10 estratégias para aumentar sua captação de alunos

Todo mundo já percebeu que os rumos da educação estão mudando. O crescimento da educação a distância é indiscutível e, mesmo que essa modalidade de ensino não exclua a presencial, devemos ficar atentos a essa tendência.

Devido à expansão da EAD, o número de pessoas que estão investindo na criação de cursos online também aumentou consideravelmente. Afinal, quem não quer investir em um mercado tão promissor?

No entanto, apesar da quantidade de profissionais já ter crescido tanto, a área de ensino online continua em desenvolvimento, atraindo mais atenção e ganhando novas configurações. Ou seja, ainda há espaço para quem quer trabalhar com EAD e ganhar dinheiro dando aulas na internet.

Se você já tem algum curso online ou está pensando em começar o seu negócio agora, precisa ler este texto.

Vamos mostrar dicas sobre o que o profissional da área precisa fazer para melhorar a captação de alunos.

1. Posicione-se como autoridade em seu nicho

Hoje, o usuário que quer aprender um novo conhecimento tem milhares de possibilidades à sua disposição na internet.

Existem vários professores e instituições oferecendo cursos sobre os mais variados assuntos e, por isso, o aluno tem como escolher o que ele achar melhor para suprir suas necessidades.

Para se destacar no meio de tanta concorrência, os profissionais precisam mostrar que têm muito conhecimento no assunto e que estão realmente preparados para oferecer ensino de qualidade para seus alunos.

Na internet, o compartilhamento de conteúdos úteis e gratuitos é uma forma eficiente de fazer isso.

Você pode criar um blog ou canal no YouTube para publicar materiais valiosos e atrativos para sua audiência.

Independentemente do tipo de conteúdo que for usar, essa estratégia serve para mostrar que você é um especialista na sua área de atuação. Isso ajuda a transmitir credibilidade e incentivar as pessoas a adquirir os seus cursos.

Pense bem: você se tornaria aluno de uma pessoa sem ter a certeza de que ela realmente pode te ensinar o que você precisa? Provavelmente não, certo?

Todo mundo quer aprender com quem tem expertise no assunto e pode agregar valor, seja para a vida pessoal ou profissional.

2. Comunique-se com seu público

Muitas pessoas acham que a educação a distância tem uma grande desvantagem: a falta de comunicação; ou seja, não haverá espaço para trocar informações, discutir sobre as aulas ou tirar dúvidas.

Para evitar esse tipo de objeção e conseguir aumentar a captação de alunos, é importante criar canais de comunicação para você mostrar que está disponível para responder as pessoas e oferecer sempre a melhor experiência possível.

Se as pessoas perceberem que você se importa com o aprendizado delas, vão se sentir mais confiantes para comprar seus cursos.

Existem algumas ações que você pode fazer para ampliar a comunicação com o público, como:

  • Responder comentários nas redes sociais e no blog;
  • Participar ativamente de fóruns relacionados ao seu nicho;
  • Fazer um fórum específico para responder questões sobre o seu curso;
  • Criar uma FAQ no seu site, para deixar respostas prontas para as dúvidas mais frequentes.

3. Desenvolva temas interessantes

Evidentemente, você precisa falar de assuntos que domina para conseguir fazer aulas completas e valiosas para os seus alunos.

É por isso que é imprescindível ficar de olho no que sua audiência está buscando, para que o conteúdo de seu curso seja o principal fator de atração de alunos.

Mantenha-se interessado no que seu público procura e estude sempre. Somente assim você vai conseguir se aperfeiçoar, buscar novos conhecimentos, atualizar o que já sabe e entregar o melhor para seu público.

É comum que o ramo da educação online se transforme de acordo com o que está acontecendo no mundo e na internet. Então, você tem que estar preparado para se adaptar e inovar nos conteúdos.

Isso não significa que você precisa mudar de área ou transformar totalmente suas aulas sempre que surgir uma nova tendência, ok?

Mas é fundamental verificar constantemente se sua linguagem está adequada, se há informações mais recentes, recursos mais modernos ou se existe algo mais específico que você pode abordar para conseguir aumentar sua captação de alunos.

Use ferramentas de pesquisa de palavras-chave para encontrar tendências e ver o que você pode fazer para se destacar.

Com elas, você descobre os termos que estão sendo mais buscados e os assuntos relacionados, ou seja, dá para encontrar muita inspiração para seus cursos.

Se você ainda não usa essa estratégia, algumas das opções de ferramentas são SEMrush, Google KeyWord Planner e Google Trends.

4. Explore vários formatos de conteúdo

Existem vários formatos de conteúdo que você pode usar nas suas aulas online, como vídeos, ebooks, quiz, infográficos e arquivos de áudio.

É importante escolher o tipo que você tem mais facilidade para elaborar, assim, será mais fácil transmitir segurança e profissionalismo para os seus alunos.

No entanto, tenha sempre em mente que as pessoas que buscam conhecimentos na internet procuram cursos acessíveis, dinâmicos e interativos. Elas querem consumir o conteúdo de maneiras diferentes, de acordo com sua rotina e com o local em que estão.

Isso significa que os professores que oferecem mais facilidades costumam ter mais destaque e, consequentemente, mais sucesso na captação de alunos.

Sendo assim, tente diversificar a maneira como você compartilha o que sabe para oferecer o máximo de possibilidades.

Essas são algumas formas de explorar os formatos existentes:

  • Adicionar recursos especiais aos seus vídeos, como perguntas interativas e trilhas;
  • Criar quiz dentro dos módulos para que o aluno teste seus conhecimentos e se sinta motivado;
  • Elaborar ebooks para abordar temas mais longos e complexos;
  • Criar infográficos para compartilhar dados e estatísticas;
  • Fazer webinários, que podem ser palestras, seminários ou aulas transmitidas ao vivo pela internet.

5. Explique seu método de ensino

Quando você resolve vender um curso online, precisa criar uma página que direcione as pessoas para o fechamento da compra. Essas páginas são as chamadas landing pages, criadas especificamente para uma determinada campanha de marketing.

Ao contrário do seu site ou blog, a landing page deve conter apenas detalhes referentes ao curso, pois ela serve para fazer com que o usuário realize a ação que você deseja que, neste caso, é comprar seu curso.

Nessa página, você deve colocar as informações importantes sobre o curso de maneira objetiva e atrativa.

Escreva uma headline criativa, crie um layout simples e mostre todas as vantagens que suas aulas oferecem para os alunos.

Esse é o espaço indicado para você explicar como será o processo de ensino e aprendizagem e convencer os usuários de que você está preparado para entregar algo valioso.

Apresente os formatos que você usa, o tipo de abordagem e os canais de comunicação que o seu curso tem.

Fale também um pouco sobre você, seu currículo e habilidades e, se possível, acrescente feedbacks positivos que você já recebeu de alunos.

6. Envie e-mail marketing

Depois de um tempo de atuação, você vai começar a entender melhor seu público e identificar as pessoas que têm mais probabilidade de comprar seu curso.

Nesse momento, uma boa estratégia de captação de alunos é o envio de e-mail marketing, que é o uso do e-mail para a promoção da sua marca e dos seus produtos.

Para isso, você vai precisar que seus clientes em potencial autorizem o acesso aos seus dados, o que acontece quando eles se inscrevem em uma lista de e-mails ou adquirem um produto que você compartilhou, como e-book, videoaula ou infográfico, por exemplo.

Muitas pessoas pensam que o e-mail é um canal de comunicação defasado, que não traz bons resultados para uma empresa, mas isso não é verdade.

O e-mail continua sendo uma das melhores maneiras de se comunicar com seu público, principalmente quando as pessoas já demonstraram interesse naquilo que você oferece.

7. Defina o valor de seu curso

Essa é uma das decisões que gera mais dúvidas nos empreendedores, pois não é fácil precificar algo novo em um meio com tanta concorrência.

Saiba que nem sempre o produto mais barato é o mais procurado, principalmente na área de educação e desenvolvimento de competências e habilidades.

As pessoas estão dispostas a pagar mais, se sentirem que terão mais benefícios.

Então, você precisa oferecer um preço justo, que seja compatível com o mercado, mas que se relacione com a importância do impacto que seu produto vai ter na vida do seu aluno.

Todo mundo que começa um negócio próprio precisa saber que o cliente não quer comprar apenas um produto, ele quer uma experiência valiosa, que solucione problemas do seu dia a dia e facilite a sua vida.

Se você conseguir criar isso, com certeza, seus alunos vão te dar preferência, mesmo que o valor seja um pouco mais alto que o do concorrente.

8. Escolha uma boa plataforma EAD

A plataforma escolhida para hospedar suas aulas também interfere na captação de alunos, pois existem opções com diferentes ferramentas e funcionalidades.

Os alunos que se inscrevem na educação a distância estão, pelo menos, minimamente familiarizados com a tecnologia e buscam cursos que tenham recursos que facilitem e otimizem seus estudos.

Por isso, pesquise bastante antes de escolher a plataforma EAD e verifique se a escolhida tem tudo o que você e seus alunos precisam.

A plataforma deve funcionar como uma sala de aula virtual para que o processo de ensino e aprendizagem não seja prejudicado pela distância entre alunos e professores.

Avalie os meios de comunicação disponíveis, a segurança oferecida na hora da compra, os formatos de conteúdo aceitos e se a plataforma é responsiva, ou seja, adaptável às telas dos variados dispositivos móveis.

9. Saiba lançar seu produto no mercado

Depois de criar suas aulas, definir um preço justo para o curso e escolher a melhor plataforma EAD, está na hora de fazer o lançamento de seu produto.

É muito importante conhecer os meios pelos quais você pode divulgar e saber como se comunicar com sua audiência. Mas você também precisa saber qual é a melhor hora para lançar algo novo no mercado, se quiser ter sucesso na captação de alunos.

Esse momento vai depender do tipo de curso que você criou e do reconhecimento que tem dentro do nicho em que atua.

Existem conteúdos que são atemporais, enquanto outros são mais buscados durante o período letivo ou nas férias, como os cursos livres.

Além disso, você precisa observar se as pessoas já criaram um vínculo com seu trabalho e começaram a te identificar como autoridade em seu nicho. Esse é um fator imprescindível para que os alunos confiem em seu curso e se sintam motivados para adquiri-lo.

E não se esqueça de analisar bem sua concorrência, para entender se o momento que você quer lançar seu produto é mesmo o mais adequado.

10. Participe de um programa de Afiliados

Nem sempre o profissional que cria um curso online conhece as melhores técnicas para divulgar seu negócio.

Infelizmente, isso pode dificultar as vendas e atrasar a ascensão da sua marca.

Mas não se preocupe, pois atualmente existe uma estratégia excelente para quem precisa fazer seu produto chegar até o público certo.

Os programas de Afiliados funcionam como uma ponte entre os produtores e as pessoas que têm o que é necessário para divulgar produtos e serviços de maneira eficiente e lucrativa.

Esses profissionais, chamados de Afiliados, vão promover seu curso em troca de comissões pelas vendas que conseguirem.

Ao investir nesse tipo de serviço, você conta com a ajuda de pessoas qualificadas e de todos os recursos tecnológicos para alavancar suas vendas e fazer com que seu público conheça o que você faz.

Quer trabalhar com educação a distância?

Não adianta ter todo o trabalho para criar um curso online completo, se você não souber como captar alunos para comprar suas aulas.

Por isso, aplicar as estratégias que apresentamos é extremamente importante para quem quer garantir que seu negócio será divulgado de forma assertiva.

Na dúvida sobre como dar cursos online? Foque em planejamento!

Está com dúvidas sobre como dar cursos online? Comece com um bom planejamento!

A sua preparação é primordial para que você consiga dar aulas pelas internet com autoridade.

Os cursos de educação a distância no ambiente virtual estão em constante expansão. Hoje, cada vez mais as pessoas têm procurado aprender novas habilidades para começarem uma nova carreira ou se posicionarem melhor no mercado de trabalho.

Então, um dos primeiros passos para finalmente dar aulas online é aprender como fazer um bom planejamento. Ele permite que você saiba quem é o seu público e estude como está a concorrência, além de estipular quando e quais assuntos abordar e o tempo de cada aula.

Mas, afinal, por que você deve começar a investir em cursos online? E como fazer um bom planejamento para eles?

Siga a leitura do artigo, no final, listamos algumas ferramentas que ajudarão você nessa tarefa!

O porquê de investir em cursos online

Com tantas áreas de atuação, uma das maiores tendências do mercado online é pautada, sem dúvidas, no ensino e na disseminação de conhecimento.

Um dos pontos que faz com que o curso online seja um dos grandes players de mercado são os inúmeros benefícios que ele oferece. Podemos começar falando sobre a flexibilidade de tempo e espaço, por exemplo.

Com cursos online, o professor consegue encaixar o momento de planejar, gravar, editar e publicar suas aulas em sua rotina, montando sua própria agenda.

Da mesma forma, os estudantes podem assistir ao conteúdo no momento adequado para eles e no lugar onde quiserem, facilitando, assim, o processo de aprendizagem.

Sem contar que a economia é outro fator de peso. Com um curso online, o professor consegue gravar as aulas em sua própria casa, não precisando gastar com deslocamento ou com refeição, além de conseguir uma economia de tempo por causa da subtração de tais tarefas do dia a dia.

Outro benefício muito estratégico que torna o curso online uma grande aposta de mercado é a quebra de barreiras geográficas.

Ao contrário das aulas presenciais, em que a maioria dos professores acaba lecionando apenas em sua cidade, nos cursos online é possível atingir alunos em qualquer lugar do mundo.

A importância do planejamento de cursos online

O planejamento deve ser um ponto de atenção de quem decide dar aulas online até porque isso auxilia os professores a se manterem organizados e fiéis ao plano de ensino durante todo o período de curso. Isso obviamente proporciona uma aula de maior qualidade, além de ajudar os alunos a alcançarem mais facilmente seus objetivos.

Quanto mais bem planejado, mais habilitado o professor estará para lidar com situações inesperadas que possam ocorrer durante o processo de ensino.

Além de ser extremamente relevante no momento de guiar o aprendizado dos alunos, o ato de elaborar esse plano leva o docente à reflexão e à pesquisa também. Ou seja, preparar-se é a melhor forma de evitar problemas.

Se a aula é o momento de aprendizagem do estudante, a elaboração do plano de aula deve ser considerada o momento de aprendizagem do professor.

Para aqueles que pretendem dar aulas online, o plano vai funcionar como um roteiro, assegurando que o professor mantenha o foco no que é realmente relevante para a aula.

O professor, ao seguir um plano de aulas bem organizado, tem liberdade para abordar as temáticas de aula de maneira muito mais eficiente e criativa, tudo dentro do prazo estipulado.

Da mesma forma que o escritor impõe a si mesmo certas ‘barreiras’, dentro das quais a história pode se desenrolar, o professor também pode fazer o mesmo com o auxílio de um plano.

Se o professor contar com um plano de aulas completo, que consiga abranger todo o conteúdo do curso e ainda levar em conta em quais aulas os estudantes vão ter mais facilidades ou dificuldades, terá liberdade para inovar em suas metodologias, dentro dos períodos de tempo disponíveis, para que possa alcançar seus objetivos pedagógicos.

Resumindo, esse é um investimento de energia e de tempo que vale muito a pena.

Sua função organizacional é indiscutivelmente poderosa, auxiliando na administração do tempo das aulas, na definição das melhores estratégias de ensino e na avaliação de como suscitar interesse em cada turma.

Ou seja, estamos falando sobre um guia feito pelo próprio professor que vai ajudá-lo a ter mais confiança em seu trabalho, além de dedicar esforço ao que realmente importa.

As ferramentas que auxiliam na preparação de um plano de aulas online

Dependendo do conteúdo, nem sempre criar planos de aulas é uma tarefa fácil, ainda mais quando o objetivo é que sejam simples e completos ao mesmo tempo.

No entanto, bons planos de aula são sempre a chave para uma boa experiência na sala de aula e, claro, para um aprendizado eficaz.

A seguir, confira 6 ferramentas online que separamos para que você possa planejar as suas aulas!

1. Learnboost

Para desenvolver um plano de aulas com conteúdos distintos sem criar uma confusão, você pode com a ajuda do Learnboost.

O site oferece ótimas ferramentas para organizar e customizar textos e arquivos dentro do planejamento. É uma facilidade que aumenta as chances dos professores atingirem suas metas nas aulas.

2. Standards Toolbox

Com o Standards Toolbox, você consegue elaborar testes, desenvolver o planejamento de aulas e criar calendários. É muito eficaz para professores que lecionam aulas em muitas turmas e que sentem dificuldades de se organizar.

3. Google Docs

Além de facilitar o armazenamento na nuvem e a elaboração de trabalhos com outras pessoas, o Google Docs também disponibiliza ferramentas bastante úteis para o planejamento de aulas. Nele, o professor encontra exemplos de como planejar a aula em diferentes necessidades e circunstâncias.

4. Have Fun Teaching

Está com dificuldades para criar planos de aulas mais criativos?

Esse site disponibiliza inúmeras opções de planejamento e muitas ferramentas para deixar a aula mais interativa e interessante.

5. Common Curriculum

O Common Curriculum certamente vai facilitar a vida do professor quanto ao planejamento de aulas.

Afinal, com ele é possível desenvolver aulas criativas e muito bem organizadas. O site recomenda tipos de layouts diferentes e os professores só precisam colar o conteúdo que desejam onde quiser.

6. Education Oasis

Além de oferecer layouts de aulas, o Education Oasis também oferece detalhes e exemplos de aulas bem planejadas.

Planeje-se para garantir sucesso

Após essas dicas certamente você não tem mais dúvidas sobre como dar aulas online, certo?

Tenha sempre um bom planejamento para garantir sucesso nas suas aulas. E, claro, não deixe de usar essas ferramentas que destacamos aqui para criar excelentes planos de aula.

Descubra como funciona a Lei de Cursos Livres

Você já pensou em criar um curso em uma área de conhecimento que domina muito? Supomos que sim, já que chegou até este artigo.  Mas será que existe lei de cursos livres? Há alguma regulamentação que norteia a atividade e a torna válida?

São boas perguntas e que costumam aparecer mesmo. Afinal, o senso comum considera que a educação normalmente se relaciona às instituições tradicionais — como escolas de nível básico e médio e os centros de ensino superior.

Assim, surge a dúvida se um curso livre, feito por uma pessoa desvinculada de organizações de ensino formais, é mesmo legítimo. Pensando nisso, preparamos um post completo sobre o assunto. Leia e saiba tudo sobre a legislação relacionada aos cursos livres!

Afinal, os cursos livres estão dentro da lei?

Quem sente vontade de transmitir conhecimento, e já até se pegou pensando na possibilidade de dar aulas, pode se deparar com estas questões: qualquer um pode abrir um curso? Isso está dentro da lei?

Se esse é seu caso, temos boas notícias! A atividade é válida e, embora não seja regulamentada por nenhum órgão superior, está respaldada pela legislação e pela nossa Constituição.

Mas, antes de começar, é preciso entender o que são, afinal, os cursos livres.

Os cursos livres

Além de ter uma duração mais curta (que pode ser de apenas algumas horas), o curso livre é voltado para qualificações profissionais ou pessoais específicas.

Ou seja, é aquele “plus” no currículo, um hobby ou a satisfação na busca por um novo aprendizado. Estão entre os cursos mais vendidos na internet:

  • marketing digital;
  • orientações para melhorar a postura;
  • técnicas de organização pessoal;
  • idiomas variados;
  • métodos de aprendizado e leitura;
  • dicas para aprimorar a produtividade etc.

Bastante diversificado, né? Pois é, os cursos livres podem, basicamente, tratar de qualquer assunto e não necessariamente estarem atrelados a alguma profissão.

Para criar um curso livre, basta ter um bom conhecimento em algum assunto, e observar se há consumidores em potencial para esse nicho para que a captação de clientes seja possível.

Por isso, esses cursos recebem o título de “livres”: não são formais e estão desassociados de áreas do conhecimento reguladas por órgãos públicos ou mesmo privados.

Mas atenção! Isso não significa que não haja cobertura legal. Veja!

A Lei nº 9.394/1996

A Lei nº 9.394/1996 é a principal base para a criação de cursos livres. Ela é conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), uma das legislações mais importantes da educação brasileira.

Ela define fundamentos para todos os níveis de conhecimento humano, inclusive para a formação inicial e continuada (FIC) e qualificação profissional, que é como os cursos livres são denominados legalmente.

Em seu Art. 42, a LDB diz que:

“as instituições de educação profissional e tecnológica, além de seus cursos regulares, oferecerão cursos especiais, abertos à comunidade, condicionando a matrícula à capacidade de aproveitamento e não necessariamente ao nível de escolaridade.

Em termos mais simples, esse trecho da LDB torna legítimos quaisquer cursos em livre oferta, sem que haja obrigação quanto à comprovação de nível de escolaridade anterior no ato de matrícula.

O Decreto nº 5.154/2004

Decreto nº 5.154/2004, alterado posteriormente pelo Decreto nº 8.268/2014, cita novamente os cursos de FIC e qualificação profissional. No Art. 3º, a lei define que:

os cursos e programas de formação inicial e continuada de trabalhadores, referidos no inciso I do Art. 1º, incluídos a capacitação, o aperfeiçoamento, a especialização e a atualização, em todos os níveis de escolaridade, poderão ser ofertados segundo itinerários formativos, objetivando o desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva e social.

Essa é outra base que legitima os cursos livres no território nacional. Repare bem no trecho final, em que o Decreto enfatiza que os cursos podem servir para o desenvolvimento de habilidades diversas, seja com fins produtivos/profissionais, seja para o exercício social.

A lei não faz exigências quanto à duração ou à estruturação metodológica desses cursos. Portanto, eles podem ser:

  • de carga horária variável;
  • com conteúdos programáticos livres;
  • ofertados presencialmente ou na modalidade EAD.

A Constituição Federal

Para reforçar ainda mais a lei de cursos livres e sua legitimidade no Brasil, vale a pena visitar nossa Constituição. Nos Arts. 205 e 206/1988, por exemplo, a educação é descrita como um direito de todos, que é promovido não só pelo Estado, mas pela sociedade.

Os objetivos das práticas de ensino são, basicamente, os de incentivar o “pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

O papel do MEC

Mas o Ministério da Educação tem alguma coisa a ver com os cursos livres? A resposta é não! O MEC nem regulamenta, nem fiscaliza, nem se responsabiliza por sua implementação.

Essa é uma das grandes diferenças entre os cursos livres e os de nível técnico ou superior, por exemplo.

Como a legislação afeta o produtor?

Diante de tudo o que vimos até aqui, você pode estar pensando: “mas e eu, no meio de tudo isso?”. Se você deseja produzir cursos livres, não se desespere!

Veja, de um jeito bem simples, como a lei de cursos livres afeta a atividade de um produtor digital.

Regras para abrir o curso

Lembra que falamos que, embora exista a cobertura da lei de cursos livres, eles não são regulamentados por nenhum órgão? Isso significa que não há regras na hora de criar um. Desde o tema, até a estrutura pedagógica e os critérios de avaliação, é tudo com você!

Na teoria, o único pré-requisito para colocar um curso em funcionamento é ter alunos! Para tanto, a dica é pensar no tema que você domina e definir seu público-alvo para construir um curso que venda e que tenha qualidade.

Pessoa jurídica X pessoa física

Não há nenhum adendo na legislação sobre a necessidade de oferecimento dos cursos por uma pessoa jurídica. Portanto, você pode sim criar seu negócio educacional sem CNPJ.

Aliás, se optar pela educação à distância, ou seja, cursos que são hospedados em plataformas digitais, basta se cadastrar em uma com seu RG e CPF.

Mas aí vai uma dica! Tornar-se uma pessoa jurídica tem muitas vantagens no que se refere ao pagamento de impostos. Além disso, certificados emitidos com CNPJ da instituição de ensino costumam ser melhor recebidos no mercado, o que pode ser um diferencial para atrair o público.

Não é difícil: você pode começar como Microempreendedor Individual (MEI). O processo de formalização é feito online no Portal do Empreendedor e o CNPJ sai na hora.

Emissão de certificados

Como os cursos livres não são regulamentados por órgãos superiores, a emissão de certificados não é obrigatória. Mas vamos combinar: é mais convidativo para um aluno poder emitir um após o término das aulas, né?

Eles são muito bem-vindos, pois atestam oficialmente que o estudante adquiriu aquele aprendizado. Mais tarde, ele pode usar isso como um diferencial competitivo no mercado de trabalho, o que serve até como um estímulo para terminar o curso.

Recepção dos cursos livres no mercado

Uma dúvida pode inquietar os corações dos futuros professores não-formais. Afinal, como não há regulamentação, os cursos livres são vistos com desconfiança no mercado?

Felizmente, não! Para você ter uma ideia, até as universidades e escolas mais tradicionais do país já têm programas de cursos livres e abertos à comunidade geral. É o caso da USP, da UnB e do Senai.

Quando falamos de empreendedorismo digital, isto é, de produtores que investem na internet, os números trazem ainda mais expressividade para esse fato.

A Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) comprovou, em seu último Censo EAD, que a procura por cursos livres cresce ano após ano em um ritmo muito maior do que os regulamentados.

Foram mais de 5,2 milhões de matrículas em cursos livres no ano de 2017, contra cerca de 2,4 milhões em cursos regulamentados à distância. Ainda assim, um número de destaque nos últimos anos, o que mostra que as tendências da EAD no Brasil são positivas.

Quais são as vantagens de investir em cursos livres?

Agora, que tal fechar este artigo recapitulando algumas das vantagens de investir na produção de cursos livres? Vem com a gente!

Possibilidade de fazer renda passiva

Com o ritmo de vida acelerado que vivemos hoje, a possibilidade de constituir uma fonte de renda passiva é muito atrativa, né?

Ao montar um curso, você tem um trabalho inicial que acaba trazendo rendimentos por muito tempo. É claro: são necessárias revisões periódicas do conteúdo, suporte aos alunos etc.

Porém, ao menos na modalidade online, o curso costuma exigir ações principalmente na etapa de criação de videoaulas e elaboração de exercícios.

No mais, os esforços de manutenção e divulgação costumam ser mais tranquilos do que em fontes de renda ativas, principalmente se você contar com a parceria de Afiliados para promover o produto.

Oportunidade de transmitir conhecimento

A arte de educar é uma das mais nobres do ser humano. Desde o surgimento das sociedades mais complexas, a figura do professor esteve associada ao status social e à intelectualidade.

E o mais legal é que todos podemos contribuir com a disseminação de conhecimento. Certamente, ajudar outras pessoas a alcançar algum tipo de realização pessoal ou profissional com seus ensinamentos é muito gratificante!

Alcance da própria satisfação profissional e pessoal

Tendo em vista o tópico anterior, outra grande vantagem de investir em um curso online é alcançar mais satisfação pessoal. Mas no âmbito profissional, isso também acontece!

Afinal, ter no currículo que você produz cursos em sua área de atuação contribui para o estabelecimento de autoridade e credibilidade. O resultado é um grande salto na carreira e a possibilidade de relembrar e aprender cada dia um pouco mais.

E então, que tal começar a criar seu curso?

Diante do que vimos neste texto, você viu que há bastante aparato legal para quem quer começar a lecionar sobre um assunto, seja presencialmente, seja na educação à distância.

A lei de cursos livres, representada pela LDB e pelo Decreto 5.154, mostra que essa modalidade de ensino é válida em todo o país. Desse modo, é uma forma legal e descomplicada de ter uma renda extra e transmitir conhecimento, especialmente quando pensamos em cursos online.

Então, que tal se inteirar mais sobre essa oportunidade de atuação? Leia nosso texto sobre o mercado da educação na era digital e tire suas dúvidas!

Gestão escolar: como usar esse recurso em seu curso online?

Você sabia que é possível aprender muito com gestão escolar e usar esse recurso para aprimorar seu curso online?

As escolas trabalham com ensino há muito tempo e ampliaram o conceito de gestão escolar para gerir melhor os recursos da instituição de ensino e otimizar o aprendizado dos alunos.

Mas por que você precisa entender sobre isso se seu objetivo é dar aulas online?

Independentemente da maneira de entrega, tanto cursos presenciais quanto online têm o objetivo de passar o conhecimento.

Sendo assim,  um bom curso online deve entregar conteúdo de valor, estimular o aluno e agregar conhecimento verdadeiro. Para isso, é preciso ter planejamento e gestão.

Caso contrário, você corre o risco de não entregar para o aluno todo conteúdo que prometeu.

Para te ajudar com isso, separamos 6 pilares da gestão escolar que podem ser aplicados em seu negócio.

O que é gestão escolar?

Gestão escolar é um conceito muito mais amplo do que a administração de uma escola.

A administração escolar (utilizada no passado), era focada nos recursos e em como usá-los na instituição de ensino.

O foco na gestão escolar é o aluno como centro. Portanto, ela é pensada com o objetivo de passar o conhecimento inclusivo, atento à rotina do aluno e o que é comum no seu cotidiano.

Se você parar para pensar, isso se encaixa muito bem nos cursos online. Afinal, um dos motivos que leva um aluno a optar por essa modalidade de ensino é justamente poder estudar quando e de onde quiser, além de aprender de acordo com seu ritmo.

Na gestão escolar, esses pilares têm individualidade e são independentes, mas funcionam juntos para melhorar o todo.

Isso serve para atingir a meta principal, que é aumentar a eficiência das instituições educacionais e melhorar a qualidade do ensino.

Começou a perceber como isso pode te ajudar no seu curso online?

Para que você entenda melhor, vamos explicar cada pilar da gestão escolar.

1. Gestão administrativa

A gestão administrativa é o primeiro pilar sobre o qual falaremos.

Pode parecer estranho falar de administração para cursos online, mas acredite, se você já começar seu negócio pensando como um empreendedor, toda administração fluirá melhor.

Na parte administrativa está inclusa a cordenação de recursos físicos, financeiros e materiais, como a compra de equipamentos para que as propostas pedagógicas funcionem.

Se você está criando um novo negócio, é aqui que pensará em gastos como:

  • Compra de equipamentos para gravação de aulas;
  • Aluguel ou compra de um local para abrir uma empresa;
  • Compras e manutenções em geral.

No passado, as instituições de ensino acreditavam que esse era o pilar mais importante da gestão escolar.

Porém, como já dissemos aqui, hoje já se sabe que integrar todos os pilares é o que faz com que a gestão seja mais eficiente.

2. Gestão pedagógica

A gestão pedagógica é aquela referente à organização, administração e planejamento de toda parte educativa. Ou seja, o foco aqui é em encontrar maneiras de ensinar mais e melhor.

A meta principal da área pedagógica é melhorar as práticas educacionais. Para isso é importante a colaboração dos professores, diretores e coordenadores da escola, que vão descobrir maneiras mais efetivas de ensinar.

Em um curso online, a gestão pedagógica pode ser aplicada na hora de decidir qual formato de conteúdo pode beneficiar mais o aluno e ajudá-lo a entender melhor o que está sendo ensinado.

Pense em:

  • Atividades que motivam o aluno a continuar estudando;
  • Conteúdos que despertam o interesse;
  • Estratégias para que o conteúdo seja aprendido como um todo.

A gestão pedagógica é um pilar muito importante da gestão escolar por estar diretamente ligado à atividade principal no setor educacional: o ensino em si.

Portanto, é importante pensar nas maneiras como você pode compartilhar seu conhecimento, independentemente de estar em uma sala de aula online ou presencial.

3. Gestão de recursos humanos

Essa é uma parte ligada à organização pessoal.

A gestão de recursos humanos é um pilar bastante sensível, que lida com a comunidade, com os alunos, com os professores, com os funcionários e todos que participam do ambiente escolar.

Esse setor deve ouvir e prestar atenção nas dores e necessidades das pessoas, para manter a satisfação do ambiente.

E no ambiente virtual?

A gestão de recursos humanos cuidará não apenas no momento que você estiver expandindo seu negócio e, por isso, precisa contratar pessoas para trabalhar com você, mas também na hora de entender as características de sua persona.

4. Gestão financeira

A gestão financeira cuida das verbas e direciona os recursos, distribuindo da melhor forma para diferentes setores da escola.

Portanto, é aqui que você organiza seu fluxo de caixa, cálculos de custos, definições de orçamentos e outras atividades financeiras que impactam na gestão administrativa e pedagógica.

Percebe a importância da integração de todos esses pilares?

Certamente, uma gestão financeira estruturada, com decisões certas, é fundamental para garantir o bem-estar de outros pilares.

Ao criar um curso online, você utilizará a gestão financeira para:

  • Definir o valor de seu produto;
  • Calcular corretamente os gastos para entender qual é seu lucro no final de cada mês;
  • Entender quais são os recursos financeiros que você tem e em quais áreas de seu negócio deve investir mais;
  • Saber exatamente quanto você pode gastar em anúncios pagos.

5. Gestão de comunicação

A gestão de comunicação impacta diretamente na gestão de recursos humanos e, por consequência, em outras áreas.

Essa é a área que cuida da boa comunicação dentro da escola, para alunos, professores e colaboradores. Mas também planeja uma boa comunicação da escola com a comunidade.

A comunicação é fundamental para que pais e responsáveis sintam-se informados e tenham um diálogo com a instituição.

Da mesma forma, a boa comunicação entre o professor online e os alunos é essencial para que todas as dúvidas sejam sanadas.

Além disso, é necessário ter canais de comunicação com os quais você consiga falar com sua audiência para entender quais são suas dores e também para divulgar seu curso para quem ainda não o conhece.

Lembra que falamos da expansão de seu negócio?

Se você já tem outras pessoas trabalhando em sua empresa, a gestão de comunicação é ainda mais importante. É ela que te ajudará a manter a comunicação interna eficiente.

Assim, todos saberão o que acontece em seu negócio e onde você quer chegar com o que está fazendo.

6. Gestão de tempo e eficiência dos processos

A gestão de tempo e eficiência dos processos está ligada ao rendimento escolar tanto dos professores quanto dos alunos e dos demais colaboradores.

O foco aqui é organizar as tarefas, distribuí-las para as equipes e priorizar o que é mais importante.

Fazer um planejamento de todas suas atividade para poder aproveitar melhor o tempo é fundamental para que todas as tarefas sejam cumpridas no prazo.

Assim, o calendário de ensino e de produção, no caso de um curso online, é atingido no prazo certo.

Para gerir o tempo e a eficiência dos processos, você precisa:

  • Perceber quais tarefas podem ser melhoradas;
  • Automatizar processos;
  • Saber quais são os maiores problemas de seu negócio;
  • Entender quais são suas prioridades.

Como está a gestão de seu curso online?

Provavelmente, você já percebeu que a gestão escolar é muito importante para manter uma instituição de ensino funcionando da melhor maneira possível.

Um curso online, como qualquer outro negócio, também precisa de uma gestão eficiente para que as metas e objetivos sejam atingidos.

Certamente, são muitos os pilares da gestão escolar, mas com certeza alguns deles vão te ajudar a melhorar seu negócio digital.

Comece definindo as metas claramente, trace objetivos para chegar nessas metas e gerencie com atenção as finanças. Tudo isso sem deixar de dar atenção aos alunos, já que eles são o centro do processo de ensino e aprendizagem.

Para o produtor de conteúdo online, além de alunos, eles também são clientes. Por isso, quanto mais pessoas satisfeitas com seu curso, melhor será sua reputação. E a reputação é uma forte ferramenta para ter sucesso em negócios digitais.

Para estabelecer um relacionamento com seu público, as redes sociais também são um ótimo canal. Mas, assim como qualquer estratégia, elas precisam ser trabalhadas continuamente e de forma organizada.

Você já tem perfil em várias mídias para se comunicar com seu público, mas este contato não tem sido tão efetivo?

É provável que você precise trabalhar melhor a administração de seus canais de comunicação.

O que é Produtor Digital? Guia COMPLETO com tudo o que precisa saber para empreender no mercado digital

O Produtor digital é qualquer pessoa que é especialista em um determinado assunto que interessa outras pessoas, tem vontade de distribuir esse conhecimento e faz isso através de conteúdos online que agreguem valor para quem compra esse conhecimento.

O Produtor pode ser apenas um indivíduo ou até mesmo corporações que desejam publicar algum tipo de conteúdo digital para ser vendido na internet.

Há vários perfis que se encaixam nessa nova profissão que tem sido uma das queridinhas pelas pessoas que desejam trabalhar na internet. Um produtor de conteúdo digital pode ser desde um autor independente, um profissional especialista em alguma modalidade interessante para ensinar, um professor ou até mesmo um blogueiro que fala sobre assuntos específicos em seu blog.

Já como corporações, temos a empresa, tal como uma editora que deseja aumentar suas vendas disponibilizando os livros digitais de seus autores para serem vendidos por Afiliados ou até mesmo grupos de amigos que têm um gosto em comum e querem divulgar seus conhecimentos.

Independentemente disso, o mais importante é saber que o Produtor digital é uma profissão do futuro. Por isso, vamos te falar tudo sobre esse assunto e mostraremos que, no final, você mesmo pode ser um Produtor.

Vamos lá?

Quem pode ser Produtor digital?

Como dissemos no início deste post, qualquer pessoa que tenha um conhecimento apurado em algum assunto que possa ser ensinado para outras pessoas pode ser um Produtor digital.

Isso quer dizer que, se você é um professor, por exemplo, pode aumentar o alcance de suas aulas criando cursos online.

Um digital influencer pode usar suas habilidades para conquistar seguidores ou sua expertise a respeito de parcerias com marcas para fazer um ebook sobre isso.

O youtuber, que já tem facilidades para gravar vídeos, pode criar cursos que ensinem desde a perder a timidez para gravar até ensinar sobre edições de vídeo.

A costureira, que sabe tudo sobre roupas, pode criar materiais que ensinem as pessoas a fazerem pequenos consertos.

Como você pode ver, as possibilidades são inúmeras. Tudo que você precisa fazer é pensar naquilo que você faz e que as pessoas a seu redor sempre pedem para que você ensine.

Que tipo de conteúdo pode ser criado?

É possível comercializar dois tipos de conteúdo digital, e vamos falar um pouco de cada um deles:

Arquivos para download:

Esse tipo de conteúdo digital é qualquer tipo de arquivo de computador que possa ser baixado via internet para ser usado posteriormente. Entre os mais comuns e produzidos por Produtores digitais estão:

  • Ebooks em PDF ou EPUB;
  • Documentos diversos (.doc, .rtf);
  • Audiobooks e músicas (mp3, wma);
  • Videoaulas;
  • Palestras e screencasts (MPEG, FLV, MOV, WMV);
  • Software (.exe, .msi);
  • Imagens e infográficos;
  • Scripts.

Adesão para sites de membros:

Sites de membros, também conhecidos como clube de assinaturas, são modelos de negócio nos quais o Produtor pode comercializar seus produtos de maneira recorrente. Para isso, basta cobrar uma taxa de adesão para que a pessoa que comprar o produto tenha acesso a todo conteúdo que você disponibilizar.

(Leia nosso post que explica tudo sobre clube de assinaturas.)

Para esse modelo de negócio, é possível fazer:

  • Clubes privados;
  • Sites de conteúdo restrito a membros;
  • Coaching Clubs.

Ao criar esse tipo de produto, é interessante para o Produtor integrar o sistema de cadastros do site dele com uma plataforma EAD, para que ele possa dedicar mais tempo à criação dos conteúdos.

A plataforma poderá fazer os demais processos, como liberar ou bloquear os cadastros automaticamente, receber os pagamentos, hospedar o curso, entre outras funções.

Quais nichos são aceitos?

Você pode publicar produtos de qualquer nicho. Mas, o ideal é que você alinhe temas com os quais você tenha domínio e tenham boa oportunidade na internet.

Para isso, pense naquilo que você sabe de melhor e que as pessoas costumam te procurar quando precisam de ajuda.

Por exemplo:

Você entende tudo sobre cozinha, apesar de não ser um chef renomado e muito menos trabalhar com isso. Mas sempre que um amigo ou familiar precisa de dicas de receitas práticas e rápidas, eles te ligam.

Culinária é um ótimo nicho, mas não se engane: assim como você, existem outras pessoas que também sabem tudo sobre alimentação.

Por isso, após definir seu nicho, faça uma pesquisa de concorrência e veja o que eles estão fazendo. Depois dessa análise, pense em áreas menores dentro do nicho que você escolheu e tente fazer aquilo que as outras pessoas ainda não estão fazendo.

Vamos continuar com o exemplo da culinária para ficar mais claro.

Você percebeu que há muita procura por receitas, mas que há, também, muitos cursos online sobre isso. Que tal, então, criar um curso sobre preparação de alimentos rápidos para quem mora sozinho?

Ao especificar ainda mais seu nicho, você consegue atingir um público mais assertivo e ainda faz algo diferente do que já existe no mercado.

(Se você ainda não definiu seu nicho, acesse nosso post e aprenda como escolher sua área de atuação.)

Publicação/hospedagem de um produto

Agora que você já entendeu que pode ser um Produtor digital, vamos te mostrar como você pode iniciar nessa jornada.

Depois de ter escolhido seu nicho e ter preparado o material para seu produto digital, seu próximo passo como Produtor é escolher uma plataforma digital para publicar seu conteúdo.

A Hotmart é uma plataforma para Produtores digitais, por isso, vamos ensinar como você pode hospedar seu produto com a gente.

É muito fácil e intuitivo, já que nossa interface é amigável. Depois do produto pronto, você precisará apenas de 3 passos para publicar seu produto:

  1. Descrever e adicionar fotos de seu produto.
  2. Definir o modelo de negócios de seu produto. Nesse passo, você irá decidir, por exemplo, se o produto poderá ser vendido por Afiliados e qual será a comissão paga por venda do Afiliado.
  3. Publicar o conteúdo do produto. Aqui, você irá adicionar os arquivos que compõem seu produto (caso o conteúdo esteja na forma de Arquivo para Download), ou definir as configurações para integração com o Site de Membros (caso o conteúdo seja o Acesso do Comprador ao Site de Membros). No caso dos arquivos para downloads, eles podem ser de qualquer tipo, cada arquivo pode ter até 200MB e você pode adicionar até 20 arquivos.

Revisão do produto

Assim que você terminar de publicar um produto, ele irá para a Equipe de Revisão. A Hotmart irá verificar vários aspectos no cadastro do produto, bem como o conteúdo do mesmo, a afim de constatar se todo o conteúdo está adequados às políticas da plataforma.

Ao final dessa revisão, o produto poderá ser aprovado e terá seu índice de Blueprint calculado, ou então pode ser reprovado e não poderá ser vendido pela Hotmart.

Criação da página de vendas

Você poderá criar de forma muito simples, em poucos minutos, uma página de vendas para seu produto. Basta preencher os campos do formulário e, rapidamente, sua página estará pronta.

Essa página poderá ser usada por você e por seus Afiliados para vender seu produto. Quanto mais você facilitar o trabalho dos Afiliados, mais Afiliados você conseguirá atrair e, consequentemente, seu volume de vendas poderá aumentar ainda mais!

É importante também garantir que todas as informações relevantes para o comprador estejam na página de vendas. Esse é um dos itens verificados na revisão. Tenha certeza que as características principais do produto estejam explicadas nessa página.

Páginas de vendas avançadas

Existem 2 tipos de páginas de vendas na Hotmart, e o Produtor irá definir qual utilizar, sendo que existe um tipo padrão.

1. Modelo padrão:

Esse é o modelo padronizado da Hotmart. Caso o Produtor não altere as configurações, esse será o modelo utilizado.

O modelo padrão oferece opções para exibir um cabeçalho do produto contendo as informações principais, e ainda botões para divulgação nas redes sociais como Twitter e Facebook.

O Produtor também pode alterar o plano de fundo.

No final dessa página, existem recomendações de outros produtos que o Afiliado promove. Os links dessas recomendações apontam para o Hotlink de Afiliado, portanto, se alguma venda acontecer a partir dessas recomendações, o Afiliado receberá sua comissão.

2. Página de vendas externa:

O Produtor pode optar por vender no próprio site dele.

Nessa modalidade, os Hotlinks do Afiliado irão redirecionar o comprador para o site do Produtor e o botão de Comprar naquele site deve estar apontando para a finalização da compra na Hotmart. Dessa forma, os Afiliados também recebem as comissões.

(Aproveite para aprender como criar um página de vendas sozinho.)

Benefícios para o Produtor

Usar uma plataforma digital para hospedar seus produtos traz várias vantagens para o Produtor, entre elas estão:

  • Você não precisará se preocupar com o armazenamento do produto na internet. A Hotmart proverá a infraestrutura necessária para que seu produto seja armazenado com toda a segurança possível.
  • Nós iremos processar todas suas vendas, ou seja, você não precisará se preocupar em processar pagamentos ou verificar se o pagamento efetuado pelo comprador foi confirmado ou não. Nós cuidaremos disso para você.
  • A Hotmart entregará o produto para seu cliente automaticamente, assim que nosso sistema identificar que o pagamento foi confirmado. Você não precisa se preocupar com a entrega e seu cliente ficará satisfeito em receber o produto rapidamente.
  • Nós garantimos a você e ao cliente a confiabilidade da transação. Não há risco do produto não ser entregue após uma compra realizada com sucesso, e não há risco do cliente receber seu produto caso o pagamento dele não seja confirmado.
  • Você poderá começar a vender seu produto imediatamente, através de seu link de venda direta ou da página de vendas.
  • Você poderá customizar toda a página de vendas de seu produto de forma simples e rápida, como se estivesse digitando um e-mail. Essa página é disponibilizada imediatamente pela Hotmart para cada produto que você publicar.
  • E não se preocupe, você não precisará gerenciar seus Afiliados! A Hotmart processará a divisão das comissões imediatamente. A cada venda efetuada, a comissão do Produtor e a comissão do Afiliado são depositadas na conta da Hotmart de cada um deles!
  • A sua conta na Hotmart é GRÁTIS. Não existe investimento nenhum para começar, nem mensalidades e não há limites ou restrições de uso. Assim como você e seus Afiliados, a Hotmart receberá uma pequena comissão em cada venda, mas a Hotmart só recebe se você receber!

Quais as boas práticas que um Produtor precisa seguir?

Na hora de publicar e vender o seu conteúdo por meio da Hotmart, é importante prestar atenção para não infringir os Termos de Uso da plataforma.

Além de estar em acordo com os termos, um bom Produtor deve evitar promover SPAM, afirmar que o seu produto alcança resultados irreais ou condicionar a aprovação de um Afiliado à compra do produto.

Além de não serem atitudes transparentes e que entram em conflito com as regras da Hotmart, podem prejudicar o seu negócio, fazendo com o público tenha uma visão negativa de você e dos seus produtos.

Para saber mais sobre o que você pode e não pode fazer, não deixe de conferir as melhores práticas do mercado de produtos digitais para não cometer nenhum erro ao divulgar ou vender com a Hotmart.

Como Vender pela internet começando do zero: Guia Prático Completo

Vender pela Internet é uma excelente oportunidade para quem quer iniciar seu próprio negócio sem ter que sair da casa.

No entanto, muitas pessoas pensam erroneamente que começar um empreendimento online é fácil e que é possível ter sucesso de um dia para o outro.

A primeira coisa que você precisa saber é que, para obter bons resultados com vendas na Internet, você precisa planejar, trabalhar e lutar muito.

Não existem milagres que vão te deixar rico rapidamente ou sem qualquer esforço.

Mas se você fizer um trabalho sério e estruturado, é provável que você alcance seus principais objetivos, como ter mais tempo para estar com sua família, trabalhar enquanto viaja, ser seu próprio chefe, ganhar mais dinheiro, entre outros.

Para te ajudar, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber para começar a vender on-line a partir do zero!

1. Entenda quais produtos e serviços podem ser comercializados pela Internet

A primeira coisa que você deve pensar quando decide vender pela internet é “o que meus clientes vão comprar?”.

A gente sabe que isso parece muito óbvio! Mas é comum encontrar pessoas que reclamam de não vender nada porque querem ganhar dinheiro com publicidade em seu site.

Embora essa seja uma opção, não é a mais aconselhável, uma vez que existem poucos casos em que as pessoas conseguem alcançar o sucesso apenas com isso.

Mas, então, o que podemos vender pela internet?

Selecionamos as melhores opções:

Consultoria

A consultoria é uma excelente opção para aqueles que conhecem bem um tema em particular e se especializaram nesse segmento.

Vamos dar um exemplo!

Imagine que você é um especialista em finanças pessoais e investimentos. Pode ser que você tenha estudado para isso ou que tenha adquirido conhecimento trabalhando em uma empresa do setor.

O importante é que você conheça muito sobre economia e gerenciamento de patrimônio e saiba as melhores estratégias para investimentos pessoais para ter alta lucratividade.

Agora imagine que você criou um blog e um canal do YouTube com dicas e pequenas lições sobre o assunto.

Ao longo do tempo, usando estratégias para espalhar seu conteúdo, você alcançou uma audiência leal, que sempre lê seus posts e deixa comentários, além de participar de lives em suas redes sociais.

Essas pessoas estão interessadas em seu conteúdo e podem precisar de uma atenção personalizada ou uma assessoria. Ou seja, o que você pode vender online é uma consultoria para pessoas que precisam de sua ajuda para melhorar suas finanças pessoais.

Para atrair seus clientes, um formulário no seu site pode ser suficiente. E esta consultoria pode ser feita pessoalmente ou por videoconferência.

O consultor faz uma análise da situação de seu cliente e o ajuda a alcançar seus objetivos, com o planejamento e execução de ações estratégicas.

E aqui mostramos só um exemplo, porque você pode oferecer consultoria em vários nichos, como moda, administração, marketing e muitos outros.

Serviços

Outra opção para vender através da Internet são os serviços.

Suponha que você tenha muitos conhecimentos de inglês e, como no caso anterior, você oferece conteúdo para pessoas que precisam aprender o idioma.

Se o seu público confia no seu conhecimento e na sua capacidade didática, provavelmente vai querer ter aulas com você, certo?

E é exatamente isso que você pode vender: suas aulas particulares, pessoalmente ou por videoconferência.

O mesmo pode ser feito em diferentes segmentos: se você tem conteúdo on-line em desenvolvimento de softwares, você pode vender esse serviço (como criar um aplicativo móvel, por exemplo).

Ou se você é um arquiteto, você também pode oferecer projetos na Internet.

Essa modalidade de trabalho é conhecido como freelance. E existem muitas possibilidades e os lucros podem ser significativos! Conheça mais sobre este mercado no vídeo a seguir:

No entanto, a desvantagem da venda de serviços (e também da consultoria) é que você só poderá atender a um número limitado de clientes: depois de tudo você é apenas uma pessoa e terá que dedicar muito tempo a cada uma delas.

Ou seja, nesses casos, você não poderá escalar seu negócio.

Produtos físicos

Os produtos físicos também podem ser vendidos online e são muito populares. Cada vez mais pessoas compram em lojas virtuais, porque é muito mais prático do que ir a uma loja física.

Esta é uma boa opção para aqueles que já têm uma loja offline e querem levar seus negócios ainda mais longe, ou para aqueles que querem começar e vender produtos sem ter despesas com as instalações (aluguel, despesas com eletricidade e água, etc.).

Para ter um e-commerce, você precisa de uma boa web, com fotos, descrições e preços de seus produtos.

Além disso, é necessário ter uma plataforma de pagamento e uma equipe que cuide de toda a parte técnica exigida pelo site.

Mas também existem algumas plataformas que já oferecem toda a estrutura básica para uma loja online, como Loja Integrada, Loja VirtualMinestoreShopfy e Nuvemshop.

Outro ítem importante é que você terá que lidar com a gestão de suas ações e com a logística dos envios.

Uma dica interessante é o uso de drop shipment (em português, triangulação de envios). Nesse caso, você não precisa ter o produto em seu estoque. Quando o cliente faz o pedido, você o encaminha para o atacadista, que enviará a compra diretamente ao cliente.

Produtos digitais

Os produtos digitais são comercializados online em formato digital, e podem ser consumidos pelo computador ou qualquer dispositivo móvel como e-readers, tablets e smartphones.

Os mais populares são os cursos online (e-learning) e livros eletrônicos (e-books), mas também existem outros, como aplicativos móveis, conferências online e templates para download.

O público que consome produtos digitais está crescendo cada vez mais, por muitas razões. Veja algumas delas:

  • As pessoas não precisam sair de suas casas para fazer a compra.
  • Se é um produto como um livro, por exemplo, não é necessário esperar ele chegar: basta fazer o download em alguns minutos ou segundos.
  • Se é um produto como um curso, por exemplo, não é necessário enfrentar o tráfego para ver as aulas e o aluno pode fazer tudo no seu ritmo, onde e quando quiser.
  • Os preços são atraentes.

Para aqueles que decidem vender esse tipo de produto on-line, existem várias vantagens, como ser capaz de começar com muito pouco ou nenhum investimento, ter um negócio escalável, poder trabalhar em qualquer lugar e muito mais.

Para ser um produtor digital, é necessário desenvolver diferentes atividades.

No caso do professor on-line, por exemplo, é necessário definir o nicho de ação, planejar o curso, fazer roteiros, gravar video-aulas e promover o conteúdo na Internet.

A nossa recomendação é ter uma plataforma que realize a gestão dos pagamentos, envie o produto automaticamente ao comprador e ofereça duas opções: que o cliente faça o download do produto ou tenha acesso a uma área de membros.

Cursos online

Os cursos online são materiais ricos, geralmente educativos, que abrange temas diversos, desde disciplinas convencionais até um curso de gastronomia, por exemplo.

Assim como o próprio nome já diz, esse tipo de curso é consumido exclusivamente pela internet, sendo o formato mais comum as videoaulas.

Diferentemente do que muita gente pensa, não é necessário ser um professor formado para atuar no ramo de cursos online, desde que você tenha um conhecimento sobre determinado assunto e queira compartilhá-lo com outras pessoas.

É claro, que isso se aplica apenas aos cursos livres, que não são atrelados à nenhuma instituição educativa, nesses casos, a própria escola ou faculdade é responsável pela criação e distribuição do conteúdo.

O fato de ser um mercado democrático, não significa, porém, que você não deve ter alguns cuidados na criação de seu material.

Assim como qualquer conteúdo gravado e disponibilizado online, é necessário ter uma rotina de pré e pós produção, para garantir que  aquele material atende às necessidades de seu público.

Você pode descobrir todos os detalhes da criação de um curso online em nosso post completo  sobre o assunto.

Mas já te adiantamos que você deverá traçar um comprador ideal para seu produto (também conhecido como persona) e buscar um tema que seja do interesse desse público.

Além disso, terá que selecionar boas palavras-chave, para atrair compradores e também de produzir um conteúdo de qualidade, tanto do ponto de vista do assunto abordado, quanto da captação de imagem, áudio e demais detalhes técnicos.

Apesar de ser trabalhoso, ter seu próprio curso online pode trazer excelentes resultados financeiros para o empreendedor, uma vez  que cerca de 1,5 milhões de estudantes optaram por esta modalidade de ensino no Brasil.

Ebooks

O ebook é um livro em formato digital, que pode ser lido em qualquer equipamento eletrônico, como computador, smartphone, e-reader (leitor de livro digital, como o Kindle) ou tablet. Existe também a opção de imprimi-lo para o consumo convencional.

Esse é um produto bastante popular entre os empreendedores online pois é mais simples e barato de ser produzido, inclusive,  você pode fazer esse material mesmo sem conhecimentos de design, usando apenas programas instalados em seu computador.

Para o público, esse formato também é interessante já que ele pode ser consumido com um pacote de dados simples, diferentemente de vídeos e outros formatos, que exigem internet de boa qualidade.

Aprenda tudo o que você precisa para criar seu próprio ebook.

Além dos cursos on-line (e-learning) e os ebooks, mas também existem outros, como aplicativos móveis, congressos online e templates para download.

Produtos de terceiros

Uma boa ideia para quem quer vender online sem se preocupar com a criação e gerenciamento de produtos é participar de um Programa de Afiliados.

Os Afiliados promovem produtos de outras pessoas em troca de comissões.

Vamos a mais um exemplo?

Imagine que você tenha um blog sobre vida saudável e exercícios físicos. A maioria da sua audiência está interessada em perder peso, comendo de forma saudável e praticando atividades que ajudam a queimar calorias.

Agora imagine que você descobriu um programa fitness online, com vídeo-aulas que o aluno pode acompanhar de casa, realizando os exercícios em seu próprio lar.

Com certeza, seu público adoraria esse produto, certo? Então o que você faz é recomendá-lo em sua página, com um link específico, também conhecido como link de Afiliado (ou, no caso da Hotmart, os Hotlinks).

Toda vez que alguém faça uma compra e tenha chegado ao produto graças ao link que você publicou, você receberá uma comissão pela venda.

Esse tipo de estratégia é muito interessante para quem quer vender pela internet porque você não precisará investir em compras de produtos físicos e pode usar diversas maneiras para divulgar seus links, como blogs, redes sociais e um canal no YouTube.

Você acha que tem o perfil para ser um Afiliado? Confira as dicas que o Alexandre deixou nesse Hotmart Tips explicando tudo sobre como fazer sua primeira venda como Afiliado:

Marketplaces

Marketplaces são sites para um segmento específico que reúne produtos de vários sites e marcas em um só lugar.

Nesse tipo de site, o comprador pode escolher o produto que achar melhor, considerando suas características e preços.

Alguns exemplos deste tipo de vendas on-line são B2WBooking Decolar.

Os marketplaces são muito interessante para os compradores, porque eles não precisam passar horas pesquisando o melhor preço e podem fazer o pagamento diretamente na página.

Para aqueles que querem vender na Internet também pode ser uma boa opção, já que (como no caso anterior) não é necessário desenvolver um produto específico.

No entanto, ter habilidades de desenvolvimento web é essencial, a menos que você contrate alguém para fazer esse trabalho (o que não é nada barato).

2. Aprenda a ter um negócio virtual sem investir dinheiro

Se a sua ideia é vender online sem enfrentar muitos riscos, você pode optar por ter um negócio virtual que não requer muitos investimentos iniciais.

A venda de produtos físicos, por exemplo, não é altamente recomendada nesse caso. No entanto, vender serviços, produtos digitais ou produtos de terceiros pode ser uma excelente escolha para você.

Pensando nisso, selecionamos algumas dicas que podem ajudá-lo:

Não se preocupe com a perfeição

Você provavelmente quer ter o produto perfeito antes de começar a vender, certo?

É normal querer oferecer algo com excelente qualidade (e isso é o ideal, é claro).

No entanto, antes de saber se seu negócio realmente funciona, você pode começar com uma versão mais básica do produto, também conhecida como MVP (Minimum Viable Product). Essa espécie de protótipo pode ser construída com menos investimento e te permite testar a recepção do público ao seu produto ou serviço.

Se você for criar um ebook, não precisa contratar um designer para lidar com a parte visual. Você pode começar com um modelo mais simples e criar o ebook você mesmo, usando um dos templates que sugerimos anteriormente no tópico Ebook, por exemplo.

Outro exemplo são os cursos online. Se você está gravando um vídeo, obviamente quer que a qualidade seja a melhor possível. Mas, para iniciar, você não precisa de um estúdio ou de uma câmera super profissional.

Se você tem um quarto na sua casa que está bem iluminado e tem uma parede neutra, sem muitos objetos e cores, você pode começar.

Mas lembre-se de escolher um lugar confortável com pouco barulho. Outra opção é fazer as gravações em um lugar da cidade que seja bonito e mais tranquilo.

Você pode saber mais sobre iluminação de vídeos lendo este post aqui.

Além disso, é possível usar a câmera do seu smartphone, desde que tenha uma qualidade aceitável de imagem e áudio. Se você quiser saber mais sobre o assunto, recomendamos nosso post sobre como criar cursos online, que tem muitos conselhos sobre o assunto e um passo a passo completo para você começar!

Escolha ferramentas gratuitas para o seu trabalho

Existem muitas ferramentas excelentes para vender pela Internet e várias delas são gratuitas, ou possuem versões básicas que você pode usar a um preço baixo.

Para divulgar seu produto e atrair clientes, uma boa opção seria usar o AdWords, a ferramenta de publicidade do Google. Mas, se você não tem dinheiro para investir, pode usar as estratégias de SEO (Search Engine Optimization) para deixar seu site na primeira página de forma orgânica, ou seja, sem gastar dinheiro para isso.

Outro exemplo:

Se o seu produto for um curso online, você terá que usar uma plataforma de membros para que seus clientes possam entrar e acessar módulos, vídeos, fóruns, atividades, etc.

Existem excelentes opções que você pode usar, que apenas cobram uma porcentagem do valor do produto quando você faz uma venda.

O mais importante é pesquisar ferramentas que sejam boas, que atendam às suas necessidades e que não sejam caras. Se você fizer isso, verá que é possível começar a vender na Internet, mesmo que você não tenha o dinheiro para investir.

3. Escolha o produto ideal para vender online

Se você decidiu vender pela Internet, o ponto mais importante de tudo é definir o que você vai vender! Para isso, recomendamos que você escreva em uma folha 3 ideias de produtos que poderia criar ou divulgar, considerando os seguintes ítens:

O que te apaixona?

O ideal é você escolher trabalhar com algo sobre o qual você é apaixonado.

Como Confúcio disse: “Escolha um trabalho que você gosta e você não terá que trabalhar um único dia em sua vida”.

Pense sobre seus gostos e imagine os produtos que você poderia criar e vender online a partir daí.

Se você tem a jardinagem como um passatempo, pode criar um curso online que ensine as técnicas de cultivo em casa.

O ideal é escolher um assunto ainda mais específico, como o cultivo em ambientes fechados, cultivo de hortaliças em casas pequenas que não possuem jardim ou o cultivo de orquídeas, pois esses termos atraem um público menos genérico, já que atende uma necessidade clara.

Se você gosta de tirar fotos, pode criar um ebook com técnicas de fotografia. Pensando em assuntos mais específicos, você pode se concentrar em fotografia noturna, retratos, paisagens, técnicas de Photoshop e muitos outros.

Pense em seus gostos e habilidades e, certamente, você descobrirá algo perfeito para você!

O que as pessoas precisam?

Embora você tenha que amar o que você faz, apenas seu amor não é suficiente. Outras pessoas também devem amar o que faz também!

As pessoas devem precisar de seu produto. Não adianta desenvolver algo que você acha que é maravilhoso, mas que não será útil para ninguém.

Para isso, você precisa identificar um mercado e estudá-lo.

É necessário realizar uma pesquisa de um nicho específico e entender quais são os problemas que os consumidores têm e que precisam ser resolvidos.

Mas não se preocupe: é sobre isso que falaremos no próximo tópico.

Como você pode escalar seu negócio?

Outro dúvida importante a considerar é: Para vender mais, você precisará investir mais tempo e/ou dinheiro? Ou com um único esforço você pode conseguir vendas “infinitas”?

Se você vende um serviço, como a consultoria financeira, toda vez que fizer uma venda, você precisará investir mais horas de trabalho, porque terá que se encontrar com seu cliente, estudar sua situação e elaborar estratégias para alcançar seus objetivos.

No entanto, se seu produto for um ebook ou um curso online, depois de estar pronto, você não terá que se preocupar com mais nada: apenas com a venda.

Ou seja, você criará o produto digital uma única vez e poderá vendê-lo para milhares de pessoas ao redor do mundo. É por isso que, idealmente, você deve pensar em algo que pode gerar mais lucro com menos esforço e por mais tempo.

4. Identifique e estude um mercado

Depois de listar os 3 produtos que você pode vender pela internet, escolha a melhor opção fazendo uma pesquisa de mercado.

  • Estude seu nicho. Descubra quais problemas de sua persona você pode resolver. Pesquise com profundidade quais são suas dores e necessidades. Se você fará um curso de jardinagem, veja o que os usuários estão perguntando sobre o tópico no Google, Yahoo Respostas, etc.;
  • Procure produtos que já existem sobre o assunto e analise o que eles não têm. Como você pode oferecer algo diferente, que se destaque dos outros? Mas cuidado: se seu produto é muito novo e não há nada semelhante, pode ser que não haja audiência ou uma demanda real por ele;
  • Analise sua concorrência e inspire-se. Mas, claro, não copie o que eles estão fazendo. E esteja ciente de um fator: é muito difícil vencer a concorrência grande. Se você quer competir com empresas e marcas muito conhecidas, talvez seja necessário escolher outra opção ou um micro nicho para atuar;
  • Faça pesquisas com pessoas que você conhece e se encaixam em seu público-alvo. Você também pode fazer isso online, por meio de formulários, e em locais onde possa encontrar esse tipo de consumidores. Se você venderá um curso online de gastronomia para mães com crianças pequenas, por exemplo, você pode ir a um jardim de infância ou escola e pedir a mulheres com esse perfil que respondam algumas perguntas rápidas.

Entender seus futuros clientes é a coisa mais importante para você ter sucesso!

5. Crie seu produto começando do zero

Depois de ter definido o produto que você venderá online, você terá que criá-lo (a menos que você esteja vendendo um produto físico que já está pronto).

Se você quiser vender pela internet videoaulas, confira nosso guia completo com o passo a passo para criar seu curso online. E se você quiser criar um e-book, não esqueça de ler todas as nossas dicas para criar seu livro digital começando do zero.

6. Escolha uma plataforma para vender seu produto

Quando seu produto estiver pronto para vender, você terá que escolher uma plataforma que lhe permita disponibilizá-lo.

No caso dos produtos digitais, recomendamos que você escolha uma com as seguintes características:

  • Possibilitar que você tenha uma página de vendas personalizada gerada na própria plataforma ou em uma página de vendas externa e integrada;
  • Armazenar produtos em um servidor confiável;
  • Gerenciar ordens de compra;
  • Executar toda a parte do pagamento de forma automatizada;
  • Permitir que seus clientes comprem em moedas diferentes;
  • Contar com uma Área de Membros, se o seu produto for um curso online;
  • Deixar os seus Afiliados divulgarem o seu produto e aumentar suas vendas;
  • Possuir uma equipe de suporte para seus clientes;
  • Ter design responsivo (ou seja, que funciona bem em tablets e smartphones);
  • Ter um funil de vendas;
  • Apresentar relatórios para que você possa acompanhar suas vendas.

Todos esses benefícios permitirão que você não tenha que se preocupar com a parte técnica do negócio, apenas com a criação do produto e com a divulgação.

E, obviamente, o ideal é escolher uma plataforma gratuita, sem taxa de adesão ou pagamentos mensais. Com a Hotmart, você só paga uma porcentagem do valor de seu produto quando faz uma venda pela internet.

7. Divulgue seu produto e demonstre autoridade

O aspecto mais importante para vender pela internet é, sem dúvida, conquistar seus futuros clientes.

Para isso, você precisa, principalmente, gerar confiança. As pessoas têm que te ver como alguém com quem podem contar, como alguém que pode e quer ajudá-las de forma transparente. E, para isso, você precisa oferecer conteúdo de qualidade.

Aqui estão algumas ferramentas online que você pode usar para promover seu produto e divulgar seu conteúdo.

Blog

O blog é o canal indispensável número 1 para quem quer construir sua audiência, estar em contato constante com o público e demonstrar autoridade.

Algumas vantagens dessa ferramenta são:

  • Não há limite de espaço para seu conteúdo: você pode digitar o quanto desejar;
  • O blog ajuda a melhorar sua posição no Google de forma orgânica;
  • Você pode interagir com seu público na seção de comentários;
  • Você pode colocar diferentes tipos de conteúdo: textos, vídeos, infográficos, pesquisas e muito mais.

Aqui, em nosso blog, já publicamos um texto com dicas valiosas para escrever em seu blog. Se você quer saber melhor sobre a importância de investir e como é possível ganhar dinheiro com blog, veja este vídeo:

Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo hoje, com 2 bilhões de usuários. Isso significa que seus clientes potenciais provavelmente estão nessa rede.

Algumas vantagens dessa ferramenta são:

  • É uma rede social dinâmica, muito conectada ao presente e muito atraente para os usuários;
  • Você pode criar campanhas pagas direcionadas especificamente para seu público (e medir seus resultados!);
  • Você pode interagir em tempo real, fazendo lives;
  • É um canal muito importante para divulgar o conteúdo de seu blog.

Antes de criar sua página, fique atento e evite cometer os erros mais comuns no Facebook.

Instagram

O Instagram é outra rede social popular, que já conta com mais de 700 milhões de usuários. A grande diferença em relação às outras redes é que sua abordagem é mais visual, com destaque para fotos e vídeos.

As histórias (ou stories), que são fotos ou vídeos que desaparecem em 24 horas, são boas maneiras de chamar a atenção do público.

Se você trabalha com o nicho da gastronomia, pode publicar pequenos vídeos com receitas, fotos dos pratos que você preparou, histórias com dicas interessantes, enfim, o céu é o limite!

Se você é iniciante, aprenda as melhores dicas de como vender no Instagram.

Página de vendas

A página de vendas é sua janela para compradores e afiliados (se você desejar que outras pessoas divulguem seus produtos e ajudem você a vender mais).

Sem dúvidas, a qualidade desse site terá um grande impacto em sua credibilidade e nível de autoridade. Portanto, é necessário considerar o seguinte:

  • Sua página de vendas deve ter uma descrição do produto e suas vantagens, dados sobre você e um vídeo chamativo. Além disso, você deve incluir outras informações, como aviso legal, contato e métodos de pagamento. (Confira nosso post sobre página de vendas para saber mais.);
  • O layout é muito importante, pois é a primeira coisa que o cliente vê ao entrar na sua página. Preocupe-se com a parte visual da sua página, como cores, tamanho da fonte e organização do conteúdo;
  • Revise os textos e certifique-se de que a gramática e a ortografia estão em ordem. Mas o mais importante é cuidar do seu copywriting: é necessário que seus textos sejam atraentes e impactem os leitores para que eles comprem seu produto;
  • Não se esqueça do Call To Action, para que os visitantes realizem a ação que você espera deles.

Dica: ter um domínio próprio é uma boa ideia para tornar sua página mais confiável para sua audiência.

E-mail marketing

O email marketing é extremamente importante para que você crie um público engajado e identificado com sua marca. Essa é provavelmente a ferramenta de marketing com melhor custo-benefício.

O bom do email é que ele vai diretamente para a caixa de entrada de seu lead ou cliente, o que aumenta as chances de que a mensagem seja lida.

Além disso, se você enviar campanhas de email segmentadas, poderá alcançar seu público de forma customizada, de acordo com as necessidades de cada pessoa.

Se você ainda não usa essa estratégia, entenda como usar o email marketing para vender pela internet.

Dica: Use depoimentos de pessoas que já são seus clientes como prova social para que sua audiência confie mais em seu trabalho.

Vídeo de vendas

O vídeo de vendas também é uma excelente opção para demonstrar sua autoridade, apresentar seu produto e chamar as pessoas para realizarem a compra.

8. Outras opções de atuação

Caso você não tenha afinidade com nenhum dos formato que apresentamos anteriormente, não se desespere, pois existem outras opções para quem deseja trabalhar na internet.

Vamos falar, brevemente, sobre algumas delas.

Influenciador digital

O Influenciador Digital utiliza sua base de seguidores e influência online para endossar produtos e serviços.  Esse profissional também pode gerar renda por meio de parcerias com marcas, acordos publicitários, participação em eventos, entre outros.

Para atuar nessa área é imprescindível ter uma boa presença online, principalmente nas redes sociais mais populares como Facebook, Instagram ou YouTube.

Como o Brasil é um dos países que passa mais tempo online, esse pode ser um excelente mercado para quem deseja monetizar sua popularidade.

Alguns dos nomes mais conhecidos desse mercado são Whindersson Nunes, que tem um canal no YouTube com quase 30 milhões de inscritos, e no Instagram nomes como Maju Trindade, Boca Rosa e Thaynara OG.

Blogueiro

A profissão de blogueiro é uma ótima opção para quem deseja transformar o hobby de criar conteúdo em uma profissão.

Trabalhando como blogueiro é possível gerar renda de várias formas, seja com posts patrocinados, vinculação de anúncios, por meio do Google AdSense, e marketing de conteúdo, que é uma estratégia a longo prazo que consiste na criação de conteúdo de qualidade e otimizado para motores de busca, como forma de aumentar o engajamento de sua página online.

Apesar de muita gente achar que esse mercado foi ofuscado pelas redes sociais, o momento nunca foi tão propício para quem deseja ter um blog.

Conheça as melhores maneiras de ganhar dinheiro com blog.

9. Dicas finais

Ao longo deste post, nosso objetivo era dar uma visão geral de como vender pela internet. Mas não vá embora ainda! Antes de fechar esta janela e começar a planejar seu negócio, temos algumas dicas importantes:

  • Certifique-se de que seu negócio seja o mais automático possível. Use uma plataforma que faça toda a parte técnica para que você não tenha que perder tempo com atividades burocráticas e assim possa se concentrar no que mais importa: seu produto;
  • Meça seus resultados consistentemente e analise o que está indo bem e o que pode ser melhorado;
  • Procure entender seus clientes e ouvir o que eles têm a dizer. Eles são a parte mais importante de seu negócio;
  • Faça seu trabalho com muito foco e dedicação: se você fizer o que gostar, temos certeza de que será mais feliz em seu dia a dia.

Se você chegou até aqui, provavelmente já percebeu que vender pela internet é uma excelente alternativa para gerar renda e ser seu próprio chefe. Por isso, recomendamos que você leia nosso guia completo para criar uma aula virtual.

Um grande abraço e até logo!

Como criar um curso online de graça ou gastando quase nada: 9 dicas para aplicar agora!

De acordo com dados do Ministério da Educação, o ensino a distância é a modalidade de ensino que mais cresce no Brasil, na contramão de outros segmentos que foram afetados pela crise econômica. Nesse cenário, criar um curso online pode ser um negócio promissor e lucrativo, desde que o Produtor tenha um bom conteúdo em mãos e uma estratégia de vendas eficiente.

Apesar desse cenário, muitas pessoas ainda têm dúvidas na hora de começar a produzir seus próprios cursos por acharem que esta tarefa demanda um alto investimento inicial, principalmente para fazer um material bom o suficiente para competir no mercado digital.

Engana-se quem pensa que para criar um bom conteúdo é necessário uma grande produção com edição avançada e cenários maravilhosos.

O que define se sua videoaula é relevante para seu público-alvo é o seu nível de conhecimento sobre aquele assunto e a quantidade de problemas que seu conteúdo soluciona.

Para romper de vez com o mito de que o produto bom custa caro para fazer, compartilhamos 9 dicas para você criar um curso online de graça ou gastando quase nada.

O mercado EAD em números

Antes de partir para as dicas propriamente ditas, vamos dar um breve resumo de como está o mercado de ensino a distância.

Se você tem um conhecimento e ainda não pensava em compartilhá-lo em forma de cursos online para vender na internet, depois de ver esses números, vai entender porque essa é uma boa opção.

O Censo EAD, referente ao ano de 2018, mostrou que, neste período, foram oferecidos 31.545 cursos online, entre as instituições analisadas.

Os cursos livres, estão em ascensão, revelando-se um crescimento de 25,4% dentre os corporativos (treinamentos empresariais) e de 36,8% dentre os que são sobre temas diversos.

Ao todo, mais de 9 milhões de alunos optam por esse modelo de ensino, o que representa um aumento de mais de 20% em relação ao dado de 2017 e mais de 150% em relação ao dado de 2016. Desse total, 3.627.327 participam de cursos livres, independentemente da temática.

Apenas com esses dados, já deu para perceber o potencial desse mercado, não é mesmo?

Poder estudar sobre o que quiser, de onde quiser, com a facilidade de acesso e a liberdade de escolha é uma grande oportunidade para pessoas que desejam aprender algo novo ou se profissionalizar.

Mas também é uma oportunidade incrível de gerar renda, principalmente para pessoas que desejam abandonar o mercado de trabalho convencional e trabalhar em casa!

Se você ficou interessado e não sabe como começar, acompanhe esse passo a passo rápido para criar seu primeiro curso online:

1. Tenha algo para ensinar

Se você está pensando em criar um curso online, a primeira coisa que você precisa definir é o tema do seu material.

Pense em algo que você faz e que as pessoas sempre te elogiam ou um assunto que você domina bem e sabe que poderia passar seu conhecimento adiante.

Você não precisa ser um professor para dar aulas online.

Pode ser que você domine alguma arte, como tocar um instrumento musical, pintura em aquarela ou até mesmo fala francês com fluência.

O importante é você escolher aquilo que gosta de fazer para que, durante o processo de criar seu curso online de graça, você tenha domínio no tema que ensinará e, além de tudo, consiga trabalhar com algo que você realmente gosta.

2. Defina seu público

De nada adianta criar um curso online se você não tiver um público que tenha interesse em comprar o que você vende.

Por isso, depois de entender o assunto sobre o qual você quer falar, tente entender se você terá uma audiência para quem vender seu curso.

Uma dica aqui é, antes de começar a gravar suas aulas, você criar um canal no YouTube para colocar alguns vídeos sobre o tema que você quer abordar.

Com o tempo, você conseguirá perceber se as pessoas estão procurando e assistindo aquilo que você compartilha.

3. Pesquise por tipos de câmera para gravar

Uma das maiores dúvidas de pessoas que estão começando a criar conteúdo para internet é o tipo de câmera mais adequada para gravar, afinal, você quer que sua audiência veja valor naquele produto, e isso inclui um vídeo com a aparência mais profissional possível.

Apesar de existirem equipamentos superiores em qualidade de imagem, a câmera certa nem sempre é a mais cara, mas sim aquela que se adequa melhor a suas necessidades.

Um produtor do nicho de esportes radicais pode utilizar uma GoPro em vídeos externos, mas isso não significa que este é o equipamento mais adequado para todos os vídeos que ele for gravar.

Existem pessoas que conseguirão gravar conteúdos de qualidade com um smartphone ou até mesmo uma câmera amadora, apenas usando os recursos que estes equipamentos oferecem.

O contrário também acontece, pessoas que investiram milhares de reais em um equipamento, mas o utilizam de forma amadora.

Se você está disposto a investir mais, pode comprar uma câmera DSLR, que possui mais funcionalidades, como lentes intercambiáveis, visor móvel, entre outras.

É claro que ter um equipamento mais avançado agregará mais valor a seu material, mas só recomendamos comprar este tipo de equipamento quando você já estiver dominando técnicas de gravação.

O preço de uma DSLR pode variar de R$1500 a R$13 mil reais, o que é bem acima do orçamento de muitas pessoas, e acaba não sendo a melhor opção para quem deseja economizar.

Nosso conselho é deixar para investir na compra de equipamentos melhores quando seu negócio estiver dando algum retorno financeiro.

Se você ainda tem dúvidas sobre isso, veja as dicas que o Daniel, um de nossos videomakers, deixou sobre o custo-benefício de cada tipo de câmera.

4. Tenha cuidado com o áudio

Se a captação de vídeo de um celular pode ser excelente, o mesmo não acontece com o áudio.

E por que você deve se preocupar com isso?

A resposta é simples:

Pessoas até assistem vídeos com qualidade de imagem ruins (vídeos caseiros e videocassetadas são um exemplo), mas o áudio de má qualidade atrapalha o entendimento do espectador, o que influencia no desempenho do vídeo e em taxas como quantidade de visualizações, curtidas, compartilhamentos, tempo de retenção, etc.

Mas não se preocupe, pois existe uma forma simples (e barata!) de resolver esse problema.

Basta você adquirir um microfone de lapela, que pode ser colocado na gola de quem está apresentando o vídeo, e conectá-lo ao celular utilizando um adaptador.

A boa notícia é que o custo do microfone de lapela varia de R$10 a R$500, enquanto o adaptador não custará mais do que R$20.

Viu? A gente avisou que era barato!

(Para saber mais sobre captação de áudio, confira nosso post com os tipos de microfone para vídeos.)

5. Cuide da iluminação do vídeo

Para obter imagens nítidas e de qualidade, ter uma boa iluminação é fundamental. E no caso de gravações, quanto mais luz, melhor.

Assim como no exemplo das câmeras e dos microfones, existem diversas formas de alcançar um bom resultado na iluminação de seu vídeo.

Você pode comprar um iluminador de LED, próprio para gravações feitas em estúdio, ou ainda criar uma versão caseira de softbox, seguindo alguns tutoriais disponíveis no YouTube.

Mas a opção que te poupará tempo e dinheiro é gravar próximo à janela, em uma parede de cor sólida (de preferência clara) e aproveitar o máximo que a luz do dia pode te oferecer.

Além de ser menos trabalhoso, o vídeo gravado com a luz do sol fica mais natural, o que pode te ajudar a se aproximar de sua audiência

6. Escolha o cenário ideal

Conforme falamos no início do texto, um conteúdo de qualidade nem sempre é aquele gravado em estúdio ou com locações caras.

Por isso, tenha em mente que o assunto abordado no vídeo deve chamar mais atenção do que os elementos visuais (exceto nos casos em que você utiliza objetos para fazer demonstrações e tutoriais).

Isso não significa que você deve gravar sempre no mesmo lugar ou restringir suas opções de cenário. Mas se quiser evitar imprevistos, opte por lugares calmos e evite cômodos com ruído perceptível de trânsito ou barulho de construção.

Esse lugar pode ser até um cômodo de sua casa!

Se esse for o caso, avise  as pessoas que vivem com você que você está gravando naquele momento e que elas não podem transitar no cômodo nem te interromperem, ok?

Ambientes barulhentos resultam em mais trabalho na edição e, em casos mais extremos, te obrigarão a regravar todo o conteúdo.

7. Dedique-se ao roteiro

Como falamos na primeira dica, antes mesmo de criar um canal online, você precisa decidir o tema sobre o qual pretende falar.

Feito isso, tente identificar nesse nicho as demandas do público que estão sendo negligenciadas pelos seus concorrentes e concentre-se em descobrir como o seu produto pode atendê-las.

Um exemplo:

O mercado de stylist aborda superficialmente a moda plus size. Que tal criar um produto sobre isso?

Se você se dedicar a conhecer seu mercado, verá que existem diversos exemplos como esse que citamos.

Uma vez que você decide sobre o que  falará, as etapas seguintes ficam mais fáceis, principalmente a elaboração do roteiro.

Mas será que você realmente precisa de um roteiro?

Muitas pessoas ainda têm dúvida nessa etapa, pois acreditam que o roteiro pode deixar o conteúdo artificial e afetar a espontaneidade do interlocutor.

No entanto, você há de concordar com a gente que, quando você cria um curso online, os vídeos podem ficar mais extensos, e fica praticamente impossível memorizar todo o conteúdo.

Por isso, é importante estabelecer uma hierarquia da informação para não esquecer de abordar nenhum tópico e prejudicar o aprendizado de seus alunos.

Nós temos um post específico sobre como criar um roteiro para uma vídeoaula atraente. Lá, compartilhamos algumas dicas para quem deseja criar um conteúdo valioso, mesmo sem ter conhecimento prévio sobre vídeos, nem precisar contratar um profissional apenas para isso.

Temos certeza que, depois que você ler nosso conteúdo, verá que escrever um roteiro pode ser bem mais simples do que você imagina!

Lembre-se: o mais importante você já tem, que é conhecimento sobre aquele assunto.

8. Edite seu conteúdo

Existe sempre a opção de contratar um profissional para editar seus vídeos, mas isso vai na contramão deste post, que é criar um curso online de graça ou gastando pouco, certo?

Por isso, nossa sugestão é que você edite seus próprios vídeos utilizando as ferramentas disponíveis online.

Hoje, existem vários programas (gratuitos e pagos) para quem quer editar vídeos por conta própria e obter um resultado mais profissional.

O Windows Movie Maker, por exemplo, já vem instalado no Windows, versões 7 ao 9, e é um dos programas favoritos para quem edita no desktop.

Além dele já vir instalado e ser gratuito, o Movie Maker possui mais de 130 efeitos para você utilizar em suas edições. Nada mal para quem está começando!

Outra boa opção para edição é o Adobe Premier, que é um programa compatível com diferentes sistemas operacionais como IOS e Windows e aplicativos gráficos como o After Effects.

Por ser um programa mais profissional, o Premiere possui uma quantidade bem grande de efeitos para acrescentar em seus vídeos.

Se você está começando a editar seus vídeos agora e precisa de ajuda nesta parte, confira este tutorial de edição de vídeo para iniciantes, em que o Manaus mostra o passo a passo de como editar vídeos usando o aplicativo “Fotos” do Windows 10:

9. Escolha a plataforma para hospedar seu produto

Não adianta nada ter um conteúdo impecável se o aluno for obrigado a assistir seus vídeos em um ambiente de aprendizagem ruim e com poucas opções de interatividade.

É por isso que a escolha da plataforma para hospedar seu vídeo é fundamental para o sucesso de seu curso online!

O ideal é encontrar uma plataforma que reúna todas as funcionalidades que você precisará para disponibilizar os vídeos para seus alunos, que tenha layout amigável e seja de fácil navegação.

Dessa forma, você garante que os alunos terão uma boa experiência com o produto e reduz as objeções de futuros compradores.

Pronto para criar seu curso online?

Viu como é possível criar um curso online de graça ou gastando pouco?

Se você já pensou em empreender digitalmente, tem algo para ensinar, mas não sabia o que fazer, esperamos que agora você consiga tirar suas ideias do papel.

Descubra como vender produtos digitais com a Hotmart [Guia completo 2020]

Um dos mercados que mais cresceu nos últimos anos foi a da venda de infoprodutos, como cursos online ebooks. E se você chegou até aqui, é porque talvez tenha o interesse de vender produtos digitais.

Não importa se é ganhar uma renda extra, mudar de carreira ou ter mais tempo para a vida pessoal. Muitas pessoas estão começando a enxergar todas as possibilidades que existem no mercado digital e têm se dedicado a criar os seus próprios produtos digitais.

O problema é que, depois de criar um produto, o empreendedor digital se depara com muitos desafios, como:

  • Onde hospedar o curso online com segurança?
  • Como distribuir os produtos digitais com mais facilidade?
  • Como processar os pedidos e garantir que o consumidor receba somente depois da confirmação de pagamento?
  • Como entregar o produto? Manualmente? E se alguém comprar durante a madrugada, em feriados ou fins de semana?
  • Como divulgar o produto digital e aumentar a sua distribuição?

De fato, são muitos os obstáculos que precisam ser enfrentados por quem quer um espaço nesse mercado. A boa notícia é que, agora, ficou muito mais fácil solucionar esses problemas e começar a vender produtos digitais!

Quer saber como? Então continue lendo este post e descubra!

O que é a Hotmart e como ela funciona

A Hotmart é uma plataforma de venda e distribuição de produtos digitais que soluciona todas as dúvidas mencionadas acima.

Armazenamento, processamento de pedidos, controle de acesso de compradores e entrega dos produtos digitais são apenas algumas vantagens oferecidas pela Hotmart.

Além do mais, o Produtor pode contar com um sistema para que as vendas de seus produtos sejam alavancadas por meio de um Programa de Afiliados próprio.

Com o Programa de Afiliados, o Produtor permite que outras pessoas vendam o produto digital para ele em troca de comissões. Isso significa a possibilidade de gerar centenas de novos canais de distribuição para o produto.

E as possibilidades não param por aí!

Com o Hotmart Club, a área de membros da Hotmart, o Produtor pode aumentar suas vendas gerando leads com módulos gratuitos, disponibilizando uma amostra do seu curso, criando cupons de ofertas e vendendo conteúdos extras em apenas um clique. Tudo rápido e descomplicado tanto para quem vende quanto para quem compra!

Para mais segurança para os compradores na hora de efetuar suas compras e autonomia e alcance dos nossos Produtores e Afiliados, desenvolvemos o Hotpay, que se consagra como uma das maiores inovações da nossa plataforma. Com ele, todas as transações são administradas dentro da Hotmart.

Tudo isso está à disposição dos Produtores sem necessidade de nenhum investimento. A conta na Hotmart é gratuita!

Ao invés de pagar adesão ou mensalidades, a Hotmart recebe uma pequena comissão quando cada venda é realizada.

(Para conhecer mais sobre a Hotmart, leia nosso post que explica como funciona a Hotmart.)

 

Como vender produtos digitais com a Hotmart?

Agora que você já entendeu o que são produtos digitais e conheceu um pouco mais sobre a Hotmart, está na hora de aprender o passo a passo para vender produtos digitais utilizando nossa plataforma.

Confira a seguir:

1. Acesse o site hotmart.com e clique em Cadastre-se.

vender produtos digitais - site da hotmart

2. Preencha as informações de cadastro completando os campos com seu nome, e-mail e uma senha de acesso para a plataforma.

3. Ao entrar na plataforma, você perceberá que há duas opções:

  • Crie seu produto
  • Afilie-se a um produto

É nessa etapa que você decidirá se será um Produtor ou um Afiliado.

Vamos explicar, a partir de agora, as duas opções separadamente.

Afiliado

O Alexandre Abramo, Coordenador de Novos Negócios da Hotmart, fez um tutorial em vídeo completo ensinando como você pode fazer suas vendas, que você pode acompanhar a seguir:

Além do vídeo, preparamos também um tutorial com imagens para que você possa voltar a este post sempre que tiver alguma dúvida sobre como vender produtos digitais usando nossa plataforma.

1. Selecione a opção Visitar mercado ou Mercado (no canto esquerdo da tela) para ver todos os cursos disponíveis na plataforma da Hotmart.

como vender produtos digitais - imagem da tela do "Mercado"

Entre os cursos que aceitam afiliação, existem 2 tipos:

  • Afiliação com 1 clique: qualquer pessoa pode se afiliar e começar a vender;
  • Afiliação por aprovação: você precisa solicitar sua afiliação para o Produtor, que pode ou não aceitar seu pedido.

Além de levar em consideração os tipos de afiliação, você precisa escolher o nicho de mercado com o qual você quer trabalhar.

2. Escolha produtos para vender com assuntos que você domine. Assim, você conseguirá criar conteúdos e materiais de divulgação completos sobre os assuntos e materiais de interesse dos compradores daquele produto digital.

3. Depois disso, escolha um produto que valha a pena se afiliar. Para isso, será necessário analisar 5 fatores:

  • Temperatura: indica como um produto está sendo recebido no mercado;
  • Blueprint: representa a qualidade das informações cadastradas pelo criador do produto, como materiais de divulgação para você utilizar e a página de vendas daquele produto;
  • Satisfação: avaliação do produto de acordo com quem já comprou;
  • Valor da comissão por venda: pense no tempo e no dinheiro que você pretende investir para divulgar esse produto, para saber se a comissão pode te garantir um bom retorno financeiro;
  • Forma do comissionamento: indica se quem receberá a comissão será o Afiliado que indicou o cliente mais recentemente ou o Afiliado que levou o cliente ao site do vendedor pela primeira vez.  Lembre-se de sempre promover seu produto digital utilizando seu Hotlink, um link único que a Hotmart gera para poder rastrear as vendas.

Decidir com qual tipo de comissionamento você quer trabalhar depende muito de seu estilo de divulgação. Uma dica é se afiliar a produtos com os dois tipos e analisar com qual forma de comissionamento você trabalha melhor.

 Depois de fazer todas essas análises, é hora de escolher um produto digital para você vender.

Pra começar, sugerimos que você escolha pelo menos 3 cursos relacionados ao nicho com o qual você quer trabalhar.

5. Depois disso, clique no curso e, a seguir, Promover curso se o curso for de Afiliação com 1 clique ou Solicitar afiliação, caso ela seja moderada. Nesse caso, você terá que aguardar a resposta do Produtor.

como vender produtos digitais - imagem de um produto disponível para afiliação

6. Depois de escolher o produto digital para vender, você precisará divulgá-lo.

Para isso, você pode usar vários canais de comunicação, como:

  • Anúncios pagos;
  • Redes sociais;
  • Blogs;
  • E-mail marketing.

Escolher quais desses canais você utilizará depende muito da estratégia que você quer adotar como Afiliado.

>> É importante lembrar que existem algumas práticas proibidas no mercado de Afiliados, que podem levar ao bloqueio da conta.

Produtor

Se você tem um habilidade e quer compartilhá-la com mais pessoas, pode cadastrar um produto digital, como um curso online ou e-book, para ser vendido na Hotmart.

Para isso:

1. Acesse sua conta na Hotmart, pelo link: https://app-vlc.hotmart.com/login.

No menu lateral, escolha Produtos e, em seguida, clique em Cadastrar Produto.

Na nova tela, determine o que deseja vender escolhendo um dos formatos disponíveis:

  • Cursos online, Área de Membros, Serviços de Assinatura
  • E-books, Documentos
  • Ingressos para eventos
  • Screencasts, Filmes, Clipes
  • Áudios, Músicas, Ringtones
  • Software, Programas para baixar
  • Imagens, Ícones, Fotos
  • Números de Série, Cupons de Desconto
  • Aplicativos para Celular
  • Templates, Códigos Fonte

 

2. Na próxima tela preencha as informações do seu produto conforme detalhes abaixo:

  1. Escreva o nome do seu produto, uma descrição para seus compradores com no mínimo 200 caracteres e selecione uma foto de capa no formato JPG, PNG ou GIF e ter tamanho máximo de 5 MB;
  2. Escolha o idiomamercado de atuação e categoria do seu produto. Feito isso, clique em Continuar

3. Escolha a moeda em que seu produto será vendido

4. Depois, defina o tipo de pagamento (à vista sem parcelamento, parcelado com tarifas para seu cliente, parcelado sem tarifas para seu cliente ou planos de assinatura).

Caso tenha optado pelo parcelamento padrão no tipo de pagamento, será necessário escolher também em até quantas vezes o valor poderá ser parcelado pelo comprador

5. Escolha o prazo de reembolso, que pode ser em 7, 15, 21 ou 30 dias e defina o preço do produto.

6. Caso queira participar do projeto UmPorCento, uma iniciativa da Hotmart para que parte das suas vendas seja doada para uma instituição beneficente, marque a caixa Quero colaborar com o Projeto UmPorCento e doar parte do valor das vendas deste produto para uma instituição beneficente, escolha a instituição e percentual a ser doado (de um a dez)

6. Na próxima tela, clique na caixa Declaro estar ciente dos Termos de Uso e da Política de Privacidade da Hotmart e depois em Salvar.

 

Após preencher as informações restantes, clique em Enviar para avaliação e aguarde até seu produto ser aprovado.

Caso o produto seja reprovado, você receberá um email informando os ajustes que devem ser feitos e, então, poderá solicitar novamente a avaliação.

  1. Crie uma página de vendas para divulgar seu produto e inclua nela seu Hotlink para vender seu produto digital.
  2. Divulgue seu produto nos canais de comunicação que seu cliente em potencial utiliza.

Conheça a nova página de vendas da Hotmart

Uma página de vendas atraente e com as informações do produto bem distribuídas pode ser crucial na decisão de compra.

Com isso em mente, nossos especialistas desenvolveram uma nova página de produto, mais moderna e focada em conversão. Confira mais sobre essa novidade:

  • Informações como nome, imagem, bio e link para as redes sociais;
  • Checkout integrado para melhorar a experiência de compra;
  • Otimizada para os mecanismos de busca;
  • E muito mais.

Comece a vender produtos digitais na Hotmart

Pela Hotmart, você tem duas formas de vender produtos digitais: ou como Produtor ou como Afiliado.

Afiliados são aquelas pessoas que trabalham divulgando produtos digitais de outras pessoas e recebendo uma comissão por cada venda realizada.

Produtores são especialistas em um determinado assunto, que têm vontade de distribuir esse conhecimento e fazem isso com conteúdos online que agreguem valor para quem compra esse conhecimento.

Independentemente do que você escolher, saiba que para ter sucesso criando e vendendo produtos digitais, é preciso seguir alguns passos básicos, prestar atenção em vários detalhes e se dedicar para conseguir alcançar seus objetivos.

É importante lembrar que existem algumas práticas proibidas no mercado de Afiliados, como a divulgação de SPAM, a venda de promessas inalcançáveis e o uso equivocado de ferramentas. Essas práticas podem, inclusive, levar ao bloqueio da conta na Hotmart. Se você quer saber mais sobre o assunto, confira nosso manual de boas práticas para Produtores e Afiliados.

Caso você acredite que um usuário esteja infringindo nossos Termos de Uso, poderá denunciá-lo. A Hotmart possui um canal de denúncia criado exclusivamente para isso. Ele permite que você reporte casos de abuso de forma simples e rápida e até mesmo anônima, se desejar. Basta preencher este formulário que uma equipe especializada fará a análise da denúncia.

Conheça o Manual de boas práticas para Produtores e Afiliados na Hotmart

O mercado de produtos digitais não para de crescer, atraindo cada vez mais pessoas interessadas em repensar a carreira e/ou começar a trabalhar pela internet.

Porém, muitos Produtores e Afiliados iniciantes, ainda sem muita experiência, acabam cometendo alguns deslizes que podem prejudicar as suas estratégias de vendas, outros profissionais e parceiros, além de infringir os termos e condições da Hotmart e resultar em suspensão temporária ou definitiva da plataforma.

Se você está começando agora e quer contar com o apoio da Hotmart, precisa prestar atenção para não acabar cometendo alguns erros comuns, como:

  • Divulgar SPAM;
  • Publicidades enganosas, com promessas que o produto não é capaz de entregar;
  • Usar de maneira equivocada algumas ferramentas.

Pensando nisso preparamos este guia. Aqui, você vai encontrar todas as informações necessárias para trabalhar com produtos digitais de forma adequada, além de conhecer um pouco mais sobre a Hotmart e nossas políticas de melhores práticas.

O que é a Hotmart e como ela funciona

A Hotmart é uma empresa que promove empreendedorismo e educação através da criação e divulgação de produtos digitais. Criamos uma plataforma completa para quem quer vender, promover ou comprar cursos online, vídeos, assinaturas, e-books, ingressos para eventos e outras mídias digitais.

Se você quer sair do zero, migrar um negócio do offline para o online, levantar um negócio que está parado, dar um novo passo na sua carreira aprendendo uma nova habilidade ou promover produtos para qualquer audiência, a Hotmart é sua parceira ideal porque oferece tudo que você precisa e todo mundo pode começar com poucos cliques.

Condutas adequadas para ser um Produtor ou Afiliado Hotmart

Para começarmos, é importante lembrar que, para se cadastrar, você precisa ser maior de 18 anos ou legalmente emancipado e estar em total acordo com os nossos Termos de Uso.

Agora, conheça os comportamento positivos que são fundamentais para seu sucesso.

Encarar a profissão de Produtor ou Afiliado com muita seriedade e responsabilidade

O mercado digital não é diferente do offline quando o assunto é desenvolvimento de carreira. Os empreendedores que desejam se tornar Produtores ou Afiliados devem levar a escolha dessas profissões tão a sério como quaisquer outras.

É preciso estar atento à forma como você se apresenta ao público e divulga produtos. Acreditar que, por se tratar de um ambiente online, não é necessário se preocupar com a veracidade das informações que você vincula, o tom de voz e do discurso que utiliza para se comunicar além do tratamento com respeito de clientes, colegas e parceiros de profissão, é prejudicial para seu negócio, causando desconfiança e uma reputação negativa para você e sua marca.

Também é preciso considerar que, para crescer, é fundamental estabelecer uma rotina de trabalho constante, dedicando horas de qualidade. Disciplina, foco e ética fazem parte do conjunto de qualidades dos Produtos e Afiliados bem sucedidos.

Escolher um nicho de atuação de acordo com as suas afinidades e conhecimentos

Às vezes, alguns Produtores e Afiliados resolvem investir em um determinado nicho de mercado ou produto guiados apenas por promessas de ganhar dinheiro rápido e fácil. Porém, entrar no mercado de produtos digitais com esse pensamento é um grande erro.

É claro que você pode avaliar a possibilidade de ganhos que um determinado nicho pode trazer, mas esse não deve ser o principal critério da sua escolha.

O ideal é escolher um nicho que seja mais compatível com as suas afinidades e conhecimentos. Afinal, quanto mais você souber sobre um determinado assunto, mais fácil será estudar e falar sobre ele, criar conteúdos úteis para o público e conquistá-lo.

Não promover SPAM

Outro erro comum de Produtores e Afiliados iniciantes, na tentativa de divulgar os seus produtos para o maior número de pessoas possível, é a promoção de SPAM.

São práticas que configuram SPAM:

  • Compartilhar links de vendas diversas vezes em comentários de redes sociais, blogs ou sites;
  • Enviar mensagens diretas para pessoas sem a prévia autorização delas;
  • Envio de e-mails não autorizados pelos remetentes;
  • Publicidade enganosa, que garante ao público resultados e/ou benefícios que o produto não é capaz de gerar.

Além de ser uma atitude condenável, que pode, inclusive, gerar penalizações em redes sociais, o envio de SPAM também prejudica a imagem do seu negócio e do mercado de marketing digital como um todo.

Na hora de promover os seus produtos ou links de Afiliado, procure sempre fazer isso de maneira menos invasiva possível. Produza conteúdos relevantes, como blogposts, fotos e vídeos, com informações realmente pertinentes e só envie mensagens diretas e e-mails para quem demonstrar interesse e consentimento para receber a sua oferta, em atendimento às regras de privacidade.

Ter atenção às formas de promover os produtos digitais

Além de não fazer SPAM, é preciso cuidado redobrado na hora de criar ofertas e campanhas de divulgação para sua marca e produtos.

Apesar da vontade de realizar rapidamente as primeiras vendas, não crie conteúdos e campanhas que:

  • Contenham promessas falsas;
  • Associem a compra do produto à promessa imediata de resultados e/ou benefícios que tanto o produto quanto o Produtor não são capazes de garantir;
  • Utilizem imagens que façam alusão à benefícios, financeiros ou não, que o produto não é capaz de entregar;
  • Associe nomes de terceiros, sejam marcas, pessoas físicas ou jurídicas, sem autorização prévia, para reforçar ou comprovar os benefícios do produto.

Estudar muito sobre o mercado e se dedicar ao trabalho

Justamente por se tratar de um mercado jovem e em crescimento acelerado, é preciso ter muita dedicação para estudar e aprender todo o necessário para desempenhar bem as profissões.

Todos os dias surgem novas ferramentas e estratégias de marketing e vendas que podem impulsionar seus resultados. Mas para acompanhar tantas mudanças positivas, é preciso levar o dia a dia de trabalho com responsabilidade.

Acreditar em ditos populares como ‘’trabalhar na Internet não exige esforço’’, é um pensamento equivocado e perigoso para o crescimento do seu negócio.

Os mitos e verdades sobre trabalhar na internet usando a plataforma da Hotmart

Mitos

  • Ser empreendedor digital é fácil, rápido e não dá trabalho.
  • Dá para acreditar em tudo o que se lê na internet sobre as possibilidades de trabalhar no mercado digital.
  • Não é preciso estudar para alcançar o sucesso no mercado de produtos digitais.

Verdades

  • A Hotmart oferece cursos online, aulas e conteúdos 100% gratuitos que ensinam o passo a passo para ser um Produtor ou Afiliado e usar a plataforma.
  • A Hotmart conta com um time de professores e especialistas experientes que ajudam o público e seus clientes a aprenderem mais sobre o mercado digital.
  • Não é preciso comprar um produto digital para se tornar um Afiliado na Hotmart.

Conclusão

Por ser algo novo, o mercado de produtos digitais gera muitas dúvidas em quem está começando. Nesse sentido, se você pensa em começar a trabalhar como Produtor ou Afiliado, é importante seguir as orientações que apresentamos neste post.

Além de evitar que você entre em conflito com os Termos de Uso da nossa plataforma, você ainda garante serviço de melhor qualidade para o seu público e crescer como profissional.

E se você acredita que um usuário está infringindo nossos Termos de Uso, poderá denunciá-lo. A Hotmart possui um canal de denúncia criado exclusivamente para isso. Ele permite que você reporte casos de abuso de forma simples e rápida e até mesmo anônima, se desejar. Basta preencher este formulário que uma equipe especializada fará a análise da denúncia.

Quer saber mais sobre a nossa plataforma e conhecer as suas funcionalidades? Então clique na imagem abaixo e faça o tour gratuito pela Hotmart.

Aprenda o que é workshop e como organizar um evento de sucesso

Uma das melhores opções para quem quer empreender é compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas. Existem diversas maneiras de fazer isso, como cursos, treinamentos, palestras, oficinas e workshops.

Com um foco mais prático e de curta duração, os workshops estão conquistando o mercado profissional e são uma excelente alternativa para quem quer ganhar uma renda extra e ainda engajar o seu público.

Se esse é seu caso, mas você ainda tem dúvidas sobre como organizar e promover esse evento, continue lendo este artigo. Vamos explicar o que é workshop, suas características e o que é preciso para fazer um.

Vamos lá?

O que é um workshop?

Um workshop é um tipo de evento que reúne pessoas interessadas em aprender mais sobre um determinado assunto. Trata-se de uma espécie de treinamento para o desenvolvimento de habilidades específicas por meio de atividades práticas.

Os workshops geralmente são apresentados por um ou mais mediadores/instrutores, que ficam responsáveis por orientar os participantes e nortear as discussões, e a sua duração não costuma ser longa, já que o foco é na produtividade dos participantes.

Nesse sentido, o público participa ativamente do evento, seja em discussões sobre casos práticos ou em outras atividades.

Por fim, cada sessão de um workshop costuma apresentar uma breve exposição do tema, seguido da discussão em grupos e das atividades práticas.

Por que fazer um workshop é um bom negócio?

Agora que você já entendeu o que é um workshop, deve estar se perguntando se realmente vale a pena organizar um. Afinal, deve dar trabalho, certo?

A verdade é que produzir um evento desse tipo não é tão difícil quanto parece e, mesmo assim, as vantagens compensam qualquer desafio.

As pessoas querem se aprimorar e aprender coisas novas. Não é à toa que o mercado de cursos e especializações cresce tanto no país. Ou seja, isso representa um enorme contingente de potenciais clientes para os seus produtos e serviços.

E não é só isso. Ao fazer um workshop, você se posiciona como autoridade em um assunto. Afinal, se você conseguiu organizar um evento desses, sabe do que está falando e o público pode confiar em você.

E claro, não podemos esquecer do espaço de divulgação e prospecção de clientes em potencial que os workshops oferecem.

Imagine ensinar ao público como resolver um problema e apresentar as soluções que seu negócio oferece? Com certeza, os participantes estarão mais dispostos a fechar negócio com você agora que sabem do seu produto é capaz.

Qual a diferença entre um workshop e um curso?

Depois de ler a definição que demos acima, talvez você tenha ficado em dúvida sobre a diferença entre um curso e um  workshop. Será que são a mesma coisa?

Não exatamente…

Um curso e um workshop são duas formas diferentes de transmitir conhecimento para outras pessoas. E a diferença mais aparente está na duração de ambos os formatos.

Enquanto o workshop acontece, na maioria das vezes, em apenas um ou dois dias, um curso pode levar várias semanas ou meses para ser concluído.

Por serem mais curtos, a estrutura de um workshop é mais objetiva e focada no aprendizado prático. Em um curso, por outro lado, o tempo maior também permite abordar questões teóricas.

A estrutura de ambos também é diferente. Em um curso, os temas são divididos em diversas disciplinas, cada uma ministrada por um profissional diferente e abordando aspectos diferentes do tema do curso.

Um workshop, por outro lado, é pensado para ser mais objetivo e prático. Na maioria das vezes, um único especialista ministra o evento e os participantes são estimulados a realizarem atividades práticas.

Por exemplo, um workshop de marketing digital pode começar com uma explicação mais técnica sobre o assunto, seguido de uma discussão entre os participantes. Depois, todos são divididos em grupos e realizam alguma tarefa, na qual colocam em prática tudo o que aprenderam, e é finalizado com uma análise dos resultados alcançados.

De qualquer maneira, cursos e workshops são excelentes para transmitir conhecimento e capacitar pessoas.

Como fazer um workshop?

Depois de ler todas essas informações, você decidiu que quer produzir um workshop para compartilhar seu conhecimento com as pessoas. Mas agora vem a grande pergunta: por onde começar?

Muitos empreendedores têm vontade de criar eventos desse tipo, mas não sabem como organizá-los ou o que é preciso para ter sucesso.

Pensando nisso, fizemos um tutorial com todos os passos necessários para tirar o seu workshop do papel. Confira:

1. Escolha o tema

O primeiro passo que você deve dar ao planejar seu workshop é escolher o tema do evento. Somente depois de definir o assunto que será abordado que você será capaz de acertar os próximos detalhes.

A primeira dica é escolher um assunto que você domine. Falar sobre um tema que você não conhece tanto pode te deixar mais propenso a erros, o que prejudica sua imagem junto ao cliente. Além de poder deixar você com mais ansiedade e nervosismo em falar em público.

E mesmo que você já seja expert no tema, procure aprender mais sobre ele. Pesquise cases de sucesso na internet, converse com profissionais da área e invista em materiais de apoio, como livros, gráficos, vídeos e imagens. Assim você enriquece seu conteúdo e entrega mais valor para os participantes.

Por fim, o tema também precisa ser relevante para o seu público-alvo, despertar o interesse das pessoas e ser inovador. Tente oferecer algo de valor para as pessoas que se inscreverem no evento. Nessas horas, pensar fora da caixa ajuda.

2. Conheça o público-alvo

Se o tema do seu workshop precisa ser relevante para o público, é lógico imaginar que conhecer essa audiência é essencial durante o planejamento.

Por isso, não deixe de construir sua persona para entender quais são os problemas que o público enfrenta e como seu evento pode ajudá-los.

Além disso, conhecer o público-alvo ajuda a definir detalhes importantes como o tom de voz, estrutura do evento, tipo de material didático, atividades práticas, entre outros.

3. Defina local, data e horário

Depois de definir o tema e pesquisar sobre ele, chegou a vez de definir quando e onde o seu workshop vai acontecer.

Na hora de escolher o local, leve em consideração alguns detalhes, como o tamanho estimado de público e o tipo de estrutura física que será necessária durante o evento.

Busque um ambiente agradável e que favoreça o aprendizado e a interação com os participantes.

4.  Defina a estrutura do evento

Outro detalhe que você precisa considerar é a estrutura do seu evento e o tempo de duração que ele terá. Não existe uma regra exata nesse sentido, já que depende do segmento e da proposta do workshop.

Mas tenha em mente que, em média, o tempo de duração de um workshop é entre 6 e 8 horas, com intervalos para lanche e almoço, além de períodos de interação e networking entre os participantes.

De maneira geral, um workshop pode ser dividido em alguns momentos, como:

  • Abertura inicial, com uma breve apresentação dos mediadores;
  • Explicação do conteúdo proposto;
  • Intervalo para almoço ou coffee break;
  • Atividades práticas e espaço para interação entre os participantes;
  • Intervalo para coffee break;
  • Análise dos resultados conquistados pelos participantes e finalização do evento.

5. Reúna os materiais e equipamentos necessários

Depois de definir a estrutura do workshop, corra atrás dos equipamentos e materiais que serão necessários.

Isso inclui equipamentos eletrônicos, como caixas de som, microfones, projetores, telões e computadores, até materiais didáticos e de anotação.

Tenha tudo preparado com bastante antecedência para que você você não seja pego de surpresa. E, claro, teste todos os equipamentos para que dê tempo de substituir o que não estiver funcionando.

6. Divulgue seu workshop

Com tudo organizado, é hora de divulgar o evento. Para que tudo dê certo, comece a divulgação com, pelo menos, um mês de antecedência.

Pesquise em quais canais seu público-alvo costuma interagir mais e concentre suas ações neles. Você pode criar publicações nas redes sociais, como Facebook, Instagram ou LinkedIn, por exemplo. Ou planejar campanhas de e-mail marketing.

Na hora de criar os conteúdos de divulgação, procure passar todas as informações essenciais para os participantes, como tema, data, hora, local, quem serão os mediadores e/ou convidados, além da duração estimada.

7. Receba bem os participantes no dia do evento

O grande dia chegou! Tudo está pronto para o seu workshop e os participantes estão quase chegando.

Procure receber bem o público no evento, orientando as pessoas sobre a agenda de atividades e para onde devem se dirigir. Oriente também a equipe que ficará responsável pelo check-in dos participantes.

E não se esqueça de ficar de olho no relógio! Respeite os horários marcados para o início e fim de cada atividade. Dessa maneira, você evita erros e problemas que podem prejudicar o evento.

8. Não se esqueça do pós-evento

Não pense que o trabalho termina depois que o último participante for embora. Na verdade, ele está apenas começando.

O pós-evento é tão importante quanto o evento em si, já que é nesse momento que você precisa trabalhar para continuar engajando os participantes.

Logo após o fim do workshop, dispare um e-mail de agradecimento pela presença de todos que compareceram. Informe também em quanto tempo o certificado de participação será disponibilizado.

Caso você tenha gravado o conteúdo do workshop, também é uma ideia interessante oferecer o conteúdo para os participantes. Ou até mesmo para aquelas pessoas que não puderam comparecer.

Só não se esqueça de condicionar o acesso ao vídeo a um cadastro em uma landing page. Desse jeito, você gera alguns leads a mais para o seu negócio.

Que tal produzir um workshop online?

Viu só como organizar um workshop de qualidade não é um bicho de sete cabeças? Com bastante planejamento e seguindo à risca os passos que listamos neste artigo, você pode ter a certeza de que o seu evento dará certo.

Mas você sabia que existe outro modelo de workshop tão ou mais eficiente que um evento presencial?

Os workshops online são a nova tendência entre empreendedores digitais. E existem muitas vantagens em produzir um evento desse tipo. Além de ser muito mais fácil e barato de organizar, ainda é mais cômodo para o público, que não precisa se deslocar.