Como vender serviços online através de conteúdos memoráveis: a melhor maneira de conquistar clientes satisfeitos

Como vender serviços online?

Geralmente quando falamos de vendas online estamos nos referindo a produtos, físicos ou digitais.

Apesar dos conteúdos que vendem serviços não serem tão diferentes assim daqueles direcionados para divulgar produtos, alguns detalhes podem fazer muita diferença nos seus resultados.

Mas a maior diferença será o seu foco, que deve estar 100% direcionado para resolver os maiores problemas dos seus clientes.

Portanto, se você é um prestador de serviços online ou presencial ou se sua empresa é focada na prestação de serviços, continue lendo esse artigo para:

Você é o produto

Quando você presta serviços online, você é o produto, ou seja, você está vendendo seu tempo.

Logo, sua imagem pessoal será a sua embalagem. E seus conhecimentos empacotados em determinado método de entrega, a maneira como você presta o serviço. Tudo isso junto é o seu “produto”.

Mais do que nunca, o marketing pessoal e a construção da sua marca precisam ser trabalhados antes da venda de serviços online.

Sua marca pessoal é quem você é. Porém, definir quem você é exatamente não é tarefa das mais fáceis. Mas você pode começar respondendo a essas perguntas:

  • Eu sou conhecido por…
  • Minha equipe conta comigo para…
  • Meus clientes sempre me dizem que…

Você precisa saber exatamente como deseja ser visto, tanto no aspecto pessoal quanto no profissional.

Sua marca pessoal só terá valor quando o seu público-alvo enxergar com clareza que você é diferente dos demais.

Tudo, mas tudo mesmo, depende da sua credibilidade

Continuando com a ideia de que o produto é você, sem credibilidade, sem vendas de serviços online, afinal o que você está vendendo é um relacionamento com você mesmo. Faz sentido?

Portanto, boa parte do seu tempo e dos seus esforços serão direcionados para construir sua autoridade online. Muito mais do que seria necessário para vender um produto.

Você precisa fazer o lead entender quais os benefícios e, principalmente, o valor que você pode oferecer. Você, e não os outros prestadores de serviço.

Qual a melhor forma de fazer isso? Com uma página Sobre bem completa.

O que a sua página Sobre precisa incluir:

  • Uma foto profissional sua (se for em algum evento ou durante uma palestra, melhor)
  • Suas habilidades, conhecimentos e sua experiência na área. Mas tente traduzir tudo isso em uma lista de benefícios que seus clientes podem obter ao contratar seus serviços online.

Como você é o produto, você precisa acertar a sua estratégia de posicionamento, fazendo com que o cliente enxergue que você é, de fato, a solução que ele precisa para resolver seu problema.

Por falar em problemas…

Entenda a fundo as necessidades dos seus clientes

E fale exaustivamente sobre elas.

Você não pode se prontificar a oferecer um serviço se você nem sabe ao certo quais as maiores necessidades dos seus clientes.

Mas não adivinhe: pergunte!

Isso irá permitir tanto que você descubra os desejos menos óbvios do seu público, bem como irá aumentar a sensação de proximidade, afinal se você está perguntando como pode ajudar é porque se importa.

Além disso, quando contamos nossos desejos a alguém, automaticamente nos sentimos mais próximos dessa pessoa.

Venda soluções e não serviços online

Um dentista não vende obturações e serviços de canal. Ele vende o fim da dor de dente. Ou quem sabe uma melhora significativa na estética e na autoestima do seu paciente.

Um nutricionista não vende dietas e acompanhamento profissional. Ele vende a possibilidade de um corpo mais saudável e bonito, além de disposição e bem-estar.

Um arquiteto não vende projetos e acompanhamento de obras. Ele vende a concretização da casa dos sonhos.

Não importa qual o tipo de serviço que você vende, mas sim qual o problema você se propõe a resolver. Para descobrir, faça as seguintes perguntas:

  • Qual o maior problema da minha persona?
  • O que meu cliente quer?
  • Como eu posso ajudar meu cliente a conquistar esse objetivo?

Você precisa mostrar que pode oferecer resultados personalizados

Se um cliente escolher contratar seu serviço, isso significa que ele deseja receber um resultado personalizado.

Vamos usar o exemplo do nutricionista novamente. O paciente chega até seu consultório e quer sair de lá com um plano alimentar feito exclusivamente para ele.

Para vender serviços online, você precisa mostrar que é capaz de entregar de forma personalizada, porém mostrando o resultado que você obteve com outras pessoas.

E esse é o grande desafio. Você terá que mostrar que é capaz de satisfazer as necessidades de quem decidir contratá-lo, mas ao mesmo tempo, manter a informação pessoal de seus clientes em sigilo.

Por isso, procure incentivar que seus clientes antigos forneçam seus depoimentos sobre seu serviço.

Caso você seja prestador de serviços cujo resultado é tangível e pode ser facilmente visualizado através de fotos, vídeos, designs, etc, não pense duas vezes e invista seu tempo para criar um portfólio, caso você não tenha um.

Se possível, realmente transforme seu serviço em um produto

Se você possui um certo tipo de conhecimento e um público interessado nele, a melhor forma de transformar isso em um produto, seria criando um curso ou escrevendo um livro.

Além de materializar um serviço de consultoria, por exemplo, você consegue gerar outra fonte de renda, alcançar uma audiência muito maior e assim escalar seu serviço.

Tudo isso por um valor muito menor do que o preço regular do seu serviço (é importante fazer essa ancoragem) e de forma mais acessível a um número maior de pessoas, sem que você precise esgotar toda sua energia e seu tempo para atender um por um.

Quando você profissionaliza seu marketing de serviços, você mostra ao cliente que sabe o que está fazendo, deixa muito mais claro o que ele pode esperar na entrega e ainda aumenta a expectativa, o que é excelente. Desde que você entregue aquilo que prometeu.

Mas veja que ao fazer tudo isso, criar uma marca e catalogar seus serviços como você faria com seus produtos, você torna o invisível aos olhos do cliente em algo tangível, que será entregue em troca de um determinado valor monetário.

Procure traduzir todos esses conceitos da venda de serviços online em todo tipo de conteúdo que você produzir para divulgar seu trabalho e sua marca.

Mas você não precisa para por aí. Vamos conhecer agora quais são as otimizações de conteúdos para vender serviços online que você pode e deve colocar em prática hoje mesmo.

Como criar conteúdos que vendem serviços: a cereja do bolo

Algumas melhorias e tipos específicos de conteúdos podem funcionar de forma mais eficiente na hora de vender serviços online.

Separei 9 ações de marketing de conteúdo para você turbinar as vendas de serviços online usando o poder do conteúdo.

1.Faça entrevistas com pessoas influentes do seu mercado

Pode ser tanto um conversa informal, porém rica em conteúdo ou uma entrevista mesmo.

O formato não importa, mas ter a participação de outras pessoas do seu mercado em seus vídeos irá aumentar sua autoridade e atrair a audiência da pessoa que topou fazer esse “colab” com você.

2.Invista na produção de conteúdos em vídeo

Por se assemelhar muito mais a uma conversa olho no olho, fazer vídeos pode ser uma ótima maneira de acabar com as principais objeções dos seus futuros clientes

Produza vídeos para o YouTube e faça webinários. Conteúdos em vídeo possibilitam maior conexão com sua rede de contatos e mais engajamento por parte da audiência.

As pessoas usam a busca do YouTube para encontrar soluções para seus problemas. Vídeos ensinando como resolver queixas relacionadas a seu mercado serão sucesso garantido.

3.SEO

Só não esqueça de apostar no SEO tanto para impulsionar seu blog como o seu próprio nome no Google caso você trabalhe como pessoa física.

Ao melhorar a atração de visitantes para o seu site (de forma gratuita e orgânica), suas chances de vender mais aumentam, e muito, afinal, é o cliente que está indo até você e não o contrário.

4.Use as redes sociais a seu favor

Tenha um perfil atualizado no LinkedIn , mas também poste conteúdos relevantes e próprios em suas redes sociais ou reposte materiais interessantes da sua área de atuação.

E tenha cuidado com conteúdos polêmicos ou inadequados. Clientes e empresas sempre buscam informações nas redes sociais.

5.Conte a sua história pessoal

Histórias com o poder de influenciar e fazer você se conectar melhor com seu público.

Um das minhas histórias de vida que mais traduzem a jornada de criar um negócio online é quando conto como saí de uma frustração na faculdade de economia para criar um blog de investimentos e descobrir como esse blog era um negócio online sustentável, que me rendia muito mais do que qualquer estágio ou emprego formal.

Essa história baseada na “jornada do herói” mostra todos os desafios do início, assim como a transformação ao longo do caminho e a recompensa no final, quando o Viver de Blog alcançou recentemente a marca de 3 milhões de visitas e foi rankeado entre os 500 sites mais influentes do Brasil.

6.Sacadas rápidas

Mostre rapidamente como as pessoas podem aplicar seu conhecimento nas suas vidas e obter resultados imediatos. Assim elas terão uma espécie de “amostra grátis” do que o seu serviço pode fazer por elas.

Considere criar um desafio de 30 dias com dicas simples sobre o seu assunto todo dia durante esse período. Você pode usar as suas redes sociais, como o Facebook e Instagram para fazer esse tipo de publicação.

Esse tipo de ação tem como objetivo tornar um produto, no caso você, conhecido no mercado, fortalecendo o seu posicionamento e impulsionando seus resultados.

7.Não esqueça jamais dos seus antigos clientes

Você sabe se fez um bom trabalho com seus clientes mais antigos? Você pode fazer algo a mais para deixá-los ainda mais satisfeitos?

Se você não sabe essa resposta, pergunte se eles acreditam que poderiam obter algo de você que ainda não foi alcançado.

Essas pessoas fazem parte da sua lista de emails? Se sim, não esqueça de segmentar para se comunicar de forma personalizada com essas pessoas.

Sua base de clientes é seu ativo mais valioso.

É muito mais fácil e barato vender para alguém que já comprou serviços online com você antes, como também essw acaba se tornado seu melhor canal de mídia através do boca a boca (e isso sem que você tenha que investir 1 real).

Também aproveite para pedir que essas pessoas recomendem seus serviços a conhecidos caso tenham ficado satisfeitas. Mas peça, porque muitas vezes as pessoas simplesmente esquecem de fazer essa recomendação.

8.Foque nas emoções

Se você leu o artigo “Ciência e Marketing aliados: o que o Neuromarketing pode ensinar sobre a mente dos consumidores para gerar mais vendas já deve ter visto que as emoções são que realmente influencia nossas decisões.

As emoções que mais exercem influência na persuasão são admiração, ansiedade, felicidade, medo e raiva.

No entanto, para vender serviços primeiro você precisa fazer com que as pessoas sintam-se seguras com você. Afinal, você é o produto, lembra?

Mas não fique focado somente em provocar emoções na sua audiência, mostre você também o seu lado mais emotivo, especialmente a sua paixão em servir e fazer o que faz.

Acredita, nada funciona melhor para gerar conexão.

9.Aplique a proposta única de valor em tudo que fizer

O que faz você gostar ou não de determinada pessoa ou marca é a sua proposta única de valor, porque ela é a sua personalidade ou a personalidade da sua marca que ninguém mais no mercado tem.

A sua proposta única de valor nada mais é do que a resposta para essa pergunta:

“Por que eu deveria comprar de você e não do competidor mais próximo?”

E se sua resposta tiver os termos:

  • “qualidade”
  • “ótimo serviço”
  • “número 1 do mercado”

Repense a sua proposta única de valor, já que isso é o mínimo necessário para qualquer negócio em qualquer nicho de mercado e, portanto, não serve como declaração de posicionamento.

4 pilares de qualidade do marketing de serviços online

Quem presta serviços online precisa ficar atento a esses 4 pilares de qualidade do marketing de serviços online:

  • Confiabilidade e satisfação: o cliente tem que receber exatamente o que encomendou e no prazo prometido.
  • Design do site: o site/página de venda precisa fornecer informações detalhadas de como será feita a prestação de serviço (descrição do processo), além de carregar rapidamente e facilitar o processo de compra.
  • Segurança e privacidade: o cliente tem que sentir que sua privacidade está protegida no site e que pode comprar com segurança.
  • Atendimento ao cliente: quando o cliente tiver problema, você deve mostrar interesse sincero em resolver, bem como responder todas as dúvidas prontamente. Procure melhorar o que você oferece como serviço, seja de forma virtual ou presencial.

Uma vez que você compreende que são esses 4 pilares que sustentam a base dos serviços online, todo o resto, como o conteúdo, a copy, seu site, sua estratégia de geração de tráfego e qualquer outra ação de marketing que você decida colocar em prática serão extremamente potencializadas para que você venda seus serviços online, mas principalmente conquiste muitos clientes mais que satisfeitos.

Fonte: https://viverdeblog.com/servicos-online/

5 Métricas que Você Deveria Analisar nas Estratégias de PPC dos seus Concorrentes

PPC pode ser difícil, mas os dados da pesquisa competitiva podem tornar seu trabalho muito mais fácil.

A SEMrush é conhecido por ser uma ferramenta de inteligência competitiva de qualidade, por isso quando se trata de PPC, confiamos fortemente na análise de concorrentes. Com base em nossa própria experiência, descobrimos cinco coisas importantes que os anunciantes deveriam ter em mente para aproveitar ao máximo suas pesquisas.

Este post irá ajudá-lo a entender melhor como analisar as estratégias de AdWords de seus rivais e usar essas informações para alcançar seus objetivos. O nosso kit de ferramentas de PPC foi desenvolvido para ajudar os especialistas em PPC a simplificar suas práticas de marketing on-line e a levar suas pesquisas competitivas a um novo nível.

Caso estiver criando uma campanha de PPC do zero ou otimizando uma campanha existente, escolhe a solução holística. A caixa de ferramentas de PPC da SEMrush permite preparar campanhas de AdWords de sucesso, começando por pesquisa de palavras-chave até criação de anúncios que convertem. Preparamos este ebook para ajudar os especialistas de PPC a resolver as principais dificuldades que eles…

1. Palavras-chave dos concorrentes: Descubra o que Você Poderia Ter Perdido

Não importa quantas pesquisas de palavra-chave você já fez, sempre existe o risco de perder alguns termos e frases importantes de alto potencial.

Explorar a paisagem competitiva pode fornecer novas idéias e influenciar sua criatividade

. Quais são as palavras-chave que seus concorrentes usam? Será que algumas delas você deixou para trás?

É importante entender quais são as palavras-chave que trazem benefícios para seus rivais para adaptar a sua estratégia. A ferramenta Lacunas de Palavras-chave permite comparar o portfólio de palavras-chave do seu domínio com os de seus concorrentes mais próximos.

Digite os domínios que deseja analisar e selecione seu “tipo de palavra-chave”. Você pode comparar os mesmos tipos de palavras-chave (por exemplo, palavras-chave pagas) ou comparar as palavras-chave pagas de um domínio com as palavras-chave orgânicas de outro domínio. Para isso você precisa escolher o “tipo de interseção” para os termos. Se você selecionar “exclusivo para as palavras-chave do primeiro domínio”, poderá visualizar os termos que você talvez não tenha considerado para sua campanha PPC.

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Na primeira coluna aparecem as palavras-chave para quais o primeiro domínio aparece nos resultados de pesquisa, mas o segundo não.

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O relatório também ajuda a estudar informações detalhadas:

  • A posição do domínio nos resultados de pesquisa paga para a palavra-chave específica
  • Volume
  • Cost-per-click
  • Densidade de concorrência
  • Quantidade de resultados

Principais Conclusões: Descubra os termos e frases que seus concorrentes estão usando em seus anúncios e analise os dados para entender como uma determinada palavra-chave pode ser eficiente em termos de custo para sua empresa.

Não olhe apenas para palavras-chave pagas, pois termos orgânicos também podem fornecer ótimas ideias para sua campanha.

Enriquecer sua lista de palavras-chave com termos de pesquisa adicionais pode aumentar suas chances de aparecer nas SERPs ao lado dos sites dos seus principais concorrentes. Quanto maior for o pool de palavras-chave, maiores serão suas chances de alcançar seus clientes potenciais.

2. Anúncios: Analise a Sazonalidade e Adapte a sua Campanha

Para garantir o sucesso de sua campanha do Google AdWords, você precisa adotar uma abordagem estratégica. Ao planejar sua campanha de PPC, vale a pena analisar a sazonalidade para entender melhor quais palavras-chave são usadas com mais frequência pelos anunciantes durante determinados meses.

Essas informações ajudarão você a tomar decisões mais informadas para obter o melhor impacto de seus esforços.

O relatório de Histórico de Anúncios na parte de Análise de Palavras-chave é o lugar perfeito para ver anúncios anteriores de marcas competitivas para analisar o desempenho de palavras-chave específicas na pesquisa paga. O relatório permite que você descubra quais meses são mais os movimentados em seu nicho em termos de publicidade on-line e quando é o período de entressafra.

Basta digitar um termo ou frase e clicar no botão de pesquisa. Você verá uma lista de domínios e uma tabela, que mostra onde o anúncio de cada domínio foi classificado para essa palavra-chave em um mês específico. Um espaço em branco significa que a palavra-chave solicitada não foi usada para uma campanha publicitária.

Para ver como o anúncio aparece na página de resultados, clique em uma caixa com um número de posição.

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Na captura de tela acima, você pode ver que os domínios anunciam principalmente o termo “tênis” no outono e no inverno. Isso significa que a competição é particularmente alta durante esta temporada. Portanto, pode valer a pena considerar atrair seu público-alvo com mais vendas e ofertas especiais e aumentar seu orçamento de publicidade.

Você deve sempre ter em mente que o que funcionou para os outros pode não funcionar para você da mesma maneira.

Principais Conclusões: repare na flutuação sazonal que tem um impacto sobre como seus concorrentes de PPC disponibilizam os anúncios. Isso permitirá que você planeje sua campanha antes do tempo. Use a experiência de seus rivais para evitar armadilhas e minimizar erros potenciais em sua estratégia.

3. Texto de Anúncio: Dê Vida à seus Anúncios

Se estiver insatisfeito com os textos de seus anúncios, talvez esteja precisando de uma nova fonte de inspiração.

Os anúncios de seus concorrentes podem ser essa fonte nova. Analisando os textos de anúncios deles você pode obter a inspiração necessária para dar vida à seus anúncios. Isso pode ser feito com a ferramenta Ad Builder. Digite a palavra-chave semente para descobrir os anúncios vinculados à ela ou um concorrente específico.

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Para obter ideias de anúncios Display, use o relatório de Mídia Display. Digite o domínio do seu concorrente para ver os anúncios de Display dele e analise esses anúncios para saber mais sobre lugares de publicação dele.

Quando se trata de exibir os anúncios, a criatividade pode fazer maravilhas. Ao estudar as melhores ideias dos seus principais concorrentes, você pode ampliar sua visão de marketing e nutrir seu espírito criativo. Isso irá ajudá-lo a criar anúncios que vão com certeza atrair a atenção dos usuários.

Principais Conclusões: Pegue uma ideia e comece a construir a partir dela. Analise o que seus concorrentes tendem a enfatizar em seus anúncios (descontos, frete grátis, qualidade do produto ou imagens atraentes). Adapte as ideias coletadas para seus anúncios.

Dica Pro: Confira a Pesquisa De E-commerce da SEMrush para descobrir os gatilhos emocionais mais usados nas diferentes áreas do mercado brasileiro.

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4. Foco Mobile: Enriqueça a sua Estratégia

De acordo com a pesquisa da Smart Insights na maioria dos países as pessoas preferem usar múltiplas plataformas e alternam entre móvel e desktop. Para ficar à frente da concorrência em 2018, os anunciantes devem entender o que funciona e o que não funciona no mundo da pesquisa paga móvel, para que eles possam efetivamente comunicar sua mensagem aos seus clientes.

Lembre-se de que as palavras-chave que você escolha para atrair usuários que fazem pesquisa nos desktops podem ser diferentes dos termos e frases que devem ser usados em suas campanhas para celular. Descobrir as melhores práticas de outros anunciantes pode ajudá-lo a fortalecer sua campanha e criar uma estratégia de PPC móvel eficaz.

No relatório Pesquisa Publicitária, você pode visualizar um relatório para Pesquisa Mobile e Desktop e ver a lista das palavras-chave para celular que acionam anúncios para o domínio analisado e compará-los com os do relatório de desktop.

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Caso esteja trabalhando com publicidade Display seria útil analisar os anúncios GDN de seus concorrentes nos dispositivos diferentes. Nosso relatório de Mídia Display permite comparar a proporção de anúncios Display de desktop, mobile e tablet do seu concorrente.

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Tenha em mente que a maneira como diferentes tipos de dispositivos são segmentados pode variar significativamente em diferentes áreas de mercado.

Principais Conclusões: A publicidade Google AdWords para Mobile é a chave para introduzir a sua empresa para as pessoas que estão em movimento e costumam ter uma forte intenção de fazer a compra. Aprenda com seus concorrentes para fornecer a melhor experiência de pesquisa paga aos usuários móveis. Use suas descobertas para criar uma mensagem perfeita para seu público-alvo.

Comece sua campanha

SEMrush  – o canivete suiço de marketing

5. Pago vs Orgánico: Descubra as Estratégias dos Concorrentes

Observando como outros anunciantes combinam as duas principais estratégias on-line, você pode entender melhor o que acontece no seu mercado e na sua área.

Quando se trata de busca orgânica e paga, há uma discussão interminável.

Você deve dar um lance maior em uma palavra-chave para melhorar seus resultados na pesquisa paga ou ranquear em primeiro para esse termo organicamente?

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Comparando as estratégias de pesquisa orgânica e paga de seus concorrentes poderá entender melhor quais são as táticas usadas por outros anunciantes em seu nicho. Na ferramenta Lacunas de Palavras-chave você pode comparar as palavras-chave orgânicas dos seus rivais com as pagas e ver se eles pagam para anunciar com termos que já classificam bem nos resultados orgânicos.

Na imagem abaixo, você pode ver que o site analisado está apostando nos anúncios pagos em algumas das palavras-chave já ranqueadas na primeira página do Google.

Descobrir em quais palavras-chave seus concorrentes estão apostando e o que eles estão fazendo para conseguir a boa classificação irá ajudá-lo a ajustar sua campanha de PPC e tomar decisões informadas sobre onde concentrar o seu investimento em publicidade.

Principais Conclusões: Analise o desempenho de seus concorrentes de pesquisa orgânica versus pesquisa paga. Descubra as táticas mais utilizadas, bem como as lacunas nas estratégias. Use essas informações para encontrar maneiras de vencer os principais concorrentes do seu setor.

Inteligência Competitiva para Vantagem Competitiva

O espaço na tão desejada primeira página do Google é limitado. A competição por usuários na pesquisa paga é tão intensa quanto na pesquisa orgânica, e está se tornando cada vez mais difícil se diferenciar. Uma das melhores maneiras de obter vantagem na batalha do PPC é conduzir uma análise completa do concorrente.

Ao pesquisar e analisar sua concorrência, você precisa se concentrar no que realmente importa. Preste atenção aos aspectos importantes das campanhas de seus rivais, conforme descrito acima. Com todas essas informações, você pode tentar prever o que seus concorrentes farão no futuro, ajustar sua campanha de acordo e abrir caminho para o sucesso da sua campanha de PPC.

Como definir o plano de curso de suas aulas online – Passo a Passo Completo

Com o crescimento do mercado de educação a distância e do público interessado em aprender sobre os mais diversos assuntos virtualmente, quem tem um conhecimento específico e relevante pode aproveitar essa vantagem para começar a trabalhar com aulas online.

Entretanto, para que o conteúdo seja bem recebido pelo público e se destaque no mercado, é  preciso definir o objetivo de seu curso e estruturá-lo adequadamente.

No post de hoje, vamos mostrar como montar um plano de curso completo que facilitará o processo de criação de suas aulas!

Para ficar ainda mais fácil, separamos os passos para criar seu plano de curso em 3 grandes áreas.

Como definir o conteúdo de seu curso

O primeiro passo que deve ser dado por quem deseja criar um curso online é o planejamento de conteúdo.

Para definir os assuntos que você abordará, é importante ficar atento a alguns detalhes.

1. Defina suas habilidades

Antes de começar, é importante saber suas principais habilidades e como você pode utilizá-las para criar seu curso.

Se você já é professor de alguma matéria escolar, como português, história ou matemática, por exemplo, pode usar sua experiência e conhecimento para dar aulas na internet.

No entanto, não é necessário ter formação ou já ter atuado como professor para entrar no mercado digital. Você também pode usar suas habilidades artísticas, criativas ou seu conhecimento detalhado em qualquer assunto para montar seu curso, desde que seu conteúdo seja útil para outras pessoas.

Pense naquela atividade que você gosta de fazer nas horas extras, por hobby, e que sabe que faz bem.

Analise se você seria capaz de ensinar outras pessoas a fazer o que você faz. Se a resposta for positiva, você já tem a ideia para seu curso online em mãos.

Reflita também sobre outras habilidades que podem te ajudar a ter um bom desempenho ou se diferenciar de seus concorrentes em suas aulas online, como:

  • desenvoltura para se expressar,
  • facilidade com a criação e edição de vídeos,
  • personalidade carismática e bem humorada, entre outros.

2. Estude o mercado

Se você deseja alcançar bons resultados com suas aulas online, é imprescindível conhecer tudo sobre o mercado no qual você pretende atuar.

Fique atento às tendências para saber exatamente o que as pessoas querem aprender e quais são os assuntos mais pesquisados. O Google Trends é uma ferramenta ótima para identificar quais são os temas mais buscados no momento e ainda saber o volume de pesquisas por aquele termo nos últimos 12 meses.

Estudar o mercado te ajudará a conhecer bem seus concorrentes e o que você precisa oferecer para os usuários para se diferenciar e atrair mais alunos.

(Entenda o passo o passo sobre pesquisa de mercado em nosso post completo sobre este assunto.)

3. Busque curiosidades

Após definir o assunto que você ensinará, busque as principais curiosidades relacionadas a ele e que são pouco abordadas em outros cursos sobre o mesmo tema.

Quanto mais informação você tiver, mais facilidade terá para montar um plano de curso rico, interessante e atrativo para seus alunos.

Saber algumas curiosidades é uma forma de dinamizar suas aulas, chamar a atenção dos alunos e mostrar que você realmente entende tudo sobre o que está ensinando.

Como estruturar seu plano de curso

Se você já sabe o conteúdo que vai ensinar, é hora de montar seu plano de curso e organizar todos os passos que precisam ser dados para colocar seu curso no mercado online.

1. Defina a proposta de valor do curso

Uma das maiores dificuldades enfrentada pela maioria dos empreendedores é a precificação de seu produto ou serviço.

Para que as pessoas se interessem e se disponham a pagar pelo que você está oferecendo, é essencial que elas identifiquem em seu negócio a solução ideal para suas necessidades.

Para cobrar um valor justa por seu curso, tanto para você quanto para seu aluno, você deve deixar claro o que o comprador aprenderá com aquele conteúdo. Ou seja, quais são as soluções que você oferece para ele ao compartilhar o que você sabe.

Essa é a importância de conhecer bem seu mercado. Após identificar exatamente quais são os problemas e dores de seu público, você consegue elaborar um conteúdo valioso e atrativo com um preço justo.

Quer mais dicas sobre precificação? Confira este Hotmart Tips:

 

2. Estabeleça uma sequência lógica de aprendizado

O planejamento de conteúdo de suas aulas online deve considerar uma sequência lógica de aprendizado, para que os alunos se orientem e percebam uma certa evolução ao longo do curso.

Se você está criando um curso de culinária para iniciantes, por exemplo, é interessante que suas primeiras aulas sejam introdutórias, com dicas sobre corte de alimentos, utensílios básicos para cozinha, temperos ou conhecimentos gerais que todo cozinheiro deve ter.

Se você começar o curso ensinando receitas, pode correr o risco de ter alunos que não consigam te acompanhar por não terem adquirido uma base anterior.

3. Divida as aulas em módulos

Criar módulos dentro de seu plano de curso e dividir suas aulas a partir de assuntos em comum, transmite uma ideia clara de progressão, o que é útil para manter seus alunos engajados com o conteúdo das próximas aulas.

Com os módulos bem definidos, os alunos também conseguem identificar a etapa do curso em que estão e o que será ensinado naquelas aulas.

Ao encerrar um módulo e iniciar o seguinte, os usuários conseguem assimilar melhor o conteúdo transmitido e saber exatamente onde encontrá-lo, caso seja necessário acessá-lo futuramente, o que conta pontos para a usabilidade.

4. Grave as aulas cronologicamente

Gravando as aulas cronologicamente, você consegue manter uma linha de pensamento, não esquece nenhuma informação importante e garante que os alunos compreendam a sequência evolutiva de suas aulas.

E isso não interfere, necessariamente, na forma como os alunos irão assistir às aulas.

Os usuários ainda terão a liberdade para acessar os módulos na ordem que acharem melhor, você apenas vai direcioná-los sobre quais aulas se complementam.

5. Escolha uma plataforma para hospedar seu conteúdo

Chegou a hora de escolher a plataforma ideal para você colocar suas aulas na internet.

Existem vários ambientes virtuais e cada um deles apresenta vantagens e desvantagens para o professor-empreendedor. Por isso, o ideal é avaliar cuidadosamente as opções disponíveis e escolher aquela que melhor se adequa às suas necessidades.

Você encontrará opções pagas, gratuitas e com diversas funcionalidades para personalização. Fique atento apenas à experiência de seu usuário, para garantir que a navegação dele seja intuitiva e que ele consiga assistir suas aulas de qualquer dispositivo.

Como melhorar a experiência do aluno com seu conteúdo

Todas essas dicas te ajudarão a elaborar o conteúdo programático de seu curso online, mas há alguns detalhes que podem melhorar, ainda mais, suas aulas e enriquecer a experiência de seus alunos.

Vamos citar alguns desses itens para você decidir quais se adaptam bem às especificidades de seu curso.

1. Faça conexões entre as aulas

Essa é uma das estratégias que você pode adotar para deixar seu curso mais instigante.

Tente dar continuidade a assuntos abordados em aulas anteriores, usar exemplos que se conectem, fazer menções a conteúdos que já foram trabalhados, etc.

Ao fazer essas conexões, você reforça informações importantes e facilita para que as pessoas absorvam aquele conhecimento.

Além disso, você demonstra para seus alunos que suas aula se complementam, o que justifica o engajamento em todos os módulos do curso.

2. Forneça materiais complementares

Sabemos que nem sempre é possível, ou até mesmo recomendado, falar detalhadamente sobre todos os assuntos abordados durante o curso.

Voltando ao exemplo do curso de culinária, pode ser que você mencione em algumas de suas aulas a alimentação low carb. Para não ter que explicá-lo esmiuçadamente e perder o foco de sua aula, você apenas cita o termo e o define rapidamente.

Ao fornecer materiais complementares, você possibilita que os alunos interessados tenham acesso a mais detalhes sobre o assunto e contribui para uma experiência mais ampla de aprendizado.

3. Recomende leituras

Em suas aulas online, você pode recomendar textos, artigos e livros que abordem as informações apresentadas e ajudem a ampliar o conhecimento de seus alunos.

Ao indicar referências bibliográficas, você instiga as pessoas a continuarem buscando conhecimentos sobre o assunto e se engajarem ainda mais com o conteúdo que você compartilha.

Além de poder indicar os materiais que você usou como base para aquela aula específica, você pode sugerir que os alunos leiam determinado conteúdo antes de assistir a próxima aula, para que eles consigam compreendê-la melhor e propor discussões.

4. Forneça o conteúdo da aula em outros formatos

O vídeo tem sido o formato cada vez mais preferido pelas pessoas que buscam conhecimento, por ser acessível, prático, dinâmico e facilmente consumido.

Porém, se o que as pessoas têm buscado é praticidade, fornecer o conteúdo de sua aula em outros formatos também pode ser uma boa estratégia.

Ao elaborar ebooks ou podcasts, você oferece mais uma possibilidade de aprendizagem para seus alunos e amplia o alcance de seu conteúdo. Assim, os usuários podem optar pelo formato que acharem melhor.

5. Envie lembretes das aulas por e-mail

Parece ultrapassado, mas o e-mail ainda é um dos canais de comunicação virtual mais utilizados.

Sabendo que as pessoas têm tido dificuldade de se organizar em meio a tantos compromissos e afazeres, encaminhar lembretes de suas aulas é uma forma de demonstrar que você valoriza aquele aluno e se importa com ele.

Com esses lembretes, você consegue garantir o engajamento dos alunos em suas aulas.

Apenas tome cuidado para que essas mensagens não sejam inconvenientes para o destinatário. Seja objetivo em seu conteúdo e siga as melhores práticas de e-mail marketing.

6. Entregue certificados

Independentemente do tema que você escolheu para abordar em seu curso, pode ter certeza que terão pessoas interessadas em comprovar sua realização.

Seja para colocar no currículo ou para guardar como lembrança, os certificados são muito valorizados e podem ser o diferencial para atrair a atenção de seu público.

Ao distribuir certificados para os concluintes do curso, você reforça que o conteúdo que você compartilha agrega valor para os alunos e pode abrir portas no mercado de trabalho.

É importante que esses certificados possam ser exibidos em redes sociais como o LinkedIn. Por isso, certifique-se que a plataforma EAD escolhida por você possui essa opção de integração.

7. Promova aulas ao vivo

Uma boa forma de engajar a audiência é promover aulas ao vivo. Esse formato permite maior interação dos alunos com o professor e torna a transmissão de conteúdo mais dinâmica e leve.

Durante a aula ao vivo, você consegue responder dúvidas e perguntas dos alunos, mostrar seu conhecimento e passar confiança e credibilidade para as pessoas.

Mãos à obra

Assim como qualquer modelo de negócio, dar aulas online requer planejamento para que você consiga oferecer uma experiência completa para seus clientes. Por isso, antes de pensar na etapa de divulgação e de vendas, é importante dedicar-se para criar um produto que atenda todas as necessidades do público delimitado por você.

Mas não se preocupe, pois o modelo perfeito só será descoberto por meio da tentativa e erro, usando os feedbacks recebidos por você para aprimorar constantemente.

Pronto para montar seu plano de curso e começar a ganhar dinheiro trabalhando na internet?

O que é Marketing Holístico, seus 4 pilares, vantagens e como aplicar

Marketing holístico.

Sobre o que será que estamos falando?

É possível que você nunca tenha ouvido falar a respeito, já que o conceito integra uma das novas abordagens no universo do marketing e dos negócios.

Mas não deixe um aparente estranhamento lhe enganar.

Como toda estratégia mercadológica, o marketing holístico pode ser a solução perfeita em situações específicas.

Ou seja, estamos falando da campanha certa para o alvo exato no momento preciso.

Só que isso é só o começo.

O grande diferencial para os outros tipos de marketing está nos seus objetivos e, principalmente, na forma como eles são alcançados.

As ações são conduzidas de maneira integrada, com o envolvimento total de todo um negócio e não apenas das equipes diretamente responsáveis pelas campanhas.

As empresas que utilizam o marketing holístico e suas partes são consideradas como uma entidade interligada, na qual todas as atividades são direcionadas para um objetivo específico.

O termo se originou como uma resposta às mudanças que vêm ocorrendo no atual ambiente mercadológico.

“Holístico” é palavra de origem grega que remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais.

Já dá para ter uma ideia melhor sobre o que estamos falando, não é mesmo?

Mas ao avançar na leitura, você vai descobrir uma clara relação entre marketing holístico e valor para o cliente.

É aí que seu negócio pode colher resultados melhores.

Então, quer usar as dimensões do marketing holístico a seu favor?

Acompanhe o artigo, saiba mais sobre o conceito, sua aplicação, veja dicas, vantagens e um exemplo prático de marketing holístico.

Boa leitura!

O que é marketing?

Marketing é um conjunto de ações e estratégias devidamente planejadas para atuar sobre um determinado nicho.

Seu foco é garantir que um produto ou mesmo um serviço alcance o público-alvo previamente definido.

Assim, além de atingir um perfil de cliente com real ou potencial interesse pelo que oferece, o marketing possibilita que as ações aconteçam no momento mais propício para gerar as conversões desejadas.

E isso eleva as chances de chegar aos objetivos e metas estabelecidos, que podem variar entre vendas, imagem da marca, reputação, credibilidade, autoridade, entre outros.

O que é marketing holístico?

O marketing holístico é uma filosofia que considera os negócios e todas as suas partes como uma única entidade.

Assim, dá um propósito compartilhado a todas as pessoas e atividades relacionadas a esse negócio.

Para entender melhor o conceito, podemos traçar uma comparação.

Um negócio, assim como o corpo humano, tem partes diferentes, mas só é capaz de funcionar de maneira correta quando todas essas partes trabalham juntas em direção a um mesmo objetivo.

O conceito de marketing holístico, então, reforça essa interrelação.

Quem o adota em suas estratégias acredita que uma perspectiva ampla e integrada é essencial para obter melhores resultados.

Dessa forma, mesmo que um negócio seja feito de vários departamentos, eles devem se unir para projetar uma imagem positiva e unificada na mente dos clientes.

Como consequência, assegurar que o cliente desperte o interesse pelas soluções que oferece, encaminhando-o para a compra do seu produto ou serviço – e não da concorrência.

Os 4 pilares do marketing holístico

Como já dito, o marketing holístico pode ser resumido em estratégias de marketing destinadas a comercializar a marca para todas as pessoas relacionadas a ela, sejam os próprios funcionários, como também os clientes existentes ou até mesmo os potenciais clientes.

Além disso, ele deve comunicar a marca de forma unificada, tendo em mente a responsabilidade social do negócio.

Para dar conta do recado, o marketing holístico integra outros quatro tipos de marketing, que são a base principal dessa filosofia.

Vamos explicar melhor cada um deles para você ter uma noção de como cada parte é essencial para o processo como um todo.

Confira!

Marketing integrado

O marketing integrado é uma abordagem que busca criar uma experiência unificada e perfeita para o consumidor interagir com a marca.

Isso significa que toda a comunicação (seja publicidade, promoção de vendas, marketing digital, relações públicas ou outra) é proposta e direcionada de tal forma que estimula todos a trabalharem juntos como uma força tarefa.

Como consequência, isso torna a imagem da marca muito mais forte e consistente.

Quer um exemplo de como a integração está presente no marketing holístico?

Vamos considerar a Apple.

A sua estratégia de publicidade da marca da maçã é simples: mostrar um produto elegante e moderno que funciona de forma mais rápida e inteligente.

E também fazer isso de uma maneira que os concorrentes nunca pensaram ser possível fazer.

Essa estratégia “sem truques” é realizada em todos os aspectos da marca.

Seus produtos são embalados em caixas brancas e nítidas, com quase nenhum texto.

Mas a leveza da comunicação vai além.

Suas lojas são limpas e minimalistas, com produtos em exibição para uso intuitivo.

Ao apresentar suas criações com viés de elite e futurista, a Apple pode cobrar preços acima da concorrência e, ainda assim, dominar esse nicho de mercado.

Esse estilo de marketing está se tornando cada vez mais importante, porque a fragmentação e a exposição da mídia começaram a dessensibilizar os consumidores.

Não é um movimento difícil de compreender.

Todos os dias, eles são atingidos por uma grande quantidade de propagandas que apenas as marcas mais integradas e consistentes se destacam como memoráveis.

Por isso, sua equipe de marketing deve trabalhar nos bastidores para criar uma voz convincente para sua marca e incorporá-la adequadamente em todos os aspectos da personalidade dela.

E isso vai desde a publicidade até a presença física e ao serviço ao cliente.

Além disso, sua equipe precisa garantir que os 4Ps do mix de marketing (Produto, Preço, Praça e Promoção) estejam sincronizados.

Caso contrário, passar ao público-alvo uma mensagem unificada poderá ser um desafio difícil de ser vencido.

Marketing de relacionamento

O objetivo do marketing de relacionamento, dentro da filosofia do marketing holístico, está centrado na geração de vínculo e no envolvimento a longo prazo da marca com o cliente.

Isso ganha força ao invés de metas de curto prazo, como seria a aquisição de clientes e mesmo as vendas individuais.

Por isso, a estratégia se concentra na segmentação das ações de marketing em clientes já existentes, de maneira a criar conexões emocionais fortes e duradouras.

Quando tais conexões são alcançadas, isso aumenta ainda mais as chances de um cliente realizar novas compras, de conseguir bons resultados no chamado marketing boca-a-boca e de gerar mais leads.

Na teoria, tudo muito bonito.

Mas e na prática?

Para que a sua estratégia seja bem-sucedida, é preciso conhecer algumas das melhores práticas de marketing de relacionamento.

Confira:

  • Faça pesquisas de satisfação periódicas para solicitar um feedback dos clientes
  • Respeite esse feedback e incorpore ele nas práticas comerciais da sua empresa
  • Use todas as mídias sociais relevantes para se conectar com a sua audiência
  • Adote políticas claras para determinar como os colaboradores devem interagir com clientes em situações diversas, tanto positivas quanto negativas
  • Realize sessões de treinamento regulares para todos os membros da equipe
  • Monitore seus resultados e faça ajustes quando necessário for
  • Faça um esforço extra para informar aos clientes quanto eles são apreciados por sua marca.

Marketing de performance

Ao folhear uma revista, você destina o tempo necessário para ler cada anúncio ou presta atenção apenas nos mais atraentes?

Muito possivelmente, fica na segunda opção, certo?

Ao realizar um anúncio em uma revista com um grande público, uma empresa acaba pagando um preço alto por essa audiência e, mesmo assim, muitos leitores podem acabar não notando a publicidade nela.

É o típico caso em que o investimento pode não compensar.

Em vez de pagar por um anúncio de revista sem qualquer indicação de seu desempenho, mais empresas estão procurando alternativas mais baratas e assertivas.

Nesse contexto, o marketing de performance casa perfeitamente com o processo, pois é um método de publicidade paga, não por um preço fixo como nas mídias tradicionais, mas com um preço variável que depende do desempenho do anúncio.

Por exemplo, o custo de um anúncio pode basear-se em:

  • CPM (Custo por Mil Visualizações): o preço depende da frequência com que o anúncio é exibido para um usuário
  • CPC (Custo por Clique): sempre que um cliente clica no anúncio
  • CPL (Custo por Lead): sempre que um cliente fornece informações de contato
  • CPA (Custo por Ação): geralmente quando resulta em uma ação, como uma venda.

Como dá para perceber, o marketing de performance só reforça ainda mais a importância do marketing digital para qualquer que seja a estratégia atual.

Ele acaba conduzindo ao aumento da receita de forma holística, reduzindo os custos e elevando as vendas.

Como isso?

Mensurar os resultados e analisar o Retorno sobre Investimento (ROI) fica muito mais fácil.

Marketing interno

Existem dois tipos de clientes para cada empresa: internos (colaboradores) e externos (cliente final).

Embora o foco em clientes externos deve ser uma prioridade máxima para todas as empresas, os internos não devem ser deixados de lado jamais.

Não é difícil de entender o porquê.

Afinal, eles desempenham um papel vital na comercialização da marca e dos produtos para os clientes externos do negócio.

São, essencialmente, sempre os primeiros clientes de um negócio.

Pois o marketing interno busca tratar os colaboradores e as equipes como clientes internos que devem estar convencidos da visão da sua empresa.

E isso deve ocorrer da mesma forma que acontece com os clientes externos.

Também envolve processos que os fazem entender seu papel dentro da empresa e a sua importância para o bom funcionamento da mesma.

Combina com aquelas palavrinhas mágicas sobre as quais já falamos bastante: integração e envolvimento.

Além disso, o marketing interno se baseia na ideia de que as atitudes dos clientes em relação a uma empresa são baseadas em toda a experiência que eles tiveram com ela – e não apenas na sua experiência com os produtos ou serviços consumidos.

Sempre que um cliente interage com um colaborador, isso afeta sua satisfação geral.

Todo mundo, de um funcionário de vendas para um especialista em suporte técnico, ajuda a moldar a experiência desse cliente.

Se o atendimento for ruim, por exemplo, todo o esforço anterior pode ser desperdiçado.

Portanto, a satisfação do cliente é profundamente dependente do desempenho da equipe de uma empresa.

Vantagens do marketing holístico

Como você deve ter notado, o marketing holístico é uma abordagem eficiente e completa que pode ajudar não apenas a aumentar as vendas, como também melhorar os processos internos e a própria interação com a audiência.

Além disso, existem outros benefícios proporcionados por esse método.

Vamos conhecer mais sobre eles?

Integração

Como já dito acima, um dos objetivos do marketing holístico é fazer com que todos os departamentos da empresa se comuniquem e trabalhem de forma integrada para otimizar os resultados e a qualidade do trabalho.

Não esqueça disso ao propor suas estratégias.

Diferencial

O marketing holístico pode oferecer uma boa vantagem competitiva em relação aos demais.

Isso ocorre pois consegue chamar a atenção do seu público e mostrar que você também se preocupa com a sociedade.

Além disso, é um claro sinal de que a sua marca pode desempenhar um importante papel e fazer a diferença na vida das pessoas.

Resultados

Por fim, mas não menos importante, o marketing holístico possibilita uma ampla gama de resultados positivos.

Isso aparece tanto na qualidade do trabalho, com um ambiente de trabalho mais amistoso e valorizado para os colaboradores, quanto em um relacionamento mais próximo com o cliente.

São vantagens importantes, que toda marca deve considerar ao moldar a sua estratégia de marketing.

Principais práticas de marketing holístico

Para falar de como o marketing holístico se comporta na prática, vamos começar do início.

Uma empresa tem diferentes departamentos, como vendas, marketing, contabilidade e finanças, desenvolvimento de produtos e, finalmente, RH e operacional, certo?

Assim, se você quiser implementar um conceito de marketing holístico no seu negócio, precisa garantir que departamentos como o de desenvolvimento do produto recebam feedback do marketing e das vendas para lançar o item com maiores chances de atrair clientes.

Por outro lado, eles precisam trabalhar em estreita colaboração com a contabilidade e finanças para descobrir o orçamento exato para o projeto.

As vendas e o marketing também devem comunicar ao departamento de Recursos Humanos sobre o tipo certo de colaboradores que precisam para melhores resultados.

Finalmente, o administrador e o nível operacional necessitam elaborar um plano para reter esses talentos.

Observe como tudo está interligado.

E também como um setor da empresa depende do outro.

Lembrou-se daquela antiga metáfora sobre as engrenagens que, individualmente, fazem diferença para o funcionamento perfeito de uma máquina?

É exatamente por aí.

Dessa forma, você obtém o produto certo a um preço certo com os lucros certos.

Além disso, atrai as pessoas certas, que irão comercializar o seu produto ou serviço da maneira certa.

Se você cuidar de todos esses detalhes, as chances de você conquistar o cliente que precisa é muito mais alta.

Essa é a essência completa do conceito de marketing holístico.

Ao fazer tudo “como manda a cartilha” enquanto empresa, o seu produto e sua marca têm uma chance muito maior de serem bem-sucedidos.

Isso na comparação a um cenário no qual esses departamentos trabalhem individualmente e sem qualquer visão holística.

Por que fazer marketing holístico

Vale lembrar que a mentalidade e o comportamento do consumidor estão mudando.

Hoje, as compras são feitas após muita reflexão, pesquisa de preços e condições, entre outros fatores.

Os clientes vão a campo, literalmente.

Eles fazem pesquisas tanto offline quanto online para o achar o produto certo.

Assim, têm um bom conhecimento do produto antes de comprar.

É provável que o cliente já tenha até feito a decisão de compra antes mesmo de entrar na sua loja.

Dessa forma, fica claro que o conceito de marketing holístico se mostra necessário nesses momentos para garantir que o cliente escolha seu produto sobre todos os outros.

Além disso, a comunicação feita pelo marketing é um dos principais fatores dessa metodologia.

Sua função é enviar a mensagem certa para o público-alvo previamente definido.

Ao abordar vários pontos de contato do cliente, uma mensagem uniforme e estratégica pode ser enviada a ele.

Uma mensagem consistente tem mais chances de aumentar a confiança no cliente com a sua empresa, melhorando assim a imagem da marca.

Comece a capturar leads hoje mesmo com o Klickpages

Como vimos até aqui, para que a estratégia de marketing holístico funcione, isso depende muito da mensagem enviada ao seu público e da forma como isso acontece.

Você precisa usar seu site, blog ou redes sociais para capturar leads.

É a melhor forma de ser notado pelo cliente e despertar nele o interesse por suas soluções.

Com uma landing page bem construída, você chega até o consumidor com a mensagem ideal.

E o melhor é que é muito fácil construir a sua.

Conclusão

O marketing holístico se mostra como uma prática capaz de ajudar o crescimento da organização com a comercialização correta do produto.

Com o aumento da concorrência e devido a consumidores cada vez mais exigentes, convencê-los de que seu produto ou serviço oferece a melhor solução tem se tornado um processo muito mais complexo.

Difícil, mas não impossível.

É preciso implementar o marketing holístico de forma adequada para que as decisões sejam tomadas pelos clientes a seu favor.

 

Como dar aulas gratuitas na internet pode aumentar suas vendas?

Entenda porquê é importante produzir material rico e gratuito para sua audiência.

A essa altura é provável que você já tenha ouvido como Marketing de Conteúdo pode ajudá-lo a aumentar as vendas de um negócio. Porém, há pouco material por aí que entra no mérito de como aulas gratuitas vão lhe ajudar. Por isso, resolvemos elaborar um guia completo do que é preciso fazer para criar um curso online e de como ele impactará suas vendas.

Ao longo do artigo a seguir, você entenderá o que é Marketing de Conteúdo, como fazer um curso online e oferecer aulas gratuitas, bem como os tipos de benefícios que essa empreitada lhe oferecerá. Além disso, verá alguns números que, definitivamente, o farão pensar sobre o assunto.

Vamos lá?

O que é Marketing de Conteúdo?

Vamos ser o mais breve possível neste tema, mesmo porque há aqui no blog uma postagem de fácil compreensão sobre o que é Marketing de Conteúdo. Entretanto, precisamos falar pelo menos um pouco do assunto para que você entenda exatamente onde queremos chegar.

O Marketing de Conteúdo é uma iniciativa promocional que se difere do marketing tradicional em alguns aspectos:

  • Sua abordagem estratégica gira em torno da geração de valor;
  • Esse valor é gerado pela criação de conteúdo exclusivo;
  • É a distribuição desse conteúdo que funciona como instrumento promocional; e
  • Ele é sempre voltado para nichos de mercado que tenham tudo a ver com o que seu negócio comercializa.

Para se ter uma ideia, o Marketing de Conteúdo é usado por empresas como a Microsoft, ou seja, isso é o bastante para que você saiba que ele funciona e pode trazer resultados ótimos.

Agora, vamos conhecer os três benefícios de longo prazo que essa estratégia pode trazer para uma organização:

  1. Mais vendas;
  2. Menos custos ao divulgar produtos e serviços; e
  3. Uma fidelização maior dos consumidores.

Porém, ainda não definimos exatamente o que constitui tal iniciativa de marketing.

Produzir conteúdo é entender com quem uma empresa fala e quais são suas necessidades para, daí, investir na criação de peças que não são, necessariamente, feitas para vender seu peixe. Elas entregam para uma persona informações que lhe são valiosas e fazem com que ela fique interessada nas soluções que você vende.

Todavia, seria pecado falar que Marketing de Conteúdo resume-se a isso. Há algo muito peculiar na maneira como ele funciona.

Content Marketing, como também é chamado, sempre encontra o meio mais adequado para transmitir uma mensagem, e este sim é um de seus maiores diferenciais.

Um dos formatos que esse marketing utiliza é a criação de aulas gratuitas. E não é difícil de entender sua motivação. Um curso online atrai um público específico, gera montanhas de valor e cria espaço para que um negócio familiarize um certo grupo de pessoas com suas soluções.

Você deve estar se perguntando agora como funciona a criação de um curso online. É que, talvez, você não acredite que alguém pouco acostumado com a arte de lecionar possa realmente se beneficiar disso.

O que mostraremos, a seguir, é que criar e distribuir aulas gratuitas é o tipo de conhecimento que se pode adquirir. E acredite: há bons motivos para fazer isso.

Como criar um curso online?

Não diremos aqui que criar e distribuir aulas gratuitas é a coisa mais fácil do mundo. Essa tarefa consumirá seu tempo, exigirá muita pesquisa e testará sua capacidade de encontrar o nicho ideal. Sem ele, será difícil que seu curso funcione como um multiplicador das vendas.

Mas o passo a passo a seguir ajudará. Todas as etapas selecionadas aqui conquistaram seu lugar em nossa lista porque aumentam as chances de suas aulas gratuitas darem certo.

1. Descubra se já existe um curso como o seu

A primeira coisa que devemos fazer quando nossa intenção é criar algum tipo de conteúdo é pesquisar se ele já existe por aí. Todavia, o segredo que quase ninguém lhe conta é que, se a resposta for positiva, melhor.

Você pode pensar que encontrar um curso sobre o mesmo assunto que suas aulas gratuitas debaterão é um problema. O que geralmente não passa por nossa cabeça é que isso é um indicador de demanda.

Se você tem uma ideia para um curso que jamais foi executada, há grandes chances de que ninguém queira fazê-lo. É que, por mais que você tenha certeza de que as pessoas desejam aquilo que você pretende vender, isso não é evidência.

A internet é um espaço enorme, no qual produtos e serviços são comercializados livremente. Caso alguém realmente queira algo, é quase certo que isso já existe.

Atrair atenção para aulas gratuitas diferenciadas, voltadas para um grupo de pessoas que já demonstrou interesse em fazê-las, aumenta suas chances de obter sucesso. Por isso, pesquise se sua ideia já foi executada, e fique feliz se a resposta for sim.

2. Seja generalista e, depois, torne-se um especialista

Agora que você já achou o tipo de aula online que gostaria de criar, é hora de se preparar para oferecê-la.

Temos outra ótima notícia para lhe dar: não ser um especialista pode ser uma vantagem.

Veja que não estamos falando que isso é motivo para não estudar o tema. Mas é que, quando conhecemos muitíssimo bem um assunto, raramente, temos noção de como abordá-lo.

Aulas gratuitas atingem, principalmente, um grupo de pessoas que ainda não está pronto para investir mais do que seu tempo em um conhecimento. Isso significa que, pouco tempo atrás, elas eram tão iniciantes quanto você é agora.

Desconhecer um tema fará com que você consiga formular as dúvidas mais comuns sobre ele, o que dará ao seu curso uma vantagem em relação aos outros que existem na internet.

Enquanto você tenta descobrir as respostas, faça anotações de tudo que lhe intrigou sobre o tema. São essas anotações que o ajudarão a criar aulas realmente únicas.

Agora, se o tema de seu curso é algo que você já domina, não há nenhum problema nisso. Você terá apenas que fazer o caminho inverso. Encontre fóruns e grupos de discussões para iniciantes e descubra o que os intriga sobre o assunto.

Aulas online são uma forma de estabelecer autoridade e é isso que fará com que você venda mais.

3. Direcione suas aulas para pequenos grupos

Não é distribuindo aulas online para grandes grupos de pessoas que você conseguirá os melhores resultados. Pelo contrário, quanto menores forem os nichos atingidos, maiores são as chances de seus alunos se converterem em consumidores.

Um dos princípios do Marketing de Conteúdo é a busca por leads qualificados. Esses leads, geralmente, compõe grupos menos vultosos do que gostaríamos. A grande diferença é que eles estão prontos para se tornarem consumidores.

Por isso, molde seu curso em torno das características que definem seu público atual. Feito isso, identifique a melhor forma de criar um curso online e dê início ao trabalho!

Por que oferecer aulas gratuitas?

Todos os conhecimentos que citamos agora são tão úteis para criar aulas gratuitas ou aulas pagas. Nada mais justo do que diferenciarmos o motivo para investir nas primeiras.

Em uma frase: porque Marketing é mais do que publicidade.

Colocar anúncios é uma forma de fazer um negócio vender mais, mas investir em estratégias diferenciadas pode resultar em efeitos melhores. Por isso, nosso foco aqui foi o Marketing de Conteúdo.

Oferecer aulas gratuitas para clientes em potencial, sejam elas relacionadas ou não a seus produtos e serviços, é uma maneira de gerar interesse neles.

Da mesma maneira como algumas instituições de ensino oferecem aulas experimentais para despertar o interesse das pessoas, aulas gratuitas na internet têm o mesmo efeito.

Mais do que entregar blog posts e relatórios, sua plataforma online pode ser alavancada com cursos. Eles reterão a atenção de seu público-alvo por mais tempo, criarão um relacionamento contínuo com ele e estabelecerão sua autoridade como nenhum outro meio.

Quais são as expectativas de retorno?

Em 2014, de acordo com a Forbes, o mercado para cursos online já abocanhava uma fatia de 57 bilhões de dólares. Em 2015, esse número subiu para 157 bilhões. Mas as figuras acima, no geral, dizem respeito aos cursos pagos.

O que pode ser esperado ao criar aulas gratuitas e distribuí-las com o objetivo de aumentar suas vendas?

Recentemente, várias empresas têm investido em aulas gratuitas para integrar melhor seu marketing. Pense, por exemplo, em tutoriais de como utilizar um produto oferecidos por seus criadores. Essa é apenas uma das maneiras como cursos online podem ajudar um negócio a vender mais.

De fato, 81% dos entrevistados pela BlueVolt acreditam que seus empreendimentos conseguem obter mais lucros ao oferecer aulas gratuitas.

O principal motivo disso é que, quando uma marca cria conteúdo altamente qualificado, ela tem controle da mensagem. De maneira consistente, pode guiar o usuário pelo funil de vendas e se beneficiar do que há de melhor no Marketing de Conteúdo.

Do ponto de vista financeiro, o custo de se produzir aulas online é facilmente recuperado com o aumento das vendas e da fidelização. E, embora a estratégia seja nova e ainda não existam muitos dados sobre ela, os que existem são animadores.

Broan-NuTone, uma empresa americana que produz objetos como campainhas e sistemas de automação domésticos, é uma das que viram suas vendas crescerem com a técnica. Eles foram capazes de atingir mais parceiros de venda e de reduzir, simultaneamente, os custos de se treinar pessoal.

Usuários finais também se beneficiam com aulas gratuitas. Elas podem convencê-los da necessidade de adquirir um bem ou serviço, instruí-los sobre o que estão comprando e aumentar o engajamento pessoa-marca. Por isso, investir em aulas gratuitas é uma grande ideia para quem deseja vender mais.

Bom, agora você já sabe que oferecer cursos online são uma ótima forma de produzir conteúdo para a web. Então, se você quiser se beneficiar das aulas gratuitas, terá de aprender como fazer essa produção de conteúdo muito be

12 hacks de conteúdo avançados para você multiplicar o tráfego do seu blog em 2018

Confira 12 hacks de conteúdo avançado para você explorar em 2018 e levar sua estratégia de conteúdo a outro patamar!

Conquistar boas posições nos rankings do Google e multiplicar o seu tráfego é uma tarefa cada dia mais complicada, não é verdade?

A concorrência só aumenta!

Atualmente, de acordo com os respondentes da Content Trends, 71% das empresas brasileiras já investem em Marketing de Conteúdo. E o mercado tem se tornado cada vez mais educado.

Mas, se você já está se aventurando na área e disputando vorazmente posições mais altas no Google, chegou a hora de dar um passo à frente.

Apesar de ser uma tarefa bem complicada, hoje você vai aprender como pequenos detalhes podem fazer a diferença em uma batalha por uma palavra-chave específica.

Veremos alguns hacks de conteúdo para otimizar os seus posts e aumentar a sua competitividade, elevando o nível dos seus conteúdos para os leitores e buscadores.

Então confira 12 hacks avançados para você multiplicar o tráfego do seu blog e alcançar melhores posições nas buscas.

1. Otimize os seus títulos e ganhe posições nas SERPs com o Google Adwords e Search Console

Esse primeiro hack é um dos meus preferidos. Afinal, foi utilizando essa otimização que melhoramos o nosso título para rankearmos em primeiro lugar para o nome do maior profissional de Marketing digital da atualidade.

Um dos principais fatores de rankeamento são os seus títulos. Mas, muitas vezes, eles são negligenciados pelas pessoas.

Além de apresentar aos buscadores o tema do seu post, o título é o que convence o leitor a clicar e a ler o seu conteúdo.

E nós sabemos a importância de uma primeira boa impressão.

Bom, vamos logo ao ponto. Você quer saber como otimizar os seus títulos e melhorar posições e o seu CTR, não é?

O primeiro passo é acessar o seu Search Console.

Agora vá até a aba “Search Analytics”. Você verá essa tela:

Selecione uma página que você precisa melhorar seus rankings urgentemente. No meu caso, selecionei nosso conteúdo sobre 4 Ps do Marketing.

Depois disso selecione consultas, ali do lado de páginas.

Agora você vai encontrar quais são as principais buscas que as pessoas fazem para chegar até o seu conteúdo.

Quando fiz isso percebi algo interessante. Estávamos rankeando em primeiro lugar para 4Ps, 4 Ps do Marketing e 4 Ps.

Mas não rankeavamos para Mix de Marketing. Foi aí que decidi fazer uma modificação no título. Coloquei a palavra-chave Mix de Marketing no SEO Title e no H1, além de usar essa variação em alguns pontos do conteúdo.

O resultado:

Conquistamos o primeiro lugar para a palavra-chave.

Com esse novo títulos nós:

  • Aumentamos o nosso CTR para a busca “Mix de Marketing”.
  • Mostramos para o buscador que Mix de Marketing era um dos principais termos do texto.
  • Otimizamos o conteúdo para uma variação da keyword que também possui muitas buscas.

Mas não é só isso. Um outro exemplo que gosto sempre de mencionar é o que citei ali em cima quando falei do maior nome de marketing digital do mundo, o Neil Patel.

Quando escrevi o post sobre ele o título era “Quem é Neil Patel: conheça o homem que mudou o marketing”.

É um bom título, concorda?!

Mas acessando o Search Console na época da campanha que ele fez no Instagram (entenda aqui) percebemos que três palavras traziam muitas pessoas para o nosso post:

  • Neil Patel campanha
  • Neil Patel polêmica
  • Neil Patel instagram

Foi assim que cheguei ao título: “Quem é Neil Patel? O homem da polêmica campanha no Instagram”.

O resultado:

Passamos ele para o próprio nome graças à (entre outras coisas) uma otimização do título.

E foi assim que o Neil Patel me ligou:

— Oi André, tudo bom? Já fez o trabalho? Posso copiar?

— Pode sim Neil, só não faz igual!

Ou seja, nosso hack é tão bom, que até o Neil Patel imitou ele!

Google Adwords

Você com certeza conhece os anúncios pagos do Google não é verdade?

Pois saiba que espiar os resultados que estão figurando entre os anúncios pode ajudar você a criar títulos bem melhores e que geram muitos cliques!

A ideia é a seguinte: quem aparece ali está pagando por isso e precisa ter um título relevante e que tenha um bom CTR. Caso contrário o Google não vai querer colocar ele ali.

Vamos analisar os anúncios para a palavra-chave “SEO”:

Perceba como eles usam algumas palavras interessantes e que podem ampliar o seu CTR.

“Faça você mesmo”, “1º lugar nos buscadores”.

Definitivamente essas palavras atraem cliques e no fundo é essa a intenção das pessoas quando procuram por “SEO” no Google. Elas querem aprender a fazer e a rankear em primeiro lugar.

Fiz a mesma busca em dias distintos e adivinhe:

Podemos ver novamente uma tendência de usar esses elementos nos títulos.

Em nosso título, portanto, utilizamos uma chamada com essa ideia, entendendo que essa é a intenção do leitor:

Faz muito mais sentido do que apenas “tudo o que você precisa saber” ou “guia completo e definitivo”. Nosso título já faz uma promessa com elementos que despertam o desejo do público de clicar no nosso conteúdo.

Bacana, não é?

E esse foi só o nosso primeiro hack! Vamos em frente:

2. Como conseguir Featured Snippets do dia para a noite

Você já ouviu falar em Featured Snippets, correto?

São aquelas caixas de respostas que o Google oferece no topo das páginas de resultados, acima da primeira posição orgânica!

E ele pode puxar essa resposta de qualquer um dos conteúdos que estão rankeando na primeira página.

Ou seja, o seu conteúdo pode rankear em décimo e aparecer acima do primeiro colocado!

Eu escrevi um guia completo a respeito de Featured Snippets aqui no blog. Leia! Esse é o tema do momento e você vai aprender a otimizar os seus conteúdos para pegar esses Snippets.

O meu objetivo é passar o hack que usei para roubar um snippet do dia para a noite (consegui um em um intervalo de 15 minutos).

O que você vai fazer:

Primeiro passo:

Para começar, você precisa identificar as oportunidades de Snippets que você tem. Você pode fazer isso manualmente, identificando as palavras-chave para as quais você rankeia na primeira página e buscando o termo no Google para ver se existe um Snippet na página.

A melhor opção, no entanto, é utilizar uma ferramenta que identifique essas oportunidades para você. Vou demonstrar como fazer isso utilizando o SEMrush, mas existem outras ferramentas com essa função no mercado.

Método 1:

Bom, dentro do SEMrush você precisa acessar a sua aba projetos, onde você configura o seu site para análises mais avançadas.

Em caso de dúvidas, leia nosso guia completo do SEMrush.

Dentro dessa aba, você encontrará a opção position tracking.

Nela você terá diversas opções para analisar o seu domínio a fundo, comparar suas posições e tráfego aproximado com os seus concorrentes, acompanhar os seus rankings, fazer uma análise de landing pages e ainda poderá conferir a mais nova funcionalidade, Featured Snippets.

Na aba de Featured Snippets, o SEMrush não mostra apenas os Snippets que você possui, mas também em quais SERPs você tem a oportunidade de conquistar um.

A ferramenta não mostra todas as oportunidades que você tem, mas traz  um volume considerável para você otimizar os seus conteúdos.

Método 2:

O segundo método é o mais simples e vocês vai descobrir todos os Snippets que você já tem e algumas oportunidades.

Como esse método você não será feito dentro de Project, você pode fazer a análise para o seu domínio e descobrir os Snippets que você quer roubar dos seus concorrentes.

Em Domain Analytics, vá na aba overview e escolha um domínio que você deseja analisar. Como exemplo, vou analisar o domínio da Hubspot internacional.

Desça até “Top Organic Keyword” e vá para a análise completa!

Depois disso, vamos precisar fazer um filtro avançado para você identificar as palavras-chave.

Em “Filtro avançados” selecione “incluir”, “posição” e “menor que” e depois digite 11. Isso mostrará os resultados de 1 a 10 na SERP, que é o que nos interessa. Afinal, todo Snippet está na primeira página.

O segundo filtro é: “incluir”, “SERP feature” e “Featured Snippets”.

Pronto! Agora você tem acesso às keywords que o domínio escolhido para análise (no caso, a Hubspot) tem Snippet. Você pode checar o seu domínio e o dos seus concorrentes!

Nem todos os Snippets para as palavras-chaves que tem essa feature na SERP serão seus. Por isso, você pode conferir quais snippets ainda não tem e descobrir oportunidades.

Método 3:

O melhor de todos os métodos é esse. Você vai na ferramenta Magic Tool dentro de Keyword Analytics.

Escolha uma head tail importante para o seu negócio. No nosso caso por exemplo, vamos escolher a palavra “marketing”.

Selecione o filtro Featured Snippets em SERP features:

Agora a ferramenta vai te dar uma lista de TODOS os termos que contém a palavra “marketing” e possuem featured Snippets.

Incrível, né?!

Após encontrar algumas boas oportunidades, vamos ao…

Segundo passo:

Agora que você já sabe quais palavras-chave investir, é hora de identificar o tipo de otimização que o seu conteúdo precisa.

Para isso, entre nas buscas do Google e veja o atual quadro de respostas. Repare em qual tipo de Snippet ele é, lembrando que ele pode ser de parágrafo, lista ou quadro.

Lista:

Parágrafo:

Quadro:

Para aprender a otimizar o seu conteúdo para cada tipo de Snippet leia o guia completo dos Featured Snippets aqui!

O mais importante é adaptar o seu conteúdo de acordo com o tipo de resposta que o Google quer apresentar para os usuários.

Após otimizar o seu conteúdo de acordo com o tipo de snippet, é hora de acelerar o processo um pouco. A otimização de um conteúdo pode ser grande ou pequena e em muitos casos o Google não vai necessariamente reindexar o seu conteúdo imediatamente.

E é aí que vem a grande sacada!

Terceiro passo:

Para conseguir conquistar um Snippet do dia para a noite, existe um processo rápido que você pode fazer. Um dos que eu conquistei demorou apenas 15 minutos!

Apesar disso, não quer dizer que o processo é instantâneo e nem que é uma garantia que você vai roubar o topo de quem já está lá.

Mas se você otimizou o seu conteúdo com as melhores práticas possíveis e com uma ótima resposta, você terá grandes chances.

Para isso, acesse o Google Search Console, vá até a aba lateral e, dentro das opções em “Rastreamento”, você verá “Buscar como o Google”.

Você verá uma opção para colocar as URLs do seu site ou blog.

Por exemplo, vamos supor que eu queria roubar o Snippet para a palavra-chave “Marketing de Conteúdo”. Já otimizei o meu conteúdo de acordo com o Snippet, que é de parágrafo.

Agora vamos buscar pela URL do post.

O Search Console vai identificar o conteúdo que você está procurando. Agora você verá a opção “solicitar indexação”.

E voi lá! O Google vai reindexar a sua página em alguns minutos e verá a sua atualização, o que possibilita que ele identifique a sua resposta como a mais apta para o Snippet daquela respectiva SERP.

Vá acompanhando a página de resultados para ver se você obterá êxito. Acompanhe por algumas semanas. O processo pode ser do dia para a noite, mas também pode demorar um pouco.

Já vivi as duas situações.

Caso não conquiste a caixa de resposta logo no começo, repita o processo com uma nova resposta ainda melhor para aquela SERP, até que você conquiste o tão sonhado Snippet:

Foi com essa técnica que conquistei o Snippet “Marketing de Conteúdo” e de outras palavras das mais importantes e disputadas do mercado, como “Marketing”.

As outras não vou revelar para evitar que você use a minha técnica contra a minha pessoa (hehe).

Vamos em frente que ainda temos muitos Hacks de conteúdo para você multiplicar o seu tráfego e conquistar rankings incríveis!

3. Como (REALMENTE) usar as palavras-chave no seu conteúdo

A palavra-chave é um termo que representa a busca ou a dúvida do leitor.

Um dos principais fatores em uma estratégia de SEO é saber otimizar o seu conteúdo para que o Google entenda que o seu post responde àquela busca feita pelo usuário.

Vamos entender como utilizá-las dentro do seu post para ele ficar perfeito aos olhos do Google.

A primeira dúvida mais comum é em relação ao número de vezes que ela deve aparecer em um texto:

Densidade

Começo esse tópico com uma perguntinha:

Para você, qual a densidade ideal ou a maneira mais correta de usar as KWs nos seus posts?

  • Pelo menos 10 vezes.
  • Uma vez no primeiro parágrafo, uma vez no último, em um heading tag e pelo menos duas vezes no conteúdo.
  • Uma vez a cada 100 palavras.
  • Pelo menos 0,5% do conteúdo precisa ser a palavra-chave.

Se você respondeu a segunda opção, parabéns! Você errou.

Brincadeira à parte, a verdade é que atualmente não existe uma densidade ideal de palavras-chave dentro de um conteúdo.

É claro que utilizar a palavra em uma heading tag e algumas vezes dentro do texto é uma boa prática, mas não é uma regra. Não é isso que vai fazer o seu conteúdo rankear em primeiro lugar.

Bom, se a densidade das palavras-chave não é um fator determinante, o que importa quando pensamos em rankear um conteúdo para uma busca específica? A resposta para essa pergunta é, hoje, um dos principais fatores de rankeamento do Google:

O campo semântico (LSI)

O campo semântico ou LSI (Latex Semantic Index) é hoje a principal forma do Google interpretar a qualidade de um conteúdo.

Observe a seguinte frase:

O tom de vermelho dessa manga está desbotado!

A frase tem um duplo sentido, afinal:

Como o Google saberia do que essa frase se trata dentro de um conteúdo? Pelo campo semântico!

Se a frase está próxima de palavras como “costura”, “tecido” e “roupa” ele saberá que se trata de uma camisa. Já se ela estiver próxima de “suco” ou “sabor” ele entenderá que se trata da fruta.

Ok, esse foi um exemplo simplório. Agora vou mostrar na prática como isso vai interferir no rankeamento das suas palavras-chave!

LSI na prática

Faço aqui outra perguntinha: qual desses dois conteúdos você acredita que rankeará melhor nas SERPs do Google?

Se você respondeu o segundo, parabéns! Você realmente acertou.

Veja bem, para você alcançar o topo do Google o seu conteúdo precisa responder a dúvida da Persona de forma completa. Portanto é praticamente impossível você responder à pesquisa “marketing digital” sem mencionar pilares como SEO e Marketing de Conteúdo.

É a partir dessa análise semântica que o Google interpreta a qualidade de um conteúdo e a qualidade das informações oferecidas.

E temos esse outro exemplo:

Novamente, é a segunda opção que tem a maior possibilidade de rankeamento.

O Google interpreta de forma negativa a repetição exacerbada da palavra-chave (como no caso da primeira imagem). Por isso, é muito mais positivo você utilizar variações naturais da palavra, melhorando a fluidez e leitura do texto.

Separei um exemplo para você perceber a capacidade de interpretação semântica incrível que o Google tem hoje:

Retirada de Backlinko

A busca realizada nessa SERP foi “best playstation 1 RPG” (melhores RPGs de playstation 1).

Naturalmente, o Google destaca as keywords nas SERPs, correto? Mas veja que interessante: na imagem, “Vagrant Story” e “Final Fantasy” estão em negrito!

Isso porque o Google sabe que eles são RPGs de Play 1!

E ele também destacou PS1, sabendo que é uma abreviação de Playstation 1.

É com esse nível de análise semântica que o Google vai indexar os seus conteúdos. Portanto, esteja atento a isso e explore os temas que são realmente relevantes para tirar a dúvida da sua persona.

A tendência é que o LSI seja um dos principais fatores de rankeamento por um bom tempo!

4. Multiplique seu tráfego com palavras-chave long tail

Primeiro aspecto que gostaria de esclarecer é quanto ao conceito de palavras-chave long tail.

Essas maravilhosas ferramentas para gerar tráfego são muitas vezes conceitualmente explicadas da maneira errada.

Você já deve ter ouvido que uma palavra head tail possui 1 a 3 palavras e uma long tail 4 ou mais, mas essa explicação não está correta, embora haja uma correlação.

O termo se refere a palavras-chave específicas! O que determina se ela é ou não head tail é o seu volume de buscas e a especificidade do tema abordado.

Veja esse exemplo:

Quais dessas palavras-chave você acha que é long tail?

Perceba que são as duas últimas! Vitor Peçanha, apesar de ter um bom volume de buscas, é ainda bem específico, já que é relevante apenas para quem está inserido no mercado de marketing digital (por enquanto).

O meu nome então, nem se fala! É tão específico que o volume deve ser 1 — no caso, a busca que eu fiz.

As duas palavras mais longas são exatamente as head tails.

O termo long tail é representado por esse gráfico:

Após explicar — e desmistificar — essa confusão comumente vista, vamos entender como usar essas palavras-chave long tail para aumentar o seu tráfego!

Pequeno volume, grandes oportunidades

Quando vamos escolher as palavras-chave que queremos rankear temos a tendência de nos aventurarmos na briga pelas palavras com um volume alto.

Não há nada de errado nisso, mas muitas vezes esquecemos do potencial que as palavras-chave long tail possuem.

Veja bem a taxa de CTR das palavras head e long tail em uma SERP:

O grande ponto das long tails é que ela são muito menos disputadas! Já as mais genéricas, além de mais disputadas, geralmente a briga está entre grandes empresas do mercado!

Ou seja, quando olhamos para essa imagem logo podemos pensar:

É melhor garantir 30% de cliques de várias palavras com 700 buscas mensais, do que bem menos de 5% de uma palavra com 30 mil.

Veja esse exemplo:

Segundo o SEMrush, temos os seguintes volumes de busca:

  • Mix de Marketing: 2.900
  • 4 Ps do Marketing: 2.900
  • 4 Cs do Marketing: 390
  • 4 As do Marketing: 260

O interessante é que todos os três se referem ao mesmo conceito, o mix de marketing.

Hoje nós rankeamos para todos os 4 termos, mas enquanto batalhamos ferrenhamente pelo topo nas duas primeiras, ficamos em primeiro facilmente para as duas últimas.

Enquanto a maioria dos concorrentes se preocupam com o termo principal, nós rankeamos os outros termos e conseguimos um tráfego interessante desses posts.

Além disso, esses posts fortaleceram o dos 4 Ps, como vou explicar no Hack de posts satélites!

Portanto, atente-se àquelas palavras menos disputadas e começa a construir sua autoridade dessa maneira. Assim, vai ficar muito mais fácil de pegar rankings mais disputados.

E se você já tem um domínio forte e palavras head tail garantidas, pense no tráfego que diferentes long tails podem trazer para você!

Veja quantas oportunidades de tráfego você tem com long tails para a palavra empreendedorismo! Imagine ganhar 30% de cada uma dessas?

Utilize ferramentas como o SEMrush (do print acima), Ahrefs e Keyword Planner para encontrar listas de palavras-chave como essa!

Uma outra ferramenta útil pode ser o keywordtool.io. Apesar de não apresentar o volume (na versão gratuita), você pode descobrir ideias incríveis nela e conferir o volume em outras ferramentas.

Confira esse post com as melhores ferramentas para você fazer uma análise de palavras-chave!

A oportunidade de multiplicar o seu tráfego está ao seu alcance.

Mencionei nesse tópicos os posts satélites, agora vou mostrar como você pode usá-los para multiplicar o seu tráfego!

5. Posts satélites: rankeie para as palavras mais disputadas do mercado

Os posts satélites têm tudo a ver com long tails. Foi por isso que eu os mencionei no tópico anterior e vou explicá-los logo depois.

Essa, para mim, é uma das principais formas de conquistar posições com palavras-chave head tail, além de auxiliar na criação de tópicos dentro de um conteúdo.

Não vou entrar em muitos detalhes sobre a técnica, você pode conferir um post excelente e muito detalhado sobre ela no Inteligência Rock Content!

O conceito é bastante usado em todas as nossas estratégias por aqui.

Essa técnica vale principalmente para conquistar rankings para as palavras mais disputadas do mercado.

Você escolhe um termo essencial dentro do seu mercado que você precise rankear e cria um post completo sobre o tema! Para explicar uma head tail, geralmente são necessárias muitas palavras e muitos tópicos, correto?

Esse será o seu post pilar!

Ele será o grande foco dessa estratégia. Os posts satélites serão criados a partir das long tails e temas relacionados ao pilar. Todos eles linkando diretamente para ele, fortalecendo o conteúdo que visa rankear para a head tail.

Para ficar mais fácil de entender, vamos ver na prática como funciona a estratégia dos posts satélites:

Posts satélites na prática

Para analisar essa estratégia, resolvi pegar uma das palavras-chave mais importantes para a Rock Content, o post que já nos rendeu mais de 2 milhões de reais: “Marketing digital: o que é e TUDO sobre como fazer marketing online”.

Essa é provavelmente a palavra-chave mais importante do nosso mercado e a estratégia de posts satélite foi fundamental para o sucesso desse conteúdo.

Inicialmente, fizemos uma pesquisa para identificar quais outros termos possuíam um volume considerável e que seriam interessantes abordar dentro do conteúdo:

A partir dessa pesquisa identificamos long tails para usar como tópicos dentro do conteúdo e, assim, fazer um post completo abordando os temas mais relevantes sobre marketing digital.

Após fazer o conteúdo completo com todas as long tails e vários conteúdos específicos para rankear para cada uma delas, linkamos os satélites para o post pilar e, dentro do pilar, enviamos links para os satélites.

O pilar fortalece os satélites e todos os satélites apontam para o post principal.

Um outro exemplo é uma kw que rankeamos recentemente: publicidade.

Todos os tópicos que defini para o conteúdo são palavras-chave long tail relacionadas a públicidade:

E cada um desses tópicos virou um conteúdo!

Dentro de “como funciona uma agência de publicidade”, por exemplo, utilizamos termos como “redação publicitária e “planejamento publicitário”. Esses termos  também ganharam seus próprios posts.

E estamos rankeando bem para todas elas (várias em primeiro).

Mas o principal:

Hoje somos o primeiro lugar orgânico para o termo! Ou seja, o post pilar está fortalecido graças aos vários conteúdos satélites de qualidade apontando para ele!

Os posts satélites também estão rankeando muito bem. É muito difícil você conseguir alcançar o topo para todas essas kw com apenas um conteúdo.

Veja esses exemplos:

e…

Portanto, os posts satélites devem ser bem completos e mais detalhados do que o seu respectivo tópico dentro do conteúdo pilar!

Como você pode ver, esse hack traz resultados consistentes.

Mas ainda temos outros tão legais quanto para conhecer!

Sem tempo pra terminar todos os Hacks agora?

Faça o download desse post no formato PDF preenchendo o formulário abaixo:


 

 

 

 

6. Otimizações simples para aumentar o tempo de permanência nas suas páginas

Um dos principais fatores de rankeamento para o Google atualmente é o tempo de permanência nas páginas.

Apesar de não ser um sinal que deva ser analisado sozinho, ele é um dos principais indicadores de qualidade de um conteúdo.

Afinal, se o leitor entra na sua página, passa 10 segundos ali e volta para a SERP para encontrar outro resultado, isso definitivamente não será interpretado como um bom sinal.

Para entender melhor esse fator de rankeamento e por que ele é tão importante confira esse conteúdo completo!

Vamos aos hacks?

*Essas duas estratégias aprendi com o Brian Dean, do Backlinko!

Utilize intertítulos que apresentem benefícios claros!

Que o uso de intertítulos é uma prática obrigatória em blog posts você já está cansado de saber não é verdade?

Mas o problema é que muitas pessoas usam os intertítulos apenas para marcar o início de um novo tópico dentro do texto ou para melhorar a escaneabilidade.

Não tem nada de errado nisso, ambos são funções fundamentais de um intertítulo. Mas se o seu objetivo é manter o leitor engajado no seu conteúdo e disposto a ler até o final, você precisa ir além dessas duas funções…

Quando bem usados, os intertítulos são poderosas ferramentas para manter o leitor preso ao seu conteúdo.

E uma dica fundamental é você utilizar intertítulos que chamem a atenção e mostram um benefício para o leitor realmente ler aquele tópico.

Por exemplo: no hack sobre posts satélites, o intertítulo poderia ser apenas “Posts satélites”, afinal, o tópico é sobre isso.

Por ser um conteúdo extenso, talvez você não tivesse interesse em ler e procurasse hacks que você se familiarizasse. É aí que entra o benefício!

Eu utilizei:

Se você não queria saber o que eram “posts satélites”, talvez o fato de eu prometer que esse hack ajudará a rankear para as palavras-chave mais disputadas do mercado tenha despertado a sua curiosidade.

Se uma pessoa está apenas “passando o olho” no seu texto, um intertítulo chamativo e com uma promessa pode ser o que vai prendê-la ao seu conteúdo!

Pode reparar que usei essa estratégia em quase todos os Hacks desse conteúdo!

E ainda temos outras formas de prender o seu leitor ao seu texto:

Use frases de conexão (bucket brigades)

Se você está se perguntando o que é bucket brigade, creio que nesse caso uma imagem valha mais do que 138 palavras:

Você com certeza já viu isso em algum desenho animado!

Mas o que isso tem a ver com marketing de conteúdo?

Imagine cada hack desse conteúdo como um balde de água para apagar um incêndio de metas na sua estratégia de conteúdo.

Bom, assim sendo, as frases de conexão seriam cada passagem de mãos, mantendo todo o conteúdo conectado até que você chegue ao fim da leitura.

Estou utilizando essa prática durante todo o texto e a frase em negrito acima faz parte disso.

Essas frases servem para atiçar a curiosidade do seu leitor e para mantê-lo interessado no seu conteúdo.

Mais algumas ideias de frases de conexão que você pode inserir ao longo do texto:

  • Mas como você vai usar isso?
  • E sabe qual é a melhor parte?
  • Por que isso é importante?
  • Mas não para por aqui…
  • E como isso vai ajudar o seu negócio?

A fórmula APP

Lembram que eu falei que os títulos muitas vezes são negligenciados?

Muito mais desvalorizados que eles são as introduções! Muitos utilizam essa parte do texto apenas para contextualizar ou para não começar um post sem antes dar uma introduzida no assunto.

Mas uma introdução é muito mais do que isso!

Elas funcionam como um escorregador! Você trouxe o seu leitor até aqui e é na sua introdução que ele vai decidir se ele vai descer por todo o seu conteúdo ou voltar pela escada que o levou até ali.

Se a descida não for segura e confiável, dificilmente ele vai se aventurar. A mesma máxima funciona para um post.

A introdução é o momento que você ganha o seu leitor e o convence que o seu conteúdo, independente do tamanho, vale a pena ser lido até o final!

E para fazer uma excelente introdução, utilize a fórmula APP, que significa “Agree” (concordar), “Promise” (promessa) e “Preview” (prévia).

Vou ensiná-la mostrando uma introdução do blog na qual usamos a fórmula APP. É a introdução do nosso post sobre SEO (que está na primeira ou segunda posição do Google, dependendo do dia que você buscar).

Perceba que no primeiro trecho nós concordamos com a dor da persona! Se ela quer aprender sobre SEO, com certeza quer chegar ao topo do Google.

Dessa forma geramos uma conexão com ela, afinal, ela sabe que entendemos a dor dela.

No segundo trecho em destaque, eu faço uma promessa! Eu conto para o leitor que existem sim,grandes chances dele alcançar o topo do Google. Dessa forma, consigo despertar  o interesse dele em ler todo o conteúdo.

E, para garantir que ele leia todo o conteúdo, eu faço uma prévia mostrando os pontos que vou abordar para ensiná-lo a alcançar os resultados da promessa que fiz anteriormente.

Explicarei quais fatores vão influenciar o rankeamento dele e como ele executará uma estratégia de SEO para alcançar os resultados que ele procura!

Bacana, não é?! Se você reparar, utilizei a fórmula APP na introdução desse conteúdo que você ora lê! Consegue identificar cada um dos elementos lá?

7. Crie suas próprias palavras-chave

Este Hack pode parecer um pouco estranho, Mas ele traz boas oportunidades para você, além de possibilitar que você dite tendências dentro do seu mercado.

A ideia é criar palavras-chave que façam sentido para o seu público ou para o seu mercado.

Pode ser uma fórmula, como o Brian Dean fez com a Fórmula APP (que ensinei nesse post), pode ser o nome de um fenômeno que está acontecendo no seu mercado ou até a apropriação de um termo em outra língua.

Temos um exemplo disso aqui na Rock Content, o Vendarketing.

Vendarketing é um termo que mostra a união dos setores de Vendas e Marketing. Os setores trabalham, praticamente, juntos.

O termo já existia em Inglês, mas o co-fundador da Rock, Vitor Peçanha, decidiu criar uma adaptação para o português. Foi assim que surgiu o Vendarketing.

E depois disso outras grandes empresas do nosso mercado investiram nessa palavra-chave também, veja:

Isso fortalece o termo no mercado e ele vai se disseminando. Além disso, se ele vier a ter um bom volume de buscas, é bem provável que a pessoa que cunhou o termo esteja na primeira posição.

Evite palavras confusas e forçadas ou fórmulas complexas e de difícil memorização. É extremamente fácil lembrar da Fómula APP, mas praticamente impossível lembrar de CmREV.ROm³H2.

Dá próxima vez que você desenvolver um técnica para o seu negócio, seja de SEO ou uma dieta para perder peso sem cortar chocolate, dê um nome a ela!

8. Faça uma limpeza no blog

Talvez você já tenha ouvido falar nisso, mas em outro contexto. É muito comum lermos a dica de limparmos todos os erros de SEO que encontramos no nosso blog.

Mas esse hack é diferente. A ideia aqui é fazer uma limpeza dos conteúdos que você já postou!

Se o seu blog tem apenas 1 ano ou menos, você ainda não precisa fazer isso.

A ideia aqui é simples. O seu blog provavelmente possui conteúdos que são um peso morto ali dentro.

Tenho certeza que se o seu blog possui 2 anos ou mais, os conteúdos que você posta hoje são bem melhores do que os que você postava quando começou. Daí a necessidade de atualizar posts.

Mas você provavelmente vai encontrar conteúdos que não geram nenhum valor para o seu blog, ou que geraram por um certo período, mas hoje estão absolutamente perdidos e sem utilidade no seu blog.

Esse conteúdos, além de pesarem o seu blog, podem dar um mal sinal para os buscadores. Afinal, um site que possui vários conteúdos sem relevância e que não recebem visitas deve ser um site ruim.

Esses conteúdos podem ser uma âncora (te afundando e te estagnando no mesmo lugar) no seu blog e você nem está percebendo.

A melhor parte:

É bem fácil corrigir isso!

Primeiro você precisa encontrar conteúdos que nos últimos 3 meses (ou em um intervalo um pouco maior) não geram nenhum valor e nem levaram visitas para o seu blog.

Vá na aba comportamento do Google Analytics

Vá em “todas as páginas” ou “páginas de destino”. Páginas de destino revela as sessões que foram iniciadas no seu blog pela página analisada.

“Todas as páginas” vai apresentar as visualizações que a página recebeu. Ou seja, o visitante entrou no seu blog por um post, mas visitou outros posteriormente.

Para o exemplo usarei visualizações.

Selecione um intervalo de pelo menos três meses para fazer essa análise.

Você encontrará URLs como essa:

Foram 4 visualizações de página nos últimos 4 meses. Visitei a página e o conteúdo é muito antigo.

Caso não seja pertinente a atualização, exclua o post e faça um redirecionamento 301 para um post relacionado ou para o Home do seu blog.

Mas, se for uma palavra-chave interessante, atualize o conteúdo e entenda porque essa página não recebe visitas.

Você pode também conferir os posts mais antigos dentro do seu WordPress (ou seja lá qual CMS você usar). Selecione essas URLs e confira dentro do seu analytics o número de visitas que ele recebeu nesse período.

Isso é importante porque o Analytics não vai mostrar o conteúdos que não tiveram nenhum acesso!

Nota: alguns posts podem ser sazonais e possuir valor em Social. Você pode redivulgá-los ou reaproveitá-los de tempos em tempos. É fundamental pesar essas possibilidades antes de limpar o seu blog!

Hack Bônus no meio do texto! Pensei nele agora (enquanto escrevia)

Talvez esse intertítulo não faça muito sentido, mas enquanto fazia a busca dentro do nosso blog para dar um exemplo de post sem visitas, inventei um excelente hack para você usar no seu blog.

Enquanto procurava pelo post vi várias URLs com esse formato:

Essas URLs representam buscas que foram feitas dentro do nosso blog! A URL pode variar de acordo com cada blog. Alguns ficam “?q=”, por exemplo.

Faça uma busca interna e confira a URL de busca do seu blog.

Depois, ainda dentro de “todas as páginas” faça a busca: /?s= (ou a marcação específica que estiver na sua URL).

Dessa forma, você vai encontrar as buscas que as pessoas fazem no seu blog. Isso vai mostrar:

  • os temas que a sua persona quer aprender;
  • novas palavras-chave que você ainda não abordou;
  • dúvidas que você pode responder;
  • temas que você precisa abordar mais no seu blog

Por exemplo:

O termo CRM foi buscado 55 vezes dentro do nosso blog nos últimos meses. Isso demonstra uma necessidade de abordarmos mais o tema no nosso blog, pois é de grande interesse da nossa persona!

Final do hack bônus! Curiosamente ele tem tudo a ver com o nosso próximo Hack (prometo que não foi intencional), no qual falarei as melhores formas de evitar uma saturação de palavras-chave!

9. Saturei minhas palavras-chave, o que fazer?

Um dia me perguntaram:

“O Marketing de Conteúdo já tem mais de 1.500 posts, como vocês fazem para continuar encontrando novas palavras-chave?”

Essa dúvida é extremamente pertinente e relevante dentro do nosso mercado!

Muitas pessoas com mais de 2 ou 3 anos de blog começam a ter essa dificuldade e agora eu vou passar as melhores formas para você descobri como encontrar novas palavras-chave para o seu blog.

Use o Hack Bônus

Como eu falei, o hack bônus tem tudo a ver com descobrir novas palavras-chave. Encontre as buscas inusitadas que fizeram no seu blog e confira se vale à pena investir nelas.

Por exemplo, me deparei com a surpreendente busca:

Nós temos conteúdos sobre o tema, mas caso não tivéssemos, seria um ótimo aviso para passarmos a ter.

11 poderia ser o número de clientes perdidos que tivemos na área de saúde nos últimos 3 meses.

Espie os seus concorrente

A melhor maneira de descobrir quais kws usar é olhando aquelas que o seu concorrente usou e você ainda não!

Temos um post sugerindo as melhores ferramentas para você não perder nada que o seu concorrente está fazendo.

Geralmente utilizo o SEMrush.

Jogo o domínio de um concorrente no domain analytics e vejo uma análise das principais palavras-chave deles.

Confira aquelas que são pertinentes para o seu blog e comece a produzi-las.

Espie os seus concorrentes diretos, mas não deixe de visitar outros grandes players do seu mercado.

O exemplo que dei é da Hubspot, que não é um concorrente direto, mas sempre me traz várias ideias e insights.

Um exemplo disso é o clássico: como usar excel (peguei da Hubspot americana) que hoje é um dos posts mais visitados do blog.

Se você não possui nenhuma ferramenta, visite o blog dos concorrentes e passe um tempo navegando por ele. As oportunidades de palavra-chave estarão espalhadas por lá!

3. Espie blogs gringos

Essa sugestão é basicamente idêntica à anterior. Em vez de visitar concorrentes e outros influenciadores do seu mercado, confira os blogs gringos.

Você pode fazer isso da mesma maneira, utilizando uma ferramenta como o SEMrush ou visitando blogs relevantes no mercado.

Temos outras ótimas maneiras:

4. Autocomplete e buscas relacionadas do Google

Se tem alguém que entende de palavras-chave é o Google. E ele pode trazer insights incríveis para você.

Primeiro utilize o autocomplete.

O Google pode trazer vários insights que você sequer havia cogitado para o seu blog.

E não pare por aí! Veja como as buscas relacionadas são completamente diferentes do Autocomplete:

E se você utilizar termos mais longos, o Google poderá apresentar diversas palavras-chave long tail que os seus concorrentes ainda não estão investindo:

Não temos um post sobre marketing na odontologia. Pode ser uma oportunidade!

5. Utilize ferramentas de palavras-chave

Essa é a dica mais óbvia.

Use e abuse das ferramentas de palavras-chave. Elas são uma das melhores amigas de quem investe em conteúdo.

Temos várias opções para você se divertir:

  • SEMrush (em especial o Keyword Magic Tool, a mais completa que já vi para encontrar long tails).
  • Keyword Planner.
  • Ubersuggest.
  • Answers The Public.
  • keywordtool.io.

Confira uma lista com várias outras aqui!

6. Visite fóruns, grupos e sites de perguntas e respostas

Quer saber as principais dúvidas que a sua persona tem?

Visite fóruns e sites de respostas. Ali você encontrará ótimas oportunidades para retirar dúvidas que você nem imaginava que as pessoas teriam.

Os grupos nas redes sociais também são excelentes oportunidades.

7. Escute o seu público

Incentive o seu público a enviar dúvidas para você!

Pergunte a eles qual o tipo de conteúdo eles mais gostam de ler, quais temas eles querem ver no blog, quais temas eles sentem que deve ser melhor explorado etc.

Ninguém melhor do que o seu próprio público para definir quais os melhores conteúdos para aparecer no seu blog.

10. Buzz content: boom de tráfego quando você menos espera

Uma das grandes dicas que você escuta dentro do marketing de conteúdo é: invista em conteúdos evergreen.

E, de fato, é uma ótima dica!

Mas isso não quer dizer que você deva esquecer os conteúdos focados em Social ou em Buzz momentâneo.

Nós o apelidamos de Buzz Content. São conteúdos que investimos para gerar um Buzz momentâneo para o nosso blog.

Usamos em especial 3 tipos de conteúdos:

  • Noticiosos;
  • Sazonais (datas especiais);
  • Posts especiais com foco em Social (posts humorísticos ou com referências POP).

Vamos conhecer melhor esses tipos de conteúdo.

Sazonais:

Aproveitar datas especiais como Natal e Halloween ou eventos que acontecem durante o ano com a Black Friday.

Alguns exemplos de posts sazonais que usamos:

  • Black Friday
  • Dia dos Namorarketings
  • Halloween

Posts especiais:

Os posts especiais são posts com foco em ganhar visualizações e compartilhamentos em Social.

Geralmente fazemos posts de humor, quizzes de conhecimento ou de personalidades, conteúdos focados em cultura pop (relacionados a filmes, séries, cantores famosos).

Estes conteúdos tendem a gerar muitos compartilhamentos e um Buzz momentâneo.

Alguns exemplos de conteúdo:

  • Risarketing: as melhores piores piadas de Marketing
  • Deadpool explica: por que o seu conteúdo é uma m…
  • Quem é você na Liga da Justiça do Marketing
  • Quem é você no Jogo dos Tronos do Marketing
  • O Reino de Marketing da Beyoncé

Posts noticiosos:

Posts noticiosos são extremamente simples de fazer, relevantes para o mercado e tendem a gerar um grande engajamento.

A questão é saber identificar quais notícias são relevantes para o seu mercado e divulgá-las o mais rápido possível.

Alguns exemplos de notícias:

  • Google Primer: Google lança 18 certificações gratuitas
  • Facebook vai impedir que 17 tipos de post virem Ads: confira quais são

Uma das grandes vantagens das notícias é que elas podem ser posteriormente atualizadas e transformadas em conteúdos evergreen.

Por exemplo, a notícia sobre o Google Primer pode ser atualizada e transformada em um post sobre o aplicativo da Google.

Mas a melhor parte você ainda não viu:

Buzz Content nos números:

Nos últimos 3 meses, somando esses três tipos de posts, tivemos mais de 40 mil acessos apenas neles!

Confira os números incríveis da notícia do Google Primer:

Acessos apenas no final de semana em que foi postado

Desempenho do post no Facebook

Além de gerar um alto tráfego para o blog, o enorme engajamento em Social aumenta o alcance orgânico das nossas próximas postagens.

Afinal, o Facebook entenderá que os seus conteúdos são de qualidade e vai querer mostrá-lo para mais pessoas.

E tem mais.

O Buzz momentâneo gerado por esse tipo de conteúdo abre portas para pessoas que nunca ouviram falar no seu blog ter um primeiro contato com ele e, quem sabe, um dia até tornar-se um cliente.

11. Faça links externos e aumente a relevância do seu conteúdo

Quando pensamos em link building e relevância de conteúdos, todo mundo sabe dois dos principais pilares para o sucesso de um post:

  • Linkagem interna bem feita
  • Receber links externos

O que poucas pessoas entendem é que enviar links para sites relevantes pode ser extremamente benéfico para os seus conteúdos.

Muitos enxergam links externos com um certo preconceito, mas eles são importantes e dão um sinal positivo para o Google.

Você pode estar pensando “mas dessa forma eu posso tirar um visitante do meu blog”. E você está certo. Mas isso não é tudo.

Se o seu conteúdo for realmente relevante, o seu leitor não vai se conformar enquanto não finalizar a leitura.

Enfim, vamos entender os benefícios:

Otimiza a experiência do seu usuário

Os links externos são focados no seu usuário.

É uma forma de mostrar para o Google que você está preocupado com a experiência do seu visitante e está enviando-o para conteúdos de qualidade que podem enriquecer a leitura dele.

Embasa informações e dados

Mencionar estatísticas sem fonte é um verdadeiro tiro no pé, por exemplo. Além disso, utilizar conteúdos que foram referência para você pode ser relevante para a sua persona.

O Google vai entender que você está referenciando conteúdos extremamente relevantes e verá o seu texto com bons olhos, afinal você quer oferecer a melhor experiência possível para o usuário, mesmo que ele precise visitar outro site.

Se você está linkando para um conteúdo excelente, isso mostra que você, provavelmente, sabe do que está falando.

Ajuda o Google a entender o seu negócio

Fazer links para outros players do seu mercado e até mesmo para os seus concorrentes podem ajudar bastante o seu blog.

Esses links facilitam o entendimento do Google em relação ao seu negócio e o mercado que você está inserido.

É fundamental lembrar que os links externos devem ser para conteúdos relevantes! Caso contrário, a linkagem pode ser prejudicial e tirar um pouco da relevância do seu conteúdo.

12. O poder dos textos âncora

Saber fazer um bom uso dos textos âncora é fundamental para o sucesso no rankeamento de palavras-chave.

Apesar do nome, os textos âncora são a chave para levar você ao topo do Google, e não para afundá-lo.

Primeiramente, é importante fazer uma distinção entre as âncoras internas e externas.

Internos:

Os textos âncora dos seus links internos farão pouca diferença para os buscadores. Ele interpretará apenas como um caminho para encontrar outro post relevante no seu blog.

Links internos passam relevância para as páginas, porém o texto linkado não terá muito impacto para o algoritmo.

Já o link externo…

Externos:

Os textos dos links que você receberá de outros sites fazem toda a diferença.

O âncora, nesse caso, é uma forma de você dizer ao Google “eu quero que esse post rankeie para essa palavra-chave”. Portanto, o termo linkado será fundamental para o Google determinar o rankeamento da sua página.

Se você não acredita em mim, experimente buscar o termo “clique aqui” no Google e tente compreender o rankeamento das páginas na SERP.

A verdade é que esse é um dos textos âncora mais utilizados.

Esses textos âncoras mostram para o Google que o seu texto responde à busca para aquele termo específico linkado!

Como fazer da maneira correta

Evite usar termos que não fazem nenhum sentido e nem trechos longos, por exemplo: “confira esse post incrível sobre SEO no nosso blog”.

Tente utilizar o termo específico que você rankear.

Mas, não force a barra. Acima de tudo o link tem que ser natural.

Utilize variações desse termo, por exemplo: SEO, Search Engine Optmization, Otimizações para motores de busca etc.

Isso, claro, quando estamos pensando em SEO. Se o seu foco for gerar tráfego, use a criatividade para induzir o leitor a clicar no seu conteúdo.

Por exemplo, você vai ficar muito curioso para saber qual conteúdo está linkado nesse trecho para servir como exemplo!

Meu case

Um case interessante que passei aqui na Rock foi para o conteúdo: “Como criar um blog”.

É um termo absolutamente complexo de se linkar de forma natural dentro de um post. Por isso, muitas vezes o texto âncora era “blog” ou “criar um blog” e “começar um blog”.

Como “blog” foi a âncora mais comum, isso acabou possibilitando um resultado peculiar.

Enquanto estávamos em terceiro lugar para “como criar um blog”, chegamos a ficar em segundo lugar para “blog”!

E a diferença de volume de buscas é enorme:

Portanto, faça um bom uso dos seus textos âncora. Procure linkar o termo específico ou uma variação sem forçar a barra e colha bons resultados!

Conclusão

Já que você chegou até aqui, tenho certeza que os seus resultados em 2018 serão incríveis!

Eu já usei ou uso praticamente todos eles, portanto, esse não é apenas um conteúdo de dicas, mas sim uma lista das estratégias mais importantes que eu utilizo no meu dia a dia e possibilitou resultados incríveis para a Rock Content.

Mas quero ouvir de vocês. Qual desses Hacks foi o seu preferido? Você já utilizou algum deles na sua estratégia?

Qual outro Hack de conteúdo você utilizará em 2018 e pode compartilhar conosco?

Não deixe de comentar! Quero ouvir a sua opinião e os seus insights!

Até a próxima!

Como Conseguir Backlinks com Marketing de Conteúdo – Estratégias para 2018

SEO é a área de mudanças constantes. Mais tem um fator que permanece sem alteração – os anos passam mas os backlinks ainda são o fator de ranqueamento mais poderoso do Google.

Se você quiser melhorar seu SEO e subir nos resultados de pesquisa das máquinas de busca aposte nos backlinks, garantimos, vai valer a pena!

Até pouco tempo atrás o principal objetivo de linkbuilding foi conseguir o quanto mais possível de links para a sua página. Por isso que as estratégias de conseguir links de sites de baixa qualidade, fóruns de discussão e comentários estavam em alta.

Hoje em dia o jogo mudou e as máquinas exigem links de sites de confiança, o que é bem mais difícil. Marketing de conteúdo é a estratégia que pode ser a chave para linkbuilding de qualidade

LinkBuilding em 2018

Linkbuilding é o processo de obter links de outros sites e o conteúdo pode ser seu forte aliado nessa jornada.

No entanto não são todos os tipos de conteúdo que ajudam a gerar backlinks, especialmente considerando que a Internet está sobrecarregada de conteúdo. Não se pode mais simplesmente publicar conteúdos esperando que as pessoas vão te dar links.

Marketing de Conteúdo da forma como o conhecemos hoje traz mais uma dificuldade – os conteúdos estão sendo compartilhados mas na forma de “menções”, não de backlinks. Autores, empresas e publicações são reconhecidos pelo trabalho deles na forma de citações que podem incluir um link para o perfil nas redes sociais mas receber um link para o seu conteúdo ou site já é mais difícil.

Embora ser mencionado é bom para a sua reputação, uma menção não vai trazer benefícios de SEO ou tráfego.

Outro desafio é publicar seu conteúdo nos sites mais indicados para isso. É melhor publicar menos artigos mas nos sites de qualidade de que fazer mais publicações nos sites aleatórios.

Se você receber um backlink de um site credível, a credibilidade do seu site vai aumentar, já que o Google foca na qualidade e não na quantidade.

Considerando isso, é importante lembrar de duas regras de linkbuilding:

  1. Crie conteúdos de qualidade que geram valor e engajamento do público
  2. Faça a distribuição do conteúdo através de canais corretos para apresentá-lo para pessoas certas que podem te dar o link de qualidade.

Resumindo, a ideia é de convencer os sites confiáveis de alta autoridade a ver seu conteúdo, gostar dele e ainda querer dar um link à ele. E o primeiro passo nessa jornada é de criar conteúdo que merece receber um backlink.

Como criar Conteúdos que Merecem Links

Quais são os conteúdos que merecem backlinks?

O primeiro passo é de entender o que faz as pessoas dar um backlink para seu conteúdo e encontrar jeitos de ganhar o apoio deles.

A principal característica desse tipo de conteúdo – ele gera valor para usuário, traz informação importante ou uma solução de problema.

Esforce-se para criar conteúdos úteis para usuários, mas lembre-se que existem alguns tipos de conteúdos valiosos que são mais propícios para receber backlinks.

1. Pesquisa Original com Insights

Pesquisa original oferece dados estatísticos inéditos, assim que quando alguém quiser mencionar a informação, apresentada nela, ele só poderá fazê-lo colocando um link para a fonte original.

A pesquisa deve gerar valor para o público, respondendo alguma questão atual. Antes de preparar o estudo, esclarece o hipótese da pesquisa e entenda como os dados podem ajudar o seu público-alvo. Esse tipo de conteúdo exige bastante tempo e esforço mas o resultado vale a pena, já que muitos vezes ele permite conseguir backlinks de altíssima qualidade.

2. Conteúdos Visuais

Acrescentando imagens e vídeos à seu conteúdo você aumenta as chances de obter backlinks. Conteúdos visuais atraem a atenção dos leitores, fazem o artigo mais dinâmico e interessante e facilitam o compartilhamento.

Você pode optar por um dos seguintes conteúdos visuais:

  • Infográficos: Muitas empresas apostam nesse tipo de conteúdo, adicionando-lo à posts de blogs que contêm informações úteis, dados estatísticos ou resultados de pesquisa. Adicione o link para o seu site no código de embed do infográfico para garantir que você ganha o link se alguém fizer o repost dele
  • Diagramas: Elas ajudam a entender dados complexos e garantem que o leitor consiga entender plenamente a informação apresentada.
  • Vídeos: A popularidade de conteúdo em forma de vídeo está crescendo diariamente. Vídeos têm uma vantagem enorme – é muito mais difícil plagiar um vídeo que um post de blog (é mais caro e exige mais tempo), por isso se você fizer um bom vídeo as chances do que os influenciadores de opinião vão compartilhá-lo são grandes.

3. Guias Passo-a-Passo e eBooks

Guias passo-a-passo e eBooks na maioria dos casos contêm informações valiosos sobre um tema específico, dando-lhe mais espaço para criar conteúdos mais aprofundados. Um conteúdo bem-planejado e bem-escrito pode virar referência para seu público. Além disso, ele pode tornar-se uma ferramenta poderosa de geração de backlinks.

Depois de criar o seu conteúdo incrível chega a hora de pensar na distribuição para garantir que ele chame a atenção do público.

Distribuição de Conteúdo

O seu plano de distribuição deve focar nos consumidores de conteúdo, mas também no impacto que isso terá sobre o seu SEO.

Infelizmente, mesmo o mais incrível artigo que já foi escrito não consegue agir sozinho e trazer os backlinks. É preciso agir e avisar as pessoas sobre o seu conteúdo usando canais certos.

1. Construindo Laços com Influenciadores

Quando o assunto é linkbuilding o poder dos influenciadores é crítico para o sucesso da jornada. Se um líder de opinião compartilhar seu conteúdo, a exposição do seu artigo será muito maior, aumentando suas chances de obter backlinks de qualidade.

O primeiro passo é encontrar os influenciadores da sua área. Para isso você pode analisar as plataformas de redes sociais ou usar as ferramentas próprias para essa tarefa.

Por exemplo, Social Media Tracker da SEMrush ajudará a identificar os líderes de opinião da sua área no relatório ‘Mentioners’.

1.pngRelatório ‘Mentioners’ do Social Media Tracker da SEMrush

Ao promover seu conteúdo lembre-se de entrar em contato com sites de autoridade alta, mas tenha cuidado de não os spammear. Aposte na criação de um relacionamento duradouro com o influenciador, do qual ambos se beneficiam. Dessa forma eles serão mais receptivos na hora de compartilhar seus conteúdos.

2. Escrevendo Guest Posts

Mais um jeito incrível de distribuir seu conteúdo e conseguir backlinks de qualidade é escrever guest posts para blogs de alta autoridade. Criação de guest posts pode fortalecer a sua relação com esses sites e os influenciadores deles. e te dar uma chance de inserir um backlink para seu artigo, guia ou pesquisa, que ajudam a esclarecer algum ponto mencionado no seu post.

Ao optar por criação de guest posts, escolhe os sites receptores de conteúdo com cuidado. Analise o possível site-candidato e pense se ele tem autoridade alta e providencia conteúdos úteis e compartilhados e comentados pelos usuários..

3. Solicitando Links

Rastrear menções da sua marca online pode trazer ótimas oportunidades para backlinks. Como? Simplesmente entrando em contato com o autor que mencionou a sua marca e pedindo inserir o link no artigo. A maioria dos sites não vai negar esse pedido considerando que a sua empresa já foi mencionada.

Para descobrir as menções da sua marca sem backlink você pode usar a ferramenta Brand Monitoring da SEMrush e o filtro de ‘Backlinks dela.

2.gifFiltro de ‘Backlinks’ da ferramenta Brand Monitoring da SEMrush

Essa ferramenta também permite implementar outras duas técnicas de distribuição de conteúdo: descobrindo os sites que já deram links para seus conteúdos e os sites que deram links para seus concorrentes.

Os sites que já deram links para seus conteúdos ou site provavelmente já são leais à sua marca e acham que seus conteúdos são relevantes.Só te resta construir parcerias com eles, oferecendo mais conteúdos incríveis!

O mesmo método pode funcionar com os sites que deram links para seus concorrentes. Provavelmente eles gostam de conteúdos com temas da sua área – isso é a sua chance de se apresentar  e oferecer algum conteúdo interessante.

4. Publicidade Paga nas Redes Sociais

Publicidade paga nas redes sociais é um ótimo jeito de apresentar seu conteúdo para muita gente em pouco tempo. Facebook Ads, Instagram Ads, YouTube Ads e Promoted Pins são jeitos excepcionais de apresentar seu conteúdo para público certo.

Mais uma dica – você pode tentar usar publicidade paga nas redes sociais para fazer seu conteúdo chegar até os influenciadores. Para isso é preciso criar custom audiences (grupos de público-alvo).

Facebook e Instagram são mais eficazes nisso graças à sistemas de targeting incríveis deles..

Conclusão

Criar conteúdo valioso é crucial para conseguir backlinks de qualidade e melhorar seu SEO. Os algoritmos de avaliação de backlinks evoluíram bastante durante os últimos anos, assim que está ficando cada vez mais difícil conseguir backlinks de qualidade.

O caminho mais eficaz para conseguí-los é de criar conteúdos que merecem ser compartilhados e cuidar da distribuição dos mesmos entre os canais optimais.

Esperamos que com as nossas dicas você consiga melhorar seu perfil de backlinks e seus rankeamentos.

Como Fazer Email Marketing: O Guia Completo

Toda a gente fala que o email marketing está morto mas a verdade é que o email marketing continua sendo um tema incontornável quando falamos de marketing digital porque a verdade é que a cada dólar investido, teremos, em média, 38 dólares de retorno.

Se tem um ecommerce com certeza sabe o quanto isso pode impactar nas suas vendas e no relacionamento com os seus clientes.

Então vale a pena investir em email marketing? Claro que sim!

É fácil fazer email marketing? Nem por isso.

E a verdade é que há muitos negócios que já entenderam que o email marketing funciona, mas não sabem como começar e por isso, estão deixando dinheiro na mesa.

1. Defina o seu objetivo

Pensava que ia começar já a enviar a sua newsletter?

Existe uma parte muito importante de qualquer estratégia que muitas vezes é deixada de lado: qual é o problema que quer resolver? Existe uma oportunidade de negócio que quer explorar? E qual é o seu objetivo?

Alguns dos seus objetivos para uma ação de email marketing poderão ser: aumentar as visitas ao seu blog ou site, aumentar as suas vendas, obter feedback através de um inquérito, aumentar a sua base de dados ou simplesmente se relacionar com o seu público. Existem dezenas de tipos de email marketing.

Tenha isso claro antes de iniciar a sua campanha de email marketing. E principalmente estabeleça metas e tenha números em mente. Exemplo: Quero realizar 50 vendas ou quero obter mais 200 leads para a minha base de dados.

2. Defina a sua estratégia

Agora que já definiu o seu objetivo, vamos alinhar a estratégia para a sua campanha. Imagine que quer recuperar clientes inativos.

Qual será a melhor estratégia? Oferecer um desconto? Comunicar aquela funcionalidade nova que o cliente reclamou que não o seu serviço não tinha e fez ele desistir? Colocar os portes grátis?

Mas e se quiser vender mais a clientes atuais? Vai enviar uma seleção de produtos complementares ao que comprou?

E se quiser ter mais clientes? Vai realizar um webinar gratuito sobre os benefícios daquele produto? Fazer um sorteio?

Acho que já deu para entender a ideia. Defina claramente aquilo que vai impactar os resultados que você definiu como objetivo.

3. Escolha o serviço de email marketing

Escolha cuidadosamente o serviço de email marketing que vai usar.

Tenha atenção a serviços self-hosted em que é disponibilizado o serviço de envio, mas onde você vai precisar fazer a configuração dos servidores de envio e optimizá-los para email marketing, o que vai gerar mais custos e consumir mais recursos.

4. Já tem uma base de dados?

Já escolheu o seu serviço de email marketing? Ótimo! Mas antes de começar precisa de uma base de dados. E pode começar por comprar uma, certo? Errado! Deixe-se disso. Só lhe vai dar chatices. É como entrar na casa de alguém e só depois de já lá estar perguntar se pode entrar.

Não está cansado de receber na sua caixa de correio emails de quem nunca sequer ouviu falar? Então não faça o mesmo! Confira estas 21 dicas para aumentar a sua base de dados.

aumentar-base-de-dados.jpg

5. Como fazer email marketing: Boas práticas

5.1. Comece pelo remetente

Qual é uma das primeiras coisas em que repara quando recebe um email? O remetente da mensagem, certo?

Quanto maior for a notoriedade da marca e o engajamento do seu público, maior tende a ser a taxa de abertura. Mas se tem uma startup, ou uma empresa pequena é natural que o orçamento em comunicação e branding seja curto ou inexistente e se priorize a publicidade ou somente a força de vendas.

Mas não desespere. Não é impossível ter excelentes resultados.

Uma das coisas que aprendemos com os vários testes que realizamos é que a pessoalização da comunicaçãotende a gerar melhores resultados. Se usar o email omeunome@aminhaempresa.com é normal que obtenha melhores resultados  do que se usar geral@aminhaempresa.com.
email-pessoal.jpgExemplo de email com remetente pessoal

5.2. Crie assuntos apelativos

O importante é ter noção do que pode fazer para chamar a atenção do leitor. Qual destas opções considera ser o assunto mais apelativo?

– Novo artigo do blog e-goi
– 8 Dicas Incríveis para iniciar a sua jornada no email marketing

É lógico que o segundo é mais apelativo.

Nos últimos meses venho fazendo experiências e percebi que umas das técnicas que vai lhe garantir maior taxa de abertura é a utilização de emojis.

Personalizar os emails com o nome da pessoa é outra estratégia que chamada à atenção do leitor aumentando as hipóteses de abertura.

Repare que são centenas os emails que recebemos todos os dias, por isso, deve incluir sempre um elemento diferenciador dos demais emails.

Não se esqueça também que dispomos cada vez de menos tempo, por isso quanto mais curto for o assunto, maior será também a probabilidade de o leitor absorver a informação.

newsletter-e-goi.jpgExemplo de email com personalização e utilização de emojis

5.3. Imagens

Quando entrega a realização de uma campanha de email a um webdesigner a probabilidade de ter uma newsletter bonita com várias imagens bem trabalhadas do ponto de vista gráfico é grande, mas isso não significa que vai ter bons resultados.

Imagens demasiado grandes serão bloqueadas pelos ISPs. Além do mais é importante ter um equilíbrio entre imagens e texto, caso contrário, os ISPs interpretarão como tentativa de esconder a mensagem e irão entregar os seus emails diretamente no SPAM.

5.4. Call to action

O call to action ou chamada à ação é justamente o elemento que vai fazer com que o leitor siga ou não o caminho até ao objetivo que você traçou.

Pelas experiências que venho realizando, a taxa de clique é sempre maior quando o botão é colocado nos primeiros 300px de altura do email.

É possível que em resoluções mais baixas, quando o email é visualizado no desktop o botão deixe de ser visível. Esse pormenor pode fazer a diferença no impacto que a sua campanha pode ter, então se possível, sempre teste a sua campanha em várias resoluções, particularmente em mobile para que o receptor da mensagem possa ter a melhor experiência leitura.

Lembrando que o ideal é que defina somente um objetivo, seja uma página de captura, uma landing page de vendas ou simplesmente um artigo como este que está lendo.

call-to-action.jpgExemplo de campanha com call to action nos primeiros 300px do email

5.5. Remoção

Leve os pedidos de remoção muito a sério. Se tiver muitas remoções, repense de imediato a sua estratégia. A sua base de dados está a reagir negativamente ao seu conteúdo e é provável que comece a receber várias queixas de spam.

A recomendação que vou passar pode parecer estranha para você mas acredite que é altamente eficaz. Coloque o botão de remoção no início da sua newsletter e deixe bem claro que só quer continuar enviando emails a quem realmente tiver interesse. E aí você me pergunta: mas as remoções não vão aumentar bastante?

Vão sim, mas as queixas de SPAM deixarão de existir, as suas taxas de abertura vão aumentar e os ISPs vão passar a confiar em você e a entregar seus emails no inbox.

6. Planejamento

Tão importante como conhecer as boas práticas de email marketing é saber enviar na medida certa. Quantas vezes não ficou com uma sensação negativa em relação a determinada empresa e desabafou: “Esta empresa me envia tantos emails! Que saco!”.

6.1. Horário de Envio

Por mais interessantes que sejam as mensagens, precisa rapidamente apurar qual é a frequência e o horário ideal para enviar. Pela experiência que tenho, geralmente em B2B os dias preferenciais de envio são de 3ª a 6ª entre a 8h e as 9h da manhã. Isto acontece porque na 2ª feira, as caixas de correio têm emails acumulados do fim-de-semana e a primeira coisa que você faz quando chega no escritório é ler os seus emails, não é mesmo?

Já em B2C, os horários de almoço, 6ª feira depois de jantar ou o fim-de-semana tendem a ser os horários preferenciais de abertura dos emails, porque as pessoas têm mais tempo livre. Lembrando que isso não é uma ciência exata e cada caso é um caso.

6.2. Frequência

Relativamente à frequência recomendo que comece por fazer um envio por semana e depois vá aumentando o números de envios, diversificando os dias e horas de envio. Compare e comece a obter padrões para chegar aos dias e horas ótimos para o disparo. Mais uma vez, cada caso é um caso.

6.3. Organização

Utilize uma ferramenta que o ajude a organizar os seus envios e faça o seu próprio calendário editorial. Pode ser o seu CRM ou até uma ferramenta de trabalho colaborativo como o Trello ou o Slack.

Se está faltando criatividade pode sempre usar calendário de marketing e redes sociais para 2017 da E-goi com dezenas de datas comemorativas que pode consultar para se inspirar.

calendario-marketing-e-redes-sociais-2017.pngCalendário de Marketing e Redes Sociais 2017 da E-goi no MAC

7. Segmentação

Menos é mais! No momento de enviar, provavelmente o pensamento mais tentador é sempre este: para quanto mais pessoas eu enviar, maiores serão os meus resultados, verdade? Mentira!

A tentação é grande, eu entendo, (até porque lá idos no meu percurso no marketing digital eu também já pensei assim) mas procure sempre segmentar a sua base dados e enviar para menos pessoas. Acredite, vale o trabalho! Além do mais estará evitando remoções ou queixas de SPAM desnecessárias que prejudicam a sua entregabilidade.

Isso pode parecer óbvio, mas aqui na E-goi já realizamos vários testes que comprovam isso mesmo.

8. Análises e Testes

Depois de passar por estas etapas chegou a hora de analisar os resultados. Há vários critérios de análise: números e taxas de aberturas e de cliques, bounce rate, queixas de SPAM e conversões.

Depois de analisar os dados deve fazer algumas perguntas como:

– Houve algum problema de entregabilidade num ISP específico?
– A oferta foi a mais adequada?
– Qual foi o comportamento do email em mobile?
– Segmentei corretamente a minha lista?

No fundo, precisa entender se configurou corretamente a sua campanha do ponto de vista técnico (a maioria dos softwares de email marketing já lhe dizem tudo o que precisa fazer) e se segmentou devidamente a campanha. Se está tudo ok, então realmente se trata de uma questão estratégica que você tem que mudar rapidamente para não persistir no erro.

Os testes A/B, por exemplo, são uma ferramenta poderosa que está perfeitamente ao seu alcance e que lhe permite fazer várias versões da mesma newsletter, testando com uma amostra da sua base de dados para apurar qual a que lhe pode trazer os melhores resultados.

Tudo pode ser testado: desde o assunto, a posição do call do action, o copy ou simplesmente o horário de envio.

Teste A/B

Neste teste que realizamos enviámos 3 newsletters diferentes aleatoriamente para uma amostra de 15% da base de dados. A newsletter vencedora seria a que tivesse a maior taxa de abertura e seria enviada para os restantes 85% do segmento de envio que definimos. Tivemos um claro vencedor, o que nos levou inclusive a alterar a forma como estávamos comunicando, por isso é uma técnica mais do que recomendada.

Conclusão

Se você tinha dúvidas quanto à eficácia do canal email marketing, acredito que mudei a sua opinião e ficou com uma ideia mais clara de tudo o que pode fazer para melhorar os seus resultados. Aplique as estratégias que apresento neste artigo e com certeza terá resultados a curto prazo.

O alcance do email marketing vai muito além e pode até impactar os seus resultados do seu SEO.

Quer saber como a Samadhi Digital podemos ajudar o seu negócio a vender mais? Entre em contato conosco pelo formulário do site.

Até breve!

Como colocar seu negócio local no topo do Google (para todos os dispositivos)

Alguns dias atrás lembrei de uma pizzaria muito boa que visitei faz um ano. Tentei encontrar o endereço enquanto estava a caminho para trabalho e não obtive resultados. Será queelesfecharam a loja? Acabei encontrando o lugar por acaso, enquanto estava passeando pelo bairro. Eles tinham site sim, só que ele não aparecia no Google, precisei digitar o domínio para acessá-lo.

Por curiosidade tentei pesquisar a mesma pizzaria no meu notebook e dessa vez o lugar apareceu em 3ra posição.

Conclui que o site não estava tão bem otimizado para Mobile quanto para Desktop e achei estranho. Sim, muita gente pede pizza a partir de Desktop, no entanto muitos procuram lugar para sair no Mobile e ainda existem aqueles que pedem pizza no caminho para casa, para que o pedidocheguejunto comeles.

Decidi criar um plano de como melhorar seus ranqueamentos no Mobile e espero que você também muito em breve vai aparecer nas primeiras posições de telas móveis.

Prepare Seu Site

Antes de começar a trabalhar com os SERPs de Mobile é importante verificar se o seu site está preparado. A interface e a experiência do usuário é tão importante quanto a rastreabilidade. No final, de nada adianta aparecer no topo do Google melhora-se os usuários não conseguem encontrar o que precisam no seu site?

Aposteem User-Friendly

Ao otimizar a aparência móvel do seu site, foque mais em seus clientes que em seus ranqueamentos. Imagens bonitas e descrições curtas juntos com um visual limpo e simples manterão a atenção do usuário por mais tempo.

Avalieseusite do ponto de vista de CTAs. Todos os botões importantes são fáceis de alcançar? O processo de compra exige passar por uma aventura de 10 passos ou uma experiência simples que pode ser concluída em dois cliques? Certifique-se de que todos os formulários são clicáveis e podem ser visualizados em qualquer tela sem muito esforço.

Principaisproblemasde Implementação de Mobile

Agora você precisa garantir que qualquer crawler consiga rastrear facilmente o seu site. Para isso vamos configurar a ferramenta SEMrush Site Audit, colocando “mobile” no campo de dispositivo para descobrir se existe algum problema técnico que pode impedir a sua ascensão nos SERPs.

Os erros identificados vão depender da configuração do seu site Mobile.

Se você optar por design responsivo, o erro que mais prejudica o desempenho é a falta de Viewport tag.

1.png

Para concertar o erro é necessário adicionar um meta tag específica à <head>:

<meta name=”viewport” content=”width=device-width, initial-scale=1″>

Caso o seu site for muito pesado para dispositivos móveis, com muitas informações e algumas páginas que não servem para celular, você pode optar por criar uma versão separada do seu site para a experiência mobile (m.example.com).

Se você escolher essa estratégia não se esquece de colocar um link para a versão completa do site para os usuários que podem querer visualizar as informações que você não incluiu na versão móvel.

O erro mais frequente de versões móveis de sites são erros 4xx, já que muitas vezes ao construir o site pessoas se esquecem de colocar redirecionamentos nos lugares corretos. Esses erros também podem ser encontrados no relatório de Site Audit.

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Independente da configuração da versão móvel que você escolher, a velocidade de carregamento tem o papel crucial na experiência do usuário e nos ranqueamentos.

Existem alguns fatores principais que influenciam a velocidade de carregamento. A ferramenta de Site Audit traz informações sobre erros de velocidade de carregamento, HTML, erros de Flash ou de uso de <iframe>.

3.png

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Lembre-se que seus usuários querem ver um site visualmente agradável, contendo todas as informações necessárias (por exemplo, endereço, cardápio, ofertas etc), sem muitos anúncios e que carrega em questão de segundos mesmo no dispositivo móvel.

Melhoreseu Código

Agora que o seu site já está pronto, vamos prepará-lo para interação com o Google. O nosso objetivo aqui é fazer com que o nosso site torna-se Google-friendly.

Provavelmente você já ouviu falar que que existem certas marcações de HTML que podem ajudar nessa jornada.

A marcação Schema markup, por exemplo, ajuda a aumentar a legibilidade do seu site para máquinas de busca e crawlers e os faz entender e acreditar que o seu site é o resultado mais relevante para uma pesquisa específica.

Ela permite definir o conteúdo do seu site, comunicando para o Google que o seu site contém receitas, música, vídeos, informações sobre um negócio local, uma pessoa, um evento etc. Para cada tipo de conteúdo (praticamente) existe uma combinação de tags de marcação que permite o Google a classificar seu conteúdo.

<metacharset=“utf-8”><meta http-equiv=“x-ua-compatible” content=“ie=edge”><title>Rio de Janeiro, RJ Pizzaria | Home | Melhor Pizza do Baiiro </title><meta name=“description” content=“Melhor Pizza do Bairro é umapizzariade pizza caseira, massas e risottos.&amp;nbsp;“><meta name=“viewport” content=“width=device-width, initial-scale=1.0″>

Se o seu objetivo for aparecer nos resultados locais não se esqueça de adicionar sua localização nos title tags e descrições. Isso é a primeira dica para ranquear bem nos SERPs locais

Melhore a Visibilidade

Agora que você já sabe que o seu site é saudável e pronto para ser rastreado, vamos trabalhar a visibilidade dele nos SERPs de Mobile.

Esseprocedimento para Mobile é diferente do Desktop. Não basta só chegar na primeira página do Google, você precisa estar no resultado 0.

O principal problema é que mesmo se você estiver entre os primeiros 3 resultados o usuário pode não chegar até o seu site.

Para entender o porquê disso, vamos ver um screenshot de resultados de pesquisa de “pizza em são paulo”

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Como você pode ver o melhor jeito de aparecer bem e ser visto pelos usuários é de aparecer nos resultados de Pacote Local.

Para chegar aqui não basta só ter conteúdo otimizado, você também precisa dedicar tempo e esforço e trabalhar com:

  • Diretórios empresariais
  • Listasde negócios
  • Sites locaiscom links para o seu site
  • Comentários e resenhas de usuários

Diretórios empresariaisvieram para substituir as Páginas Amarelas, a solução do século passado. Internet oferece uma grande variedade deles, mas você não precisa aparecer em cada uma delas. Aposte nos principais (Foursquare, Yelp, TripAdvisor) ou pesquise para encontrar os diretórios mais usados da sua área.

Você também pode trabalhar com sites que publicam notícias locais, informações sobre empresas locais e blogs da sua área. Entre em contato com eles para obter backlinks e resenhas favoráveis.

Verifique seus perfis de Facebook, Yelp e Tripadvisor – seus dados nesses sites devem estar completos, consistentes e atualizados. Preencha seu endereço, telefone e horários de trabalho, verifique o marcador no mapa. Para se destacar você pode optar por um marcador customizado .

Monitore o seu Desempenho

Ok, você chegou nas posições altas de SERPs e agora está aparecendo nos resultados de Pacote Local.

Chegou a hora de monitorar o seu desempenho. Já reparou que o Google está retirando links de sites exibidos no Pacote Local, dificultando o monitoramento de seus ranqueamentos locais.

Mas mesmo assim, a SEMrush pode te ajudar. Recentemente lançamos um novo recurso da ferramenta Position Tracking: ao configurar a ferramenta insira o nome exatamente da mesma forma como ele aparece em Google My Business. Esteja atento com o usode maiúsculas e minúsculas, se no diretório do Google seu negócio aparececomo Melhor Pizza do Bairro, tenha cuidado para não configurar a ferramentade Position Tracking para rastrear “melhor pizza do bairro”

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Não se esqueça de continuar a otimizar para suas palavras-chave principais. Adicione essas palavras à sua campanha de Position Tracking para descobrir quais palavras-chave foram parar em quais SERP features.

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Escolhe a opção Pacote Local (Local Pack) no menu. A lista vai mostrar as palavras-chave que apareceram nesse recurso. Mas e o seu site, será que foi parar no Pacote Local?

Selecione o seu domínio e filtra as palavras-chave que ainda não te trouxeram ranqueamentos no Pacote Local. Agora você tem a lista de palavras-chave que potencialmente podem te trazer mais posições nos SERPs locais com quais pode trabalhar.

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Mais um relatório fantástico da ferramenta Position Tracking é o “Dispositivos e Localizações”. Ele permite rastrear a tendência da sua visibilidade em todos os dispositivos para quais você configurou a ferramenta de Position Tracking.

Ele também mostra a diferença entre as posições de todas as palavras-chave que você está monitorando em todos os dispositivos e todos os locais que você adicionou.

O relatório de Dispositivos e Localizações também permite obter obter informações sobre todas suas posições, inclusive no Pacote Local.

Atenção: o relatório Dispositivos e Localizações só é disponível para plano Guru e os planos acima.

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Conclusão

Para ranquear bem para as pesquisas relevantes você precisa investir muito tempo e esforço. A ferramenta Position Tracking consegue economizar seu tempo e te ajudar a encontrar os principais pontos que exigem sua atenção, para facilitar seu trabalho.

Mas não se esqueça que um negócio local precisa se preocupar com os clientes antes de tudo. Cuide deles, e eles vão trazer retorno com a publicidade boca-a-boca e comentários de 5 estrelas. O mais feliz você deixar o seu cliente, o mais ele fará por você.

Tendências para 2018 de Marketing Digital: SEO

 

Dicas de SEO 2018:

Em 2018 as principais áreas que exigem sua atenção são:

  1. Links

Os links continuem sendo importantes e até a pesquisa de Fatores de Ranqueamento da SEMrush comprova isso. Os resultados do estudo mostraram que quanto mais links únicos um site tem, melhor é o posicionamento dele no Google.

A dica geral é de focar em criar links naturais externos ao invés de seguir com as estratégia ultrapassadas de compra de links ou de domínios para gerar links novos.

Use esse orçamento para contratar um jornalista que tem todas as ferramentas para criar artigos que geram links; começar a trabalhar com uma assessoria de imprensa para gestão de conteúdos e investir na reação com os líderes de opinião e influenciadores da sua área.

É importante lembrar que todo investimento em linkbuilding é justificado, porque sem links não é possível chegar no topo de resultados do Google.

Pontos importantes para otimizar seu perfil de links:

  • Frequência e Consistência de Linkbuilding (para mostrar para o Google que estamos construindo nossa presença online)
  • Pense no tráfego de referência (qualidade é melhor que quantidade)
  • Promova seu conteúdo para jornalistas (por exemplo através de Facebook Ads)

2. Conteúdo

Conteúdo continua sendo rei, especialmente se for conteúdo extenso! Isso não quer dizer que você precisa escrever textos de 2000 palavras até nas páginas de Categorias e Contatos, mas você sempre pode apostar em “textões” na hora de preparar um post para o seu blog, por exemplo!

Outra coisa importante que merece a sua atenção na hora de trabalhar com o conteúdo – imagens. As imagens ajudam a aumentar a relevância e manter os usuários no site por mais tempo.

Vídeos também ajudam a aumentar a relevância de conteúdo, o tempo que o usuário passa na sua página e ainda conseguem colocar sua página nos SERP features (no famoso “resultado zero” do Google).

Pontos importantes para otimizar o conteúdo:

  • Autoridade acima de tudo
  • Tamanho é documento mas é preciso conhecer a fundo seu público (a quantidade de palavras ideal dos seus conteúdos depende do seu mercado e o seu público)
  • Use e abuse de imagens
  • Vídeos ajudam a aumentar a relevância do seu conteúdo
  • “Se não for para ser melhor que os 10 primeiros do Google, nem perca seu tempo” – Vitor Peçanha, CEO da Rock Content

3. UX e Comportamento de Usuário

Tempo no site e a Taxa de Rejeição têm influência sim de acordo com o estudo da SEMrush.

Por isso é preciso focar seus esforços em reduzir o bounce rate e convencer seu usuário a passar mais tempo no site (por exemplo, otimizando links internos, sugerindo conteúdos relacionados, disponibilizando vídeos e outros conteúdos visuais)

Tempo de carregamento também é uma forma de manter o usuário no site que ainda influencia, e muito, os seus ranqueamentos. Otimize a sua página e os elementos dela, comprime as imagens, pense em adquirir um servidor mais robusto.

Mais uma forma de se preocupar com o UX é de apostar em AMP (accelerated mobile pages). Embora algumas pessoas ainda têm receio de optar por essa tecnologia, é difícil encontrar algo melhor que o AMP para trazer bons resultados. O AMP hoje em dia funciona não só para publicações, mas também para páginas de produto, homepage, etc.

Pontos importantes para otimizar o UX:

  • Reduza o bounce rate para menos de 50%
  • Torne seu conteúdo mais interativo
  • Links internos são a chave de sucesso
  • Reduza ao máximo o tempo de carregamento
  • Invista em UX
  • Pense em Mobile First

4. SERP Features

O desenvolvimento de SERP Features trouxe uma grande mudança na forma de planejar as palavras-chave e uma fonte rica de informações sobre o comportamento do usuário. O que o Google está mostrando nos SERPs é aquilo que ele está entendendo de comportamento de busca do usuário e é o que devemos colocar no nosso conteúdo.

O analise de SERP permite fazer engenharia reversa no Google e otimizar melhor nosso conteúdo. Se o Google retorna resultados com muitos imagens ou vídeos, isso quer dizer que as pessoas estão procurando por imagens e os querem ver nos conteúdos. Ou seja, você também deve colocar imagens ou vídeos nos seus conteúdos.

Pontos importantes para otimizar o UX:

  • Analise a SERP – será que tem muitos anúncios? Ou muitos resultados de E-commecre? Ou conteúdo educacional? Esses resultados mostram o formato de conteúdo que os seus usuários procuram!

5. Pesquisa por Imagens

Essa tendência é especialmente importante para os sites de E-commerce, já que cada vez mais os internautas usam imagens para encontrar produtos.

Nos últimos tempos o Google melhorou bastante a forma de apresentar os resultados em formato de imagens e agora consegue classificar as imagens que realmente são produtos dando destaque a eles.

Marketing visual é a coisa que vai fazer diferença em 2018, por isso invista seu esforço e tempo em preparar imagens de qualidade, que destaquem o seu produto. Mas também não se esqueça de SEO para imagens – certifique-se do que seus alt tags estão otimizados e as marcações estão em devida ordem.

Conclusão

Naturalidade é a chave de sucesso. Na hora de criar conteúdos, preparar meta-descriptions e títulos, pense mais em usuário, na forma como ele faz pesquisa – digitando a frase ou usando Voice Search.

Os títulos devem ser gatilhos emocionais para despertar interesse e convencer a pessoa do que este é o conteúdo que vai ajudá-la.

E é por isso é tão importante conhecer o seu público, criar personas, investigar a forma de fazer pesquisa e a forma de pensar deles.