis!

Bom, após encontrar emails dos responsáveis do site que você quer um backlink, está na hora de enviar um email. Se você não está acostumado a escrever e-mails para expandir seus negócios online, essa parte pode parecer complicado. Pode ser um desafio entrar em contato com pessoas que você não conhece e provavelmente você não quer parecer muito agressivo ou impertinente.

Aqui está um rápido MODELO que você pode usar para o email:

“Olá [nome],

Eu estava fazendo uma pesquisa sobre o [tópico de sua escolha] hoje e eu encontrei sua página [URL].

Enquanto eu estava lendo seu artigo (ótimo trabalho por sinal), eu percebi que você está linkando para o [nome do artigo do seu concorrente].

O motivo do meu contato é porque recentemente eu criei um artigo parecido com esse, porém mais atualizado e mais completo. Acredito que o meu artigo ajudará mais os seus visitantes e pode ser mais útil para quem estiver lendo.

Seria um prazer ter meu artigo mencionado em seu texto!

Bom, obrigado pela atenção e fico no aguardo da sua resposta.

Um abraço,

[seu nome] “

Há várias variações na técnica Skyscraper, mas essa é a maneira mais direta de começar a aumentar sua presença na web ainda hoje. Você também aprenderá muito observando a estrutura do outro conteúdo que está posicionado para a sua palavra-chave e com isso conseguirá produzir cada vez textos melhores e mais informativos.

HACK # 2 Mude suas palavras-chave principais após a publicação

Ao criar seu conteúdo, você sempre quer usar sua palavra-chave principal para poder otimizá-la. Infelizmente, a verdade é que você nem sempre alcançará a primeira página do Google com sua palavra-chave principal, devido ao alto grau de concorrência.

Então, o que você faz? Você tem 3 opções:

  1. Continue a obter links e otimize a página e espere que ela seja posicionada.
  2. Não faça nada e pare.
  3. Altere sua palavra-chave principal.

Para sua sorte, há um ótimo hack baseado na Opção 3. (E vamos considerar que a Opção 2 nem deveria estar nessa lista).

É comum que você posicione seu site no top 3 ou 4 para uma palavra-chave diferente daquela que você otimizou.

Por exemplo, digamos que você escreva um artigo chamado “Como fazer o melhor cookie de chocolate”. Digamos que você esteja tentando posicionar este artigo para a palavra-chave “como fazer biscoitos com gotas de chocolate ”.

Imagine que este é seu atual snippet do Google:

Depois de alguns dias, na verdade você percebe que está rankeado para 2 palavras-chave:

“Como fazer biscoitos de chocolate” – 43ª posição (Volume 15.000 buscas / mês)

“Cookie com gotas de chocolate fácil de fazer” – 38ª posição (Volume 5.000 buscas / mês )

Assim, caso você tenha investido na criação de sites em WordPress, será fácil para você fazer algumas alterações simples em suas metatags, tags de cabeçalho e pequenas alterações de texto em seu artigo para refletir melhor os “cookies fáceis com gotas de chocolate ”.

Este é um exemplo de como seu snippet poderia ficar após as otimizações:

Alguns dias depois, aqui está um exemplo de suas novas classificações para as palavras-chave:

“Como fazer biscoitos de chocolate” – 57ª posição (Volume 15.000 buscas / mês)

“Cookie com gotas de chocolate fácil de fazer” – 7ª posição (Volume 5.000 buscas / mês )

Esse exemplo fictício é para ilustrar que às vezes você precisa apenas ouvir o que o algoritmo do Google está te dizendo. (Lembre-se, o dono da bola é o Google!)

Se você está sendo bem posicionado para uma determinada palavra-chave que você não otimizou, bem, então o que você está esperando? Otimize seu artigo para essa palavra-chave! Você terá uma grande melhora nos rankings!

Isso permitirá que você obtenha resultados imediatos e te ajudará a obter classificações mais altas, mesmo que para palavras-chave de baixo volume. Às vezes é melhor ser um peixe grande em uma pequena lagoa, do que completamente invisível em um oceano!

HACK # 3 Melhore seu CTR, faça com que as pessoas cliquem no seu site

* Atenção, esse truque é um pouco controverso, porque está um pouco fora do escopo das Diretrizes de práticas recomendadas do Google . Embora funcione, você deve tentar fazê-lo da maneira mais “orgânica” possível, para que não seja considerado SEO Black Hat.

Como acontece com qualquer hack, o objetivo é enviar sinais FORTES para o Google sobre uma página específica para que ela seja melhor posicionada. Para este hack, procuramos otimizar a taxa de cliques (CTR).

Tudo o que você precisa fazer é melhorar o CTR da sua página, com base em sua posição atual. Se o seu link está classificado na 35ª posição , mas está recebendo uma CTR tão alta quanto uma página que está no Top 1, é provável que ele salte muitas posições.

Se você conseguir que 100 pessoas pesquisem sua palavra-chave e, em seguida, acessem página por página no Google até verem sua listagem e clicarem nela, você obterá ótimas notas de CTR e melhorará drasticamente suas chances de obter um bom posicionamento. (Dica, certifique-se de que esses visitantes não entrem e saiam do seu site rapidamente). (Ah, caso você esteja pensando em você mesmo clicar 100 vezes no site, pode esquecer, não funcionará…)

Como você pode ver, quando você entende o algoritmo do Google, você pode criar seus próprios “hacks”, e então você conseguirá enviar sinais fortes sobre o seu site.

Sem dúvida nenhuma existem muitos outros hacks, porém eles ficarão para um próximo texto!